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Sporting revela que pagou 11 ME por Marco Cruz e que vendeu Rodrigo Fernandes ao FC Porto pelo mesmo valor

Quem vai ficar a ganhar a nível desportivo?

O Sporting detalhou todos os negócios que fez no último Defeso, com destaque para a troca entre Marco Cruz e Rodrigo Fernandes, com os leões a revelarem que pagaram 11 ME pelo esquerdino e que receberam o mesmo valor pelo médio. O campeão nacional confirmou ainda que pagou 6,5 ME por Ugarte e 5,5 milhões por Esgaio. Já o empréstimo de Nuno Mendes ao PSG permitiu um encaixe de 7 ME. No Relatório é possível confirmar que o Sporting fica com uma opção de compra por 50% do passe de Vinagre, que será obrigatória caso sejam cumpridos alguns objectivos.

49 Comentários

  • BrunoAlves16
    Posted Outubro 26, 2021 at 3:00 pm

    Até pode ser legal mas não gosto disto no meu clube, ainda para mais relacionado com o Porto

  • Francisco Ramos
    Posted Outubro 26, 2021 at 1:29 pm

    Quando foi entre Porto e Vitório, caiu uma Cruz, agora que foi com o Sporting gostamos da transparência do clube.

    Relativamente aos valores, claramente inflaccionados, e para aqueles que dizem que o Porto equilibrou as contas com a marosca (e não é mentira), relembro umas palavras de um director do Sporting: “Esta transferência permitiu não vender Matheus, Palhinha ou Pote”.

    Como sempre, há 2 pesos e 2 medidas quando se fala do Porto (também por culpa dos nosso dirigentes, principalmente aquele papagaio).

  • jmSCE
    Posted Outubro 26, 2021 at 12:20 pm

    Obvio que a questao dos 11M e uma operacao puramente contabilistica, o que nao sendo ilegal é discutivel do ponto de vista ético.
    Por outro lado querer e incentivar a formacao e depois contabilisticamente valerem zero deixa os clubes no limiar da falencia tecnica (razao pela qual me parece que fazem estes movimentos).
    Resolvendo a questao da valorizacao dos activos da formacao resolve-se este assunto na minha opiniao.

  • Joao Soares
    Posted Outubro 26, 2021 at 12:24 am

    Boas malta.

    Vou só dar aqui 50 cêntimos, porque acho isto muito interessante:

    i) Isto é claramente uma operação contabilística destinada a melhorar as receitas e lucros dos clubes neste exercício. Mas desportivamente até pode haver aqui qualquer coisa… só o tempo dirá

    ii) Isto não são só rosas. O facto de aumentarem a receita em 11 milhões este ano, também vai fazer com que nos próximos anos a amortização deste valor (11M a dividir pelo número de anos de contrato – se não estou em erro, aceito correções) seja muito maior ao que deveria ser. Ou seja, os custos nos próximos anos serão maiores.

    Comentário: Eu não aconselho nenhum clube a ficar viciado neste estratagema. É que conforme aumentam os custos fica apetecível fazer mais um negócio destes para compensar, e é uma bola de neve. Acho a estratégia inteligente se for para resolver o problema de um ano, se for para andar a repetir, acho que se vão dar mal. A direcção do Varandas pela primeira vez põe o pé na area cinzenta, esperemos que não seja um sinal de mais coisas destas para vir. Mas é mais fácil o mundo do futebol mudar a reputação de uma pessoas do que uma pessoa mudar a reputação do mundo do futebol…

    Abraço

    • Pyros
      Posted Outubro 26, 2021 at 10:16 am

      Creio que o FCP está a fazer isto – aliás e forma mais despudorada com o Vitória – para sair da alçada procedimental do fair play da UEFA. Um negócio tem duas partes, e o facto é que se FCP colocasse como condição a valorização dos jogadores em 11ME, não se pode dizer que o SCP ficasse prejudicado – provavelmente também lhe dá jeito.

      E já há uns significativos anos o SLB vendeu alguns jogadores que deveriam estar neste ponto por 15ME cada.

      Embora acredite que os valores estejam bastente empolados, também existirão outros que estão significativamente subavaliados.

