O treinador do Sporting abordou vários temas na antevisão à partida com o Boavista mas apesar de reconhecer que sabe quem prefere evitar no sorteio da Champions, optou por não nomear os clubes. Amorim destacou ainda que é dificil melhorar a sua equipa sem investir muitos milhões.


3 Comentários
Miguel Lopes
Para todos nós termos presente, Rúben Amorim a dizer que o projeto não começou nele, e sim na direção do Sporting.
Agora, que ele é o “ferro” que reforça os alicerces deste projeto. ninguém tem dúvidas.
Relativamente a reforços, nota-se que RA prefere manter os jogadores que trabalham com ele, ou que sejam da base, do que gastar muito dinheiro em jogadores contratados que sejam difíceis de rentabilizar.
Daí quando pede alguma contratação. dê a preferência por jogadores “nacionais” – diga-se a jogar em Portugal, em que ele conhece melhor o perfil, e que serão mais maleáveis aos métodos de trabalho dele e com menos problemas de adaptação.
FVRicardo
Gostava que os sorteios ditassem:
Napoli – Sevilla
Olympiakos – Leipzig
Lazio – Dortmund
Real Sociedad – Atalanta
Rangers – Porto
Braga – Barcelona
Dínamo – Sheriff
Bétis – Zenit
Bayern – Chelsea
M City – AT. Madrid
Liverpool – PSG
Ajax – Villareal
M United – Inter
Lille – Benfica
Real Madrid – Salzburg
Juventus – Sporting
Antonio Clismo
O Sporting não tem dinheiro. É preciso a continuar a encontrar mais jogadores como o Matheus Nunes que ainda há 2 anos estavam a jogar na Liga Revelação pelo Estoril e hoje estão na seleção nacional.
Leva tempo, muito trabalho mas acima de tudo, requer grande convicção.
E depois é preciso também ter em conta que nem todos os jogadores conseguem encaixar neste sistema de jogo. O próprio Amorim disse que ele (jogador) nunca teria tido sucesso neste sistema, apesar de ter sido jogador de nível seleção nacional.
É preciso encontrar os contextos específicos para a evolução máxima dos jogadores e depois ser paciente com o seu desenvolvimento gradual.