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Bayern quer suplente do Man Utd; Liverpool volta a perder o goleador; River Plate ganha vantagem na Libertadores; Todos contra Contador

A prioridade do campeão da Bundesliga para o Verão é conseguir alguém de Top que colmate as constantes ausências de Robben e Ribéry (curiosamente, Pep abdicou de Shaqiri, que apesar de ainda não ser um jogador ao nível do francês ou holandês podia ter sido importante nesta fase final de época). E o craque argentino é dos poucos no mercado que pode preencher essa lacuna no plantel dos bávaros. 

Sem a possibilidade de garantir Gareth Bale ou Eden Hazard, Pep Guardiola, de acordo com a imprensa alemã, já pediu à direcção do Bayern de Munique a contratação de Angél Di Maria, que nesta fase tem sido suplente no Man Utd. O treinador dos bávaros, farto dos problemas físicos de Robben e Ribéry, tem no argentino a sua prioridade para o Verão. E Van Gaal parece disponível para libertar o ex-Real Madrid. O técnico dos Red Devils afirmou recentemente que se alguém pagar o que o clube inglês pretende, não vai bloquear a saída do extremo que também tem sido fortemente apontado ao PSG.

Os Reds podem ser obrigados a contratar 4 avançados no próximo Defeso (Sturridge, Lambert, Balotelli e Borini no total só apontaram 8 golos na Premier League) – Mais um revés para o Liverpool. Daniel Sturridge, que na época passada foi o 2.º melhor marcador do campeonato inglês com 21 golos, teve se ser novamente operado e só deve regressar à competição em Outubro. Curiosamente, o internacional inglês, que esta temporada praticamente não foi opção devido a uma sucessão de lesões, ainda é o avançado com mais golos na PL, com 4. Lambert apontou 2, Balotelli e Borini apenas 1.

Muita luta, muita pancada, uma pressão incrível de ambos, jogou-se em 30 metros, longe das balizas – River Plate vence Boca Juniors na primeira mão dos Oitavos da Libertadores. Num jogo de muita luta, muita intensidade, mas com poucas oportunidades de golo, o único tento foi já apontado aos 82 minutos, numa grande penalidade convertida por Sanchez. Sem grandes destaques individuais, o melhor em campo foi talvez Mammana, central que jogou a defesa-direito, e que tem sido associado ao Atlético de Madrid.