      • JR41
        Posted Outubro 26, 2021 at 12:13 pm

        o benfica vendeu jogadores “neste ponto” por 15M cada? o ivan cavaleiro já tinha jogado na champions, bernardo andava a distribuir chocolate na 2ª liga aos 18 e ainda foi emprestado antes de sair em definitivo, já valia 3.5M no transfermarkt.

        estes jogadores que o porto, vitória e sporting andam a transaccionar, só este rodrigo fernandes é que vale 800 mil, ainda segundo o transfermarkt e os outros nem valor têm nem jogaram em 2ª liga, não nada, portanto comparar estes negócios, é giro para tentar dizer ‘olha que vocês também fizeram’ mas na realidade não tem absolutamente nada a ver.

        boa tentativa no entanto

        • Pyros
          Posted Outubro 27, 2021 at 2:00 pm

          a): o SLB vendeu, não “trocou”. Logo, não se pode propriamente por em causa o valor – ou não se poderia por se não fosse o carrossel Mendilhões. Por outras palavras, gerou dinheiro líquido, o que não é o caso deste negócio

          b) O “neste ponto” refere-se ao ciclo de vida do jogador, não necessariamente que os jogadores fossem igualmente bons.

          c): 15ME na altura, tendo em conta o aumento de valor dos jogadores desde então, seriam uns 20/25ME atuais.

          A questão principal é identificar o “fair value” dos contratos dos jogadores, e não só os que são transaccionados (em trocas ou vendas).

      • Joao Soares
        Posted Outubro 26, 2021 at 10:53 am

        Concordo. Num plantel que tenha muitos jogadores da formação, pode ser uma forma de compensar a subavaliacao, mas num plantel com muitos jogadores avaliados em 15/20 milhões não faz sentido, é mais lenha na fogueira.

        Agora isto é uma questão de fair play financeiro, e não é o maior problema dos clubes portugueses. O maior problema é liquidez, e isso é diferente dos lucros (vejo muitas vezes esta confusão – mas como podem ver por estes negócios, os lucros não significam que entrou dinheiro). Os clubes Portugueses por norma têm sempre pouco dinheiro em caixa (excepção ao SLB pós Félix) e esse é o maior constrangimento que vejo na gestão dos clubes. Dá lhes pouca flexibilidade estratégica (não vender estrelas). Na minha opinião, os clubes deveriam procurar ter em caixa o equivalente de 1 a 2 anos de despesas correntes (current ratio). Isto daria margem para ficar um ano sem vender. O SLB já esteve nesta posição mas não sei como está agora. Na altura achei que bem gerido podia ser o início de uma hegemonia difícil de quebrar.

    • Joe
      Posted Outubro 26, 2021 at 9:47 am

      Isso mesmo

  • Chomate
    Posted Outubro 25, 2021 at 10:06 pm

    Afinal, os negócios do Plata e do Joelson tbm estão neste relatório,mas não tem o valor das opções de compra que era bom saber.

    • Cambiasso
      Posted Outubro 26, 2021 at 11:12 am

      Segundo o Transfermarkt, ambos têm cláusula de 10M. No caso do Plata são 10M por 70% do passe. O Joelson pode ser chamado de volta.

  • Mantorras
    Posted Outubro 25, 2021 at 10:02 pm

    Dificil regular isto, mas deviam arranjar forma, porque ja nem se disfarça.

    • Pyros
      Posted Outubro 26, 2021 at 10:24 am

      O processo normal é em sede de revisão de contas, o ROC colocar reservas às mesmas, neste caso relativas à valorização de ativos. Sendo sociedades cotadas… not good.

      Isso lembra-em que aqui há (muitos) anos, houve uma empresa de media que para evitar ficar com capitais próprios negativos reavaliou a sua marca num valor absurdo. Não lhe serviu de nada – as empresas vão à falência quando o dinheiro acaba.

      • Mantorras
        Posted Outubro 26, 2021 at 11:03 am

        Pois. Por muito que depois as contas pareçam melhores, mais cedo ou mais tarde isto tem efeito boomerang.

  • Niall joaQuinn
    Posted Outubro 25, 2021 at 9:59 pm

    A transparência é de louvar. É uma pedrada neste charco em que se transformou o futebol português, em que tudo é obscuro.

    Já o negócio Rodrigo / Marco Cruz considero uma vergonha. É óbvio que os dois jogadores foram sobrevalorizados com o intuito de melhorar artificialmente as contas.

    Não gosto mesmo nada de ver isto no meu Sporting.

