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«Se jogasse hoje estava no Top 10 dos melhores do Mundo»

Concorda? Seria pelo menos top 5 nos com mais capacidade no drible, mas a nível geral a conversa é outra.

Denilson, que chegou a ser o jogador mais caro do Mundo quando saiu do São Paulo para o Bétis, considera que se jogasse hoje estava entre os melhores do futebol Mundial. “Hoje, sem dúvida nenhuma, top-10. Talvez até mais, dependendo da equipa que estivesse a representar na Europa, mas no Top 10 estaria”, afirmou o antigo extremo no Esporte Interactivo.

20 Comentários

  • Obelix
    Posted Maio 9, 2020 at 11:19 pm

    Denilson nunca estaria, porque lhe falta golo. Desde que a Bola de Ouro é uma versão requintada da Bota de Ouro jogadores deste tipo perderam todas as hipóteses.

  • Fantantonio
    Posted Maio 9, 2020 at 1:21 am

    Gostava de o ver jogar, mas vendo as coisas objetivamente, era o típico jogador que precisava de uma bola só para ele e tomava decisões horríveis por causa disso. Se fosse hoje, não tinha paciência para um jogador tão inconsequente.
    Por outro lado, entrando no campo dos “se’s”, se tivesse um treinador tipo JJ a morder-lhe os calcanhares, a história podia ser outra.

  • Flavio Trindade
    Posted Maio 8, 2020 at 11:07 pm

    Jogador inconsequente.

    Nem top 100 seria actualmente quanto mais top 5.

  • DNowitzki
    Posted Maio 8, 2020 at 10:01 pm

    Hoje, top 10?
    Ora deixa cá ver…
    Messi
    Ronaldo
    Neymar
    Emebapê (como diz o outro)
    Dabrunho
    Mané
    Lewa
    Sterling
    Bernardo
    Salah
    Seferovic

    Não, não seria.

    Uma coisa é dizer-se que Zico é um dos maiores jogadores brasileiros de sempre, porque o foi, outra é dizer-se “ah, se fosse hoje, era eu quem tinha descoberto a roda e tirado o pó à Sharon Stone e à Emily Blunt em simultâneo”.

    Não, mano, não.

  • Joga_Bonito
    Posted Maio 8, 2020 at 7:42 pm

    A nível de certos dribles, sim, até poderia ser top 5, mas em tudo o resto ele falhou em evoluir. Apesar de tudo dava gosto vê-lo jogar, mas não seria hoje top5. Top 5 poderia ter sido um Djalminha, que era muito mais jogador e bem mais espectacular, tivesse tido outro feitio e cabeça. Aqueles passes sem olhar que tanto se elogiou no Ronaldinho, já o Djalminha os fazia. Hoje, o Marcelinho Carioca se fosse para a Europa, com tantos livres e com tanto estudo das bolas paradas marcava o dobro dos golos.
    À frente dele vejo jogadores como Messi, Mbappé, Hazaard, De Bruyne, Neymar, Bernardo e outros. Sempre lhe faltou um salto na capacidade de definição e leitura de jogo. Ainda há dias revi o malogrado jogo do Brasil contra a França em 1998, aquela final horrível e nos últimos minutos do jogo, em que ainda estava 2-0, o Denilson recebe uma bola na esquerda , faz uma pedalada com dribles, entra na pequena área e em vez de cruzar para o Edmundo num cruzamento fácil que poderia dar golo, volta atrás para fazer mais uma fintinha. Quem o visse parecia que estava ele a ganhar 2-0 e queria manter a bola e perder tempo…só que não…Denilson foi isto: excelente habilidade, pouca leitura de jogo e de decisão. Nunca seria top 5, porque esse top 5 é reservado para quem reúne predicados de leitura, inteligência, visão de jogo e técnica e isso faltou-lhe.
    Quando acertava nos dribles produzia grandes coisas, mas era apenas para deleite dos highlights, como estes:

    https://www.youtube.com/watch?v=DpUG0cVneh0

  • Af2711
    Posted Maio 8, 2020 at 6:52 pm

    Faltou muita coisa ao Denílson como jogador para chegar neste patamar. O próprio Joaquín, incontornável na história do Bétis e extremo direito na época era bem superior e tinha quatro anos menos, e mesmo ele só chegou ao nível do Valencia (fortíssimo em 06-07), Fiorentina e Málaga e poderia ter chegado muito longe. Nem todos chegam a ser os melhores do mundo, e isso não significa que sejam maus jogadores, mas o Denílson além de marcar poucos golos tomava más decisões. Basta ver os grandes jogos dele como oscilava. Com bola no pé, fantástico e muito rápido. Sem bola, nem tanto.

  • Valderrama
    Posted Maio 8, 2020 at 5:52 pm

    Percebo o ponto de vista do Denilson, há poucos jogadores com as suas características no futebol actual, fortes no um para um e com vasto repertório de fintas.
    Pessoalmente acho que ele está a ver a questão ao contrário. Se já no seu tempo era considerado um “brinca na areia” e o melhor que conseguiu no contexto europeu foi chegar a um clube de segunda linha como o Bétis, no futebol actual em que o seu estilo de jogo é ainda menos apreciado, acredito que tivesse uma carreira abaixo daquilo que conseguiu, nomeadamente a nível de presenças na canarinha

  • fernando pimentel
    Posted Maio 8, 2020 at 5:36 pm

    Como ja foi aqui dito muito unidimensional, com um estilo parecido mas a um nivel ja inferior por exemplo ao Vinicius do Real que esta longe de ser de elite neste momento.

