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Quaresma em desacordo com Rúben Dias

Quem ouve o Mustang até parece que a seleção no tempo dele era sempre ao ataque. Ainda por cima no Euro’2016, onde Portugal quase só defendeu em todos os jogos, o próprio extremo entrou na final mais para defender do que para atacar. 

Rúben Dias esteve no painel da LiveMode depois da eliminação de Portugal e foi confrontado por Ricardo Quaresma, que disse que a seleção devia ter sido muito mais audaz ofensivamente. O central discordou e defendeu que o equilíbrio é fundamental.

15 Comentários

  • Um Jasomp
    Posted Julho 7, 2026 at 8:27 am

    A verdade é que a resposta não faz sentido nenhum. Diferentes contextos e mentalidades entre os jogadores têm as seleções todas, e nenhuma entre as 15 melhores joga tão mal como a nossa.
    Não é desculpa e o Quaresma tem razão quando diz que têm de dar muito mais.

    • GabCel
      Posted Julho 7, 2026 at 9:30 am

      Até me doeu ver o Ruben, a mostrar que é o verdadeiro Capitão, defender o que tinham feito e o grupo em vez de rasgar tudo e todos para se proteger…

  • Paulo Roberto Falcao
    Posted Julho 7, 2026 at 8:46 am

    Há uma coisa que o Quaresma acerta na mouche. Então foi preciso estarmos a perder por 1-0 para criarmos as duas melhores ocasiões do jogo através de dois cruzamentos venenosos para a área? Porque carga de água não tentaram essa solução antes do desespero?!

    • maZe
      Posted Julho 7, 2026 at 11:54 am

      É o reflexo desta era Martinez: só depois de sofrerem golo é que se lembram de fazer algum coisa. Nem interessa o quê, só alguma coisa. Porque até lá a única coisa que interessa é o santo equilíbrio. A lavagem cerebral dos jogadores modernos é tão forte que não vêem o ridículo em que caem. Basta ver um jogo para perceber o quão mentalmente condicionados eles estão quando inúmeras vezes têm espaço à frente, seja para passar ou para progredir e o PRIMEIRO instinto deles é virar os apoios e a cabeça para trás assim que recebem a bola, mesmo que não tenham ninguém a pressionar. É aflitivo ver este futebol.

  • batalha34
    Posted Julho 7, 2026 at 8:49 am

    Têm os dois razao aqui. A seleçāo nao joga para a frente e isso esta mal, mas o Ruben Dias também tem razao em dizer que é preciso esperar pelo momento certo para jogar para a frente.

    O momento certo neste caso é quando sai o homem-estatua que esta plantado la na frente e entra um jogador de futebol para jogarmos com 11 como se viu por exemplo contra a Croacia em que sem o homem estatua metemos logo um la dentro

    O problema aqui é que contra a Espanha o momento certo nao chegou entāo esta aparente diferença de opiniōes entre os dois quando na realidade estāo de acordo

  • Mantorras
    Posted Julho 7, 2026 at 9:16 am

    O Ruben Dias é o jogador que menos gosto de ouvir falar. Parece o perfil de instagram de uma pita qualquer de ginasio cheio de frases motivacionais mais batidas que a banda desenhada do tio patinhas.

    • PMatos
      Posted Julho 7, 2026 at 10:47 am

      Concordo. Eu que o tenho como alguém muito profissional e que poderá ser um dos grandes líderes do grupo cada vez gosto menos de o ouvir falar. Não acho que tenha que vir partir tudo e todos, mas também não concordo nada que venha sempre com este tipo de discurso. Há que assumir a responsabilidade e dizer aquilo que está na cara de todos: falhámos em toda a linha e é preciso refletir sobre tudo isto.

  • É dia de jogo
    Posted Julho 7, 2026 at 9:18 am

    O título não faz sentido, o Quaresma ter jogado muito futebol ou pouco ou a seleção onde esteve inserido em nada tem a ver esta conversa, ele está a comentar a seleção e a sua opinião da participação neste Mundial, em nenhum momento falou sequer de 2016 ou fez comparações, aliás até dá a entender que percebe que esta geração é bem superior à sua e que não consegue capitalizar, e tudo o que ele disse eu concordo e ainda bem que teve a coragem para o fazer.

