Já se começa a debater este tipo de situações, mas só ao nível de quem é campeão, quando há outras ‘lutas’ que são tão ou mais pertinentes.
A proprietária do Hearts, da Escócia, disse que vai recorrer à Justiça se a decisão for manter a tabela classificativa actual em caso de não dar para terminar a época devido ao Coronavírus. «Certamente que vou recorrer a assistência jurídica se descermos de forma automática», disse Ann Budge, à BBC Escócia. «Iremos desafiar a despromoção com base na integridade desportiva acima de tudo, porque as regras da liga são claras, temos de disputar 38 jogos… Não disputámos 38 jogos e isso não é culpa de ninguém. Aceito que é uma situação sem precedentes, mas não se pode ignorar o facto que estas regras foram escritas», acrescentou.


55 Comentários
Francisco Ramos
Primeiro ponto, a saúde está em primeiro lugar. Logo a interrupção de todas as actividades (e não à porta fechada como se viu pelos casos em Valência) foi a melhor solução para todos os intervenientes, incluindo adeptos.
Agora no que concerne à questão em si, nunca haverá consenso porque haverá sempre alguma alma a dizer que não há justiça. Seja quem desce, seja quem não é campeão, etc. Na minha opinião apenas há dois caminhos possíveis:
1º Dar tudo como acabado e manter as classificações como estão, fechando a época 19/20 e começando a próxima com um pano limpo. É injusto? Claro. Mas acho mais justo os lugares serem atribuídos por quem já fez 75/80% dos jogos do que olhar apenas para 1 volta. O campeonato é uma prova de regularidade, ao contrário das taças, que se deveria não decretar o vencedor, independentemente de ir nos quartos (Liga dos Campeões) ou na final (Taça de Portugal).
2ª A época estava suspensa e começava assim que possível, adiando todas as decisões para o final das competições. O Euro 2020 adiava para o Natal e com tempo conseguiríamos ajustar tudo até ao Mundial de 2022 que irá se realizar no Inverno. A partir daí, sim voltamos a reorganizar, havendo uma pré-época maior do que era suposto. Neste caso não havia nenhum clube prejudicado porque tudo o que estava suspenso, continuaria. Até porque esse Mundial irá ser um problema logístico, e assim, estaríamos a minimizar os erros com a época a acabar nessa altura.
Seja como for, e como é o ser humano, nunca será justo e haverá sempre quem se queixe, seja qual for a solução que irá ser adoptada.
Tiago
Concordo com tudo. Acho é a 2a impossivel, pelos motivos que falei… existem jogadores com contratos assinados para mudar de clube em Junho, etc…
Para alem de que era necessario que a Europa tivesse toda “coordenada” para estabelecerem aberturas de mercado de transferencias, etc.
Acho que a 1a opção de dar tudo como acabado é a menos má e mais “facil” de pôr em pratica em toda a Europa.
Francisco Ramos
Tiago, a segunda opção a ser viável, teria que ser adaptada. Os contratos em vez de estarem em vigor até 30 de Junho seriam até ao termino das competições e apenas depois poderiam mudar de clube. O jogador não sai prejudicado porque não perde o seu salário (ao contrário de alguma classe média/baixa em PT que já foi despedida), apenas não tem um aumento salarial, algo que nesta altura de crise, também não é o mais fundamental. Relativamente ao resto, obviamente teria que ser adaptada, mas tendo em conta um Mundial no Inverno (que é ridículo, mas já está confirmado), iríamos fazendo a adaptação ao longo do tempo.
Agora, visto que é necessário mudar tanta coisa, o melhor seria mesmo a primeira opção, que apenas precisa de dar como término as competições existentes. Até porque ao contrário do que refere a Liga e o Estado, sendo da área da saúde sei que ninguém consegue estimar um pico da doença ou a sua remissão, de forma a saber quando retomar os jogos.
Claudio V.
Não pode descer ninguém que ainda pudesse matematicamente salvar-se. Ou fazem play-offs de descida ou não desce ninguém e para o ano há mais equipas nas primeiras divisões.
Para decidir quem sobe ou é campeão e vai às competições europeias, é que é mais difícil
Tiago
Antes de mais, na minha opinião não vai ser possivel completar esta epoca em tempo util. Como tal, existem 2 hipoteses: ou se adia TODAS as competições da proxima temporada para se conseguir terminar esta, ou “resolve-se” esta epoca na secretaria, e começa-se a proxima epoca de “forma limpa”.
Dito isto, eu acho que a melhor solução seria resolver-se esta epoca na secretaria.
Ao contrario de visoes clubistas, é preciso analisar que temos varios elementos das equipas de futebol que acabam contrato em final de maio/junho (jogadores, treinadores, etc), e como tal nao se pode contar com eles para jogos depois disso. Como tal, playoffs e soluções similares estão postas de parte.
