
Superioridade física evidente dos alemães, algo que neste escalão é um plus determinante. Darvich (canhoto criativo) Brunner e Herrmann evidenciaram-se numa das principais candidatas ao título. No lado lusitano, poucos foram os destaques individuais, numa primeira partida em que o nervosismo pareceu imperar (mentalidade mais frágil).
A Seleção Nacional sub-17 perdeu, por 0-4, frente à congénere da Alemanha, no arranque do Europeu da categoria. Noah Darvich, aos 32 minutos, aproveitou um erro da defesa lusa para abrir o ativo. Kabar ampliou aos 39′, enquanto Robert Ramsak bisou na 2.ª parte. Filipe Ramos alinhou com: Gonçalo Ribeiro – cap (GR), Martim Fernandes, João Fonseca, Gonçalo Oliveira, Rayhan Momade (Tiago Parente, 45′), Martim Ferreira (Diogo Sousa, 61′), Gil Martins, João Simões, Gonçalo Moreira (Gonçalo Sousa, 45′), Geovany Quenda (Olívio Tomé, 61′) e Nuno Patrício (Rodrigo Duarte, 73′).


1 Comentário
Antonio Clismo
Treinadores nacionais continuam a bater na mesma tecla do 4-3-3 como modelo standard do futebol português, embora esse modelo já esteja mais do que ultrapassado.
Mas com estas idades, obviamente estão ainda a aprender e a absorver conhecimentos do jogo.
A Alemanha também jogou em 4-3-3, mas a diferença é que jogou com 2 trincos e estancou o meio campo. Bastou ter maior capacidade física, experiência e dinâmica na pressão e Portugal nunca conseguiu cheirar a baliza adversária.. Podiam lá estar a jogar mais 2 horas e os golos iriam surgir sempre contra Portugal.
Além disso com um lateral direito como o Eric Moreira (primo do Diego Moreira do Benfica) que mais parece um extremo, as coisas ficam fáceis para os alemães.