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Sidnei passa a ser opção para a selecção de Espanha

Merece uma atenção por parte de Luis Enrique? Com a retirada de Piqué, o grande debate no seio da la roja reside no acompanhante de Ramos no centro da defesa (Iñigo Martínez parece ser a opção preferida do técnico mas tem estado aquém do exigido, sendo Hermoso, Sergi Gómez, Bartra ou Nacho outras possibilidades).

O central Sidnei está a ultimar os detalhes finais para obter nacionalidade espanhola. Segundo confirmaram fontes do Betis à agência “Efe”, o antigo jogador do Benfica, natural do Brasil, terá todo o processo terminado nos próximos dias. O defesa de 29 anos completou no passado mês de janeiro os 5 anos de residência em Espanha que são necessários para obter a nacionalidade e, portanto, deixará de contar como atleta extra-comunitário e poderá mesmo ser convocado para a selecção de Espanha (nunca actuou pelo Brasil), seguindo os passos de Marcos Senna ou Diego Costa, outros jogadores naturais do Brasil que, neste século, alinharam por la roja. Sidnei, que entre 2008 e 2013 fez 75 encontros pelo Benfica, chegou ao país vizinho em janeiro de 2014, para representar o Espanyol. Seguiram-se 4 temporadas no Deportivo da Corunha, sendo esta a sua primeira campanha pelo Betis.

31 Comentários

  • opiniaodeadepto
    Posted Março 29, 2019 at 2:05 pm

    Se o Sidney é o melhor que conseguem arranjar! Estão mal!

  • Analista Especialista
    Posted Março 28, 2019 at 10:05 pm

    A Espanha deve apostar em Laporte e Javi Martinez para o centro da defesa.

  • Joga_Bonito
    Posted Março 28, 2019 at 9:34 pm

    Acho isto um absurdo. Isto das naturalizações acaba por roubar os talentos aos países que os produzem. Por este passo o Brasil não terá jogadores em breve. E nem há muito tempo o Brasil tinha dezenas de craques para cada posição. Com isto da desregulamentação das naturalizações os países criadores de talento são espoliados.
    Poupem-me argumentos legalistas do género ” a lei permite”. A lei foi alterada precisamente para permitir estas situações. Não por acaso isto é feito em países ricos que assim roubam os talentos aos outros.
    A lógica de um Mundial, de um Euro ou de uma Copa América é mostrar o que cada país produz. Não é um clube onde se contrata. Se eu chegar às portas do Mundial e fizer uma lei que me permite comprar uma equipa inteira de top e dizer que que para jogar no meu país basta o treinador optar, então vai-se permitir isto? E o que me impede de pensar que em breve este género de leis não vão existir? Há quem não perceba certas agendas que se movem por detrás disto. As leis têm sido feitas para permitir isto, porque em vez dos mundiais serem uma montra da produção de cada país, tornaram-se um lugar onde importa ganhar a todo o custo, até pelos biliões que movimenta.
    Se eu comprar uma equipa de top, com jogadores que nunca passaram um segundo no meu país, nem lá foram produzidos como jogadores, o que é que isso espelha da minha formação?
    Podem fazer as piruetas que queiram, mas isto não é normal nem lógico. O Sidnei é do Brasil, devia jogar pelo Brasil. Uma coisa é ter nacionalidade espanhola para lá residir, isso não está em causa.
    O que está em causa é ser formado no Brasil e jogar por Espanha. Confundiu-se, através de uma falsa sobreposição, dois conceitos diferentes: nacionalidade e selecção. A nacionalidade é algo que se obtém ou por nascença ou após certos anos no país. Há depois os casos de nacionalidade honrosa, quando alguém luta por um país e obtém dele a nacionalidade. Foi o caso de Che Guevara, que se tornou cubano por ter lutado na Revolução Cubana.
    Completamente distinto é uma selecção. Ela devia exprimir a produção de cada país. Não me interessa de que raça seja aquela pessoa, porque há portugueses brancos, negros, asiáticos, etc. O que importa é cá ter nascido e cá se ter formado. Quem formou o R. Guerreiro foi a França não foi Portugal. Quem formou o W.Carvalho foi Angola.
    É muito curioso que se invoquem tretas de racismo, quando na verdade estas naturalizações são elas próprias quase uma forma de colonialismo.