    • Outsider
      Posted Outubro 26, 2021 at 9:35 am

      Acho que muita gente não entende que estas operações não têm nada de obscuro, são 100% legais. Isto é apenas usar as regras do jogo para tirar o máximo proveito para o clube. Quanto muito, pode-se discutir o gap que as leis do FairPlay financeiro têm ou o benefício (ou não) que os clubes retiram desta manobra (penso que é mais uma solução para o imediato e, afinal de contas, como é que um saldo de 0€ ( 11ME – 11ME) é bom para as contas?)

      • Niall joaQuinn
        Posted Outubro 26, 2021 at 11:58 am

        Desculpa, mas estás a confundir duas coisas.

        Uma coisa é saber se esta prática é ou não legal (e aqui posso-te garabtir que sobrevalorizar artificialmente um ativo é ilegal).

        Outra coisa, totalmente diferente é perceber até que ponto esta sobrevalorização pode ou não ser controlada.

        De facto, é muito difícil aos auditores ou à CMVM virem dizer que o jogador vale x ou vale y (até porque isso pode ser depois desmentido pelo mercado – bastaria por exemplo o Sporting vender daqui a uns 2 ou 3 anos o Marco Cruz por €20M).

        Mas não é por ser difícil de controlar que esta prática passa a ser legal.

        Ou seja, ao contrário do que dizes, isto não é jogar com as regras. É jogar com o que pode e não pode ser controlado.

        Já nem vou pela questão ética, porque se fôssemos por aí não sobreviveriam quaisquer negócios no futebol

      • Mantorras
        Posted Outubro 26, 2021 at 11:06 am

        Sim, mas acho que a visao disto como algo “cinzento” vai por ai. Sobreavaliar (claramente!) jogadores para contornar um pouco as regras vai contra o espirito de algumas normas (como o fairplay financeiro), que visao, essencialmente, proteger os clubes de gestao danosa e equilibrar a competicao (se funcionam, como se ve, sao outros 500s, mas tentam suponho). Ora se vamos contra o espirito das regras, claro que mesmo sendo completamente legal, acaba por ser aproveitamento.

        Assim como muitas outras coisas atencao, podiamos vir aqui falar do Joao Mario a custo zero, tambem foi 100% legal… mas tambem contornou o espirito da clausula que la estava no contrato que assinaram de livre vontade (clausula essa que eu considero nao deveria ser legal, por exemplo, mas depois de ser…).

  • Pedro Yelton
    Posted Outubro 25, 2021 at 9:56 pm

    Pelo que se começa a perceber, o Sporting já está a afastar-se da obgrigatoriedade da compra do Vinagre, talvez por aí se perceba as titularidades do M. Reis e do N. Santos. Gostava era de saber o valor da cláusula de compra.

  • Antonio Clismo
    Posted Outubro 25, 2021 at 9:43 pm

    O Sporting continua e continuará com a corda na garganta.

    A única forma é formar jogadores para os vender depois e mesmo assim só daqui a uns 5 anos é que vão conseguir equilibrar minimamente as contas.

    As sementes lançadas agora (investimento na formação) só vão dar fruto daqui a 3 ou 4 anos portanto o que o Varandas está a fazer é de um altruísmo enorme, porque nem ele sabe se irá ganhar as eleições e colher estes frutos, mas mesmo assim faz o que tem que ser feito. Mesmo que venha outro e fique com os louros todos deste trabalho no futuro.

    • Niall joaQuinn
      Posted Outubro 26, 2021 at 1:32 pm

      Eu diria que as sementes deram frutos imediatos, com rendimento desportivo e/ou financeiro de vários jogadores da formação já lançados, com o Nuno Mendes à cabeça.

    • DNowitzki
      Posted Outubro 25, 2021 at 10:49 pm

      Nem uma crítica aos processos? Ai, se fosse o palhotas!

      Mais isenção e imparcialidade não ficava mal.

      O Varandas não está a ser altruísta na questão da formação. Está a trabalhar para o Sporting presente e futuro. Ou agora só faria o que lhe rendesse vantagens “pessoais”?

      • TOPPOGIGGIO
        Posted Outubro 26, 2021 at 10:54 am

        Não digas isso; o Clismo ter aparecido já é uma coisa boa pois normalmente, nesta questão das contas e resultados, só aparece se envolver SLB;
        também tem muita confiança no Jorge Mendes e portanto este negócio não têm ponta por onde se critique…

        • Antonio Clismo
          Posted Outubro 26, 2021 at 11:46 am

          Nada disso, amigos.

          Este negócio tresanda, e não passa de uma manobra contabilística por parte de uns ‘habilidosos’ de forma a contornar os muitos loopholes que existem no fair-play financeiro da UEFA.

