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Sp. Braga elimina Leixões apenas no prolongamento; FC Porto gastou 18 milhões de euros em empresários, pagou quase 9 milhões em prémios e desembolsou 38.8 milhões em ordenados (só) na última época

Sp. Braga 3-0 Leixões (Hugo Viana 98´, Ruben Micael 103´ e Éder 115´)

A tarefa do Sp. Braga não foi fácil, na recepção ao Leixões. A equipa da II Liga complicou ao máximo a passagem dos minhotos à próxima fase da Taça de Portugal, que só foi assegurada após prolongamento. O Sp. Braga mostrou pouca atitude (especialmente nos primeiros 45 minutos) e apenas por uma vez incomodou Rui Sacramento nesta fase. Os minhotos entraram novamente “a passo” no segundo tempo, mas com o passar do tempo foram empurrando o Leixões para trás. Éder, lançado por Peseiro na segunda parte, rematou com perigo por três ocasiões (já nos últimos 15 minutos) e Alan também colocou Rui Sacramento à prova (o guarda-redes do Leixões fez três excelentes intervenções). No prolongamento houve mais Sp. Braga, que por três ocasiões introduziu a bola na baliza do Leixões. Rui Sacramento, depois de ter defendido tudo nos 90 minutos, foi infeliz na abordagem ao livre de Hugo Viana e deu um “frango”. O golo abateu com a atitude dos matosinhenses, que cometeram mais erros na defensiva. Ruben Micael aproveitou uma assistência de Hugo Viana para fazer o 2-0, e Éder fechou o marcador num contra-ataque. Uma vitória justa (resultado pesado para o Leixões), mas uma exibição fraca dos minhotos, talvez já com o pensamento em Old Trafford. Principais destaques?
FC Porto – Analisando o Relatório e Contas do
FC Porto, pode-se observar que os dragões pagaram 18 milhões de euros a
empresários, sendo que 11.09 milhões referem-se a comissões de
contratações ou renovação de contratos e 6.84 milhões relativos a
comissões sobre vendas de jogadores. Só as comissões de Danilo (4.83
milhões de euros), Defour (1.85 milhões), Mangala (1.02 milhões), Alex
Sandro (700 mil), Kléber (665 mil) e Janko (271 mil) custaram aos
dragões 9.3 milhões de euros. O FC Porto também aumentou o nível salarial do
plantel. Em 2011 pagava 35,9 milhões a jogadores, técnicos e médicos, e na
última época pagou 38,8 milhões. O título nacional garantido pelo F.C.
Porto na última época rendeu, como sempre acontece, um prémio individual
a cada elemento do plantel (entre jogadores, equipa médica e técnica).
Ora de acordo com o relatório e contas, o FC Porto irá pagar 8,78
milhões de euros no total. Outros
dados interessantes devem-se ao facto dos dragões terem pago 6.8
milhões de euros na renovação de Falcao
, vendido pouco tempo depois ao
Atl. Madrid, e terem pago a última parcela de Cristian Rodriguez por
2.52 milhões de euros
, quando já sabiam que o uruguaio ia sair a
custo-zero. No último ano, o FC Porto vendeu ainda 37.5% do passe de
Moutinho por 4.12 milhões de euros, tendo comprado posteriormente 22.5%
(neste negócio os dragões perderam 1.52 milhões de euros). 25% do passe
de Fucile também foi vendido por 500 mil euros a um fundo de
investimento, tendo sido readquirido 20% por 1 milhão de euros. O FC
Porto recebeu ainda 1 milhão de euros pelos restantes 35% do passe de
Vieirinha.

No
exercício da temporada passada, o FC Porto gastou um total de 56.7
milhões de euros em jogadores, sendo que Danilo foi o mais caro ao
custar 17.8 milhões de euros (comissões incluído). Seguem-se Alex Sandro
(10,3 milhões), Defour (7,8 milhões por 90%), Mangala (7,5 milhões por
90%) e Kléber (4,2 milhões por 70%).
Percentagem do passe de jogadores:
Danilo – 100%
Alex Sandro – 100%
Otamendi – 100%
Maicon – 100%
Rolando – 85%
João Moutinho – 85%
Fernando – 80%
Kelvin – 75%
Kléber – 70%
Souza – 70%
Defour – 56,7%
Mangala – 56,7%
James Rodriguez – 55%
Iturbe – 45%
Que balanço faz do maior orçamento da história do futebol português? O que o FC Porto paga em comissões, é aceitável? O que investe em salários, é normal? Ou são dados preocupantes para a realidade actual? 

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