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Sporting perde em Setúbal na estreia de Vercauteren; Leões fizeram uma boa 1ª parte, mas na 2ª voltaram a acusar o mau momento

Vit. Setúbal 2-1 Sporting (Pedro Santos 27′ e Meyong 67′; Jeffrén 42′)

O pior Sporting da história. Apenas duas vitórias em 14 jogos, apenas 6 golos, apenas 1 ponto da linha de água.  
Esta noite, na estreia de Vercauteren os leões fizeram uma 1ª parte de bom nível mas na 2ª apresentaram pouco, caíram no engodo do Vitória (uma das 3 equipas mais limitadas da I Liga, e que tenta sempre levar os encontros para uma batalha física), e saíram de Setúbal com nova derrota.  No 1º tempo, o clube leonino fez por chegar cedo ao golo, desperdiçou boas oportunidades (Insua, Labyad e Schaars em situações privilegiadas falharam a baliza), mas foi o Setúbal, na única vez que chegou à baliza de Patrício, a fazer o 1-0 (rápida transição ofensiva, e Pedro Santos num remate aos trambolhões com as pernas de Rojo pelo meio, bateu Patrício). O Sporting respondeu por Jeffren, 1º o espanhol (que estava a ser o elemento mais activo dos leões) rematou ao poste, depois isolado por Schaars fez o empate. Na 2ª parte, Insua testou Kieszek com um forte remate, Pedro Santos respondeu com um remate perigoso, Schaars na melhor jogada do Sporting atirou ao lado, e o encontro entrou numa toada física com muitas faltas e pouco futebol. Isso acabou por ser determinante, os leões perderam intensidade, nunca mais criaram perigo e Meyong isolado acabaria por fazer o 2-1 (o Sporting nunca conseguiu responder ao golo e nos últimos 30m, à excepção de um mau remate de Wolfswinkel nada fez). Em suma, um resultado que premeia a eficácia do Setúbal (3 bons movimentos ofensivos: 2 golos), e que penaliza em demasia a boa 1ª parte dos leões (o Sporting merecia chegar ao intervalo em vantagem). Nota para as exibições de Pedro Santos (um golo, um bom remate e algumas iniciativas ofensivas de qualidade), Ney (encheu o campo com a sua capacidade física e ainda assistiu para o 1-0), Meyong (um golo e um bom trabalho na frente), Cédric (voltou a demonstrar que é demasiado banal para jogar num grande, algo que o VM defende desde o inicio de época. Falhou no 2-1 e praticamente em todos os capítulos do jogo: defensivos e ofensivos), Rojo-Xandão (muitas dificuldades a defender e na saída de bola), Rinaudo (pouca intensidade e o pior elemento do meio campo leonino), Schaars (assistência para o 1-0, deixou igualmente Labyad isolado, mas falhou 2 remates em boa situação, voltou a ser inofensivo nas bolas paradas…estranho como bate todos os cantos, e deu pouca dinâmica ao meio campo), Labyad (não aproveitou a titularidade), Jeffren (excelente 1ª parte, marcou um golo, desequilibrou várias vezes e realizou os melhores 45m nesta época, no 2º tempo desapareceu e o Sporting também), e Insúa (envolveu-se com melhor critério nas acções ofensivas, testou Kieszek várias vezes, mas nunca conseguiu levar a melhor). E para a estreia de Vercauteren no comando técnico do Sporting. Os leões apresentaram outras movimentações, mas não foi notório ainda o dedo do belga no futebol leonino. Destaques?

PS – Mais do que o VM estar sempre a bater na mesma tecla, deixamos as declarações de Franky Vercauteren no final da partida frente ao SetúbalTivemos muito coração em alguns momentos mas vi muita determinação nos jogadores do Sporting. Na primeira parte fizemos coisas boas. Alguns jogadores demonstraram qualidade e outros não tanto. Mas não vou revelar nomes. Não seria justo, nunca revelo”, lamentou o técnico belga. O “pequeno príncipe  está há uma semana em Alvalade e já detectou o principal problema dos leões: a falta de qualidade de grande parte dos jogadores.

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