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Sporting soma a 3ª derrota consecutiva e fica em último no Ramón Carranza

Udinese 2-2 (10-9 nas g.p.) Sporting (Adbi 14´ e Floro Flores 35´; Rubio 48´ e 92´ g.p.)

A uma semana do 1º jogo oficial, o Sporting juntou a uma exibição triste mais uma derrota (embora injusta e apenas nas grandes penalidades) no seu último desafio nesta pré-época. É certo que na Liga Portuguesa os leões (à excepção de 2 ou 3 duelos) não irão defrontar adversários da valia do Valencia, Málaga e Udinese (os italianos apenas utilizaram 5 habituais titulares), contudo, e apesar da boa qualidade do plantel leonino parece claro que com uma defesa tão banal, um meio campo (pelo menos sem Matias e Izmailov) que faz mal o transporte e a posse de bola, e uma linha ofensiva pouco eficaz, a turma de Alvalade terá ainda algum trabalho (ou seja contratar alguns elementos) a fazer se quer chegar ao título.
No que diz respeito ao encontro, pouco motivos de interesse, com um Sporting (em 4-3-3) sempre mais presente mas a definir mal os lances ofensivos e a Udinese a aproveitar as falhas defensivas dos leões (Boeck e Carriço dividiram as culpas no 1º golo dos italianos, a falta de altura e André Santos foram os responsáveis no 2º). No 1º tempo Djaló foi o melhor elemento leonino, na 2ª parte Rubio bisou, Jéffren esteve interventivo, mas no geral a turma de Domingos apresentou poucas ideias. Nas grandes penalidades depois de uma longa maratona, Capel e André Martins permitiram a defesa de Handanovic (um dos 20 melhores guardiões do Mundo) e a Udinese sem pouco fazer acabou por alcançar o 3º lugar no prestigiante torneio espanhol.

Destaques

Sporting – A turma de Domingos apresenta plantel e soluções para vencer com alguma facilidade as 10 primeiras jornadas do campeonato, contudo, a verdade é que comparativamente com o que fez há um ano (na altura com Paulo Sérgio e com um elenco muito inferior) contra o Lyon, Tottenham e Man City a diferença (para pior) é abismal.

Diego Rubio – Bisou, voltou a demonstrar o seu oportunismo e frieza à frente da baliza, mas aos 18 anos (é um ano mais novo que Zezinho que foi emprestado ao Estoril e inclusive mais jovem que Ilori que vai cumprir o 2º ano de Júnior) não poderá transportar com ele toda a pressão de ser a referência ofensiva deste Sporting.

Djaló – Boa 1ª parte. Criou desequilíbrios, teve mesmo a melhor oportunidade de golo, mas a menos que corrija a sua enorme irregularidade (vai do 8 ao 80 e do 80 ao 8 com uma enorme frequência) nunca se irá afirmar no futebol português. 

Schaars/Turan – O holandês somou mais uma exibição discreta, e irá ter dificuldades em ganhar o seu espaço com Izmailov e Matias. Já o francês na sua estreia, os apenas 45´ foram insuficientes para perceber até que ponto no imediato será uma mais-valia neste Sporting. 

Jéffren – A grande contratação dos leões neste defeso. Não temos dúvidas que o espanhol será titular de caras neste Sporting, e os minutos contra o Málaga e a participação neste duelo frente à Udinese, para quem fez apenas um treino (a diferença nesta fase em relação a Capel na maneira como se adaptou e já se tenta afirmar é colossal) é obra. 

Carriço/Postiga – Parece claro a todos (o VM já o afirma há 2 anos) que o capitão dos leões é neste momento o pior central do Sporting. Muito lento, fraco no jogo aéreo, e sem voz de comando, com ele em campo o clube leonino tem menos possibilidades de vencer. Já o avançado esteve mais uma vez quase sempre fora de jogo (nos 2 sentidos).

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