  • Bio
    Posted Maio 8, 2020 at 4:29 pm

    Sempre o achei um jogador um bocado unidimensional. Tinha muita técnica, mas pouco mais.
    Duvido que fosse top 10 actualmente.

  • Franz
    Posted Maio 8, 2020 at 4:23 pm

    Máquina do drible, dava gosto vê-lo. No resto era top 100 pra ai kkk. Mas partia muito

  • J Silver
    Posted Maio 8, 2020 at 4:01 pm

    Como diria o Paulo Bento…

  • Kacal
    Posted Maio 8, 2020 at 3:45 pm

    Hoje em dia dá-se muito valor aos números (golos sobretudo), títulos conquistados (dependeria do clube que estivesse, refiro-me à Champions) e à “capa” (redes sociais, aparência, carisma), a não ser que sejas um “ET” como Messi. Portanto é tudo uma incógnita, afirmar isto vale zero. Talvez Denilson fosse um daqueles jogadores muito adorados pelo público geral pelo seu drible e futebol, talvez conquistasse títulos colectivos com a equipa e o contexto certo, mas no resto podia pecar e portanto talvez não estivesse, nunca saberemos. Basta ver um KdB que é um craquezão, mas parece algo esquecido por vezes porque o City não convence na Champions e é um clube com pouco impacto em relação a outros colossos e também na parte da “capa” não é tão exuberante como outros, embora os números dele para médio sejam muito bons e o seu futebol seja de grande nível. Posto isto, não sei.

  • Antonio Clismo
    Posted Maio 8, 2020 at 3:39 pm

    Mais um caso típico de ”No meu tempo é que era”

    • The Mo
      Posted Maio 8, 2020 at 4:37 pm

      A realidade é que o futebol actual é muito inferior ao que era há 20 anos atrás.
      Nesses tempos os melhores centrais do mundo eram exímios a defender( que afinal de contas é o que se pede a um central), hoje em dia valoriza-se o “sair a jogar”.
      Os laterais ser forem forte ofensivamente, são os melhores do mundo, independentemente das casas que dão a defender.
      O número 10 já não existe no futebol actual, o que faz com que jogadores como James ou Quintero( só para citar casos mais “familiares”), não tenham o devido destaque, ou porque são encostados a linha onde não rendem metade do seu potencial, ou porque no meio campo são nulos sem bola.
      Hoje em dia valoriza-se os extremos verticais, aqueles jogadores de laboratório, que se preocupam a marcar muitos golos e fazer muitas assistências, mas que a nível técnico são “básicos” em tudo o que fazem.

      • Joao Duarte
        Posted Maio 8, 2020 at 6:14 pm

        Não é inferior, é diferente.

      • SCP1906
        Posted Maio 8, 2020 at 5:11 pm

        A realidade é que este comentário é mais um exemplo da tal mentalidade de “no meu tempo é que era”. O futebol pode ser menos espectacular do que no passado (note-se que escrevi “pode ser” e não “é”) mas não é “muito inferior”.

        • Fantantonio
          Posted Maio 9, 2020 at 2:15 am

          Em termos técnicos é notoriamente inferior. É superior fisicamente porque houve um salto considerável na medicina nos últimos 20 anos e a crescente profissionalização dos clubes e atletas faz com que tratem melhor o físico e se recuperem mais rápido, taticamente também há mais disciplina agora, mas em termos de qualidade intrínseca dos executantes, é nivelado um pouco mais por baixo.
          Itália tinha o futebol taticamente mais rígido, mas a Serie A tinha a maioria dos melhores executantes a dada altura e era espetacular na mesma, por exemplo. Quem dera ao selecionador atual ter um leque de escolhas com Totti, Del Piero e Baggio para uma só posição, mas Itália já nem joga com um fantasista, pois em termos gerais o jogo é mais automatizado e isso traz aspetos positivos e negativos.
          Não se trata só de uma questão de espetacularidade. As competições eram mais niveladas; a disparidade de orçamentos, mesmo existindo, não era tão abismal (é quase impossível ver um Porto ganhar a Champions em 2020, quanto mais um Estrela Vermelha); os nomes que os putos tentam emular não são tantos e os putos a tentar emulá-los na rua também não e isso tem um impacto grande no perfil dos indivíduos que acabam por conseguir chegar a profissionais no desporto, etc. etc.
          É apaixonante e há qualidade na mesma, mas há diferenças evidentes e quem tenha um certo apreço por um certo tipo de futebol ou por um determinado perfil num jogador, é normal que dê um pouco essa ideia de “no meu tempo é que era” porque agora não há referências suficientes – mesmo o material das décadas passadas disponível na era digital é uma gota no oceano – para que a geração atual consiga perceber inteiramente esse apreço. Pelo menos, tendo em conta que tem havido alguma discussão à volta disto nestes posts retrospetivos recentemente, é a minha opinião.

        • Xyeh
          Posted Maio 8, 2020 at 5:57 pm

          Entusiasma menos do que antigamente isso é certo, passou a ser muito mais físico (basta ver que cada vez menos se vê baixinhos em campo) e muito mais directo, é por isso que dá gosto ver o Liverpool em contra ataque porque dá possibilidade de ver um dos avançados a rasgar um defesa. Por exemplo o Porto é chutão para a frente e os avançados acabam por ter menos espaço para driblar (imaginem os dribles do Marega que andamos a perder). Continua espectacular porque é futebol, há resultados menos esperados, golos incríveis mas entusiasma menos do que antigamente. Qualquer miúdo tentava fazer uma finta que via num jogo, agora existem menos dribles para o fazerem.

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