
Arranque negativo para o treinador português, que terá muito trabalho pela frente para melhorar a equipa. O Spartak apresentou um 11 forte (4-2-3-1, com liberdade total para Larsson, o elemento mais tecnicista), mas deu a iniciativa de jogo ao Rubin Kazan, adotando uma postura demasiado passiva com e sem bola, esperando um contra-ataque ou um golo numa bola parada (os centrais Gigot e Dzhikiya criaram algum frisson). Nesse sentido, os moscotivas praticamente não incomodaram o guardião Dyupin durante 75′, reagindo apenas na parte final (os suplentes Melkadze e Ignatov, que agitaram, desperdiçaram o empate). Quem não se importou com isso foi a turma de Slutskiy, que dominou e podia ter construído um resultado mais folgado (Khvicha Kvaratskhelia e Samoshnikov, autor do golo, fizeram miséria no lado esquerdo). Nota final para Quincy Promes, que saiu lesionado, ao passo que Victor Moses e Sobolev foram bem anulados.
O Spartak Moscovo perdeu no terreno do Rubin Kazan por 1-0, na 1.ª jornada do campeonato russo, tendo o único golo da partida sido apontado por Ilya Samoshnikov, aos 49 minutos, num excelente remate de fora da área. O conjunto de Slutsky dominou a partida na maioria do tempo, com a equipa de Rui Vitória, na estreia oficial do português no comando técnico, a responder apenas na parte final. Contudo, a formação moscovita não conseguiu chegar ao empate e entra da pior maneira na Liga. Recorde-se que o Spartak é o adversário do Benfica na 3.ª pré-eliminatória da Liga dos Campeões.


1 Comentário
Marcio Ricardo
Pela descrição do jogo, o futebol das equipes de Rui Vitória não mudou nada.