Ainda vai a tempo “de dar o salto”? O internacional português, que tem sido apontado ao Man Utd e Everton, completa 33 anos no dia 22 de Dezembro.
José Fonte continua a ser um dos defesas mais falados na Premier League. O central, que no último Verão foi várias vezes apontado ao Man Utd, tem contrato com o Southampton até 2018 e nos últimos dias saiu a noticia que recusou um novo vínculo, em que passava a receber 95 mil euros por semana, por estar insatisfeito no clube. Ora, com base nestas notícias o internacional português veio a público negar que tenha rejeitado qualquer proposta por parte dos Saints, porque na verdade ela nunca existiu. “Eu não rejeitei um novo contrato. Na verdade, fui informado pelo Southampton que eles não me iriam oferecer um novo contrato. O meu foco é na quinta-feira para ajudar a equipa a vencer”, escreveu o defesa no Instagram. Em Inglaterra acrescentam que ao contrário do que aconteceu no Verão desta vez o Southampton não irá colocar obstáculos à saída do internacional português já no mercado de Inverno.
Através de palavras dificilmente vão ter sucesso. São precisas medidas que contrariem um dos principais problemas do futebol actual – O Conselho de Arbitragem da FPF, presidido por José Fontelas Gomes, pretende reduzir os casos de anti-jogo e para isso apelou à responsabilidade dos clubes, a quem foi endereçada esta semana uma carta na tentativa de sensibilizar treinadores e jogadores. “Esta temporada temos detetado com preocupação o aumento do número de paragens e a crescente duração das mesmas. Vem deste modo o CA/FPF alertar para este problema, comunicar as instruções dadas aos árbitros, mas mais do que isso, solicitar que todos os atores se empenhem em transformar positivamente o espetáculo”, pode ler-se no documento. “Os árbitros devem atribuir os minutos ajustados às incidências do jogo, pelo que as indicações são para um acréscimo de tempo de compensação, nem que, neste início, tal se traduza em durações anormais”, acrescenta o CA da FPF.


49 Comentários
Kacal
Claro que vai. A sua qualidade, experiência e capacidade liderança mais as suas características como central permitem-lhe continuar a muito bom nível e seria uma mais-valia para o Man Utd, acrescentaria estabilidade com Bailly a seu lado ou o próprio Jones. Também chegou tarde à selecção e ainda foi a tempo de ser importante na conquista do europeu, o Man Utd que avance.
Era ir buscar o Fonte e o Alderweireld, já ficavam muito bem servidos. Bailly e Smalling dão garantias e o Jones está em boa forma, o próprio Rojo tem estado bem mas pode ser “sol de pouca dura”, vamos ver, pelo menos um central tem que chegar e o Fonte encaixa no pretendido.
kurt
Não acho que precisem de tantos centrais…só jogam dois. Precisam é de um MDF de topo um DE e um extremo que entre de caras no onze
Kacal
Não é que precisem de tantos centrais, obviamente só jogam dois mas ter muitos não significa que todos dêem garantias ou tenham qualidade para estar num colosso. Bailly e Smalling têm, Jones também mas é preciso ver se este bom momento é para continuar e o Rojo tem estado bem mas é possível arranjar melhor. Fonte e Alderweireld podiam entrar e saírem dois mas sim, um central já deverá chegar.
Quanto ao resto, concordo, mas o Shaw motivado e caso melhore a sua forma física pode ser um excelente lateral, o Mou é capaz de potencia-lo e continuo a acreditar nele. Um avançado para jogar com o Ibra também seria bem-vindo mas em Janeiro eu contratava um DC, um MDF e um extremo deixando sair 2 ou 3 jogadores (Fellaini e Depay seriam dois deles).
Fabio Teixeira
Ou seja, o Mourinho estourou 40 milhões num central. E estás a dizer que deve comprar mais 2?
Kacal
O City também estourou 50 milhões num central e não vai ficar por aqui. Se for preciso reforçar a posição é preciso investir. Alderweireld tem clausula de 30 milhões e o Fonte não deverá custar assim tanto, não vejo o problema mas um central poderá chegar, sim, caso o Jones continue a este nível.
Dca
Era meter partes de 25/30 minutos em que o relógio parava cada vez que o jogo parava.
Estivela
O anti-jogo é um problema porque afecta os 3 do costume. Quando estes o fazem na Europa de repente já não é um problema. Joguem à bola, com o vosso orçamento, deveriam estar a ganhar cada jogo aos pequenos aos 15 minutos da primeira parte.