    Não por acaso tem crescido em África um debate sobre isto e algumas vozes se levantam contra esta hipocrisia.
    Digam-me como é que algum dia Cabo Verde ou Angola se desenvolvem no futebol se cada miúdo que vá para a Europa aos 10 anos aos 16 jogue por Portugal?
    Talvez eu seja de outro tempo. Mas eu admirei sempre Maradona, um jogador que amava o seu país e jogou numa Argentina que era só mecos em 1986. E ele não foi a correr representar a Itália porque tinha aí mais chances de ganhar do que na Argentina.
    Porque essa é outra questão. O Mundial passou de algo honroso para algo de interesses. Os jogadores o que fazem é optar por aquilo que achem que os beneficie, por muito que venham com discursos belos do politicamente correcto.
    Para quem acha que isto é normal, que isto é defender os interesses de cada um, então eu pergunto. Imaginem Maradona a achar isto em 85. “Só tenho mecos nesta equipa. Qual a hipótese de ganhar o Mundial? Deixa-me jogar pela Itália que aí tenho mais chances”.
    Isto gera um caos em que os jogadores passaram a poder escolher a equipa onde queriam jogar segundo os seus interesses individuais, em muitos casos egoístas. Se todos pensassem assim ninguém jogava na Papua Nova Guiné por exemplo. E pergunto-me que se seguirmos essa lógica ao seu limite todo o mundo quererá jogar nas equipas de top. Como é que elas vão absorver toda a gente?
    Faz lembrar aquela questão de agora todos os miúdos quererem começar em equipas top. Nesta era de marketing começar numa equipa de top garante um grande hype. Às vezes o miúdo nem é nada de especial, mas basta surgir numa equipa com visibilidade que logo se gera um hype descomunal. A mesma lógica surge nas selecções, é o caminho do fácil. Fácil é estar plantado numa equipa de top, nada fazer e se valorizar porque numa equipa de top, até os que não jogam são valorizados apenas porque ser convocado para uma equipa de top é supostamente sinal de qualidade. Difícil é ser D10s em 1986 e ter de dar o litro e jogar muito para se destacar no meio de mecos. Não é isto seguir o caminho do mais fácil?

    Foi assim há tanto tempo que a maioria dos miúdos surgia em clubes pequenos e nasce em selecções pequenas? Isso nunca impediu um D10s, um Weah, ou Milla desta vida de se destacarem. Craque que é craque dá para ver, para quem sabe ver futebol. Ou a classe de Weah tinha de ser apoiada por uma equipa de top? Ou Maradona não conseguia fazer magia porque tinha Burruchaga do seu lado e não um Garrincha? É assim tão necessário estar numa equipa de top?
    Não será que isto das naturalizações foi facilitado por conta desta lógica individualista que varre o mundo ocidental, onde os valores são gozados e dar-se bem é o que conta?
    Não será que parte do declínio do futebol nos mundiais não se deveu a que esta geração se habituou a chorar por facilidades em vez de procurar espalhar magia? Não será que se deveu ao facto de eles perceberem que numa equipa de top, até podiam não fazer nada que ganhavam logo contratos chorudos, patrocínios, ao passo que numa equipa pequena tinham de trabalhar?
    Em última análise, quer seja porque ganhar o lugar numa equipa de top exija de um jogador grandes exibições, quer seja porque numa equipa pequena um jogador tem de render muito para se destacar, em última análise, no futebol ao mais alto nível quem quer ter estrelato tem de render. Essa noção de que um jogador vai para uma equipa top e vive à pala da fama da equipa deve desaparecer. É sem dúvida um dos factores que está por detrás do declínio da qualidade nos mundiais. Quem não se lembra de Suker no Mundial de 98? Apesar da Croácia ser uma equipa de qualidade, não era um tubarão e isso não impediu o mago croata de brilhar. Craque que é craque joga em qualquer parte do mundo, essa é que é essa. É assim tão necessário estarem em equipas de top para brilharem?