  • AM
    Posted Julho 7, 2026 at 9:30 am

    o facto de o quaresma em 2016 ter estado na seleção de 2016 que só defendeu diz mais sobre a estrategia de quem nos comandava do que, provavelmente, a visão e o que o Quaresma queria fazer quando entrava.. O mesmo se aplica, provavelmente, a este ano, não acredito que (por exemplo) o B Fernandes ou Vitinha idealizavam este estilo de jogo nestes 4 jogos… Aliás, o Bruno na flash ontem deu a entender isso, este estilo de jogo não é o mais adequado para nós… Tem de existir equilibrio como diz o Ruben, mas nós estavamos na esperança de cair um golo do nada ou ter fé nos penalties e isso não é equilibrio nenhum

  • JJ Okocho
    Posted Julho 7, 2026 at 9:45 am

    A equipa de 2016 era retranqueira, mas era organizada. Esta é tudo ao molho, só se corre (devagar) com bola, o resto está parado à espera de ter a bola no pé. E em 2016 havia vontade, não resolve mas ajuda

    • filipe19
      Posted Julho 7, 2026 at 4:22 pm

      A equipa de 2016 também não jogava assim tanto à defesa como muitos acham ou como o texto em cima indica. Na fase de grupos fomos a segunda equipa mais ofensiva atrás da Alemanha. Segunda equipa mais rematadora e com mais ataques. O que aconteceu foi que nós falhamos muitos golos, batemos na trave, no poste e o Ronaldo ainda falhou um penalti que nos teria dado a vitória contra a Austria.
      No fim tivemos sorte nesses momentos de azar por depois calhar no suposto caminho mais fácil. Mas também não foi a nossa culpa que a Croacia fica à frente da Espanha no grupo, e não esquecer que a Croacia dois anos mais tarde seria vice-campeã do mundo. Com isto só quero dizer que o emparelhamento talvez também não fosse assim tão fácil. E aí nos jogos mata-mata a nossa postura mudou e fomos muito mais conservadores do que na fase de grupos.

  • Bruno Cunha
    Posted Julho 7, 2026 at 11:14 am

    O Ruben está muito certo numa coisa, esta seleção não pode levar o jogo para o descontrolo. Simplesmente não há atletas nem capacidade de reação à perda para o fazer.

    Quando o fizemos fomos esmagados, como contra a Colombia ou na segunda parte contra a Croácia.

    O problema é que depois jogamos nas alas com jogadores como o Rafa ou o Pedro que só sabem correr e acelerar. Há um choque de perfis gigantes nesta seleção o que também bate muito com o ponto que Bernardo tentou realçar.

  • Pablo2
    Posted Julho 7, 2026 at 11:38 am

    Não dá para levar o quaresma a sério…

  • maZe
    Posted Julho 7, 2026 at 12:01 pm

    Eu gosto do Rúben e desilude-me pensar que ele acredita no que diz aqui. Dos jogos mais conseguidos com a Espanha? Melhor que o 3-3 ou que a vitória na Nations? Contra uma Espanha que também diga-se não fez grande coisa… Não fosse o Diogo Costa e tínhamos levado 3 e contra a Colômbia também. Ou seja nem atacaram, nem defenderam, realmente está aí o verdadeiro equilíbrio.

  • Gorlami
    Posted Julho 7, 2026 at 12:02 pm

    Mas alguém quer comparar a Seleção de 2016 com William, Adrien Silva, Cedric, Guerreiro, Quaresma, Nani, Éder, Fonte, João Mário, Eliseu, Vieirinha, etc com a Seleção de 2026 com Ruben Dias, Nuno Mendes, Vitinha, João Neves, Bruno Fernandes, Leão, Conceição, Félix, Gonçalo Ramos, Trincao, etc?
    Como é óbvio aquela Seleção jogava o melhor que podia com a pouca matéria prima que tinha. Esta tinha obrigação de jogar como uma das melhores do mundo, porque o é. Jogam à defesa com Congo, Colômbia, Croácia, Espanha. Foram medrosos e jogaram à altura do seu talento. Agora o porquê chama-se Roberto Martinez e a sua tática de jogar com 10. Faz toda a diferença.

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