Vítor Pereira
Mais do que afectar os 3 do costume, afecta o espetáculo. Pago 20 euros para ver 90 minutos de futebol em que metade é passado em paragens em vez do espetáculo que paguei para ver. Quanto a ser um problema porque afecta os 3 do costume, sim, afecta mas como afecta os 3 e não apenas 1 ou 2 deles acaba por dar igual.
Estivela
Como pode haver espectáculo quando a balança entre os maiores e os mais pequenos é tão grande. O problema nunca foi o espectáculo, apenas se começou a falar do anti-jogo quando os tubarões começaram a perder e a empatar jogos. Esse é o verdadeiro problema.
Pedro Salgado
O enfoque devia ser o Respeito pelo espectador/adepto e não a protecção das equipas que praticam anti-jogo, sejas elas grandes ou pequenas.
DM
Concordo a 100% com a parte que deveriam estar a ganhar aos 15 minutos.
Mas, falando como consumidor, é vergonhoso pagar um décimo do ordenado mínimo nacional para ver um jogo de futebol e depois ver uma equipa a não querer jogar, mas os 3 clubes portugueses de maior dimensão não podem usar o anti jogo para desculpar nada!!!
Depois os árbitros têm que ter mais sensibilidade para estes casos, por exemplo, quando um jogador está a 2m da linha lateral (muitas das vezes porque foi a rebular desde fora das 4 linhas) o árbitro não pode parar o jogo, se o jogador quiser realmente ser assistido e não perder tempo rebola para fora do campo…
Depois quando estes casos começassem a ser regulares no decorrer do jogo, pura e simplesmente não se para, aí quando acontecesse uma lesão verdadeira e não podessem ser assistidos iam ver que o anti jogo não compensa.
Depois o medo de dar minutos de compensação a sério, é que há jogos que 10 ou 15 minutos era o justo e ninguém poderia criticar
ACT7
Afecta todas as equipas. Num jogo Arouca-Tondela também há anti jogo. Agora que tu so vejas jogos dos 3 do costume é outra coisa.
Estivela
A questão é que só se começou a falar quando começou a afectar os três do costume. Sim, falo assim porque sou adepto de algum dos três. Não. Afecta todas as equipas que não jogam à bola, pois usam como desculpa para perder ou empatar. Antes eram os árbitros, agora é o “anti-jogo.”
Rodrigo A.
O que sei é que no início de época parecia um crime falar disto, mas como tudo foi preciso “todos” sofrerem para já se puder criticar.
Isto também faz parte das encomendas que alguns andam a falar?
A minha maior crítica neste assunto são para aqueles jogadores que andam lesionados 10 vezes por jogo e para as equipas que do nada tem metade da equipa lesionada em 15 minutos. Isto tem de ser revisto porque não atrai investimento, mas isto é muito mais profundo do que apenas dar umas regras…é preciso mudar muito mais.
Francisco A
O Porto e Benfica queixam-se do anti-jogo porque são os maiores cá. Lá fora contra o Bayern ou Barcelona se precisarem vão fazer exatamente o mesmo.
Jonas, o Barbudo Bíblico
P’las barbas de Jonas
Que sacrilégio. Porto e Benfica nunca se queixam, esse choradinho é monopólio do sporting.
Tanto se queixou o sporting do anti-jogo que apareceu este comunicado
Joel
Eu sou arbitro e o que se deveria fazer é em cada paragem de supostas lesões parar o tempo. Quando no fim os treinadores começam a espumar-se porque já vai em mais 90 minutos percebiam que não vale a pena andar a perder tempo com fingimentos.
joao
Claro que sim. Mas os arbitros já têm algumas ferramentas que quase nunca usam como por exemplo quando um jogador finge uma lesao, vem a maca e ele mal sai, já está bom outra vez. Os arbitros deviam deixá-lo fora uns 5 minutos e a sua equipa jogava com 10.
Tambem acho que deviam punir os jogadores pelas imagens. Alguns percebe-se para lá de qualquer duvida o que estão a querer fazer. Esses jogadores deviam ser punidos com jogos de suspensão. Os treinadoes que apelassem à perda de tempo seriam expulsos.
Para mudar mentalidades tem de se atacar em força, nem que paguem alguns inocentes por isso.