Portanto existem 2 soluções (para mim): ou anula-se esta epoca ou acaba como esta agora. Para mim anular não faz sentido porque estamos a menosprezar o esforço das equipas até aqui… seja que equipa for, teve meritos e demeritos e como tal acho que anular o que foi feito nao faz sentido absolutamente nenhum. E ainda existe a questão do que se vai fazer com os €€ que as equipas receberam. Exemplo: as equipas que foram as competições europeias vão devolver os € que receberam da uefa? o sporting vai devolver os 55M€ do Bruno fernandes ao man utd? Não podemos querer “anular umas coisas mas deixar as outras”!
Dito isto, acho que sinceramente a melhor (ou a menos má para todos) seria o campeonato terminar como está, na 1a e 2a liga com as subidas e descidas e classificações para a europa correspondentes.
Esta situação é justa? Claro que não! Mas o que se está a passar não é algo normal, e como tal, não vai ser possivel ser justo com todos.
Cumprimentos a todos (alguns que como eu já esta aborrecido com a falta de futebol!)
Axel Matic
Obviamente estamos a experienciar um caso atípico, no entanto para mim não há duvidas, existem 10 jornadas por disputar no campeonato nacional, seja no espaço de três meses ou de 1 e meio temos de o cumprir, é tudo questão de adiar as próximas competições europeias de forma a cumprir as atuais, depois e progressivamente ajustam-se os calendários dos próximos anos, só mesmo por inércia é que não se encontra uma solução, a celeuma cá como em Espanha é criada por jornais comprovadamente clubistas que bombardeiam a opinião pública com artigos que tornam inexplicavelmente urgente a atribuição de um campeão, calma minha gente ninguém tem pressa, pressa têm os trabalhadores que têm de sustentar as suas famílias e o Porto que tem salários em atraso…
Mota
Tem que haver seriedade, coisa que no futebol há muita pouca.
Ligas como inglesa e francesa, o campeao está decidido, é só cumprir calendario portanto tem é que se premiar o campeao com toda a justiça
Espanhola Portuguesa e Italia, 3 jogos entre o 1º e o 2º para decidir campeão
Hearts é como se já tivesse descido, é inevitavel, que vá para a justiça… Quem teria razao para reclamar (por ex) seriam os clubes que estão a 1, 2 ou 3 pontos da Europa, e nesses casos devia-se fazer 3 jogos, ou final3 ou final4 dependendo de quantos clubes estão a disputar, como o famalicao e guimaraes que estao a 1 ponto do 5º, rio ave, neste caso uma final3
Nunca será justo para todos é verdade, mas há casos claros como a agua. Ler que não se deve dar o titulo ao liverpool, como um idiota ingles já o disse, ou este, que em 30 jornadas fez 23 pontos é só para rir
NguyN
Em Itália devia ser juventus Lázio e inter. E na Alemanha um top 4
Francisco Parrinha Guerreiro
Posso estar enganado mas, ao contrário do que muita gente pensa, não vejo esta situação manter-se por mais de 3/4 semanas, quanto mais comprometer o início da próxima época. Basta ver que o Nápoles já agendou o regresso aos treinos para 23 de Março (até pode não começar nessa data, mas será coisa de mais uma semana, duas).
As pessoas têm que entender que, embora a vida humana seja sempre inestimável, é também com base nesse princípio que não se pode manter países inteiros parados, fechados, sob pena de estarmos a condicionar o futuro de muitos milhões de pessoas. Países inteiros parados, sem produção, estamos à beira de uma crise que vai fazer a crise de 2008 parecer uma brincadeira. Daqui a duas semanas quem paga os salários de quem não está a trabalhar/produzir? E se daqui a duas semanas ainda houver dinheiro para pagar, então e daqui a seis semanas? Os restaurantes, lojas, negócios, fábricas fechados, onde vão buscar dinheiro para cobrir as despesas? O Estado vai suportar isso tudo? E quando o Estado não tiver, vai pedir às instituições financeiras? E quando as instituições financeiras não tiverem? É preciso não esquecer que o dinheiro não é infinito se não houver produção.
Sim, o futebol é o menos importante de tudo isto, mas não dou um mês para estarmos a retomar tudo, futebol incluído.
Luis1983
Concordo com o que dizes,aliás,já pensava em algo parecido mas o teu comentário ajudou me a “organizar” as ideias.Eles acham que se ficarmos todos parados um/dois meses,a comida continua a aparecer no supermercado. De que nos adianta não sermos infectados com o vírus,se morremos à fome. Hoje em dia ninguém é auto suficiente, ninguém tem hortas em casa,temos que comprar tudo. Se os camionistas ficassem em quarentena,não aguentavamos 3 dias. E aí iam ver que somos realmente animais e que ninguém quer saber dos outros.
Kafka
Como é demasiado óbvio em quarentena obrigatoria haveria na mesma serviços básicos a laboral, aliás isso está previsto na quarentena obrigatoria
Francisco Parrinha Guerreiro
A arrogância com que tu assumes a supremacia das tuas opiniões (que, na sua maioria, não têm qualquer fundamento) é de tal forma patética que chegas a meter dó.