Passeio para o Pistolero (ou vamos ter um novo vencedor de provas de 3 semanas)? – Il Giro. Começa este fim de semana um novo capítulo da corrida que há 98 edições motiva o pelotão a atravessar a bela Itália na competição por uma camisola rosa que significa uma boa parte da história do ciclismo. O percurso, com um contrarrelógio invididual de 59.4 Km, remete-nos para os anos 90. Já a lista de partida lembra-nos que este é um período em que a maior vitalidade do ciclismo italiano encontra-se na organização das suas grandes provas e do Giro em particular. Há apenas uma equipa italiana ao nível World Tour (a Lampre), a estrela da corrida é espanhola, o maior rival é australiano, e a esperança italiana corre numa equipa cazaque.
A prova arranca com um contrarrelógio por equipas de 17.4Km que tem a particulariedade de realizar-se integralmente numa ciclovia da Riviera italiana. Com apena três etapas que podem considerar-se planas, o sprint mais ou menos compacto pode ser o desfecho de outras sete que contam com alguma dificuldade. Três etapas de média montanha e seis chegadas em alto dão algumas hipóteses aos trepadores que, ainda assim, terão de enfrentar o longuíssimo contrarrelógio individual de quase 60Km, colocado à etapa 14 com ainda 4 etapas de alta montanha por percorrer. Aí, destaca-se a possibilidade de dinamitar a corrida na penúltima subida de duas destas etapas alpinas. No Passo del Mortirolo (12.8 Km com 10.1% de pendente média e 18% de pendente máxima) à etapa 16 que termina em Aprica. E no “Cima Coppi” da edição de 2015, o belíssimo e parcialmente não alcatroado Colle delle Finestre (18.5 Km com 9.2% de pendente média e 14% de pendente máxima) à etapa 20 com chegada a Sestiere.
O grande candidato à partida será Alberto Contador (Tinkoff-Saxo). O madrileno que aposta em 2015 na tentativa de uma dupla Giro-Tour, por força da empreitada a que se propõe não poderia apresentar-se a um nível muito alto antes da corrida italiana neste 2015. Contamos vê-lo pela primeira vez este ano ao seu nível e, se assim for, pode até vencer a corrida com relativo conforto. Conta com uma equipa forte e experiente onde consta Sérgio Paulinho, Ivan Basso, Roman Kreuziger, e Michael Rogers. O grande rival é Richie Porte (Sky), que está a realizar um 2015 fantástico com três vitórias nas últimas três corridas por etapas em que participou: Paris-Nice, Volta à Catalunha e Giro del Trentino. O australiano tem do seu lado uma Sky igualmente muito forte e está de facto num grande momento, mas a verdade é que numa prova de três semanas nunca mostrou o nível para bater Contador. Depois, surge Fabio Aru (Astana) que pode rivalizar com os dois maiores favoritos na montanha mas que pode ser muito prejudicado no contrarrelógio, e Rigoberto Úran (Etixx – Quickstep), o vice-campeão das últimas duas edições, que pode rivalizar com Contador e Porte no contrarrelógio mas terá dificuldade para acompanhá-los consistentemente na alta montanha. Aí, dará espetáculo Domenico Pozzovivo (AG2R), e, de resto, destacamos a presença do belga Jurgen Van den Broeck (Lotto-Soudal) fora da pressão do Tour, do surpreendente vencedor de 2012 Ryder Hesjedal (Garmin – Cannondale), da dupla basca Ion Izaguirre e Beñat Intxausti (Movistar), do regressado Diego Ulissi que liderará a Lampre com Niemiec, e ainda da estrela ascendente da indomável Katusha de 2015, Ilnur Zakarin. Já os corações dos românticos do ciclismo baterão pelo despertar de Carlos “La Ronca”Betancur (AG2R). Dos mais jovens, podem brilhar nomes como Esteban Chaves (Orica – GreenEdge), D. Formolo (Garmin – Cannondale), Jesus Herrada, Ruben Fernandez ou Dayer Quintana (Movistar).
Entre os corredores mais rápidos, o percurso favorece as características de Michael Matthews (Orica – GreenEdge) que já brilhou na edição de 2014. André Greipel (Lotto – Soudal) é o grande nome para as chegadas com pelotão compacto. Sacha Modolo (Lampre), Juanjo Lobato (Movistar), Sonny Colbrelli (Bardiani), Elia Viviani (Sky), G. Nizzolo (Trek) e M. Hofland (Lotto NL – Jumbo) são outros corredores a ter em conta. Para além de Paulinho que estará às ordens de Contador, os outros portugueses em prova serão André Cardoso (Garmin – Cannondale) que vem de um 20º lugar em 2014, e o jovem Fábio Silvestre (Trek) que estreia-se numa grande prova de três semanas. PS: Está disponível em www.velogames.com, um Fantasy Game do ciclismo, a já habitual liga privada do Visão de Mercado para o Giro 2015. O objetivo é recolher o maior número de pontos com os 9 elementos escolhidos dentro do orçamento. Para tal é necessário antecipar quem terminará nos primeiros lugares na classificação geral, montanha, por pontos e também nas diferentes etapas. Os dados da liga são: League Name: Visão de Mercado;

League Code: 05234515


Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar no VM aqui!): Luís Oliveira

0 Comentários

  • Kacal I
    Posted Maio 8, 2015 at 2:51 pm

    Já tinha falado nisso, o Shaqiri se tivesse ficado mais uns tempos estava agora a ter minutos e oportunidades no Bayern e podia aproveitar para ganhar o seu espaço, no entanto decidiu sair e agora nada a fazer.
    Quanto ao Di María, continua a ter muita qualidade e a ser um jogador de top, além disso pode jogar no meio-campo e na ala e portanto pode acrescentar profundidade ao plantel e dar alternativas ao Guardiola quando Robben e Ribéry estiverem lesionados, contudo o argentino no meio-campo não será uma opção porque não é jogador de posse e troca de bola, já na ala pode ser uma mais-valia e claro que seria um excelente reforço para o Bayern, embora eu não queira vê-lo a suplente como acontece no Man Utd.

