Foi um dos jogadores de maior rendimento na época passada, sendo que os açorianos já tinham transferido Gabriel Silva.
Serginho foi transferido pelo Santa Clara para o Levski Sofia. O médio de 26 anos deixa o clube a troco de 1 milhão de euros, sendo que tinha apenas mais um ano de contrato.


5 Comentários
Antonio Clismo II
Vamos ver se o Santa Clara vai apostar em algum jogador português jovem tal como Serginho que deixa os cofres do clube cheios…
O Santa Clara (tal como as equipas da Madeira) são clubes altamente subsidiados pelo erário público, ou seja, pelos impostos de todos nós (mais de 1 milhão de euros de financiamento público dos governos regionais).
O mínimo que deviam fazer era apostar em jovens jogadores portugueses. Já que os estádios estão sempre vazios e o nível de futebol é baixíssimo, pelo menos que apostem nos jovens portugueses para ver se conseguem dinamizar um pouco as suas comunidades, que é para isso que servem os clubes de futebol, embora agora cada vez mais pessoas pensem que os clubes de futebol servem apenas para fazer apostas online ou para lavar dinheiro…
MrCatanho
Ah, e vê quais foram os 10 clubes com mais pessoas nos estádios, tanto em nº absoluto como em % de lotação, o Clube Sport Marítimo deixa-te um beijinho ;)
MrCatanho
Oh Clismo… Tens sequer uma ideia da realidade económica regional para mandares essas postas de pescada?
Concordo muito que os clubes portugueses têm de ter equipas de formação que consigam alimentar pelo menos uma boa parte da “cadeia alimentar”, em que muitas pessoas se esquecem que não estamos no topo (o que obriga a que sejam necessários muitos jogadores a surgirem em muitos clubes todos os anos). Tendo em conta os 4 eucaliptos portugueses (3 grandes + Braga) é um trabalho hercúleo os restantes clubes conseguirem dar resposta, e nesse aspeto os clubes insulares não são maus exemplos (complementam a formação com um scouting bom na realidade em que se inserem).
Dito tudo isto, os clubes fazem o que podem com as condições em que se encontram, o que torna ainda mais extraordinário a estes 3 (o meu Marítimo, Nacional e Santa Clara, além de outros como a AD Camacha e a AD Machico em escalões nacionais inferiores).
PS – no caso da Madeira, os apoios estendem-se por outras modalidades (o Marítimo compete a nível nacional em várias modalidades) e visam assegurar alguma capacidade financeira para lidar com os custos das deslocações (entre voos e hóteis, faz as contas de uma viagem de férias mas x n atletas e n deslocações) porque alguém tem de assegurar o princípio da continuidade territorial, para o qual te deixo a definição (assim podes ficar mais tempo a ver os jogadores sub-10 inscritos ;) :
“O princípio da continuidade territorial refere-se à necessidade de corrigir as desigualdades estruturais, originadas pelo afastamento e pela insularidade, e visa garantir a plena consagração dos direitos de cidadania das populações insulares. Este princípio é vinculado ao Estado, que deve cumprir suas obrigações constitucionais, especialmente no que diz respeito à regionalização de serviços e à transferência de poderes. A autonomia financeira das regiões autónomas é um aspecto central desse princípio, permitindo que as regiões autónomas coordenem suas políticas financeiras com as do Estado, assegurando um desenvolvimento equilibrado do todo nacional.”
Kara Bogaz
Os estádios estão sempre vazios porque a mentalidade tuga é a de apoiar sempre os mesmos 3 eucaliptos e é quando ganham!
Um Santa Clara que tivesse um plantel 100% português e perdesse jogo atrás de jogo ia ter sempre o estádio vazio, exceto quando lá fossem os 3 do costume.
E pode ter a certeza de que se o Santa Clara tivesse um plantel com 0 portugueses mas estivesse só a depender de si para ser campeão nacional na última jornada, até aqueles que não ligam a futebol iam aparecer trajados com as cores do clube na última jornada.
O tuga gosta de vencer, não de futebol.
Amadeu Carrelo
Uma venda de 1M, aos dias de hoje, “deixa os cofres cheios?” Ao que se chega para se defender um ponto que está mais que caduco.
Estranhei o silêncio quando Gabriel Silva saiu por 3,5M. Estava mais próximo aí “deixar os cofres cheios”