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Vídeo: Federer deu espetáculo, mas Djokovic está imparável

Novak Djokovic está na final do Rolex Paris Masters, onde vai defrontar Karen Khachanov. O sérvio de 31 anos não teve um encontro nada fácil nas semifinais, tendo preciso de dois tie-breaks para levar de vencido Roger Federer, por 7-6(6), 5-7 e 7-6(3). O suíço, que vendeu cara a derrota, deu espetáculo em alguns pontos, como este no 1.º set.

VM
Author: VM

9 Comentários

  • T.Espindola
    Posted Novembro 4, 2018 at 3:06 am

    Sensacional! Mas a reação de Federer não deixa dúvidas de que o ponto foi sem querer.. quanto ao encontro, só uma coisa a dizer: Nole, no seu melhor, como já está, é praticamente imbatível.. até Nadal ou Federer ficam curtos para ele.. que monstro!

  • touny71
    Posted Novembro 4, 2018 at 2:13 am

    Genial, vivemos no pináculo desporto.
    Gay e Bolt.
    Federer, Djoko e Nadal.
    Messi e Ronaldo.
    LeBron, KD e Westbrook.

    Isto não é hype. É 100% espetáculo

    • PedroS
      Posted Novembro 4, 2018 at 5:56 pm

      Concordo em quase tudo. No que toca a NBA, o pináculo foi mesmo os anos 90 (Michael Jordan, Scottie Pippen, Hakeem Olajuwon, Karl Malone, John Stockton, Patrick Ewing, Mutombo, Charles Barkley, David Robinson, e poderia continuar que a lista é longa)

  • PedroS
    Posted Novembro 4, 2018 at 1:29 am

    Que pena pelo Federer. Não perdeu nenhum jogo de serviço neste encontro.
    A dupla falta no tie break do terceiro foi fatal.

  • Lopes da Silva
    Posted Novembro 4, 2018 at 12:09 am

    O melhor jogo do Roger contra Djokovic em algum tempo. Mas incrível a força mental so sérvio. Que recuperação ao longo do ano. Quando está em forma física, traz logo a sua melhor forma mental.
    Pena pelo Rei disto tudo! Se no ano passado sacou 3 masters de 1000, este ano não conseguiu nenhum, pois são a praia do Nadal (3 dos 9 em terra batida) ou do Djokovic (os outros 6 são em piso duro) e estes este ano estiveram imbatíveis. É pena e um bocado “injusto” para a carreira do Roger não haver masters de 1000 na relva. A ver se pelo menos dá para levar o Masters.
    Já estou ansioso é com o início da próxima época, pois o Roger tem começado melhor as épocas do que as acaba. E se ganhar o Australian e/ou o Wimbledon penso que poderá dormir sossegado porque dificilmente será alcançado (considerando que o Djokovic e Nadal deverão ter no máximo mais 3 anos de alto nível, se o Nadal ganhar os RG ficaria com mais 3 e se Djokovic ganhar os de piso duro ficaria com mais 6, ficando cada um nos 20… o “problema” é que estes “animais” podem até em dias maus ganhar qualquer grand slam).
    Venha o Masters!

    • T.Espindola
      Posted Novembro 4, 2018 at 3:07 am

      Achas sinceramente que Federer vence Austrália Open com o Djoko na atual forma? Pode vencer (se tratando do maior da história), mas claramente o favorito é outro..

      • Lopes da Silva
        Posted Novembro 4, 2018 at 11:11 am

        Claro que é difícil. E ainda há Nadal. Mas ontem ia conseguindo e o Roger não deixa de ser o Roger, mas nesta fase da época já acusa a quantidade de torneios que disputa (mesmo não jogando a terra batida). Considerando que o Australian é logo em Janeiro, é a melhor oportunidade de o Roger ganhar um GS (tal como se viu nos últimos dois anos: 2 Australian Opens, a dobradinha Indian Wells-Miami em 2017 e a final de Indian Wells 2018, que são os primeiros grandes torneios do ano), visto ainda estar fresco e poder lutar de igual para igual com Djokovic e Nadal que resistem às mais longas épocas (mais o sérvio).

        • T.Espindola
          Posted Novembro 4, 2018 at 12:16 pm

          Perfeito.. mas faço uma breve ressalva: justo nesses dois últimos anos de Austrália Open de Federer, Djoko estava praticamente fora de combate.. Digo isso pq é justamente no Austrália onde o sérvio se sente mais confortável e demonstra maior domínio dentre os GS…

    • Natan265
      Posted Novembro 4, 2018 at 2:22 am

      acho que tocaste num ponto interessante relativamente à temporada de relva. está ridiculamente mal construída. Pouco mais de um mês, na transição entre Terra batida e Piso rápido. Poucos torneios interessantes que sirvam de preparação para o Wimbledon. Depois é uma passagem drástica, de terra batida para relva. Faria muito mais sentido colocarem relva após o piso rápido, que está dividido em 2 (inicio e final do ano).

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