    Quando ainda ontem se discutia a eterna questão de quem é o melhor de sempre, no post da geração de Maradona, o que eu vejo é tantos craques que o eram por si, independentemente do contexto em que jogavam. Porque isso é que é um craque. É por isso que tinham aquela magia. A actual geração vive muito da lógica do q.b. porque pouco tem de se esforçar para render. Qualquer cromo marca um golo banal e vai para o facebook dizer que é o maior. E chovem milhões. É o marketing, que também usa e muito o nome dos clubes e selecções.
    Que equipa poderia ter Angola ou Cabo Verde se Portugal não naturalizasse os seus jogadores? Alguma vez pensamos nisto?
    Eu não ponho em causa que o caso dos Palops seja complexo, porque há um sentimento de lusofonia que nos une. Somos irmãos e isso explica porque é que os jogadores dos Palops sentem tanto Portugal e Portugal sente tanto os Palosps. Só que isso priva esses países desses jogadores.
    Aqui entro noutra questão. A identidade, algo complexo há que admitir. Sei que há estrangeiros que até sentem mais Portugal que muitos portugueses. Veja-se o Pepe, que por muito porco que seja, até acho que sente mais Portugal que muitos. E também sei que há portugueses que estão nem aí para a selecção e vendiam o país por tuta e meia. Hoje os lusos têm várias raças e origens. Não há tal coisa como um português “bacteriologicamente puro” como certa figura patética disse. Isso é xenofobia, pura e simples.
    Acho que a identidade não pode pois ser o factor que define a chamada. Chamaríamos R. Guerreiro, que é um produto de França e acharíamos normal excluir qualquer português de origem étnica estrangeira, mas que cá nasceu?
    Para mim o critério deve ser um: nascer cá. Convoca-se quem nasceu num país e pronto. Exprime-se o que se produziu. Não se vai tirar aos outros países. Acho que isto pararia com este caos que se gerou e que vai provocar problemas graves no futuro. Não me espantaria que os países africanos (fico só neste exemplo) começassem a pensar em parar com a formação, afinal de contas se nada ganham com isso e todos vão para Portugal, porque vão esses países torrar fortunas em infra-estruturas para jogadores que não querem lá jogar? Que incentivo se dará a quem forma jogadores? A breve trecho, se este caos nas selecções não parar muitos países vão reequacionar o apoio que dão a uma actividade onde gastam milhões e nada recebem em troca. Não consigo imaginar nada mais grave para a sustentabilidade do futebol do que isto.

    • Antonio Clismo
      Posted Março 29, 2019 at 6:57 pm

      O teu discurso não faz sentido.

      Estamos cada vez num mundo mais global e mais móvel. Faço-te a seguinte pergunta.

      Um jogador de ascendência alemã (ou seja pais e avós alemães), nasce em Buenos Aires (onde os pais trabalhavam na altura), depois muda-se para Madrid até aos 13 anos (onde se inicia no futebol), e dando nas vistas é logo adquirido pelo AC Milan para as suas canteras e por lá acaba por residir até aos 19 anos até ser comprado por um clube de França. Agora tem 25 anos e ainda reside em França, tendo adquirido recentemente o passaporte francês. Também tem passaporte alemão, argentino, espanhol e italiano.

      Por qual destas selecções deveria jogar? Na tua opinião, argentina, pois foi o lugar onde nasceu…

      • Joga_Bonito
        Posted Março 29, 2019 at 7:50 pm

        O que não faz sentido é seu discurso. Só mostra que não percebeu o que eu disse. Confunde selecção com nacionalidade e acha bem que um país seja privado dos seus melhores recursos porque países criaram leis para facilitar o uso de atletas de top nas suas seleções provindos de outros.
        O potencial demográfico de cada país mede-se por quem lá nasce. O número de génios que cada país produz é o que cada país tem direito a usar e não usar-se artimanhas como fazem europeus e americanos para roubar os talentos aos países pobres.
        Eu posso viver em 20 países diferentes ao longo da minha vida e ter 20 passaportes, que se em Portugal nasci, é lá que pertenço e é lá que devo jogar.

        Essa treta do globalismo e do ter vários passaportes logo jogo por vários países foi algo inventado nos últimos anos por agendas de interesses no desporto, cujo foco é delapidar os países pobres dos seus vários jogadores.
        Onde tu nasces é onde deves jogar, não desertar para a equipa onde interessa. Se algum ginasta pudesse escolher, actuaria pela Rússia u por Portugal? Eu não escolhi nascer em Portugal, foi cá que nasci e pronto.
        tudo o resto não passam de teorias pós- modernas assentes no individualismo e em argumentos emocionais sem um pingo de lógica, assente no “eu quero isto, “ou quero aquilo”. Maradona, como quase todos os argentinos tinha ascendência italiana não me consta que tenha querido jogar na Itália, só porque esta era mais forte.
        O futebol de nações exprime o que cada país formou e a sua escola futebolística, não é um jogo e interesses e desejos egoístas individuais.