    Em relação ao Sturridge, em forma e a 100% é um dos melhores avançados da Premier League e até na Europa, é pena que as lesões não deixem "explodir" mas sempre foi promissor e a qualidade que demonstrou no Chelsea mas sobretudo no Liverpool na dupla com o Suárez é enorme, o Liverpool é mais fraco sem ele e com ele podiam estar nos quatro primeiros lugares mas assim é complicado, a mim parece-me óbvio que o Liverpool tem que investir em dois avançados, um para o 11 e outro para suplente que seja alternativa aos titulares.

    • Kacal I
      Posted Maio 8, 2015 at 9:47 pm

      Quis sair por não ter oportunidades e também foi um pouco "empurrado", claro que o Guardiola também tem as suas "pancas" e ele merecia mais minutos, neste momento estava a titular mas já lá vai.

    • Anónimo
      Posted Maio 8, 2015 at 3:57 pm

      Quis sair ou foi empurrado?O rapaz poucas chances teve cheguei a ver jogos com o Rafinha na ala com o Lahm o Muller claro que o rapaz com o talento que tem não é opcção prefere ir onde pode jogar.

      Filipe Ribeiro

  • Anónimo
    Posted Maio 8, 2015 at 2:09 pm

    Di María daria muito mais numa equipa Bávara que numa equipa de Van Gaal em tempos modernos.
    O liverpool tem a par do tottenham sempre bastante orçamento para gastar no início da época mas nunca o faz relativamente bem. Talvez a época anterior (13-14) dos reds fora uma excepção. Apesar dos colossos Chelsea Arsenal City e novamente United, estas 2 equipas poderiam dar mais luta no top4 britânico. Não sei se será um problema de gestão tática ou até mesmo utópico mas seria ainda mais apetecível se 6 equipas lutassem no próximo ano pela L Inglesa.

    Tomás

  • LuisRafaelSCP
    Posted Maio 8, 2015 at 1:07 pm

    O futebol às vezes é muito irónico… tanto tempo que Shaqiri esperou por minutos, e foi preciso sair a meio da temporada, para na 2ª metade da época haver uma onda de lesões e o Bayern ficar sem extremos, o que lhe poderia dar finalmente hipóteses de se afirmar.
    Agora, é óbvio que o Bayern terá de encontrar uma opção no mercado, porque por muita qualidade que tenha no plantel, nota-se muito a ausência de Robben nesta equipa, falta objetividade, velocidade e capacidade de desequilibrar. Di Maria é uma opção, claro.

  • Rafael Vicente
    Posted Maio 8, 2015 at 12:53 pm

    Já agora,
    Depois de uma bela etapa anteontem no 4 dias de Dunkerque, vencida por Brian Coquard, a etapa de ontem não foi tão espetacular, mas o sprint final foi incrível com Jonas Ahlstrand, da Cofidis, a bater Coquard por menos de uma nesga. Destaco ainda o quinto lugar de Phil Bauhaus, um jovem de ainda 20 anos, que vai dar muito ao ciclismo na vertente do sprint (mais um "nascido" na Volta a Portugal, prova a que várias equipas se mantêm atentas, como a Bora).

    No Tour d'Azerbeijan, mais uma vitória de Marko Kump (imparável este ano), anteontem. Com Primoz Roglic, colega de equipa de Kump, a vencer ontem com grande autoridade. Na mesma prova contamos com a participação de um antigo vencedor da Volta a Portugal, falo de Ricardo Mestre, bem como da sua equipa Tavira.

    No Tour de Banyuwangi Ijen, destaque para o segundo lugar na etapa de ontem de Edgar Pinto, que fica portanto em terceiro à geral. E não fosse o tempo perdido anteontem, estaria agora como líder.