Em primeiro lugar, eu não defendi, em qualquer comentário, que não se tomasse medidas restritivas de tentativa de controlo da propagação da doença, seja sob a forma de isolamento voluntário, seja sob a forma de quarentena obrigatória. O porquê de vocês terem assumido isso diz bem da forma como vocês (não) lêem nada do que se vos mete à frente. Eu apenas disse que essas medidas não podem ser mantidas ad aeternum, sob pena de estarmos a hipotecar a vida e o futuro de muito mais pessoas do que aquelas que vão ter problemas sérios com este vírus. Ou seja, apenas discordei da ideia que a grande maioria das pessoas parece ter, de manter um isolamento por 2, 3, 4 meses ou por aí adiante, sem existir qualquer produção. País nenhum no mundo consegue suportar essa situação, de paragem total de toda a produção.
Em segundo, o que é que tu defines como “serviços básicos”? Cuidados de saúde a TODAS as doenças? Operação e manutenção de instalações de fornecimento de água e energia eléctrica? De sistemas de gestão de águas residuais? De recolha e gestão de resíduos sólidos? Forças de segurança? Gestão e manutenção de instalações para manter pessoas que desobedeçam à quarentena? Gestão e manutenção de estabelecimentos de venda de alimentos? E transportes de bens e produtos essenciais? E produção de alimentos? E fábricas/instalações de embalagem e acondicionamento de alimentos? Como podes ver, só nesta pequena lista, que eu, sem ser especialista, consegui riscar aqui em meio minuto, já estão médicos, enfermeiros, polícias, técnicos de gestão de ETAR e estações de produção e transferência eléctrica, canalizadores, electricistas, caixas de supermercado, pessoal de limpeza de tudo e mais alguma coisa, camionistas, fiéis de armazém, empregados de linha de embalagem, agricultores e toda a espécie de produtores de comida, pessoal de recolha de lixo, etc., etc., etc. Porque é que estes têm que trabalhar e tu não? Porque tens medo do vírus? Eles também têm. Talvez trabalhem duas semanas enquanto todos os outros estão em casa. Três semanas? Não acredito. Um mês? Dois meses? Esquece. O meu pai tem uma empresa de serviços agrícolas e já ninguém quer trabalhar. Nem o estado de sítio e/ou de emergência pode obrigar estas pessoas a trabalhar, porque a lei é muito clara no que concerne aos direitos inalienáveis numa situação de estado de emergência, bem como no que toca à proibição de qualquer discriminação.
Posto tudo isto, não sei a que é que te referes como sendo “demasiado óbvio”. Além da tua habitual arrogância patética.
Resumindo tudo, porque algumas pessoas parece que têm dificuldade em apreender mensagens demasiado longas:
– não, o futebol não é importante, apenas usei um post do VM sobre o futebol para falar de forma mais abrangente sobre uma ideia errada que as pessoas estão a desenvolver;
– sim, aplicação de medidas restritivas de contenção da doença;
– não, as medidas não devem ser mantidas indefinidamente, sem previsão de retoma de normalidade, com todas as consequências para a saúde das pessoas, mas também sociais e económicas que isso representa.
Francisco Parrinha Guerreiro
Vá-se lá a explicar isso às pessoas que acham que podem ficar indefinidamente em casa, à espera sabe-se lá de quê. Não podem trabalhar com medo do contágio, mas querem abrir a torneira e ter água para lavar as mãos, querem ligar um interruptor e ter electricidade, querem sair de casa só para comprar os bens essenciais e ter esses bens essenciais à espera nas prateleiras dos supermercados, querem meter o lixo na rua e ter alguém que o recolha. Alguém tem que estar a trabalhar para garantir tudo isso. Porquê eles e não nós? Suspendemos o sistema financeiro, dizem eles, o dinheiro deixa de existir e racionamos os bens alimentares. E às pessoas que ficam a trabalhar para garantir as condições de salubridade, pagamos com agradecimentos? E elas querem ir? Obrigamos a ir? Lá está, porquê eles e não nós?
Quando pararmos completamente a produção por 2, 3, 4 meses, comemos o quê? Vivemos de quê? Ah, é verdade, suspendemos o sistema financeiro. Suponho que achem que a comida nasce nos sistemas informáticos do IMF.
Quanto ao SNS, é óbvio que não está preparado. Nem o nosso nem nenhum. A quarentena, as medidas de isolamento, devem ser tomadas. Mas nunca indefinidamente. Quantas pessoas que estão internadas precisam mesmo, por questão de vida ou de morte, de lá estar? Quantos recursos estamos a monopolizar com esta doença? Segundo ouvi ontem, há dentistas fechados, há serviços de saúde a adiar e recusar tratamentos a doenças crónicas. Quantas cirurgias “não urgentes” estamos já a adiar? Quantos anos de vida estamos a roubar a estas pessoas? Essas vidas são menos importantes? Se obrigarmos ao fecho de milhares de negócios, se atirarmos milhões de pessoas para o desemprego, que condições de vida terão? Essas vidas valem menos?
