Farioli disse não ter novidades sobre os rumores que ligam Rodrigo Mora à AS Roma, mas diz que enquanto for o médio for jogador do FC Porto vai mantê-lo nas suas opções. «Estiveram impacientes durante uma semana à espera de notícias, mas a verdade é que não tenho novidades. Ter o mercado aberto enquanto estamos a jogar é algo que temos de ter a sensibilidade para lidar o assunto, mas no fim o que importa é o contrato. Esta semana temos sido bombardeados 24 horas com notícias sobre rumores, mas é tudo ruído e nada mais que isso. O Rodrigo é um grande profissional, é jogador e um grande adepto do FC Porto e vamos usá-lo quando e como acharmos.»


3 Comentários
Francisco Ramos
Infelizmente é a saída que tem que ser!
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Não encaixa nas ideias do treinador, logo desportivamente não é uma perda importante. Financeiramente é daqueles que tem mercado e ainda dos que gera mais valias elevadas visto ser formado no clube. Logo é win-win!
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Ai vale mais? Vale o que alguém estiver disposto a dar e o Porto nunca vendeu por mais que estes valores pelo que não é os hipotéticos euros que podíamos receber a mais que me deixam preocupado. Se nunca vendemos por 70/80M, não acho que fosse agora que o iríamos fazer, logo é bom negócio.
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Se ficarmos com mais alguma percentagem do passe então é a cereja em cima do bolo!
Valderrama
Pena que nem com a lesão do Oskar o Farioli dê alguns minutos ao Mora no único lugar dentro deste 433 do Porto onde o miúdo se podia destacar, segundo avançado partindo desde a esquerda. Mora não é nem nunca será um médio. As suas grandes mais valias são a mudança de direção e a forma como consegue finalizar com ambos os pés, tem de jogar nos últimos trinta metros. Nunca se irá destacar como organizador de jogo, recebendo a bola no seu meio campo como é exigido aos interiores do Porto, nem sequer se destaca na visão de jogo ou na capacidade de desmarcar colegas pelo passe. Total desperdício de talento pela incompreensão das características do jogador
Um Jasomp
O Farioli tem esta conversa bonita, mas é mais que óbvio que, aconteça o que acontecer, vai continuar sem dar um contexto mais favorável ao miúdo para as mostrar.