Kafka
O Anti-jogo faz parte da cultura e do ADN do povo latino, e TODOS os clubes latinos o fazem desde que precisem, inclusive o maior clube da História do jogo, que é o Real Madrid o faz sempre que precisa, como por exemplo na última final da Champions onde depois do 1-0 passou o resto do jogo até ao 1-1 a fazer anti-jogo
Mesmo o Sporting que passa a imagem que é um clube casto e puro, no último jogo contra o Boavista vimos o Patricio a simular lesões e o Ruben Semedo a demorar mais de 1 minuto para marcar 1 lançamento linha lateral, entre outras coisas…todos fazem e ninguém é inocente neste filme, a diferença é que os clubes grandes como ganham mais vezes, precisam menos vezes de o fazer, e portanto a imagem que passa é que são os pequenos que fazem, esta errado…todos fazem, uns é que precisam menos logo fazem menos
Se há alguma solução para se acabar com o Anti-Jogo (que reitero, todos os clubes desde o Arrentela ao Real Madrid) fazem?
A solução existe, que é passar a cronometrarem o jogo como na maioria das modalides, ou seja, só se contabilizar o tempo corrido, passaria por exemplo a jogar-se 35 min para cada parte, em que o relógio parava cada vez que o jogo parava…passaríamos a ter 70 min de futebol corrido
Paulo Pereira
Totalmente de acordo.
Rodrigo A.
“lesões” ?
Acho graça como vais tentando adicionar s as palavras…mas pronto nada de novo.
Nada de novo mais uma vez é vermos que todos comentam as mesmas coisas, mas tu claro , o Sporting é que são os puros, já os restantes que fazem o mesmo tipo de comentários passam-te ao lado.
A maneira como generalizas uns e depois vais ao preciosismo quando toca o teu clube é sem dúvida fenomenal…
ACT7
Uma coisa é fazer o que o Sporting/Real/Benfica já fizeram.
Outra coisa é fazer substituições, o jogador voltar a passo e afinal não é aquele que vai sair mas sim o outro que esta no lado oposto do campo ou o gr levar amarelo num pontapé de baliza e a seguir ir um médio (Fransérgio) bater o pontapé de baliza até levar o amarelo e acaba por ser o gr a bater o pontapé de baliza.
Já aqui disse, os 3 grandes se não estiverem a ganhar até aos 70min dificilmente ganham o jogo. Na Europa isso não acontece, prova disso é o jogos este ano da LC do Benfica e do Sporting.
Filipe Ribeiro
O Sporting fez exatamente isso no Bessa.
O JJ diz que sai o Ruiz e depois vai a correr não agora é o Bruno César.
Todos fazem não venham com historinhas que só os outros fazem,fazem TODOS e enquanto vocês criticam os outros mas ao vosso clube arranjam desculpas não existem mudanças.
JoseRibeiro
O Rùben Semedo quando perdeu tempo foi quando foi expulso.
E se todas as equipas pequenas apenas perdessem tempo como o Sporting fez nesse jogo não haveria queixas de anti-jogo. É muito diferente apenas queimares tempo nos último 10 minutos (e quando jogas com 10) do que estar um jogo inteiro a perder tempo em todas as oportunidades.
Pedro Salgado
Uma das soluções passaria por cada jogador que caia e solicite ajuda médica fique 5 minutos (controlado pelo 4º arbitro) de fora. Com isto acredito que se restabeleceria convenientemente. A integridade dos jogadores deve ser sempre salvaguardada. Exclui-se as situações em que as “lesões” provoquem cartão amarelo ou vermelho.
Noto que estas questões são sempre levantadas quando um clube grande perde ou empata. São coincidências. De qualquer forma, relevo a intenção de, finalmente, se tentar mudar as coisas.
Fernando S.
O Rúben Semedo não faz lançamentos laterais
Kafka
Claro que não então, aquilo era um sósia dele claro esta
Abdeeint
Gostava de ver o Semedo no Southampton ou Everton. Ainda não está preparado para uma equipa de primeira linha, mas numa destas equipas poderia evoluir muito e posteriormente dar o salto.
Com a saída de Fonte, poderia ser o momento certo, uma proposta de 25 milhões acho que seria justo.
Jorge Santos
Talvez os clubes só se preocupem com isso quando ninguém for aos estádios e terem que começar a pagar para terem adeptos lá. Para ver esses espectáculos paupérrimos só mesmo que me pagassem.
Pago para ver futebol, não para ver jogadores a cair no chão por tudo e por nada
Carlos
O anti-jogo é o maior problema do nosso campeonato. Ponto.
Detesto pessoas que dizes “Ponto” mas desta vez creio que é mesmo apropriado. Cada vez menos me interessa ver futebol, e eu era daqueles doentes que viam os jogos todos.
