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Wenger revela que a ideia é ter o sistema automático de deteção de fora de jogo no Mundial’2022

Tudo o que seja situações objetivas, como os fora de jogo ou linha de golo, a tecnologia não só é bem-vinda, como faz falta no futebol. 

Arséne Wenger, antigo treinador do Arsenal que agora é consultor da FIFA para o desenvolvimento global do futebol, revelou que está a ser feito um esforço para implementar um sistema automatizado para a deteção de foras de jogo já no Mundial’2022. «Penso que o detetor de fora de jogo automatizado vai estar pronto para 2022. Automatizado quer dizer que é enviado de imediato um sinal ao árbitro auxiliar que vai ter um relógio com uma luz vermelha que lhe diz se há ou não fora de jogo», explicou o francês, que diz que esta mudança também vai permitir ganhar tempo. «O que acontece nesta altura é que são criadas linhas sobre os jogadores para ver se estão fora de jogo. Em média, o tempo que temos de esperar é à volta dos setenta segundos, às vezes um minuto e vinte segundos, às vezes até um pouco mais se o caso for difícil de avaliar», acrescentou. O ex-Arsenal disse ainda que a tecnologia vai impedir a desilusão dos festejos em lances invalidados. «É importante porque já vimos muitas celebrações canceladas por situações marginais, é por isso que achamos que este pode vir a ser um passo muito importante. No sistema semi-automático, a informação vai para o VAR que depois avisa o assistente. Estou a fazer um esforço para termos os fora de jogo automáticos, com informação direta para o auxliar».

29 Comentários

  • O Fernandes
    Posted Abril 9, 2021 at 11:28 am

    A tecnologia e sempre muito importante, e neste caso reduzir os mencionados “festejos em falso” seria muito positivo, festejos esses que na minha opiniao vieram tirar muito da espontaneidade do futebol, tendo perdido bastanate graca, porque quando se festeja um golo ja fica sempre tudo na duvida. Agora, a minha questao prende-se sempre com uma tecnologia mais simples e que o futebol continua a ignorar: comunicacao entre os arbitros audivel para todos. Qual o motivo para nao existir isso no futebol? Transmite transparencia, ate pode reduzir erros e torna os momentos de espera muito mais interessantes, educando o espectador pelo caminho e evitando aquelas “duvidas de bastidores”. Na minha modesta opiniao, as organizacoes do futebol fomentam a duvida e depois atiram-nos estas tecnologias para os olhos. Um jogo de rugby entre Portugal e Espanha no campo de rugby do Jamor consegue ter esta tecnologia, e o futebol nao consegue? Faz-me bastante confusao porque nao consigo encontrar um ponto negativo nisto, so pontos positivos.

    O meu teclado e ingles/americano e nao possui acentos e cedilhas, peco desculpa.

    Abraco

  • SCP99
    Posted Abril 9, 2021 at 11:23 am

    Como diz o VM tudo o que é objectivo não pode estar sujeito a humanos a arrastar linhas por cima de frames. Do ponto de vista tecnológico posso afirmar que é 100% viável fazer chuteiras, bolas, camisolas e até outros equipamentos revestidos de chips para ser possível a detecção automática, o problema é a eventual durabilidade destes, não é sabido ao certo se aguentam um remate a 150km/h do Ibra por exemplo.
    Existem alternativas que não sendo tão precisas já algo melhores, nomeadamente a criação de um programa com recurso a AI e machine learning para a análise dos frames. Continua a haver uma margem de erro porque os frames têm um intervalo de centésimos de segundo e nesse intervalo pode haver uma movimentação de um jogador ou da bola, um exemplo: com uma câmara de 50Hz (ouvi que era a usada) e o tal remate do Ibra a 149km/h estamos a falar de 83cm entre 2 frames (nesse lance em específico foi golo mas se a bola tem ressaltado para alguém ou o frame batia certo com o momento do remate ou no frame a seguir a bola já estaria vários cm a seguir ao pé e seria impossível saber se haveria ou não fora de jogo, o mesmo se aplica a um jogador a correr com margens de erro mais pequenas mas ainda assim consideráveis.