Eu tenho uma série de factores de risco, se isto me pega mais vale escolher logo o caixão. Tenho pais, tenho familiares mais velhos, se lhes pega não duram muito tempo. Preocupo-me com eles. Mas também tenho um filho, e preocupo-me com o futuro dele. Se for como as pessoas querem, estar tudo fechado 2, 3, 4 meses, com produção ZERO, estamos a hipotecar o futuro de milhares de milhões de pessoas. E em muitos casos a hipotecar a própria vida dessas pessoas.
Isto não é tão simples como “vamos fechar-nos em casa 4 meses e o Estado suporta tudo”.
Luis1983
Novamente concordo em absoluto com o teu comentário. Obvio que não devemos levar isto como uma brincadeira e temos que seguir as regras para a prevenção,mas o mundo não pode parar como bem explicaste. Não podemos ficar fechados e esperar que isto passe se não criamos um problema maior. Nao foi o melhor exemplo, mas tal como disse a ministra da saúde (penso ter sido ela), os ingleses continuaram a sua vida mesmo sendo todos os dias bombardeados. Por todo o mundo passam por situações bem piores que a nossa. Quantas pessoas morrem em África por falta de saneamento básico? Quantos infectados há por dia de dengue/malária/hepatite em países africanos ou Brasil por exemplo? E eles ficam fechados em casa? Não e possivelmente são bem mais felizes que nós. Falando na minha situação pessoal também sou um dos grupos de risco,aos 3 anos tive a minha segunda pneumonia e tenho asma. E continuo a vir trabalhar,já aceitei que não vou viver para sempre e agradeço por todos os segundos que estou vivo. Se tivesse nascido 20 anos antes não tinha chegado ao 1 ano de vida. Mas lá está,se não morremos da doença, querem nos matar pela cura
Mantorras
Se calhar e uma boa altura para repensar a nossa sociedade moderna nao? Ja invertemos os valores faz tempo e nao somos mais fortes por isso, continuamos formiguinhas vulneraveis a brincar aos foguetoes.
Kafka
Ideia genial vamos infectar o País inteiro, levando à ruptura dos sistemas de saúde e depois com um sistema de saúde em ruptura não só morrem os doentes da COVID-19 como morrem os doentes das outras doenças todas, porque nem médicos haverá para os tratar…. Viva a “Selecção natural”
Bem pelo menos os que sobrarem serão a nata da nata do povo lusitano, nesse aspecto haverá um aprimorar da espécie, só sobrando os mais fortes…. Mas importante é haver a porcaria do futebol
Estigarribia
Kafka,
Neste assunto concordo contigo. As pessoas ainda não entenderam que isto não é uma simples gripe, é um vírus desconhecido e misterioso que se propaga de forma muito rápida. Eu gosto de futebol mas, neste momento, o futebol é a coisa importante das coisas menos importantes. A vida humana tem de ser prioridade de todos nós, desde os médicos aos enfermeiros até ao comum cidadão.
Saudações Leoninas
#FiquemEmCasa
Chico
A solução é paralisar a economia e o sistema bancário e, no extremo dos casos, comunizar os bens alimentares. A solução nunca poderá ser infetar toda a gente e provocar um autêntico holocausto. Mas isso é para mim que sou um humano e não um robot.
DNowitzki
Está tudo demente, Chico. Esta gente não percebe que uma infeção generalizada criaria um caos bem maior do que a situação atual.
Vamos imaginar uma situação em qie a classe médica cai toda ou quase toda doente. Dá para perceber? E se for entre os alunos? Se forem sucessivamente contaminados? Ficam em casa sozinhos?
Tenham juízo e pensem.antes de escrever. A ignorância, além de atrevida, é extremamente perigosa.
Kafka
Ora nem mais Nowitzki, há gente que não percebe que isto não se trata apenas de resumir tudo a taxas mortalidade ou não, porque há o problema de ruptura dos sistemas de saúde (desde a falta de pessoal, à falta de medicamentos e meios de diagnóstico e cura)… e esta gente não tem nocao que um sistema saúde em ruptura passa-se a morrer por seja que doença for, pq nem sequer depois há médicos, enfermeiros ou seja o que fôr para tratar uma “simples” infracção dentária que sem tratamento pode levar em situação extrema à morte, isto é só um mero exemplo
Francisco Parrinha Guerreiro
Segundo eu ouvi o MST dizer ontem, isso já está a acontecer. Os dentistas já estão fechados, os hospitais já estão a adiar procedimentos a doenças crónicas, etc.
Kafka
Então e portanto a solução é agravar essa situação?