          Basicamente, tugas a serem tugas.

          PS. Jorge Mendes tem dedo nesta operação em específico.

  • Hirok "The Truth"
    Posted Outubro 25, 2021 at 9:19 pm

    Estas aldrabices deviam ser proibidas, o BSad e o Tondela que façam uma troca de 10 jogadores por 100M e podem lutar por titulos, basta ir com isso e efetuar factoring junto da banca e têm os 100M, depois no ano seguinte o clube fica falido mas pronto..

    • Niall joaQuinn
      Posted Outubro 25, 2021 at 10:10 pm

      Mas como é que haveria um factoring numa troca!?

      Para haver factoring é preciso que o negócio envolva liquidez.

      Tens que ter uma fatura nas mãos e o Banco só te adianta o dinheiro depois de avaliar o negócio e se perceber que vai mesmo receber o €€€ no fim.

      Os Bancos ainda não aceitam receber jogadores ?

      Em todo o caso, como disse acima, acho isto uma vergonha e, conhecendo minimamente o futebol português, acredito que a moda vai pegar.

      Não dou um ano para começarem as trocas de jogadores da formação em barda.

  • Miguel Lopes
    Posted Outubro 25, 2021 at 9:16 pm

    Gosto muito desta transparência no meu clube.
    Ninguém pode dizer que não sabe como foram todos os negócios com jogadores, sejam eles bons ou maus.
    No entanto, isto é dar balas a alguns que andam sempre a tentar desestabilizar o clube.

  • Filipe Ferreira
    Posted Outubro 25, 2021 at 9:04 pm

    Não gosto destas jogadas no meu clube. Ao princípio pensava que era “apenas” 3M, mas com 11 a história é diferente. No entanto, gosto da transparência que passamos para fora.

  • RenatoFr
    Posted Outubro 25, 2021 at 8:44 pm

    Sou eu que estou a fazer confusão ou esta “venda” do Marco Cruz só entra no exercicio corrente deste ano, pelo que não explica os lucros do ultimo exercicio do Porto?
    Mesma coisa para o Sporting, isto não atenuou os prejuízos do SCP na ultima epoca.

    • Mantorras
      Posted Outubro 25, 2021 at 10:01 pm

      O que entrou no do Porto foi o que estava no relatorio, e chegou. Este fica para o ano suponho.

  • Atum10
    Posted Outubro 25, 2021 at 8:41 pm

    O clube dos bons rapazes também faz destes negócios. Estou surpreendido.

  • Mr. Mojo Risin'
    Posted Outubro 25, 2021 at 8:37 pm

    Tal como critiquei o negócio do Porto com o Vitória, aqui faço o mesmo. Ver isto no meu clube, ainda para mais com o Porto, faz-me bastante confusão.

  • PortistaDesdePequenino
    Posted Outubro 25, 2021 at 8:33 pm

    Negócio idêntico ao do Porto com o Vitória. Contabilidade artística e nada mais. Assim é fácil ter resultados positivos…. Rua com esta gente toda.

  • DNowitzki
    Posted Outubro 25, 2021 at 8:28 pm

    Ou seja, um golpe contabilístico? Pergunto, porque sou leigo.

    • Kafka
      Posted Outubro 25, 2021 at 9:03 pm

      Sim… O Barça da lenda Bartomeu fazia muito isto, especialmente com as datas, ou seja, vendia no último dia do fecho anual contabilístico pelo valor X e no 1o dia do novo ano contabilístico comprava pelo mesmo valor outrora jogador, e assim tinha sempre lucro

    • Tiago Peixoto
      Posted Outubro 25, 2021 at 8:56 pm

      Pelo que me explicaram aqui no blog, sim.
      O valor da “venda” entra inteiro nas contas já desta época, ao passo que o valor da “compra” é dividido pelos anos de contrato assinados pelo jogador. Neste caso do Sporting, os 11M da venda do Rodrigo Fernandes entram já nas contas, enquanto a contratação do Marco Cruz fica dividida em 3, entrando 3.66M este ano, 3.66M no próximo e 3.66M daqui a 2 anos. Isto assumindo que o Marco assinou por 3 anos, já que é menor de idade, penso que apenas podem assinar contratos de 3 anos no máximo.

      Atenção, foi o que explicaram há uns tempos no blog, pelo menos foi o que retive. Não garanto estar 100% certo.

