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Porto soma a 22ª vitória em 25 jogos oficiais esta época

Porto 3-1 CSKA Sofia (Otamendi 22´, R. Micael 54´, James 90´+3; Delev 48´)

Perante a pior equipa da Liga Europa, apesar de algum egoísmo de Falcao e Hulk, os azuis e brancos levaram de vencida um fraco opositor búlgaro.
Num jogo quase de sentido único, muitas foram as oportunidades criadas  pelo Porto, principalmente por Walter e Falcao no 1º tempo, contudo, apenas na sequência de um pontapé de canto os dragões inauguraram o marcador por intermédio de Otamendi. Na 1ª parte apenas no último minuto Hélton fez uma defesa.
No 2º tempo, o CSKA marcou logo na primeira jogada, aproveitando uma falha de Maicon, e conseguiu entrar no jogo, no entanto, e apesar de dispor de alguns lances de bola parada não conseguiu criar perigo. Por sua vez, o Porto mais uma vez na sequência de uma lance de bola parada chegou ao 2-1, Falcao ainda falhou o 3-1 ao desperdiçar um penalti, e até final os azuis e brancos continuaram com uma grande cadência ofensiva. James já depois dos 90 fez o 3-1 final e Moutinho ainda atirou à barra no último minuto. Em suma, uma vitória fácil do Porto, por um resultado que até peca por escasso, perante um adversário muito modesto. 

Destaques

Maicon – Um jogo com vários erros individuais e uma exibição muito fraca.

Falcao – Falhou um penalti e denotou um excessivo individualismo, mesmo egoísmo na frente de ataque. 

Fucile – O melhor jogador em campo. Apesar de no golo do CSKA não estar isento de algumas culpas, a verdade é que fez uma exibição total. Muita profundidade e envolvência ofensiva, a encher o campo claramente. 

Walter – Bons pormenores de um avançado com um talento fora do comum. Uma bola na barra, e alguns remates perigosos marcaram a sua exibição que no 2º tempo foi perdendo gás. 

Hulk – À semelhança do que tem acontecido nos últimos jogos, voltou a pecar por um excesso de individualismo. 

Otamendi – Um golo e uma exibição defensiva de boa qualidade. 

James Rodriguez –Uma exibição positiva coroada com um golo, apesar de ter estado um pouco ausente dos movimentos ofensivos durante algumas fases do jogo. 

Porto – Não perdeu nenhum dos últimos 35 jogos que efectuou, e hoje Villas-Boas inclusive mudou o sistema táctico, largando o rótulo de estar dependente do 4-3-3. Contudo, entrar em campo apenas com um português é um péssimo exemplo para o futebol nacional.

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