Genial… Simplesmente… Portanto temos um SNS carente então a solução do Parrinha é destruir de vez o que há
Viva a selecção natural
Uma coisa é certa, com esta estratégia suicida do Parrinha, teríamos um claro aprimurar da espécie Humana, só sobrevivam quem tivesse um super sistema imunitário, viva a Selecção Natural, cada cidadão entregue a si mesmo e ao seu sistema imunitário, qual animais selvagens qual quê… Ainda bem que dizemos que somos animais racionais, mas depois o importante é continuar a haver a porcaria do futebol e cada indivíduo ficar entregue ao seu sistema imunitário
Maravilha
Francisco Parrinha Guerreiro
Eu até disse que o futebol é o menos importante, mas tu, na tua boçalidade habitual, insistes num ponto que não tem nada a ver com a conversa para fazeres valer as tuas opiniões como se fosses dono da verdade.
Francisco Parrinha Guerreiro
Tal como nos hospitais, onde em alguns sítios já é preciso decidir quais os doentes que se salvam e os que se deixam à sua sorte, também na situação geral chegaremos a esse ponto. Vocês acham que vão ficar em casa dois, três, quatro meses, à espera que isto se resolva, e esses bens que vocês querem “comunizar” irão durar sempre. O Mundo já custa a produzir alimentos que cheguem para a população que tem com uma produção normal, constante, quanto mais com uma produção suspensa por tempo indeterminado.
Além disso, não podemos estar a falar de um holocausto quando morreram, até hoje, menos de 7mil pessoas num universo de infectados de, talvez, milhões (vários estudos têm indicado que a percentagem de infectados conhecida é muito menor que a real, porque a grande maioria das pessoas, cerca de 80%, não chega a ter sintomas). Portanto esse cenário de fim do mundo que vocês pintam é pura e simplesmente irreal.
Sim, devemos tentar conter a doença tal como estamos a fazer, com medidas que obriguem à reclusão e atraso no contágio, mas eventualmente teremos que voltar à normalidade possível, e não será tão tarde como se possa pensar. Como eu disse no meu comentário inicial, estamos a falar da possibilidade de uma crise sem precedentes, precisamente por não sermos robots é que temos que começar a pensar nas consequências a longo prazo de toda esta paragem, principalmente para os mais desfavorecidos. Essa coisa de “paralisar a economia e o sistema bancário” é pura demagogia, porque estamos a falar, em muitos casos, da completa ausência de produção. O que é que te interessa o sistema monetário se não existirem bens?
Joga_Bonito
Também me inclino por vezes a pensar nisso, mas a questão é que uma cultura de medo já se está a instalar. Concordo que não se possa parar a vida, até porque se trata de uma gripe, não de ébola ou da peste negra, mas muita gente não quererá recomeçar tão cedo. E temo que os governos, que vivem para os votos, tenham receio de relançar a vida porque se houver um aumento de casos, com esta imprensa cancerígena que temos, era caso para especiais na CMTV a toda a hora e eles temem isso.
Eu creio que uma solução seria para daqui a um mês levantar as medidas excepcionais e decretar uma quarentena apenas para as pessoas com mais de 65 anos e que o governo lance um programa de apoio aos mais idosos, quer ao nível de cuidados médicos, quer ao nível de apelar ao civismo das pessoas que construam boas redes de vizinhança e apoiem os vizinhos mais idosos, nomeadamente disponibilizando-se a comprarem comida e medicamentos para os mais idosos.
Outra medida seria controlar o açambarcamento, regulando o número de bens que cada um pode comprar.
Contudo será preciso coragem política para isto.
Estigarribia
Joga_Bonito,
O problema é que o aumento de infectados por COVID-19 não tem meio de parar e já vai em trezentos e tal desde ontem. Para ser sincero estou a ver a situação muito feia para lá de Maio tendo em conta que o povo português é um povo teimoso como uma porta. Quanto mais gente andar por aí na rua, mais depressa o vírus se vai propagar e o número de casos de infectados aumentará exponencialmente. Quer-me parecer que as pessoas, na sua esmagadora maioria, ainda não entenderam o que está em jogo. Isto não é uma simples gripe, isto é um vírus totalmente novo que, pelo que se sabe, já teve uma mutação ainda mais perigosa em Itália.
E, mesmo que isto abrande em Junho e Julho, o que duvido, jamais a vida das pessoas voltará a ser a mesma. As pessoas começarão a ter medo de ir para aglomerados de pessoas em estádios, pavilhões e outros locais onde se juntem pessoas.
Saudações Leoninas
Joga_Bonito
A solução para isso é para mim fechar as fronteiras, colocar quem já entrou em quarentena, controlar a requisição de bens nos supermercados e farmácias.
Daqui a um mês creio que a coisa estará mais controlada. O perigo não é tanto o vírus, é na propagação que se faz através de uma sociedade que escolheu não ter defesas de qualquer tipo, devido ao egoísmo e individualismo desenfreado.
A vida não pode parar por completo porque de caminho isso vai afectar os bens essenciais, que para serem produzidos alguém tem de trabalhar, não há volta a dar. Creio que uma solução de meio termo seria o ideal. Se agora se adoptarem medidas mais duras, daqui a um mês a situação está controlada e mantém-se apenas a quarentena para os idosos e para os infectados.