    • Tiago Silva
      Posted Abril 9, 2021 at 4:23 pm

      Concordo, a AI e o machine learning têm que ser a próxima tecnologia a implementar de forma a que o sistema aprenda onde colocar as linhas e dessa forma ficar cada vez mais otimizado esse sistema.

  • Sombras
    Posted Abril 9, 2021 at 8:50 am

    Acho que se criou um mito com a questão das margens de erro que é algo que é facilmente desmontável: qual é a margem de erro de um auxiliar com a bandeirinha? Qual é a margem de erro de um Zeca qualquer numa roulote do VAR, a ir meter linhas no frame antes ou no frame depois do passe? Este sistema não terá uma margem bem mais reduzida? Não percebo como não se acha isto vantajoso seja de que forma for.
    Além do mais, desde sempre que os critérios da FIFA dizem que em caso de dúvida não se assinala a infracção e se priveligia o ataque, portanto esse é o critério a adoptar. Se a margem é 10 cm, e o jogador está fora de jogo por 9,7cm, não é fora de jogo, porque é impossível garantir que o é.
    Além de tudo isto, não ficaria surpreendido que quando esta tecnologia for universalmente adoptada, a margem de erro será muitíssimo reduzida, até porque haverá seguramente nos algorítomos alguma coisa de machine learning, o que fará com que o próprio sistema se vá desenvolvendo sozinho.

    O que não pode acontecer é a palhaçada que aconteceu no Sérvia x Portugal, onde por um lado temos o Mundial a falar em sistemas instantâneos e de vanguarda, e depois os jogos que classificam os países para os mesmos não terem VAR que é algo usado em 2as e 3as divisões por essa europa fora.

  • Leandro
    Posted Abril 9, 2021 at 3:48 am

    Talvez seja dispendioso numa fase inicial e não seria em todas as ligas, mas tudo é assim no inicio, por isso vou sugerir uma ideia.
    Da mesma forma que alguns jogadores/equipas tem aquele colete gps com o qual jogam (que até parece um soutien quando festejam tirando a camisola), montar um sistema em que todos os jogadores em campo têm um dispositivo, como esse, que esta ligado a um sistema informático que sabe o posicionamento dos jogadores em todo o momento e assim um computador faz estes cálculos sobre possíveis fora de jogo em milissegundos e deixavam de haver atrasos.
    Acho que os sistemas que já existem que medem quanto correu um jogador, o seu mapa de zonas que mais pisou no campo, etc, já faz isso basicamente, claro que era preciso um sistema mais preciso, ao centímetro e não ao metro, mas a evolução para lá caminha e certamente o 5G, se é que é preciso tanto, ajudaria muito na rapidez de processos. Provavelmente convinha ter o mesmo dispositivo na bola também para saber o momento em que o passe é feito. Isto tudo pode parecer mirabolante mas também não meteram um chip na bola há uns anos para saber se ela passou a linha de baliza? Um ponto importante seria o posicionamento do tal dispositivo, que creio que no centro de gravidade do jogador seja o mais correto, já que se estiver numa extremidade vão fazer tudo para colocar essa zona do corpo numa zona segura e iria alterar a forma de jogar, que, no fundo, é o que mais queremos preservar.

    • Tiago Silva
      Posted Abril 9, 2021 at 11:11 am

      Até gostei da ideia, mas o problema mesmo é a questão do momento do passe, é muito difícil medir isso. Eu pelo menos não estou a ver como isso poderia ser feito.

      • Leandro
        Posted Abril 9, 2021 at 2:47 pm

        Pelo tal ship/dispositivo dentro da bola que falei ela “sente” o momento em que o jogador lhe toca e começa um novo movimento.

        • Tiago Silva
          Posted Abril 9, 2021 at 4:21 pm

          Ah ok, a bola sente o movimento e deteta quando for feito o passe e depois o sistema vai a esse momento e verifica se há alguém em fora de jogo. Seria algo desse género? E depois há sempre aquelas questões de interferir no lance sem tocar na bola por exemplo, que por essa forma não se consegue ver.