    Por curiosidade em termos de vitórias este ano temos o ranking da seguinte forma:

    1- Alexander Kristoff 11
    2- Mark Cavendish 9
    3- Richie Porte 9 (Porte encontra-se atrás por ter menos 2 segundos lugares que Cavendish)
    4- Marko Kump 7
    4- Hichem Chaabane 7
    5- Alejandro Valverde 6

  • Mega Badjeras
    Posted Maio 8, 2015 at 10:57 am

    Interessante, como no futuro, a base da selecção argentina será composta maioritariamente por jogadores que saíram da formação do River.

    É de facto umas das maiores escolas a formar futebolistas no Mundo e talvez a melhor na América do Sul.
    O Barcelona da Argentina :) o problema é que na maioria das vezes o retorno financeiro das vendas acaba por não ser o desejado e o clube não tira tanto proveito dos seus "produtos" como queria porque eles saem muito cedo.

  • Diogo Palma
    Posted Maio 8, 2015 at 10:51 am

    O Di Maria é um jogador muito útil para qualquer equipa do mundo, a sua passagem pelo United não está a ser boa mas a sua polivalência e qualidade seriam factores que poderiam dar ao argentino um papel importante em equipas como Bayner, Barcelona ou Real que têm falta de bons extremos no banco que possam render os titulares sem grande prejuízo na qualidade apresentada … o que pode inviabilizar o sua saída de Manchester é o preço pedido pelos Red Devils, gastaram cerca de 70 milhões na sua contratação no passado verão e agora não quererão perder dinheiro.

  • Nelson Mohr
    Posted Maio 8, 2015 at 10:51 am

    Primeiro que tudo, o Guardiola não deve continuar em Munique. Segundo, a politica do Bayern nas contratações, é mais contratar jovens alemães mais acessíveis ou jogadores com potencial ou mal aproveitados nos seus clubes. Di Maria certamente só sairá do United por valores muito altos, que o Bayern não pagará.

    Tenho mais a impressão que o Bayern vai pescar em casa e contratar Draxler. E há uns dias foram ligados ao Bayern o Valentin Stocker e o Thorgan Hazard, que seriam contratações no minimo surpreendentes!

  • Rodolfo Trindade
    Posted Maio 8, 2015 at 9:58 am

    Um Boca-River é sempre um autêntico hino à entrega, raça e amor pelo futebol.

    São espectáculos com pouco de futebol, mas com tudo o resto.

    Voltei a gostar de Kranevitter e de Mammana que voltou a jogar a lateral direito (já começo a ficar na dúvida qual a melhor posição para ele).

    Finalmente a Volta a Itália! Sem quedas nem percalços aposto numa vitória de Contador, até com alguma margem de conforto.

  • Kafka I
    Posted Maio 8, 2015 at 9:43 am

    Não há jogo nenhum no Mundo que chegue sequer perto de um River-Boca, em alma, dedicação, espirito de luta, entrega etc etc, tanto da parte dos jogadores como dos adeptos, vale a pena cada segundo de sono que se perde para ver um jogo destes, é o topo do futebol, acima disto não há mais nada, mesmo que a qualidade técnica dos intervenientes não seja a melhor comparada com o futebol Europeu, com um Real-Barça por exemplo…

    Quanto ao jogo jogado, acabou por haver pouco, foi muta luta e pouco jogo e o factor casa acabou por prevalecer com o penalty já no fim

    Individualmente não acompanho o campeonato Argentino (com excepção deste jogo) portanto não conheço de ver jogar os jogadores de ambas equipas, agora ontem gostei do Kranevitter no meio campo..

    • Anónimo
      Posted Maio 8, 2015 at 3:51 pm

      Completamente de acordo.
      O Kranevitter se não tivesse tido a lesão grave o ano passado já tinha vindo para um grande na Europa é bem mais jogador que o Lucas Silva.
      Mas aqueles dois miúdos o Martinez e o Driussi com cabeça vão dar jogadores.

