São talvez o país que saiu mais beneficiado com o alargamento do Mundial, já que agora competem apenas com as outras nações da Oceânia (o seu percurso foi: 3-0 vs Tahiti, 8-1 vs Vanuatu, 8-0 vs Samoa, 7-0 vs Fiji e 3-0 vs Nova Caledónia).
A Nova Zelândia juntou-se ao Japão nas seleções já qualificadas para o Mundial’2026 ao bater a Nova Caledónia por 3-0 na final do play-off de acesso à competição. Michael Boxall, Kosta Barbarouses e Elijah Just fizeram os golos, apurando apenas pela 3.ª vez os neozelandeses para um Mundial, depois de 1982 e 2010.


5 Comentários
Jose Nunes
Parabéns à Nova Zelândia! Com este alargamento, será uma presença assídua em todos os Mundiais. Quando falarem sobre o desgaste das viagens dos jogadores, lembrem-se do Chris Wood, que faz duas viagens de 24 horas, além da diferença horária, para representar a sua seleção.
P. Pereira
Claro mas o caso do Chris Wood mais do que regra é uma exceção uma vez que joga na Europa e representa uma seleção da Oceânia. No caso dele deve ser mais desgastante as viagens do que os jogos em si tendo em conta os adversários
Aboubakar93
Do 11 base da Nova Zelândia, todos jogam na Europa (o Singh até joga no Leiria). Já o banco é constituído por jogadores que jogam na região, na A-League (1ª liga Australiana) mas que conta com 2 clubes da Nova Zelândia, Auckland FC e os Wellington Phoenix.
Neville Longbottom
Algum motivo para mencionar o Wood e não outro qualquer? É que há N jogadores neozelandeses a jogar na Europa, em Inglaterra por exemplo.
Aboubakar93
E diga-se que a Nova Zelândia esteve particularmente perdulária no primeiro tempo, com várias grandes oportunidades a serem desperdiçadas e na 2º parte o resultado a aparecer de forma natural tal é a discrepância entre as duas seleções. A lesão da estrela da equipa (Chris Wood) também não ajudou. No jogo anterior contra as Ilhas Fiji, aí sim foi um amasso de todo o tamanho.