          • Leandro
            Posted Abril 9, 2021 at 7:17 pm

            Essa parte que referes acho que não haveria outra solução do que um Var mesmo. Mas talvez passava a ser o único momento para ele destinado.

    • Luchocapitan
      Posted Abril 9, 2021 at 10:54 am

      Boas
      Também já pensei nessa solução e até me parecia a mais acertada, o problema é que o dispositivo provavelmente só iria transmitir a localização de onde está localizado o aparelho, ou seja, se estiver no peito irá transmitir essa localização. Agora imagina que um jogador está fora de jogo pela cabeça, mas o peito ainda o mete em jogo, margem de erro? Fora de jogo é fora de jogo…
      Não sou grande entendido em tecnologia, pelo que isto não passa da minha interpretação ;)

      • Leandro
        Posted Abril 9, 2021 at 2:50 pm

        A partir do momento que o que importa é o dispositivo não interessa a cabeça ou pés. Mas como disse o melhor seria no centro de gravidade (zona abdominal) para não haver truques como por exemplo no atletismo que eles as vezes mergulham no foto finish para meter o ombro primeiro que o outro. Se for no centro de gravidade é mais correcto.

  • Trumen
    Posted Abril 8, 2021 at 11:22 pm

    Peço desculpa mas há aqui muita gente que não percebe o conceito de tolerância e margem de erro. Sugiro alguma pesquisa de como são calculados intervalos de erro em medições experimentais, modelação, etc. Qualquer cálculo ou medição tem uma margem de erro associada ao método de medição/cálculo utilizado. Aqui não vai ser diferente, seja pelos pixeis seja pela largura da linha ou frames. Haverá sempre margem de erro. Isto simplesmente significa que o sistema dara fora de joga sempre que o jogador estiver adiantado + de 0 mm +- X mm. Em última análise até pode ser 0 mm -0 +X. Ou seja considera-se uma tolerância unilateral.

  • Pedro FN
    Posted Abril 8, 2021 at 10:43 pm

    Mas ainda ninguém percebeu que se houver uma tolerância de 10cm voltamos ao mesmo? Vão dizer que foi de 11 para prejudicar ou de 9 para ajudar, dependendo de quem joga e do objectivo do clube. Depois falamos das linhas?

    SS

    • Meu nome é Toni Sylva
      Posted Junho 25, 2021 at 4:20 am

      Nao, porque uma coisa é reclamar do valor ‘exacto’ e outra coisa é reclamar de um valor ao qual já foi dado um desconto. Uma coisa é queixares-te de que não estavas 1cm adiantado: podes ter razão. Outra coisa é queixares-te de que só estavas 9cm e não 10: podes ter razão no centímetro, mas não deixas de estar adiantado, que é o que interessa.
      Claro que com a nossa cultura vai sempre haver quem reclame.

    • El Bandido
      Posted Abril 8, 2021 at 11:31 pm

      Exatamente Pedro, com tolerância ou sem o problema mantém-se.

  • Bino Costa
    Posted Abril 8, 2021 at 8:48 pm

    Alguém pode explicar como funciona esta tecnologia? Não estou mesmo a perceber como funciona. Sensores no equipamento dos jogadores e na bola?

    • DefzWorzit
      Posted Abril 8, 2021 at 10:03 pm

      É feita através de visão computacional, usam redes neuronais artificiais (inteligencia artificial) com alto grau de confiança para interpretar uma imagem e neste caso perceber se o jogador está ou não em fora de jogo.

  • JJoker
    Posted Abril 8, 2021 at 8:09 pm

    Conheço alguns dos ensaios e neste momento não estou minimamente convencido (margens de erro de 15cm) e isso não me parece justo (considerando que na goal line technology a margem de erro são 1,5mm).
    Ou a regra se altera apenas para contar os pés dos jogadores, e mesmo assim as margens de erro só diminuem para 2cm, ou então conforme está não é minimamente aceitavel…

    • Meu nome é Toni Sylva
      Posted Junho 25, 2021 at 4:25 am

      A lei do fora de jogo existe unicamente para evitar que as equipas estacionem os seus jogadores atrás da defesa adversária, porque isso daria cabo do jogo. A partir do momento que cumpre esse objectivo, o resto são legalismos sem justificação. Não é o jogador estar até, digamos, meio metro adiantado, que lhe vai dar uma enorme vantagem, e a própria regra já é simplificada porque em vez de se medir o adiantamento em relação à baliza, mede-se em relação à linha de fundo (porque é mais simples), o que desvirtua as coisas que usando estamos junto às laterais.
      As regras não são um fim em si mesmo, são meios.