Não podemos parar tudo por conta de um vírus, quando houveram surtos de ébola as fronteiras foram controladas e isso bastou para controlar a situação. Agora este vírus está mais disseminado, tem de haver mais controlo, mas não se pode deixar de trabalhar porque a breve trecho isso impedirá a sociedade de sobreviver. Temos de ter trabalhadores no campo que produzam comida, temos de ter médicos a atender pessoas, polícias e exército a guardar fronteiras.
Defendo sim que isto nos faça reflectir sobre questões prementes que têm sido negligenciadas: o miserável abandono dos idosos, que estarão mais vulneráveis a estas epidemias, o egoísmo desenfreado de quem começa a açambarcar sem perceber que prejudica os outros; a falta de civismo de quem não respeita regras elementares para a saúde de todos. Mas isso daria muito que dizer.
Estigarribia
Mas uma coisa é certa, Joga_Bonito: o COVID-19 vai fazer, ou está a fazer, com que as pessoas mudem radicalmente os seus estilos de vida. Nunca as pessoas pensaram em lavar uma carrada de vezes as mãos, após fazerem qualquer coisa, mesmo sabendo que lavar as mãos faz parte, e sempre fez, da higiene pessoal de cada um de nós.
Eu acho que, na minha opinião, esta pandemia do COVID-19 deveria fazer as pessoas pensarem na sua falta de civismo e no egoísmo que muitas vezes demonstram em espaços públicos com outras pessoas. Quanto este surto de COVID-19 acabar em todo o mundo, e espero que isto chegue um dia ao fim, espero que todos nós, seres humanos, retiremos daqui alguma lição importante. Esta é a nossa “Finest Hour”. Como seres humanos está na altura de mostrarmos que estamos à altura de ultrapassar esta crise mundial.
Agora, se o Visão de Mercado permitir, deixo aqui uma citação de Winston Churchill no seu discurso conhecido como “Finest Hour” para nos inspirar a todos: «Preparemo-nos para os nossos deveres, comportemo-nos de forma que, se o Império Britânico durar mil anos, os homens ainda dirão: ‘Este foi o seu melhor momento’»
Saudações Leoninas
Joga_Bonito
Tudo dito. Espero que com esta questão do açambarcamento as pessoas reflictam no consumismo desenfreado e se sintam mais próximos de quem menos tem. Ainda por cima numa época como a Páscoa que devia ser de reflexão, ver gente como se viu, em vídeos na net, em bares totalmente bêbados (nos EUA e no RU) a causar desacatos, obrigando a polícia a intervir (como se esta já não tivesse com que se entreter a garantir a quarentena) devia causar vergonha.
Chico
Não é uma gripe.
Joga_Bonito
Do que li é um tipo de gripe, a grande questão que assusta é o tipo de mutação que pode existir. Quem leu livros de história saberá a catástrofe que foi a gripe espanhola na I Guerra Mundial que matou mais gente que o próprio conflito. Isso é que assusta, a juntar à inoperância dos governos em não actuar, como o caso sueco e inglês.
golias
Acham mesmo que se fosse uma gripe um país como a China fechava? eu não acho que seja o fim do mundo, mas também não é só uma gripe, foi por causa de pensarem que era só uma gripe que os italianos continuaram a viver a vida como se fosse só uma gripe e o resultado não foi e não será nada bonito.
Joga_Bonito
Eu não nego que possa ser mais grave do que uma gripe comum, mas até agora, o que tem sido dito é que é uma gripe. Por outro lado, creio que na China as medidas foram drásticas porque é um país com uma densidade demográfica brutal, bastava que 1% ficassem contagiados que poderia destruir o sistema de saúde, pela ruptura de serviços. A isso juntam-se outros receios, como seja a junção dessa gripe com outras doenças, num país com aquela população era uma loucura se houvesse uma escalada alarmante de casos.
E o que temos
Entao a tua brilhante ideia é meter as pessoas todas a trabalhar para ficarem todas doentes certo?
Francisco Parrinha Guerreiro
A maior parte das pessoas já está doente e nem sabe. Daqui a um mês a doença já varreu a grande maioria da população mundial.
E sim, teremos todos que voltar ao trabalho, porque a vida não pára e ninguém nos vai dar de comer para ficarmos 2 ou 3 meses em casa.
E o que temos
Ai varreu? Temos aqui um nostradamus e ninguem me avisou.
As pessoas que tem que voltar ao trabalho sao as dos serviços essenciais. Ora, a nao ser que consideres futebol um serviço essencial os campeonatos tem mais é que estar parados até existir vacina, ponto final.
Pormenor Tatico
Não acredito em competições ou treinos até Maio, mesmo em Junho tenho serias dúvidas que hajam jogos, há sempre o problema dos jogadores não treinarem, vão demorar 2 semanas a adquirirem ritmo físico, o que será outro problema.