      Filipe Ribeiro

    • Patrick
      Posted Maio 8, 2015 at 1:41 pm

      Quando se mete dinheiro ao barulho, a essência vai-se perdendo… Desde que o futebol passou a ser visto como um negócio, e as equipas como empresas a emotividade e a paixão foram começando a desaparecer…

      Dou um exemplo: jogos em Portugal à tarde, não se comparam com jogos às 8 da noite e está tudo relacionado com direitos televisivos e portanto com dinheiro… É sempre bom ter excepções como jogos entre o River e o Boca ou como as equipas em Espanha que ainda têm algum sentimento de regionalismo embutido e que portanto as rivalidades sobressaem…

    • Kafka I
      Posted Maio 8, 2015 at 11:22 am

      Caro Del Piero

      Subscrevo inteiramente, o futebol esta a perder a sua paixão, hoje em dia os jogadores estão lá porque ganham dinheiro, e os adeptos só vão se o lugar for confortável

      Ontem falou-se aqui um post no Goetze e eu ontem a ver o River-Boca pensava, aquele miúdo aqui com a atitude competitiva que NÃO tem, era comido vivo neste estádio, não só pelos jogadores como pelos adeptos, pese o seu enorme potencial

    • Anónimo
      Posted Maio 8, 2015 at 11:04 am

      É o jogo mais próximo daquela que para mim é a época de ouro do futebol mundial, os anos 80. Em que os jogadores davam tudo pela camisola que defendiam proporcionalmente ao apoio de milhares de pessoas do verdadeiro povo, a quem o amor pelo clube os fazia ir ao futebol não interessando se o Estádio tinha ou não condições, se chovia ou fazia sol, se viam o jogo numa bancada ou no peão. O futebol pelo futebol!

      Del Piero

  • Anónimo
    Posted Maio 8, 2015 at 9:38 am

    O que vale ao Contador é o facto de no Giro não te nenhum concorrente de "peso" (Porte e Aru são bons, mas não assustam o espanhol), pelo que, em princípio, não terá de fazer um esforço sobre-humano pelo que, para o Tour, estará em condições de lutar de igual para igual com Nibali e Froome. Mas, de qualquer modo, não é fácil fazer as duas provas, e a verdade é que a Volta a Itália é muito dura.

    Erwin SS

    • Rafael Vicente
      Posted Maio 8, 2015 at 8:05 pm

      O André tem de fazer um grande Giro para repetir top 20, mas acredito na capacidade do português, sobretudo se Hesjedal ficar para trás no início.
      Quanto ao Contador, como disse para mim ele é o principal favorito, mas ao contrário de muita gente eu não subestimo Porte, que tem estado a um nível assombroso este ano e para o espanhol o bater terá de estar perto do seu melhor.

      Quanto à sensação russa, Ilnur Zakarin, é cedo para dizer se é ciclista de 3 semanas, visto que será a sua estreia, mas que apresenta grande qualidade tanto no contra-relógio como na montanha, apresenta. Além de estar em grande forma. A sua participação será uma incógnita mas penso que top 10 é possível.

      Na questão do pódio, penso que o terceiro lugar será de Aru, mas atenção ao Uran.

    • Anónimo
      Posted Maio 8, 2015 at 7:41 pm

      Eu acredito que, a não ser que tenha tido o pico muito cedo, o Porte vai mesmo vencer este Giro… e Digo mais, vamos ver se o Contador vai acabar sequer as 3 semanas. Se as coisas não estiverem bem, ele salta logo fora para se preparar em condições para o Tour. Mas isto é só a minha opinião.

      Fora esta batalha pelo primeiro lugar, estou curioso para ver uma série de ciclistas e lutas que vão existir; a luta pelo 3º lugar do pódio, supostamente. Uran, Pozzo ou Aru? Hesjedal? Ou uma surpresa? É que este ano ha um contra relógio individual com uma extensão enorme… e o Uran pode fazer diferenças nesta ''luta pelo 3º lugar''…

      E o Zakarin, é gajo para 3 semanas ou ainda está muito tenro?

      Ninguém fala dele e quero muito ver o André Cardoso. Vai trabalhar para o Hesjedal, mas este Giro cheio de montanha é ideal para ele. Espero um novo top 20!

      E cuidado com a Movistar… Vão correr sem líder e podem haver surpresas…
      E bora para mais um fantasy!