  • Goncalo Silva
    Posted Abril 8, 2021 at 5:34 pm

    Acho que será muito difícil implementar essa funcionalidade automática já para o Mundial. Não é impossível obviamente, mas seja como for será sempre aberto a discussão. Qual é o critério de colocar as linhas? Se já “à mão” é difícil e suscetível a erros (devido à “pixelização” da imagem como um user aqui no VM já referiu e muito bem), como é que o farão de forma automática? Como eu disse, não é impossível, mas este tipo de coisas envolve sempre erros normais que podem acontecer por vários motivos (um pé escondido, etc), por isso é necessário colocar um limite de erro para se considerar fora de jogo, algo por volta dos 15 cm no mínimo. Ou seja, se o sistema encontrar um fora de jogo por 10 cm, então considera como estando em jogo, beneficiando a equipa que está a atacar.
    Só assim é que isto pode funcionar como deve ser.

  • TOPPOGIGGIO
    Posted Abril 8, 2021 at 4:29 pm

    Faço do negrito do VM o meu comentário e deixando de ser a “interpretação do árbitro com base em linhas humnamente colocadas” elimina-se o burburinho à volta deste e ganha-se de facto muito tempo de jogo. No sistema actual por exemplo num jogo com 3 casos bicudos perde-se (ou para-se) uns 6/8 mn à vontade. O próximo passo será os lances de penalty mas isso é pedir muito :) Haverá sempre os que são contra por retirar, como argumentam alguns e de certa forma os compreendo, a espontaneidade. Mas entre espontaneidade e verdade venha daí a verdade.

  • Af2711
    Posted Abril 8, 2021 at 4:25 pm

    Seria interessante.

    Para quem pratica futebol, com a nova regra do fora de jogo que por vezes deixa o jogador prosseguir a jogada por mais de 10 segundos até que se marque a infracção, imagine como é frustrante ao nível anímico a sensação de marcar um golo e ser anulado instantes depois.

    Não sei se há um estudo avançado disso, até porque cada mente pensa e reage de uma maneira às nuances de um jogo, não há como mensurar em % o quanto isto afecta uma equipa, mas para mim, tudo que traga a verdade desportiva, tendo consolidação, é um avanço e deve pelo menos ter uma oportunidade.

    Provavelmente algumas ligas na próxima época utilizem este sistema, como ‘eventos-teste’.

  • Mantorras
    Posted Abril 8, 2021 at 4:04 pm

    Faz mesmo muito sentido o que diz o senhor Wenger.
    E bom saber que estao a trabalhar nesse sentido.

  • Xyeh
    Posted Abril 8, 2021 at 4:03 pm

    E sensores na baliza para validar bolas que entram também era bom, o Ronaldo agradecia :p

  • RomeuPaulo
    Posted Abril 8, 2021 at 3:42 pm

    Esta medida não é positiva para o futebol português, assim vão ficar sem saber o que falar :D

    Agora a sério, é uma medida positiva que permite acelerar o jogo (o VAR nesse aspecto foi péssimo), auxiliando o árbitro a tomar melhores decisões com maior celeridade e permitindo que se foque noutros aspectos do jogo, uma vez que não se tem de preocupar se a bola entra ou não na baliza ou se o jogador está fora de jogo porque as novas tecnologias dão-lhe a resposta.

    Com esta medida deixa também de fazer sentido utilizar o VAR nos foras de jogo, sendo que este pode ser adaptado para analisar qualquer falta em qualquer ponto do campo, mas independentemente do que decidirem fazer com o VAR, não se pode perder tanto tempo na utilização do mesmo.

