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Caso Júnior Morais: UEFA já decidiu sobre o protesto de Portugal e Luxemburgo

As regras são para cumprir mas esta tentativa de ganhar o encontro na secretaria não dignificou Portugal.

O Comité de Ética e Disciplina da UEFA rejeitou os protestos de Portugal e Luxemburgo por causa da utilização de Júnior Moraes, avançado brasileiro naturalizado ucraniano, nos jogos da Ucrânia com as duas seleções para a fase de qualificação do Europeu de 2020. Em causa estava a possibilidade do avançado do Shakhtar não ter estado um mínimo de cinco anos ininterruptos a viver na Ucrânia, como impõem os regulamentos da FIFA. Recorde-se que Moraes jogou 14 minutos frente a Portugal (0-0) e foi titular diante do Luxemburgo (2-1).

22 Comentários

  • Amigos e bola
    Posted Maio 3, 2019 at 11:24 am

    Tentámos ganhar na secretaria o jogo miserável que fizemos contra a Ucrânia.

    Por muito bons jogadores que Portugal tenha, e tem, não me parece que com as limitações do Fernando Santos consigamos ir longe.
    Não fosse o Europeu2016 e todos falavam do fracasso rotundo dos últimos 3 anos do Fernando Santos na seleção.

  • Estigarribia
    Posted Maio 3, 2019 at 11:27 am

    É lidar.

  • ACT7
    Posted Maio 3, 2019 at 12:08 pm

    Portugueses a tentar ganhar a qualquer custo, que novidade.

  • jorgerusso
    Posted Maio 3, 2019 at 12:11 pm

    Não é bonito, mas acho que neste caso Portugal fez o que tinha que fazer. Estamos a falar de competições profissionais, se alguém cometeu uma irregularidade deve-se denunciar. Alias, nem devia ser preciso haver denuncia, a UEFA devia abrir automaticamente um processo.

    Estranha é a posição da UEFA.
    Tão rígida com questões como sendo a inscrição de jogadores 1 segundo depois da hora e noutros casos parece não manter o mesmo critério de rigor.

    Portugal teve um mau inicio mas acredito que pelo menos o segundo lugar será alcançado.

    • PedroAlmeidaSLB
      Posted Maio 3, 2019 at 1:08 pm

      Por uma diferença de 4 meses, em que o jogador nem nunca deixou de ter residência no país, ia penalizar-se e obrigá-lo a estar mais 3 anos à espera de se estrear pela Seleção? Epá, basta usar a cabeça…

      • DiogoC
        Posted Maio 3, 2019 at 2:53 pm

        Mas então mudem o regulamento. Ele podia jogar pelo Brasil. Ninguém o impediu de jogar pela selecção. A questão é para naturalizados a UEFa exigia 5 anos sem interrupção. São escolhas. Se queria muito jogar pela seleção ucraniana não ia para a China. Onde está o limite? 4, 5, 6,7 meses, um ano?

        • PedroAlmeidaSLB
          Posted Maio 3, 2019 at 3:03 pm

          Claro, e o jogador tem de saber dessa regra ridícula dos 5 anos imposta pela UEFA, FIFA ou o catano? Deram-lhe a cidadania antes, acabou! Jamais podia ser penalizado, e muito menos esperar mais 3 anos para completar 10 anos. Quais escolhas, qual quê…

          • DiogoC
            Posted Maio 3, 2019 at 4:02 pm

            Claro que tem. Estamos a falar de jogadores com agentes e advogados. Estruturas de federações altamente profissionais. Desde quando o desconhecimento da lei é argumento para não se a cumprir. Pelas regras da FIFA não basta ter cidadania. É necessário o cumprimento de mais requisitos. Podemos discutir se fazem sentido ou não. A partir do momento que existem teem de ser Cumpridos

            • PedroAlmeidaSLB
              Posted Maio 3, 2019 at 5:22 pm

              Foi por essa razão exata que a Fedração Ucraniana disse logo que tinha cumprido todos os pressupostos. Mas alguém no seu perfeito juízo vai negar o direito de jogar pelo país que o acolheu por uma diferença de 4 meses, quando a pessoa até já vive há 7 anos no país? Epá, se forem assim tão rígidos em tudo, vivem numa ditadura.

  • J Silver
    Posted Maio 3, 2019 at 12:13 pm

    A única papelada com que Portugal se devia preocupar são os documentos necessários para a demissão de Fernando Santos.

  • E o que temos
    Posted Maio 3, 2019 at 12:35 pm

    Portugal é tão forte que tem que tentar ganhar na secretaria à poderosa seleção da Ucrânia. Obrigado FS, estás a fazer um excelente trabalho

  • Francisco Torgal
    Posted Maio 3, 2019 at 12:48 pm

    Não estou familiarizado com o caso mas regras são regras.. não é bonito mas se não cumpre os requisitos para jogar pela seleção porque pode jogar? Assumindo que é verdade.
    Faz-me lembrar o erro do Real madrid a usar o Cheryshev (desculpem se está mal escrito) na taça. Violaram o regulamento e foram penalizados.

    • PedroAlmeidaSLB
      Posted Maio 3, 2019 at 1:07 pm

      Vou resumir rapidamente: Junior Moraes está há 7 anos na Ucrânia já, perfeitamente integrado, tem cidadania atribuída, etc. No entanto, ele aos 4 anos e 8 meses saiu para a China e ficou lá 4 meses. Ou seja, em sentido estrito, não esteve os 5 anos previstos nessa dita regra. Agora sendo lógicos, vai-se penalizar um jogador por uma diferença de 4 meses, quando o jogador nem nunca deixou de ter residência na Ucrânia? Desde o início que o desfecho só podia ser este.

      • Francisco Torgal
        Posted Maio 3, 2019 at 2:21 pm

        Realmente parece uma situação perdoável. É como fazer Erasmus 6 meses, não deixo de ser residente em Portugal. Em todo o caso são decisões difíceis de tomar. Obrigado pelo esclarecimento da situação!

  • PedroAlmeidaSLB
    Posted Maio 3, 2019 at 1:10 pm

    Jamais se iria obrigar o jogador a estar mais 3 anos à espera (está lá há 7) para se poder estrear pela seleção, só porque teria de voltar a contar 5 anos depois de estar 4 meses na China. Epá, o ser humano às vezes tem difíceis problemas de razoabilidade…

  • Kacal
    Posted Maio 3, 2019 at 3:11 pm

    As regras são para cumprir, mas há que ter bom senso e até as regras devem ter uma margem. Não é por 4 meses quando ele está há bem mais de 5 anos na Ucrânia que devem puni-lo e obriga-lo a ter mais 3 anos na Ucrânia. Portugal recorreu e está no seu direito, mas é uma enorme falta de bom senso e nós tinhamos obrigação de vencer em campo. Muito mau.

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