Rúben Amorim lamentou a inércia que o Sporting revelou no 1.º golo do Benfica, e destacou a postura dos encarnados que apostaram num bloco muito baixo.
E foi mesmo. Mas face ás ausências de Zou Feddal e Matheus Reis, o trio Gonçalo Inácio, Seba Coates e Luís Neto era o que podíamos apresentar.
Fica a dúvida como seria a abordagem do Gonçalo se jogasse no lado direito e Matheus Reis, por exemplo, no lado esquerdo.
Saudações Leoninas
TOPPOGIGGIO
Posted
Abril 18, 2022 at
4:28 pm
“É “.
Se Coates/Neto podiam ter feito melhor? Muito provavelmente. Contudo, a bola do Vertonghen é um excelente passe e não um chutão e é bem perceptível o Darwin a preparar-se para estar em jogo antes da cavalgada até as redes, por saber o que o belga ia fazer. Para a defesa do SCP é que foi surpresa e as equipas preparam-se para surpreender o adversário, portanto resultou… Muitas vezes é dito(e com razão) que os centrais do Benfica provavelmente teriam mais dificuldades se a defesa jogasse subida; em contraponto quem enfrenta Darwin e lhe deixa um meio campo inteiro para correr pode-se dar mal (até o Van Dijk) e foi o caso.
Antes do jogo o prórpio RA tinha dito que continuaria a marcar a zona e Darwin não teria atenção “especial” e isso pode ter ajudado a que nesse lance os centrais se tenham questionado “vais tu ou vou eu” e acabaram por ir os 2 já tarde (por se tratar do Darwin, pois se fosse um avançado menos veloz tinham-se safaddo).
No segundo golo foi ao contrário (e isso mostra o quanto Darwin tem vindo a melhorar no capítulo da definição, embora ainda tenha muito caminho a percorrer) pois cairam quase todos em cima dele e o Gil Dias – que fez a vez de Rafa nesse lance, acompanhando até ao fim -pôde finalizar à vontade.
Em suma, não há problema nenhum em reconhecê-lo: aceitamos a oferta de bom grado, para não fazer a desfeita ao benfeitor.
DNowitzki
Posted
Abril 18, 2022 at
11:14 pm
Não: o primeiro golo resultou de uma jogada em que o Benfica fez de Sporting de Amorim, ou seja, explorou o espaço e as costas dos centrais pesadões e lentos do clube de Alvalade.
3 Comentários
Estigarribia
E foi mesmo. Mas face ás ausências de Zou Feddal e Matheus Reis, o trio Gonçalo Inácio, Seba Coates e Luís Neto era o que podíamos apresentar.
Fica a dúvida como seria a abordagem do Gonçalo se jogasse no lado direito e Matheus Reis, por exemplo, no lado esquerdo.
Saudações Leoninas
TOPPOGIGGIO
“É “.
Se Coates/Neto podiam ter feito melhor? Muito provavelmente. Contudo, a bola do Vertonghen é um excelente passe e não um chutão e é bem perceptível o Darwin a preparar-se para estar em jogo antes da cavalgada até as redes, por saber o que o belga ia fazer. Para a defesa do SCP é que foi surpresa e as equipas preparam-se para surpreender o adversário, portanto resultou… Muitas vezes é dito(e com razão) que os centrais do Benfica provavelmente teriam mais dificuldades se a defesa jogasse subida; em contraponto quem enfrenta Darwin e lhe deixa um meio campo inteiro para correr pode-se dar mal (até o Van Dijk) e foi o caso.
Antes do jogo o prórpio RA tinha dito que continuaria a marcar a zona e Darwin não teria atenção “especial” e isso pode ter ajudado a que nesse lance os centrais se tenham questionado “vais tu ou vou eu” e acabaram por ir os 2 já tarde (por se tratar do Darwin, pois se fosse um avançado menos veloz tinham-se safaddo).
No segundo golo foi ao contrário (e isso mostra o quanto Darwin tem vindo a melhorar no capítulo da definição, embora ainda tenha muito caminho a percorrer) pois cairam quase todos em cima dele e o Gil Dias – que fez a vez de Rafa nesse lance, acompanhando até ao fim -pôde finalizar à vontade.
Em suma, não há problema nenhum em reconhecê-lo: aceitamos a oferta de bom grado, para não fazer a desfeita ao benfeitor.
DNowitzki
Não: o primeiro golo resultou de uma jogada em que o Benfica fez de Sporting de Amorim, ou seja, explorou o espaço e as costas dos centrais pesadões e lentos do clube de Alvalade.