  • Diogo Moura
    Posted Abril 8, 2021 at 3:41 pm

    O fora de jogo actualmente é das maiores bonecadas que tenho assistido. Anular-se golos com 2 ou 3cm é ridículo.
    Deveria de haver uma tolerância de erro de +/- 10cm.
    Muitas vezes os defesas são comidos de cebolada pelo avançado que faz a desmarcação no timing quase perfeito e depois vê o golo anulado porque calça o 44 e o defesa 40.
    Todas as máquinas admitem margens de erro – os radares de velocidade por exemplo
    . Menos no futebol, no futebol tudo tem de ser perfeitinho. Acho ridículo um árbitro anular um golo por 3cm de fora de jogo porque é super rigoroso e no lance a seguir deixa passar um amarelo claro porque é o seu critério.
    Relativamente à tecnologia é bem vinda pois tira pressão de cima do árbitros. Se tiver margem de erro e essa for válida, melhor ainda.

    • coach407
      Posted Abril 8, 2021 at 9:08 pm

      Discordo completamente. A regra é o avançado não poder estar mais próximo da linha de baliza adversário que o penúltimo defensor portanto 1 cm viola a regra, o que significa que tu queres mudar a regra.

      O que tu estás a propôr é que a regra seja alterada para o avançado poder estar mais próximo da linha defensiva adversária que o penúltimo defensor até 10 centímetros, mas isso não muda nada o teu problema. Quando estiver 11 centímetros adiantado então o golo vai ser anulado porque calça o 44 e o defesa 40 na mesma. E aí vais dizer que é uma palhaçada e devia ser 20 cm. E aos 21 cm…? Além de ser injusto porque se o avançado fez a desmarcação no timing “quase perfeito” passa a ser golo, mas quando os defesas estão realmente PERFEITOS no seu timing e posicionamento… é golo na mesma porque o avançado estava “quase” perfeito.

      A comparação com os radares de velocidade é infeliz porque as leis não têm margem de erro, a tecnologia é que tem margem de erro porque, estatisticamente, comprovou-se que a máquina não acerta sempre na velocidade por vários fatores. Seria ridículo haver pessoas a apanhar multas quando não estão a infringir nenhuma lei, apenas porque a tecnologia errou e disse que estava a 130 km/h quando na realidade estava a 120 km/h. Por isso é que se chama “margem de erro”. Calculou-se o limite máximo em que é possível que a máquina esteja errada e portanto desconta-se sempre essa margem. Se a máquina disser que estavas a 250 km/h só apanhas uma multa por estar a 230 km/h, por exemplo.

      Aqui é diferente por vários motivos. Primeiro não está estudada a margem de erro que possa existir (e iria variar imenso de lance para lance, campo para campo, ângulo para ângulo…) e depois nem sequer faz sentido aplicar essa margem porque, ao contrário da velocidade, aqui existem claramente duas partes igualmente interessadas na situação logo se existe uma probabilidade de 99% de estar fora de jogo então não podes simplesmente decidir que não está porque há uma margem de erro de 1%, isso seria incrivelmente injusto para os defesas que, em 99% desses lances, seriam prejudicados.

      • Meu nome é Toni Sylva
        Posted Junho 25, 2021 at 4:30 am

        As regras não são um fim em
        si mesmo, são um meio para um fim. A finalidade da regata de fora de jogo é bem conhecida e nunca teve a ver com controlar as coisas ao centímetro. É aliás uma regra simplista, porque a baliza não ocupa toda a linha de fundo, mas é o que se arranjou na altura. O jogo é para ser pragmático, não preciosista.

    • Mantorras
      Posted Abril 8, 2021 at 6:14 pm

      1. Concordo contigo. O fora de jogo devia ser “mecanico”, mas ate la, venha de la uma margem de erro para tronar a coisa mais digerivel. Bem sei que muita gente diz que “haveria foras de jogo de 1cm na mesma”, mas nao e bem assim. Porque se a margem forem 20cm, entao quando estiver 1cm fora de jogo, na realidade esta 21cm… e isso ja pode ser uma real vantagem, que 1cm nunca sera.

      2. Ainda bem que ha margem de erro nos radares, devia era ser maior.

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