Sou portista, mas mesmo quando vejo um jogo do Benfica esta atitude irrita-me a tal ponto que dou por mim a gritar com as equipas pequenas para jogarem à bola. Os guarda redes devem levar amarelo imediatamente na primeira vez que perdem tempo. Os jogos devem ter 20′ de descontos, tal como diz no comunicado, nesta fase inicial.
As equipas que usam e abusam desta prática têm uma preparação fisica mais débil e vacilariam fisica e psicologicamente. No longo prazo perceberiam que a única solução é o futebol positivo, que por sinal atrai receitas e pessoas ao estádio.
Mauro
É algum problema o anti-jogo? Cabe ao árbitro detectar o tempo perdido e adicionar na compensação, se na compensação se perde também tempo, adicionar à compensação da compensação.
Parece-me um problema bem maior o tratamento desigual entre as equipas, uma equipa pequena a partir do momento em que começa a ganhar começa-se logo a falar de já estar a fazer anti-jogo, mesmo antes de estar. Uma equipa pequena a ganhar, numa substituição o jogador é empurrado para sair rápido, uma grande o jogador pode sair à velocidade que quiser. Uma equipa pequena reclama uma falta, ou amarelo e o mais provável é ser ela mesma a ver amarelos, se é um grande a fazê-lo, muitas vezes com os jogadores a falarem quase como se estivessem a dar ordens, tapa-se os ouvidos e nada pasa. Isto são apenas alguns exemplos, existem muitos mais… Portanto menos queixas e joguem mais.
António Teixeira
Desculpe mas o seu comentário não tem razão, quando os pequenos estão a vencer o tempo.útil de jogo é muito inferior a quando os grandes vencem.
É bonito pegar no exemplo do SCP no bessa mas vemos que o anti jogo começou a ser feito aos 80min quando a equipa ficou reduzida a 10 se compararmos com o que se passou na madeira o marítimo já estava a queimar tempo na primeira parte…
A solução definitiva seria a paragem do relógio mas medidas como a entrada da equipa médica com o jogo a decorrer ou o tempo de compensação calculado com base no tempo útil de jogo ajudavam a eliminar o problema.
Concordo que as equipas competirem com armas desiguais faz com que o uso destes meios seja mais utilizados mas isso não pode ser tolerado porque os adeptos querem ver futebol e o anti jogo é o oposto disso.
António Hess
José Fonte é um daqueles jogadores que merece, futebolisticamente falando, o respeito de todos. Foi dispensado e obrigado a alinhar em provas secundárias mas nunca desistiu do sonho de um dia alinhar pela seleção nacional. Lutou muito, primou pelo trabalho e hoje capitaneia um dos melhores emblemas da Premier League e é intocável nas “quinas”.
Quanto ao futuro, a decisão a ele pertence e penso que ninguém, independentemente da escolha, lhe terá algo a apontar. Caso fique, praticamente acabará a carreira nos “Saints”, clube que representa desde o Championship, onde se sente bem e onde tem a confiança dos adeptos. Caso saia para um emblema de maiores ambições, é perfeitamente compreensível. Certo é que, apesar de estar quase a fazer 33 anos, ainda terá à volta de 3 temporadas ao mais alto nível à sua frente. Sendo um jogador que nunca dependeu em demasia do físico, a decadência neste aspeto não o prejudicará muito, desde que mantenha a concentração, inteligência, sentido de liderança e bom posicionamento de sempre.
António Hess
Quanto à questão do anti-jogo, será sempre um tema acerca do qual a maioria dos clubes/dirigentes é hipócrita… No caso português o Benfica, FC Porto e Sporting fazem-no, tal como Tondela e Feirense – basta necessitarem de a ele recorrer. Num contexto mais amplo, o mesmo sucede com Barcelona, Real Madrid, Rostov, Monaco, etc.
Portanto, em vez de se discutir quem mais beneficia com o anti-jogo devia-se pensar em maneiras de o travar ou, pelo menos, minimizar o seu efeito. Cronometrar-se o jogo seria, de facto, uma possibilidade. Contudo, nem seria necessário mudar assim tanto, bastaria o árbitro ajustar o tempo de compensação ao tempo que, efetivamente, se perdeu. O típico é dar-se 4 minutos, quer o jogo tenha tido poucos paragens além das substituições, quer o jogo tenha tido, além das substituições, um sem número de paragens… E aí, a culpa é de quem?
