Nunca uma equipa portuguesa havia ficado no top-2 de uma fase de grupos, o que mostra uma força do andebol leonino e nacional impensável até há poucos anos. Parte do sucesso deve-se ao facto do Sporting ter sido demolidor em casa (pleno de vitórias), arrasando candidatos ao título como Veszprem, PSG e Fuchse. A prestação fora do João Rocha não foi tão forte (o empate na Macedónia complicou as contas) e a equipa tem mostrado, até pela juventude, dificuldade em fechar jogos decididos no detalhe, o que a este nível costuma ser fatal, ainda mais frente a equipas experientes. A classificação, no entanto, permite aliviar calendário, ainda mais sem Kiko e aproximando-se a segunda fase do campeonato, sendo que numa eliminatória a duas mãos, com factor João Rocha, é possível (e o Sporting partirá como favorito, seja o adversário Nantes ou este Wisla) continuar a fazer História. Mas convém lembrar que eliminatórias são diferentes de provas de regularidade (alguns cabazes no JR não teriam acontecido em provas a eliminar, pois a diferença de golos importa), e já o ano passado a fase de grupos da EHF foi de excelência, mas não teve continuação.
O Sporting assegurou apuramento direto para os quartos de final da Liga dos Campeões, ao empatar na Polónia com o Wisla Plock 29-29. Os leões estiveram em desvantagem durante muito tempo mas conseguiram recuperar e empataram já nos últimos segundos por Thorkelsson.
HISTÓRICO ⭐️
Nos últimos segundos, Orri marcou o golo que nos deu o acesso aos ???????-??-????? da @ehfcl pela primeira vez na história do #AndebolSCP ? pic.twitter.com/tEdhSsT0Tm
— Sporting CP (@SportingCP) March 6, 2025


2 Comentários
lipe
O ABC dos anos 90 não fez igual ou melhor?
DNowitzki
É um feito notável, ainda por cima sem Kiko.
*
Porém, como assinala o Lipe, há 30 anos, o ABC foi à final da Liga dos Campeões. O seu a seu dono.