Lucas Veríssimo (Benfica) e Lucas Fernandes (Portimonense) passaram o Natal com os sportinguistas Tabata e Matheus Reis, o que motivou muitos comentários nas redes sociais, mas Rúben Amorim desvalorizou.
Não acho que o problema tenha sido de passar com jogadores de clubes rivais. Isso seria só ridiculo. O problema foi o não evitarem contactos com outros nucleos familiares em tempo de pandemia, algo que foi expressamente pedido. Ainda percebo que familias de jogadores do mesmo clube passem juntas, mas de 3 clubes (meios sociais) diferentes, é um risco desnecessário, ainda por cima quando há casos de Covid em pelo menos dois desses clubes.
Pyros
Posted
Dezembro 29, 2021 at
11:10 am
Verdade, mas as “redes pessoais” não estão necessariamente alinhadas com os clubes – como é o caso – nem se trata de um ajuntamento muito grande – 8 pessoas. Na linha do que o RA referiu, aposto que boa parte, se não mesmo a maioria – dos jogadores passou o Natal com um maior número de pessoas, nem que seja da própria família.
Quanto a serem de clubes onde há COVID, bom, ele está em todo o lado. Os contágios que se conhecem até nem têm sido muito entre colegas (BSAD excluída) mas mais com família e filhos. Aposto que um jogador de outro clube tem melhor controlo do COVID que um familiar.
Pormenor Tatico
Posted
Dezembro 28, 2021 at
10:09 pm
Eu aqui já não acho normal estes encontros, numa fase de covid, os jogadores deviam ser mais inteligentes e refugiarem-se mais nas suas casas, evitarem todos estes contactos, tal como viagens.
Têm tempo para conviver.
Kafka
Posted
Dezembro 28, 2021 at
9:19 pm
Muito bem o Rúben…. Só os doentes mentais é que podem criticar isto
Estigarribia
Posted
Dezembro 28, 2021 at
7:32 pm
Vou ser sincero: eu também não vi problemas em o Matheus Reus, o Tabata, o Lucas Veríssimo e o Fernandes terem passado o Natal juntos com as suas famílias. Rivasi, sim, mas dentro do campo; fora dele podem, e devem, dar-se bem como amigos.
6 Comentários
Aurinegro
Não acho que o problema tenha sido de passar com jogadores de clubes rivais. Isso seria só ridiculo. O problema foi o não evitarem contactos com outros nucleos familiares em tempo de pandemia, algo que foi expressamente pedido. Ainda percebo que familias de jogadores do mesmo clube passem juntas, mas de 3 clubes (meios sociais) diferentes, é um risco desnecessário, ainda por cima quando há casos de Covid em pelo menos dois desses clubes.
Pyros
Verdade, mas as “redes pessoais” não estão necessariamente alinhadas com os clubes – como é o caso – nem se trata de um ajuntamento muito grande – 8 pessoas. Na linha do que o RA referiu, aposto que boa parte, se não mesmo a maioria – dos jogadores passou o Natal com um maior número de pessoas, nem que seja da própria família.
Quanto a serem de clubes onde há COVID, bom, ele está em todo o lado. Os contágios que se conhecem até nem têm sido muito entre colegas (BSAD excluída) mas mais com família e filhos. Aposto que um jogador de outro clube tem melhor controlo do COVID que um familiar.
Pormenor Tatico
Eu aqui já não acho normal estes encontros, numa fase de covid, os jogadores deviam ser mais inteligentes e refugiarem-se mais nas suas casas, evitarem todos estes contactos, tal como viagens.
Têm tempo para conviver.
Kafka
Muito bem o Rúben…. Só os doentes mentais é que podem criticar isto
Estigarribia
Vou ser sincero: eu também não vi problemas em o Matheus Reus, o Tabata, o Lucas Veríssimo e o Fernandes terem passado o Natal juntos com as suas famílias. Rivasi, sim, mas dentro do campo; fora dele podem, e devem, dar-se bem como amigos.
Isto é a chamada “pseudo-polémica pífia”.
Saudações Leoninas
DNowitzki
As redes antissociais… que vão trabalhar!