      Norberto

    • Rafael Vicente
      Posted Maio 8, 2015 at 3:13 pm

      Vejo muita gente a desvalorizar Richie Porte em grandes voltas, mas ele nunca esteve ao nível que está agora, além disso já fez quarto no Giro quando tinha 23/24 anos (não me recordo), desde então foi raro ter uma oportunidade de liderar a equipa numa grande volta e convínhamos que falhar quando se lidera a equipa é totalmente diferente de falhar quando se é gregário, que é o que tem acontecido ao australiano. O Porte até pode vir a falhar, mas não acredito que seja mais que uma vez e não deverá perder muito tempo, além de que todos os ciclistas têm um dia menos bom em 3 semanas, inclusive o Contador.
      Dito isto, a minha aposta mantém-se em Contador, apenas não acredito que será o passeio que muitos já fazem crer que vai ser.

    • Anónimo
      Posted Maio 8, 2015 at 2:25 pm

      O Porte tem estado em boa forma mas não chega nem perto da qualidade do Contador (se o espanhol estiver no máximo acabará, imagino eu, com 7/8 minutos a menos que o Porte), pelo que o Pistolero não me parece que venha a ter muitas dificuldades. Relativamente ao Tour, é normal que parta em inferioridade para os outros (sim, também se pode juntar Quintana, se bem que penso que ainda não será o seu momento), mas creio que não será muito.

      Erwin SS

    • Rafael Vicente
      Posted Maio 8, 2015 at 12:48 pm

      Não é bem assim, o Contador para bater o Porte deste ano tem de estar no seu máximo. E mesmo que consiga vencer o Giro sem estar a top, vai sentir grandes dificuldades de acompanhar os outros 3 do quarteto maravilha.

    • MiguelR
      Posted Maio 8, 2015 at 12:09 pm

      Para lutar de igual para igual com Nibali, Froome e Quintana*

  • Rafael Vicente
    Posted Maio 8, 2015 at 9:31 am

    Atenção também a Pirazzi e Cunego para o Giro. O Pirazzi é um ciclista que dá sempre espetáculo e vem em clara subida de forma. Cunego também está a querer voltar ao seu melhor, tendo apresentado boa forma nas últimas semanas, nomeadamente no Giro del Trentino.

    • Rafael Vicente
      Posted Maio 8, 2015 at 7:59 pm

      Concordo com tudo Norberto, tal como já referi na minha análise ontem.

    • Anónimo
      Posted Maio 8, 2015 at 7:32 pm

      eu não acredito no Cunego… já teve oportunidades mais do que suficientes para provar o valor dele nestes últimos anos e… nada. mas pode ser que esta mudança de equipa lhe tenha feito bem.

      vou estar de olho no Pirazzi também. aliás, atenção a esta equipa da Bardiani que vai trazer muita qualidade. sendo uma equipa italiana, vai querer dar nas vistas, especialmente com uma provável luta pela camisola de montanha e vitória em etapas. curioso para ver o Battaglin (que esteve em destaque no Giro do ano passado) e o Zardini.

      não sei porquê mas tenho um gosto em ciclistas italianos e estou expectante por um top-10 do Damiano Caruso da BMC…

      Norberto

    • Rafael Vicente
      Posted Maio 8, 2015 at 12:49 pm

      Erwin SS, além dos bons resultados nas voltas no início da carreira, ele também era um ciclista forte nas Ardenas.

    • Rui Magalhaes
      Posted Maio 8, 2015 at 10:25 am

      vai a tempo e acredito num top10 para o cunego, veremos.

    • Anónimo
      Posted Maio 8, 2015 at 9:50 am

      O Cunego é capaz de ser o ciclista mais incompreensível da última década: depois de ganhar um Giro muito jovem e de forma surpreendente, quando se esperava que se confirmasse como um dos melhores do mundo, caiu e nunca mais conseguiu resultados semelhantes (apesar de top 5 no Giro e camisola branca no Tour), e é pena, tendo em conta o potencial que tinha.

      Erwin SS

  • Miguel F.
    Posted Maio 8, 2015 at 9:25 am

    Excelente a garra e a atitude destes jogadores, disputam cada bola e cada lance como se fosse o ultimo, apesar de não serem tacticamente evoluídos conseguem sempre com que o super clássico seja um jogo muito atractivo.

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