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Ronaldo e a saída de Gyokeres do seu Sporting: “Só faz falta quem cá está”

Cristiano Ronaldo acredita que o seu Sporting se vai bater bem neste campeonato, mesmo sem Gyökeres.

12 Comentários

  • Stravinsky
    Posted Agosto 8, 2025 at 11:49 am

    “Não ganhou porque não deu”.
    Pá, Portugal ainda está preso aos dogmas do fado e do destino e da sorte, completamente alienado do que são processos, técnicas, métodos e conhecimento adquirido através da experiência e da ciência.

    • SportingFan1906
      Posted Agosto 8, 2025 at 1:50 pm

      “Processos, técnicas, métodos e conhecimento adquirido” é tudo muito bonito mas em jogos tão equilibrados como foi a supertaça (ou a final da taça, não digo isto só quando o Sporting perde), as equipas estão ao mesmo nível nisso tudo e os jogos são resolvidos por detalhes onde a sorte do jogo acaba por ser um factor fundamental.

      • dgenio
        Posted Agosto 9, 2025 at 6:19 am

        Concordo que em jogos equilibrados a variabilidade natural é enorme e pequenos detalhes podem decidir. Mas aí é precisamente onde “processos, técnicas e métodos” se tornam críticos: não garantem vitória num jogo, mas aumentam a probabilidade de ganhar ao longo de muitos jogos.

        Na Supertaça, por exemplo, Sporting e Benfica estiveram próximos no xG e posse, mas o Benfica capitalizou melhor o momento-chave. Num campeonato de 34 jornadas, esses métodos acumulam vantagem; numa final, a amostra é curta e o peso do acaso cresce. Por isso é que se pode dizer “faz falta quem cá está” sem estar a negar a importância de quem saiu — é mais sobre manter o foco no que se pode controlar.

    • bong0
      Posted Agosto 8, 2025 at 3:04 pm

      E não é que o dogmático estás a ser tu?

    • Pablo2
      Posted Agosto 8, 2025 at 5:46 pm

      e aqueles portugueses que vivem com pessimismo, com medo de assumir algo, que acham que não vão ganhar nada, medo do futuro onde fica?

      • DNowitzki
        Posted Agosto 8, 2025 at 7:04 pm

        São pessoas

      • dgenio
        Posted Agosto 9, 2025 at 6:20 am

        Esse “medo de assumir” é um tema importante no desporto. Equipas que entram para “não perder” tendem a jogar mais presas e acabam por dar mais espaço ao adversário. Uma mentalidade vencedora não garante o resultado, mas aumenta a probabilidade de assumir o jogo, criar mais e estar preparado para arriscar quando é preciso. O Sporting deste ano, mesmo sem Gyökeres, pode beneficiar se mantiver essa postura proativa que mostrou frente ao Casa Pia.

    • sinamanaopoegolle
      Posted Agosto 8, 2025 at 7:11 pm

      Era para o Stravinsky: “Pá, Portugal ainda está preso aos dogmas do fado e do destino e da sorte, completamente alienado do que são processos, técnicas, métodos e conhecimento adquirido através da experiência e da ciência”. ?!?!?! Falar de falta de método científico de um país como um todo a propósito de uma frase feita afirmada por um jogador de futebol não representativo é alucinante. Irónico, no mínimo.
      De qualquer forma, os outrora líderes do progresso cientifico e tecnológico (RU, Escandinávia, EUA) têm assistido a um retrocesso brutal da racionalidade. Em Portugal isso não se sente tanto.

    • dgenio
      Posted Agosto 9, 2025 at 6:20 am

      Percebo o ponto sobre processos e métodos — e concordo que são a base para criar equipas consistentes. Mas no contexto da frase do Ronaldo, acho que foi mais um comentário de foco no presente do que uma rejeição da racionalidade. No futebol, mesmo com métodos bem aplicados, há sempre margem para o imponderável… e é aí que entram tanto a preparação como a capacidade de reagir aos imprevistos.

  • O Comendador
    Posted Agosto 8, 2025 at 2:50 pm

    Tá dito!

  • sinamanaopoegolle
    Posted Agosto 8, 2025 at 7:10 pm

    “Pá, Portugal ainda está preso aos dogmas do fado e do destino e da sorte, completamente alienado do que são processos, técnicas, métodos e conhecimento adquirido através da experiência e da ciência”. ?!?!?! Falar de falta de método científico de um país como um todo a propósito de uma frase feita afirmada por um jogador de futebol não representativo é alucinante. Irónico, no mínimo.
    De qualquer forma, os outrora líderes do progresso cientifico e tecnológico (RU, Escandinávia, EUA) têm assistido a um retrocesso brutal da racionalidade. Em Portugal isso não se sente tanto.

  • JJ Okocho
    Posted Agosto 10, 2025 at 6:05 pm

    Na mouche, Stravinski, na mouche.
    Sorte e azar. E arbitragem.

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