Rubz
A maneira mais eficaz de se acabar com o anti-jogo seria acabar com a centralização do nosso futebol nos 3 grandes. Dividindo lucros, os pequenos poderiam ter melhores equipas e não precisavam do anti-jogo. O anti-jogo nunca vai acabar enquanto cada um lutar com armas diferentes. Contra AK47’s e caçadeiras, envergando na mão uma fisga, vão de peito aberto contra o adversário ou usam um bocado de manha? Pois
Estivela
Parece simples. Mas isso não interessa aos interesses instalados dos 3 do costume. E depois ainda vêm falar de anti-jogo.
Filipe Ribeiro
Esse comentário não tem por onde se pegue.
O Sporting fez anti jogo com o Boavista quem é que tem mais armas e orçamento??
Isto deve se à cultura desportiva em Portugal que é zero avalia se tudo tendo em conta o resultado.
Nickles
O José Fonte não é um central que enche o olho mas é eficaz, não inventa e já é um veterano na Premier League. Para o Manchester nao será a melhor opção, para o Everton é o ideal.
Quanto ao anti-jogo, a melhor forma de acabar com ele é os árbitros começarem a dar entre 10 a 20 minutos de tempo compensação.
Chiolas
Não percebo como um jogador é admoestado com amarelo por insistir na falta (ainda que leve), enquanto que se toda uma equipa o fizer chama-se ‘estratégia’ e a equipa não é penalizada por esse anti-jogo…
Quanto aos jogadores que ficam estendidos no relvado porque estão cansados ou com caimbras ou lá o que é (e depois quando vão para fora do campo levantam-se num ápice), em casos de abuso devia-se parar o cronómetro ou o jogador era imediatamente transportado para fora e a sua equipa ficava com 10 durante uns minutos (para o jogador ‘recuperar o fôlego’)
Não interessa sé é o Benfica ou o Arrentela, não devia ser permitido aqui ou na China.
Defender e ter mais posse de bola, isso sim é uma forma legítima de prolongar o jogo
Luís bcn
O Marafona no final da taça foi assistido 3 vezes…o coitado estava tão lesionado que nos penalties parecia o super-homem. O Assis contra o Porto também foi assistido 3 vezes…por cãibras. Se não aguenta saí do jogo, mais nada. Não há cura para isso.
A verdade é que em Portugal é demais. Falam noutros países mas é aqui que se nota mais.
Se os grandes também fazem? Sim…menos mas fazem. Agora é só dar 16 minutos de compensação…seja para quem for.
joao
Esta questão do anti-jogo não tem nada a ver com grandes e pequenos. O futebol é para ser jogado, não é para não ser jogado. Seja a nossa equipa a fazê-lo, seja a outra. Para quem não estiver interessado em ver futebol, podemos enviar para casa uma cartinha com o resultado. Prometemos ser sempre uma victoria. É só deixarem a morada.
Pedro 102016
Parte do problema se deve ao tempo corrido nos jogos de futebol. Com isso criou-se uma estratégia de anti-jogo em que se busca a todo momento fingir lesões ou o guarda-redes demorar a colocar bola em jogo para deixar o tempo correr. Na minha opinião para solucionar esse problema é só cronometrar o tempo de jogo e pará-lo quando ocorre faltas, com o tempo naturalmente os jogadores irão parar de desperdiçar tempo.
Leminski
Um jogador é assitido pela equipa médica? Fantástico. Depois tem de ficar 2 minutos de fora.
Era tão simples.
Filipe A
Não será a solução um jogador que leva uma falta e que o verdadeiramente aleija tem que ficar de fora?
PedroL
Então quando os jogadores simulam lesão de uma falta, o outro tem de ficar de fora? Isso era ridiculo
Rui Gomes
Também é anti-jogo a diferenciaçao de tratamento entre os 3 do costume e o resto dos clubes em Portugal.
HeberPrincipe
Creio que o Fonte tem folego para mais dois anos de grande futebol em Inglaterra, e depois encaixava que nem uma luva no futebol italiano, estando ainda em condições físicas. Muito certinho e muito poderoso no jogo aéreo, neste momento talvez seja melhor que o Pepe embora no geral lhe falte aquela energia e garra do careca.
Tiago Silva
Creio que o Fonte ficaria muito bem no West Ham que é um clube que quer crescer e que tem ambições para isso. Ganhavam um líder e um grande central, cumpridor e que tem experiência na Premier League.
ilcalcioedichiloama
O exemplo de que perseverança, trabalho e dedicação dão frutos. Tudo de bom para o Zé Fonte e que de preferência consiga um contracto com um clube de maiores aspirações!