        • Antonio Clismo
          Posted Março 29, 2019 at 8:29 pm

          Eu próprio nasci em Caracas na Venezuela.. Porque haveria de jogar pela Venezuela se esse país não me diz nada?

          Vivi metade da minha vida em Portugal e em Barcelona. Se a selecção portuguesa ou catalã me chamasse iria sem problema, porque me identifico com os dois países. (Embora a Catalunha não faça parte da FIFA).

          Aliás, até poderia escolher 3 (Venezuela também), mas faria pouco sentido porque lá está, não me diz nada.

          • 100Clubismo
            Posted Março 29, 2019 at 11:44 pm

            O maior problema é se X realmente não se identificar com o país e no fim ser mais um aproveitador.
            PS: Catalunha não é um país.

          • Joga_Bonito
            Posted Março 29, 2019 at 8:59 pm

            O país pode não lhe dizer nada mas é onde você nasceu e tem obrigação de lá jogar. Decerto que o passaporte da Venezuela você tem-no e ninguém lho tira só porque você não gosta do país. O país também pode não gostar de si, mas não lhe anula os seus direitos de nascença. Se você precisasse de exílio, o seu passaporte venezuelano dar-lhe-ia esse direito, certo? E onde há direitos há deveres, tais como representar o seu país, pagar impostos e lutar por ele. Isto dos passaportes não é um jogo do eu quero e de interesses pessoais. Quem não queria ser russo se fosse ginasta, numa super equipa que ganha sempre? Ou quem não queria ser americano se fosse nadador, numa super equipa que ganha sempre? O mundo funciona assim? Então quem representava uma Papua Nova Guiné?
            Tente imaginar que fossem buscar tudo o que é potencial talento português a partir dos 10 anos, o levasse para uma potência europeia e basicamente deixasse lá o entulho? Portugal seria uma nulidade, tal como são os países lusófonos, por conta desse roubo.
            Por muitas piruetas que se faça, essa lógica é absurda e só é defendida à luz de critérios emocionais, porque do ponto de vista lógico e moral não tem defesa possível.
            Portugal não pediu que eu nascesse cá e nem por isso esta pátria deixa de ter deveres comigo. Tampouco eu deixo de ter deveres para com ela, mesmo que eu não tenha pedido para cá para nascer.
            Os Mundiais eram espectaculares quando víamos os jogadores bem distribuídos e craques mundiais em equipas banais, como D10s na Argentina. E com jogadores a dar o litro, não naturalizações por interesse. Isto é tão óbvio…Só que o pós-modernismo e as suas tretas emocionais do “sê o que queres” são usadas para mascarar o egoísmo e legitima-lo moralmente.

    • 100Clubismo
      Posted Março 29, 2019 at 1:44 pm

      Como sempre, comentário sensacional.
      Sempre que olho para a Cabo Verde e para a sua selecção, penso no que eles poderiam ser com Rolando, Jovane, Gelson e Nani. É muito triste, porque os Tubarões Azuis jogam com os mesmos há anos no 11 inicial. Por exemplo, o Babanco do Feirense, que é o capitão, já tem 30 e tal anos, é o jogador mais internacional e titular há “milénios”. Não há renovação e a renovação (quando há) tem obrigatoriamente de ser feita com jogadores nascidos na Holanda, França e Portugal (países com grande comunidade CV) pois são os melhores e ademais, só restariam os jogadores do campeonato de lá, que é fraquíssimo.
      E inadmissível que haja adeptos portugueses que olham os Palops como uma espécie de extensão de Portugal no que toca ao futebol.
      Aliás, isto já é tão normal que alguns adeptos cabo-verdianos já aceitam esta situação e não contestam muito, o que mau demais.
      O pior de tudo é quando o governo cabo-verdiano recebe Gelson e Rúben Semedo com toda a pompa e circunstância aquando das suas férias, fazendo figura de urso e rebaixando-se s um nível provinciano, para no final nem um nem outro jogarem por CV.
      Há bons valores jovens como Thierry Graça do Estoril (titular absoluto da equipa canarinha e já com alguns jogos por CV) Ponck do Aves (titular absoluto na selecção) e Rodrigo Lima dos sub23 do Braga. De resto não vejo futuro naquela equipa.