Mesmo sendo o Euro adiado, as equipas só podem jogar até 30 de Junho, depois começa a pré-época, só vejo 2 hipóteses, ou faz-se um Playoff com as equipas que tem hipóteses de ser campeãs( 7 ou 8) em tempo recorde( 2 a 3 jogos por semana), atribundo uma pontuação pela Liga feita a cada equipa, como é feito nos sub-23.
Se não for possível fazer estes jogos todos, então acho que seria justo que a classificação da 1ª volta perdurasse, sempre é mais coerente que deixar a classificação como está, quando falta mais de metade da 2ª volta.
Goncalo Silva
Concordo com o teu último parágrafo.
Já sei que vão dizer que só acho bem porque sou do Benfica e que assim era campeão, mas vou tentar ser imparcial na justificação.
Para mim a hipótese de acabar como está agora não é viável, pois pode haver clubes que até à data tenham tido os jogos mais fáceis e os mais difíceis deixariam de contar? Por exemplo, o Benfica jogou duas vezes com o Braga e o Porto não.
Enquanto que contando apenas a primeira volta todos jogaram contra todos o mesmo número de vezes, sendo que a única desvantagem seriam os jogos fora. Claro que o Porto não aceitaria isto, e o argumento que podem usar a meu ver é o de terem ganho ambos os jogos com o Benfica, e aí concordo que tenha alguma razão de ser neste caso.
Concluindo, a meu ver a melhor opção é se possível resolver isto dentro de campo, mas se não for possível o Benfica deveria ser coroado campeão nacional por ter estado em primeiro ao fim da primeira volta. No entanto, aconteça o que acontecer o prémio financeiro de entrada na Champions deveria ser repartido igualmente entre Benfica e Porto.
Flavio Trindade
Vai continuar a choradeira nos próximos dias, e a solução a adoptar será sempre injusta.
Volto a repetir que o único cenário que me faz sentido é serem usadas as classificações atuais para cálculo de atribuição de campeão, lugares europeus e descidas.
Só assim se pode premiar quem fez por isso em dois terços da liga e fazer com que quem não teve competência desça ou não ganhe.
Para não ferir qualquer tipo de susceptabilidade vou usar o exemplo inglês como parâmetro para aferir o ridículo que seria um playoff.
Um playoff de 8 equipas para apurar o campeão.
O Liverpool que tinha 4500 pontos de avanço iria disputar os quartos do playoff com o Tottenham de Mourinho…
Daqui a umas semanas se calhar já com os lesionados todos recuperados…
Empate a 0 em Anfield, Spurs ganhavam por 1-0 golo de Harry Kane a passe de Son…
Spurs seguiriam para as meias. O Liverpool dos 4500 pontos de avanço ficaria pelo caminho, e dois jogos ou um (dependendo do aperto no calendário) desvirtuariam a verdade desportiva de 7 meses de competição anterior
Estigarribia
Flavio,
Cá em Portugal não deve faltar muito para começar a choradeira dos clubes portugueses. Sinceramente, isto é uma situação que não está regulamentada no regulamentos da Liga e quando o futebol voltar, e se voltar, penso que deveriam ser revistos pelos clubes, digo eu.
Saudações Leoninas
Aurinegro
E equipas que na segunda volta jogaram com equipas mais fortes, e por isso foram ultrapassadas por equipas que ainda não jogaram com os mais fortes, e que ate ao final do campeonato teriam um calendario mais facil? Afinal, nem todos jogaram duas vezes contra todos.
Goncalo Silva
Essa decisão será sempre injusta, mas eu concordo com a parte de contar apenas a primeira volta, onde todos jogaram com todos o mesmo número de vezes. A solução terá de ser democrática e terá que se ir a votos. O problema aqui é que o nosso campeonato já está todo corrompido.
Joao Q.
Não tem que ser necessariamente um playoff a eliminar. Na Bélgica chega-se ao fim do campeonato, reduz-se os pontos em metade e faz-se um playoff estilo mini-liga, em que as equipas começam com esses mesmos pontos. Não me parece desajustado…
Flavio Trindade
João é desajustado pelo seguinte.
Usando o mesmo modelo que deste, o belga, são 6 equipas no playoff de campeão.
Na Romenia por exemplo é igual.
Isso dá 10 jogos.
Para isso acabavam-se os campeonatos uma vez que faltam cerca de 12 jogos.
A questão é que podem não existir datas. Depende do quando for estabilizada a situação
Joao Q.
Dei o exemplo da Bélgica porque é um dos mais conhecidos. Claro que a ideia não seria replicar. Se, por exemplo, fossem só incluídas 4 equipas no playoff, daria 6 jogos, que se fariam em menos de 1 mês.
Mas é complicado, também há questão das competições europeias. Não ia ser fácil de desenhar o modelo.
Apenas acho que, havendo a possibilidade de fazer mais alguns jogos, mas não a totalidade do campeonato, seria uma opção mais viável do que cancelar a temporada (que me parece absurdo) ou atribuir as classificações atuais (que me parece injusto).
