A tarefa era muito difícil, mas as Águias deram luta e deixaram uma boa imagem, sendo que é com o acumular da experiência neste tipo de duelos que será possível dar mais um passo em frente na integração no lote das principais equipas europeias. A 1.ª parte, tal como na 1.ª mão, voltou a ser equilibrada q.b., tendo sido no 2.º tempo, com o acumular do desgaste e a maior profundidade do banco do Lyon que a diferença mais se acentuou. Kika Nazareth, que foi praticamente uma média (sempre conectada à bola), destacou-se e Lena Pauels encheu a baliza. Já o lado direito encarnado sofreu, com Lais Araújo em foco pela negativa.
O Benfica foi eliminado da Liga dos Campeões de futebol feminino ao perder com o Lyon, por 4-1 (6-2 no agregado ). Cascarino abriu o marcador para as francesas, aproveitando um mau passe de Lais Araújo, mas Alidou renovou as esperanças das Águias em cima do intervalo, num lance que começa com um passe brutal de Kika Nazareth. Só que na 2.ª parte Cascarino voltou a marcar e depois Diani bisou nos descontos e deixou tudo decidido.
Cascarino marca para o Lyon
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MIMI ALIDOU ✨
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Bisa Cascarino
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4 Comentários
Veridis Quo
Há duas coisas engraçadas sobre o futebol feminino, pelo menos na era atual. Tem muito do futebol masculino do final dos 90s e início dos 2000s. Jogadoras como a Kika ainda conseguem existir e ser das mais brilhantes, mesmo não sendo um portento ou tendo uma disponibilidade física acima da média (sendo que ainda pode melhorar neste aspeto, mas neste momento tem dificuldades em alguns momentos, seja na resistência ou em atributos mais físicos). Pela menor capacidade física em relação aos homens, o jogo tende a ser mais aberto e mais partido. Não se cobre distâncias grandes tão facilmente, algo que vai deixando sempre espaços maiores. Acredito que em termos táticos a coisa também possa evoluir pelo staff técnico, mas acho que vai ser sempre complicado, porque muitas das exigências táticas que se exigem no futebol masculino, sobretudo na europa, também derivam muito da capacidade física. Basta ver a MLS ou o Brasileirão. Há lá treinadores competentes e europeus, mas as especificidades das viagens, dos muitos jogos, do clima ou da mentalidade competitiva (falta de despromoção na MLS, por exemplo) não permite essa disponibilidade física e o futebol continua algo anárquico e mais espaçoso.
Ainda há uns dias acabei por rever um Sporting-Porto de 2004-05 e a diferença é gritante, parece outra modalidade. Vendo jogos de futebol feminino, a coisa remete para este período. Muito mais anárquico, menos marcado pela pressão, muito mais partido, equipas mais extensas no campo e com tarefas mais definidas relativas à posição (ao contrário da universalidade dos jogadores atuais).
Veridis Quo
E diga-se que isto ser positivo ou negativo, depende de pessoa para pessoa. Tal como no basket, a evolução da modalidade terá sempre adeptos da versão mais recente ou de como o jogo era anteriormente. Quem acha o futebol masculino de topo mais aborrecido hoje que há 20 anos, talvez tenha um gosto especial pelo futebol feminino atual, porque há de facto semelhanças e a forma como se joga remete mais para esse período do que para o atual.
KingPin
Bom ponto de vista!
Irei dar mais atenção ao futebol feminino, do qual só conhecia a Alisha Lehmann, sempre me disseram que era uma grande jogadora.
DNowitzki
Entre um penalti escandaloso, abébias absurdas da defesa, uma má fase da equipa e a superioridade francesa, deu um 6 a 2.