      • Joga_Bonito
        Posted Março 29, 2019 at 2:04 pm

        É assustador que haja líderes que recebam de braços abertos quem nada dá ao seu país. Uma coisa é ter orgulho num descendente nosso que brilha lá fora e que por situação de nascimento representa outro país.
        Outra coisa é aplaudir quem nasceu lá e nada dá ao país onde nasce. É um resquício do colonialismo, achar que África não pode aspirar a mais que aplaudir os seus atletas a jogar noutros países.

    • Luke
      Posted Março 29, 2019 at 12:37 am

      Bom discurso, maus exemplos. Raphael Guerreiro não foi naturalizado, ele é Português desde que nasceu porque os pais dele sao portugueses, tem sangue português, e isso para mim vale mais do que ter nascido ca. Imagina o filho de um embaixador… por acaso calhou o embaixador so Congo estar em Portugal quando o seu filho nasceu. Passado 1 ou 2 anos foi para outro país e a partir daí foi rodando países até ser adulto. Esse filho não é Congolês só porque por acaso nasceu em Portugal mas nunca lá mais pôs os cotos?

      O que conta é não só o país de nascimento, mas também a ascendência.

      Na muha opinião:
      Adrien, Raphael, Cedric, etc, têm todo o direito de jogar pela selecção.

      Pepe, Deco, Liedson, Dyego, etc, não o têm.

      Quanto aos PALOPs teria de ver caso a caso.

      Percebo que esta minha opinião é demasiado generalista e que até ha pessoas que se sentem mais portuguesas que muitos portugueses verdadeiros (por exemplo Pepe, que para mim é um exemplo enorme de amor a uma pátria que não é dele, e estou-lhe muito grato por isso), mas se eu tivesse de fazer uma regra acho que seria esta. As selecções não pode ser um clube onde jogam mercenários que só ca jogam porque não têm lugar na sua selecção verdadeira. E como não há nenhuma maneira infalível de distinguir quem é mercenário e quem realmente tem amor à patria….

      • Antonio Clismo
        Posted Março 29, 2019 at 7:00 pm

        Como assim o Pepe, Deco, Liedson ou Dyego não têm o direito de jogar por Portugal??

        Mas se têm o passaporte português claro que têm os mesmos direitos de qualquer cidadão português, ser chamado à selecção nacional por exemplo…

        Não vejo ninguém a querer tirar as medalhas de ouro ao Nélso Évora, Naide Gomes ou Obikwelu…

        Eduquem-se amigos. Saiam do país um pouco. Aprendam novas culturas.

      • Joga_Bonito
        Posted Março 29, 2019 at 1:09 am

        Eu compreendo que não seja uma questão a preto e branco e que inclusive a ideia de apenas se jogar pelo país do nascimento possa produzir injustiças. Apenas acho que é o melhor modelo possível para evitar ambiguidades e aproveitamentos. Sei bem que muitos dos Palops e casos como os de Pepe mostram um grande amor a uma pátria de adopção, mais do que muitos “lusos”. Contudo, tem de haver algum critério, mesmo que ele acabe por pontualmente fazer injustiças. O caso de Guerreiro para mim coloca-se nisto. Ainda que a nível de sentimentos ele possa gostar de Portugal nasceu na França e lá se formou. Foi a França que o formou, não Portugal, logo é pela França que deve jogar.
        Penso que um critério como o que enunciei em cima evitaria o caos actual, diminuiria drasticamente a base para o aproveitamento e faria o futebol voltar ao trilho certo.

        • Luke
          Posted Março 29, 2019 at 11:40 am

          Compreendo mas não concordo… O Messi também foi formado em Espanha. O Eric Dier foi formado em Portugal. No entanto nem o Messi devia jogar por Espanha nem o Dier por Portugal. As selecções não são um concurso de quem tem a melhor formação. As selecções são (ou deviam ser) equipas formadas por jogadores que partilham a mesma pátria.

          Numa coisa concordo contigo: tem de haver uma regra. Não pode ser “caso a caso”. O que eu não concordo é com a regra que tu propões. Sei que é injusto para alguns jogadores (por exemplo o Pepe), mas têm de haver regras… A minha regra seria a seguinte:

          “Pode jogar pela selecção de um país qualquer jogador cujo direito à nacionalidade seja de nascença, e não adquirido devido ao direito laboral”.

