Para ser o Conte do Sporting? No momento defensivo dá para ver que se identifica muito com o treinador do Inter.
Silas abordou, em entrevista à Sporting TV, os treinadores que tiveram mais influência na sua carreira, e voltou a destacar o papel de Jorge Jesus. O timoneiro leonino reconheceu ainda que tenta apanhar ideias de vários técnicos. “Todos os treinadores que apanhei ajudaram, mas depois temos algumas referências nacionais como o Jorge Jesus que tive duas épocas desportivas completas e é realmente um treinador excecional. E também o Mourinho, só que o Mourinho foi menos tempo, foram quatro meses que deram para aprender muita coisa também. Se tivesse de escolher um entre os dois seria o Jorge Jesus pois passei mais tempo com ele, mas são os dois muito similares a nível de exigência e de capacidade. Depois apanhei outros treinadores muito bons, a minha melhor época como jogador foi o Cajuda, ele conseguiu sacar o melhor de mim, e eu acho que isso é muito importante. O Mourinho também estava a sacar o melhor de mim mas tivemos pouco tempo, eu acho que se tivéssemos passado uma época completa podia ter sido melhor, mas os números são números e o que sacou o melhor de mim em Portugal foi o Manuel Cajuda. Tenho alguns referências que não estão entre nós, a nível internacional estão mas o Menotti já não treina há muito tempo, o Cruyff, Guardiola é incontornável, e depois tento ir buscar ideia diferentes e aí podemos falar do Conte que tem ideias muito boas a nível defensivo, foi dos primeiros treinadores a resgatar a linha de 3 defesas que nós usamos muito e o Conte foi dos primeiros na Juventus e é um treinador que sigo muito. Depois há treinadores menos conhecidos, quem gosta de futebol conhece, como o Gasperini da Atalanta que também usa muito a linha de 3, há o Pochettino. Na realidade gosto de todos, acho que consigo apanhar coisas de todos, mas referências dois ou três, o Jorge Jesus e o Mourinho estão claramente entre eles”, afirmou. “Com o que aprendi com Jorge Jesus pensei que podia ser treinador, os treinos eram um desafio à minha inteligência, comecei a ver o futebol de maneira diferente. Ele falava muito com o jogador sobre futebol, às vezes estávamos de acordo e outras não. Tinha liberdade para falar com ele. Jesus despertou o lado de treinador em mim”, acrescentou.


1 Comentário
Chomate
O ego do JJ recebeu uma valente massagem esta semana…