Joga_Bonito
Esqueci-me de dizer isto, mas se se optar por acabar agora as ligas, as equipas que ficarem lesadas (tipo os pequenos que descem) ou os que falham o acesso à Europa têm de ser indemnizados. A questão é se haverão seguros para cobrir isto, acho que haverão alguns seguros mas não sei se cobrirão isto.
Eventualmente poderia-se compensar o que não fosse coberto pelos seguros com um certo cálculo que estipulasse quanto perderiam.
Mota
De acordo com a lei, se houver uma catástrofe natural (tsunami, terramoto), os seguros não tem que pagar nada aos lesados, porque são eventos que não são previsíveis e nenhuma seguradora aguentava esse prejuízo.
Aqui não deve ser diferente.
andreacteles
Tens seguros próprios para catastofres naturais.
Joga_Bonito
Mas o futebol não tem seguros próprios? Admito que desconheço a questão.
André Dias
Têm-se discutido soluções como se houvesse uma data exacta prevista para o fim desta pandemia quando o mais provável é a época 21/22 nem começar dentro da normalidade.
As competições estão suspensas, não foram canceladas. E é assim que devem permanecer até se poder jogar com segurança.
Não faz sentido terminar tudo como está quando há jogos por disputar nem faz sentido cancelar a época quando vai a 75% (aproximadamente).
Quando as competições regressarem ao activo, e sabe-se lá quando isso será, então que se termine a época de 19/20. É a solução mais justa para todos. Depois sim, deve haver debate, mas para se falar da época de 20/21.
Mota
Seria uma boa solução. supondo que (a liga) voltasse ao activo em maio, e só terminasse em julho, e a proxima epoca só começaria em outubro (diga-mos) podia-se jogar num formato diferente para compensar, por exemplo 1 volta, e depois playoffs 1º contra 10, 2º contra 9 e por aí fora
André Dias
Se calhar não fui claro mas eu defendo que a época de 19/20 deve ser concluída na sua totalidade. Sem playoffs, sem vitórias na secretária e sem cancelamentos. A alterar ou a adiar algo que seja sempre a próxima época.
Heisenberg
Neste momento é difícil apresentar soluções/alternativas, não sabendo a partir de que momento se pode voltar a jogar, tanto pode ser daqui a 2 meses, como daqui a 4. É difícil prever.
No entanto, na minha opinião, a melhor solução é jogar-se o que falta, até ao fim! Preferia abdicar da próxima época, do que acabar esta à pressão só pela força do negócio/dinheiro/indústria. Isto é preferia transformar esta em 2019/2021, dó que arranjar soluções marteladas que vão sempre ser injustas para alguns clubes. (o nosso caso nem é dos mais graves, visto que não temos nenhuma equipa nas competições europeias, a jogar ao fim de semana e na quarta, num mês e meio ficava feito).
Das várias soluções apresentadas:
– Terminar tudo como está: não me parece justo, nesta segunda volta nem todas as equipas enfrentaram todos os adversarios. Tanto para atribuição do titulo como dos lugares de descida, ainda muita coisa poderia mudar, por isso seria injusto terminar assim;
– Playoff: dando o exemplo concreto da nossa liga, Porto e Benfica com 14 e 13 pontos de avanço respetivamente, poderiam, correndo mal um jogo ficar em 3 ou 4 e ir à liga europa, depois de tudo o que foram fazendo até agora. Braga e Sporting a 14 e 18 pontos do primeiro lugar, habilitariam-se a ser campeões. O mesmo serve para a descida de divisão.
– Terminar com a classificação que se registava na última volta: em relação ás outras parece-me a que, em termos de competitividade, sera a mais justa, ou digamos, a menos prejudicial, porque todos jogaram contra todos pelo menos uma vez. Mas depois entra a história de jogar fora em em casa, seria sempre injusto também.
Dependendo do momento em que se possa voltar a jogar, por mim retomariam-se todas as ligas, e competições internacionais, e findado esse tempo jogava-se o Euro, em vez de o adiar para o próximo ano.
Em suma, a minha ideia geral é que faz mais sentido adaptar-se a próxima época de forma a ser jogada em menos tempo (playoffs por exemplo), do que adulterar esta. Adaptando a próxima todos os clubes começam em pé de igualdade desde o inicio. Adulterando esta vai ser injusto para muitos clubes e beneficiar muitos outros.
É só uma opinião.
André Dias
Concordo plenamente.
Joga_Bonito
Tem razão, isto não deve acabar assim. Eu falo por mim, o meu clube é grande e aguentaria os prejuízos, mas para os pequenos isto será péssimo. Tem de haver decisões dentro do campo ou tudo recomeça de novo mantendo todas as equipas e com um alargamento, para não prejudicar os pequenos que estavam quase a subir. Mas nunca haverá uma decisão 100% boa, mesmo que se retomasse o campeonato se houvessem resultados surpresas ia-se sempre dizer que a paragem beneficiou mais umas equipas que outras ou que prejudicou mais umas que outras.
Vai ser o começo da tempestade.