          Ou seja: portugueses que nasceram em Portugal podem jogar pela selecção (obviamente); filhos de emigrantes portugueses e que adquiram a nacionalidade à nascença podem jogar pela selecção mesmo que não tenham nascido cá (ex: Raphael, Cedric, Adrien, Anthony e os PALOPs que forem filhos de PORTUGUESES); casos como o exemplo do filho do embaixador do Congo NÃO PODEM jogar por Portugal, apesar de terem nascido cá; e por fim, obviamente, casos como os de Deco, Pepe, Dyego, Liedson, etc, que não nasceram cá nem são filhos de portugueses e a única razão para terem nacionalidade portuguesa é o direito laboral, também não podem jogar por Portugal.

  • T. Pinto13
    Posted Março 28, 2019 at 6:36 pm

    O Laporte que pense duas vezes e jogue por Espanha…

  • joaoalmeida_20
    Posted Março 28, 2019 at 4:53 pm

    Tinha ideia que o Bartra tinha jogado há alguns dias pela seleção da Catalunha.

  • Xyeh
    Posted Março 28, 2019 at 4:44 pm

    Realmente a Espanha precisa de renovar os centrais mas não é com o Sidnei.

  • Kacal
    Posted Março 28, 2019 at 4:29 pm

    Pena o Laporte não querer, formaria uma excelente dupla com Ramos. Seria top! Mas penso que Hermoso acabará como titular.

    • offtopicguy93
      Posted Março 28, 2019 at 5:25 pm

      Kacal já vi esse cenario mais longe de acontecer. O Laporte depois do Mundial deu uma entrevista onde dizia não perceber a sua “não chamada” à selecção, uma vez que tinha sido bastante usado no City e tinha sido campeão nacional. Afirmou ainda que estaria disponivel e que iria esperar ser chamado à seleção da França, contudo, depois de não estar também presente nesta ultima convocatória (em detrimento do Zouma), parece-me que o Laporte poderá começar a pensar em vestir a camisola de La Roja.

      • Kacal
        Posted Março 28, 2019 at 5:50 pm

        Sim, caso o Laporte continue a ficar de fora das convocatórias poderá realmente vir a acontecer. Ele irá repensar e talvez aceitar. Aí não tenho duvidas que a selecção espanhola vá acolhe-lo rapidamente. Terão um central de topo durante 8/10 anos! E assim uma dupla de elite com ele e Ramos, tendo tempo para preparar a sucessão deste último. Mas concordo com o que disseste!

  • Tiago Silva
    Posted Março 28, 2019 at 4:22 pm

    Penso que não há necessidade, Hermoso, Inigo Martinez ou Diego Llorente são melhores e são jovens e verdadeiramente espanhóis.

    • Antonio Clismo
      Posted Março 29, 2019 at 7:07 pm

      O Inigo Martinez verdadeiramente espanhol?? Nasceu no país basco amigo… De espanhol não tem nada.

      Por essa ordem de ideias, eu também só quero portugueses a jogar na nossa selecção, que provem que a sua ascendência já cá está em Portugal há pelos 20 gerações, tem que usar bigode, levar o garrafão de vinho e tremoços para o balneário e tem que palitar os dentes enquanto joga, claro, com uma samarra.

      Tudo o que não tenha estas características, representativas da unidade nacional, não pode ser chamado à selecção de todos nós, obviamente.

    • joaolmaio
      Posted Março 29, 2019 at 12:47 pm

      Verdadeiramente espanhóis? Não percebo. Mas pra mim é um insulto.

      Ahah, grande abraço

    • Francisco Parrinha Guerreiro
      Posted Março 28, 2019 at 6:12 pm

      Bacteriologicamente puros?

  • Estigarribia
    Posted Março 28, 2019 at 3:56 pm

    Este ainda é vivo?

    • E o que temos
      Posted Março 28, 2019 at 4:52 pm

      Vivo? Parece que estás a falar de um cepo quando ele se tem afirmado a pulso em Espanha.

      • Estigarribia
        Posted Março 28, 2019 at 7:09 pm

        Referia-me ao facto de se falar pouco dele. Mas, peço desculpa se não fui bem explícito.

        Saudações Leoninas

  • Ticas
    Posted Março 28, 2019 at 3:35 pm

    E Rodrigo também, ou nasceu já em território espanhol?

  • RodolfoTrindade
    Posted Março 28, 2019 at 3:27 pm

    Dificilmente terá hipóteses.

    Gosto muito do Hermoso.

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