Frederico Varandas explicou a ausência de mensagem de condolências após morte de Pinto da Costa. “Fiquei surpreendido pelo barulho do assunto. Se há pessoa que ultrapassa as questões pessoais sou eu. Falo com tantas pessoas que quando deixar de ser presidente do Sporting não vão voltar a ouvir a minha voz. Foi uma decisão institucional, que nada teve a ver com o presidente. Se a instituição Sporting não se revê em quem prejudicou o clube, a indústria do futebol e os nossos valores, seria uma hipocrisia mudar por essa pessoa ter morrido. Há pessoas com a coluna vertebral flexível mas eu não a tenho e vou estar sempre do lado dos meus valores e princípios. Sei que no final do dia terei muitas pessoas que não gostam de mim, mas faz parte. Enquanto estiver aqui vou fazer o que ditam os meus princípios”.


7 Comentários
Fica a nota
Tudo dito, a começar pelo “fiquei surpreendido pelo barulho do assunto”.
Criou-se uma novela em volta de nada.
Os que se queixam, em vez de estarem preocupados em prestar uma homenagem à referência que tanto defendem, estão preocupados em ver quem envia ou não mensagem…nem devia ser assunto.
VaideMota
Falou bem e ainda assim falou demais.
Neville Longbottom
Na minha opinião devia ter respondido: “não comento”, mas pronto menos mal. É isso que pensa muita gente e muitos dos associados do clube.
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Continuo parvo como é que isto é tema.
Gil-Galad
Eu diria que a esmagadora maioria dos adeptos não quer saber deste assunto
Pipinho
Este homem a falar tem o carisma de uma batata, mas se há tema em que tenho de lhe tirar o chapéu e gostaria de ver replicado no meu clube, Benfica, é tudo o que ele disse do Pinto da Costa desde que assumiu o Sporting, nunca teve papas na língua para chamar os “bois” pelos nomes.
Mantorras
A resposta e o motivo sao obvios, e uma conversa que so importa a quem se quer vitimizar e fazer de conta que quem se sente e que nao e filho de boa gente.
DNowitzki
O absurdo de tudo foi a Assembleia da República ter aprovado um voto de pesar com uma mera abstenção, proposta por esse grande mouro chamado Aguiar Branco.
Somos governados por gente que “banca” a trafulhice, a aldrabice, a violência, o ódio, a corrupção.