      • Miguel Lopes
        Posted Outubro 25, 2021 at 9:11 pm

        Estás certo.

        • jlgoncal
          Posted Outubro 26, 2021 at 12:33 am

          Epah anda tudo muito confundido… não está nada certo.

          Tanto o valor da venda como o valor da compra entram por inteiro no relatório de contas desta época, portanto o valor da transacção a nível de fairplay financeiro e afins é zero.

          O que muda é o valor contabilístico do jogador que assim passa a ser valorizado em 11M€ e tendo 4 anos de contrato passa a apresentar uma valorização de 11M€ no ativo total desta época a ser descontado nas épocas seguintes.

          O ppl vem para aqui mandar bitaites e que é uma vergonha e não sei quê mas estão todos muito enganados e mal informados.

          Por exemplo, o Otávio que renovou passou a valer 15M€ a desvalorizar nos próximos 4 anos que acho que foi o contrato que assinou.

          Mas esse mesmo Otávio, que custou cerca de 10M€ ou coisa assim, valia neste momento a nível de ativo contabilístico, menos de 2M€… e esse é o problema que ninguém fala e que os clubes tem que driblar constantemente, pois um jogador é equiparado a um bem adquirido de desgaste, como se fosse um computador.

          Isto porque o estado quer ganhar mais valias aquando da venda dos jogadores, por isso acho bem que os contratos passem a ser negociados como foi o do Otávio que assim fazem as mais valias descerem a pique.

          Em relação à troca, foi mesmo para aumentar os ativos, pois as SA’s diminuiu o valor contabilístico dos seus ativos, imenso de um ano para o outro… a desvalorização contabilística dos atletas é que é uma medida que não se entende.

          • Sede de vencer
            Posted Outubro 26, 2021 at 9:59 am

            Jlgoncal,

            Perdi-me na sua explicação. No entanto, vou tentar simplificar sem usar muito jargão e sem me preocupar com technialities.

            Reconheço que não sei o quê que a malta entende por “o dinheiro entrou”.

            Quando uma empresa compra 1 activo por 100M (supondo vida útil ~ anos de contrato = 5) acontece isto: no balanço, o activo aumenta pelo valor da compra (100M). Este valor vai diminuindo anualmente (valor residual) em 20M (100/5).

            Na Demonstração de Resultados, existe um aumento dos gastos anuais em 100/5=20M.

            Na altura da venda,
            o activo sai do balanço (deixa de ser pertença da sociedade) e o lucro ou prejuízo da operação depende da confrontação entre o valor da venda e o valor residual.

            Ou seja: tal como disse, e bem, um user, esta medida de contabilidade criativa é de curto prazo.

            Creio ter acintecido algo do género entre o Barça e o Valência (com os keepers) e entre o Barça e a juventus (entre os médios).

    • Oldasity
      Posted Outubro 25, 2021 at 8:42 pm

      Provavelmente ajuda no fairplay financeiro.

      Tenho ideia que ao receber 10M dá uma margem para gastar 15M ou algo assim, mas posso estar enganado.

    • TOPPOGIGGIO
      Posted Outubro 25, 2021 at 8:36 pm

      Nada disso; um golpe de transparência, acho eu…porque também sou leigo :)

      • TOPPOGIGGIO
        Posted Outubro 25, 2021 at 8:41 pm

        E o valor só não é superior a 11M porque devido ao Fair Play Financeiro o FCP não podia pagar mais… Se se chamasse Marco Uva seria ao preço da Mijona…

  • Goncalo Silva
    Posted Outubro 25, 2021 at 8:16 pm

    Espero que um dia exista esta transparência no Benfica, com as transferências todas explicadinhas de forma clara e simples como se faz no Sporting.

  • deus_Ex_machina
    Posted Outubro 25, 2021 at 8:08 pm

    Assim se consegue explicar o lucro nas contas do FCP!

    O ugarte parece que foi um pouco caro para negócios entre clubes portugueses não? Foram 6.5M por 50% do passe. Na prática avaliaram o passe dele por 13M

    • JJoker
      Posted Outubro 25, 2021 at 8:52 pm

      Quanto custou Rafa ao Benfica?

    • disturbed17
      Posted Outubro 25, 2021 at 8:35 pm

      Se não estou em erro foi basicamente o mesmo negócio que o de Pedro Gonçalves, e neste momento já valorizou uns 200%.
      Continua-se a criar muitas especulações entre negócios nacionais, como se apenas os jogadores que vem de fora é que têm valor.

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