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Umaro Embaló em destaque no empate de Portugal

simpleimagehandlerUmaro Embaló, ainda com idade sub-16, foi a grande estrela do encontro ao apontar 3 golos de belo efeito, todos eles fazendo uso da sua velocidade a partir do flanco direito.

A Seleção Nacional sub-17 esteve muito perto de garantir a vitória no jogo da segunda jornada do Torneio Internacional Nike, que está a decorrer nos Estados Unidos, mas deixou-se empatar pelo Brasil (3-3). Os comandados de José Guilherme estiveram por duas vezes em vantagem por dois golos (2-0 e 3-1), mas viram o Brasil chegar ao empate nos últimos minutos do encontro. Da partida desta tarde (noite em Portugal Continental), destaca-se o “hattrick” do internacional luso, Umaro Embaló (12’, 45’ e 82’), ainda assim insuficiente para que a Equipa das Quinas somasse uns merecidos três pontos. Pelo Brasil marcaram Paulo Henrique (57’), Vinícius Jr. (85’) e Alan Souza (90’+2’). Portugal alinhou com João Monteiro, Mamadu Koné, Gonçalo Loureiro, Tiago Djaló, Jota; Romário Baro, Afonso Sousa (Henrique Jocu, 67′) e Bernardo Sousa (André Almeida, 67′); Umaro Embaló (Tiago Dantas, 90′), Tiago Rodrigues (Leandro Campos, 58′) e Rafael Camacho (Pedro Neto, 58′)

VM
Author: VM

12 Comentários

  • Nuno Gustavo
    Posted Dezembro 3, 2016 at 12:46 pm

    Estes rapazes têm 3 meses para melhorar porque arriscam-se a falhar a qualificação para o Euro sub17 e consequente vaga para o Mundial sub17, que é uma competição que Portugal já não participa há muito tempo mesmo.

  • Jorge Santos
    Posted Dezembro 3, 2016 at 12:23 pm

    É o problema do escalão de juvenis, é que em condições normais todos estes jogadores passam 90% a dar cabazadas aos adversários. Obviamente que ninguém evolui no sentido se formar uma equipa sólida e competitiva. Metade desses jogadores nunca defenderam na vida nem fazem a mínima ideia do que seja.

    Há uns anos reformulou-se o campeonato de júniores e criaram-se as equipas B e os resultados melhoraram bastante. O escalão de juvenis deveria ser o próximo a ser revisto, porque não há competição nenhuma.

    • Judge_Dredd
      Posted Dezembro 3, 2016 at 2:52 pm

      Bem visto.
      Há uma cratera a separara competitividade do escalão junior do escalão juvenil.
      OS jogos nos juniores são globalmente mais equilibrados e mais competitivos o que eleva automaticamente a qualidade dos jogadores.
      O reflexo é a participação regular das selecções sub 19 e sub 20 nas melhores competições dos escalões.
      O problema do escalão juvenil é claramente equipas a mais.Deveria ser uma competição com menos de 40 equipas e tem neste momento quase 50.
      Haver muitas equipas nos iniciados é plausivel e compreende se porque quanto mais abrangente for a competição melhor para os jogadores poderem aparcer.
      Mas há medida que se vai avançando o crivo tem de encurtar.
      A nossa aposta tem de ser na qualidade e não na quantidade

  • Nuno Pereira
    Posted Dezembro 3, 2016 at 12:01 pm

    Já sei que vou tocar num ponto sensível mas cada vez mais caminhamos para ser incluidos na CAN. Acho inclusivamente que as selecções deveriam ter limite de naturalizados nas suas convocatórias.

    • iMisterD
      Posted Dezembro 3, 2016 at 2:11 pm

      a maioria destes jovens ja nasceu ca ou veio com muito jovem para portugal

    • Amílcar Cabral
      Posted Dezembro 3, 2016 at 12:41 pm

      Quando é o Raphael Guerreiro ou o Anthony Lopes que nem falam português é na boa, quando são outros (talvez porque a cor de pele já é diferente) é que já há problemas, Isso é racismo travestido de comentário e tem que ser enderaçado para que mais pessoas não caiam no mesmo tipo de pensamento.

      Nada contra os naturalizados. Para ser cidadão português é preciso estar 6 anos no país. Estes jovens não são portugueses por opção futebolística, mas sim porque a vida os trouxe a Portugal. E obviamente que para um jovem de 16 anos que vive pelo menos há 6 em Portugal tem que sentir o país e se calhar sente mais do que muitos que nascem cá… Por exemplo o Pedro Justiniano nasceu em Portugal filho de pais angolanos e foi ainda com poucos meses para Itália onde sempre viveu e chegou a representar os sub15 e sub16 italianos, só no ano passado tomou a opção de jogar com as cores portuguesas. Se é cidadão português faz todo o sentido ser equacionado.

      Agora o facto de existirem algumas incongruências em relação a idades.. aí já não sou de acordo, embora seja muito difícil de provar. Não me digam que o Mamadou Koné e o Baró têm 16 anos. Eu sei que é complicado com jogadores que tenham nascido em África e vindo para Portugal muito novos, porque em África os registos são quase inexistentes e quando chega a altura de vir para Portugal é que se arranjam os documentos com umas datas inventadas geralmente a subtrair 2 ou 3 anos nas idades das crianças para que possam ter mais oportunidades na vida escolar e social e para as mudanças não serem tão bruscas.

      Vão ver as outras selecções. A Inglaterra e a França cheia de africanos, a Holanda com árabes, a Alemanha com turcos. Num mundo cada vez mais global é normalissimo isto acontecer. 20 e tal porcento dos cidadãos portugueses têm dupla nacionalidade, não te esqueças disso.

      • Rubz
        Posted Dezembro 4, 2016 at 12:57 pm

        Conheço o Kone pessoalmente e ele tem mesmo 16 anos. Sempre foi muito alto e sempre correu muito, o puto tem boa genética

  • Nuno
    Posted Dezembro 3, 2016 at 11:48 am

    Portugal não venceu por falta de força física no final do encontro. Como é possível os brasileiros serem sub 17? Então o capitão….

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