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Benfica: Samaris, Fejsa e Zivkovic fora da receção ao Marítimo

Qual deve ser o XI das águias?

O Benfica divulgou a lista de convocados para o encontro de hoje, na Luz, frente ao Marítimo. Samaris, Fejsa e Zivkovic, por opção, são as ausências mais notadas. Já Rafa, Seferovic e David Tavares continuam entregues ao departamento médico.

A convocatória de Lage:
Guarda-redes: Ivan Zlobin e Odysseas;
Defesas: Nuno Tavares, Tomás Tavares, Jardel, Ferro, André Almeida, Rúben Dias e Grimaldo;
Médios: Taarabt, Florentino, Pizzi, Gabriel, Gedson, Cervi, Chiquinho e Caio;
Avançados: Jota, Vinícius e Raul de Tomas.

VM
Author: VM

5 Comentários

  • DNowitzki
    Posted Novembro 30, 2019 at 2:33 pm

    Quem foi o jogador que o Lage fez evoluir? Eu diria, hiperbolicamente, que Félix é que fez evoluir Lage.

  • Joga_Bonito
    Posted Novembro 30, 2019 at 2:08 pm

    Vlacho
    AA, RD, Jardel, Nuno Tavares
    Tino
    Gabriel
    Adel
    Jota, RdT, Grimaldo
    Entram Vinícius e Chiquinho se a coisa ficar preta.

    Não se entende o afastamento de Samaris nem de Ziv. Se Ziv deve ser para o mandar embora, para abrir espaço a algum vindo do carrossel Mendilhões ou algum jogador banal da formação para a tabela 10 milhões, o Samaris ninguém entende. Se não o queriam porquê renovarem?
    Estão a afastá-lo para garantir o lugar ao Tino?

    Não é assim que se consegue a titularidade, qualquer jogador deve mostrar que é o melhor, não jogar por decreto, assim é fácil, assim impinge-se qualquer miúdo, se jogarem por decreto, tiverem zero exigência, se elogiar tudo o que faze, até banalidades.

    Que tipo de jogador estamos a criar no futuro assim? Imaginem que o Tino é vendido para algum tubarão, acham que vai jogar por decreto? Acham que vai jogar porque se impede a concorrência de jogar? Até que ponto o fracasso de muitos jogadores lusos lá fora se deveu a que foram postos em pedestais que não tinham ainda capacidade para tal, sendo que muitos ganharam a titularidade devido a serem da formação e portugueses?
    Até que ponto muitos deles criaram de si mesmos uma imagem de qualidade que não correspondia à verdade e depois, quando pela primeira vez tiveram que fazer aquilo que é lógico no futebol, chegar a uma equipa e ter de mostrar o que valem, tendo que superar a concorrência, falharam porque não estavam preparados para isso?

    Até há pouco tempo os jogadores da formação eram vistos como jogadores normais, sem mais direitos do que quaisquer outros. E como qualquer jogador têm de ganhar o seu lugar com trabalho.
    Agora, se são lançados porque sim, mesmo quando ninguém precisa deles na equipa principal e não têm sequer nível para lá. Se são titulares através do pressing da imprensa, que já antes faz a folha a qualquer comprado ao primeiro erro. Se quando são lançados se elogia coisas banais como se fossem de craques então assim é fácil, assim qualquer jogador banal é elevado a uma estrela.
    Quando muito se fala da atitude desta geração do instagram, acho que é altura de colocar a questão das facilidades absurdas que se dão a estes jogadores e até que ponto isso não gera os problemas de acomodação desta geração.
    Sem nada terem mostrado, facilmente arranjam (na pior das hipóteses) um qualquer comprador que dê 10 milhões por ele e ganham 100 mil euros mês. Com alguma sorte fazem uma época banal (daquelas que qualquer comprado banal faria e ninguém faria disso um grande destaque) e já vão por 20 milhões para algum bom clube da BPL. Com a saída da lotaria calham numa época muito boa da equipa principal e com o marketing típico, são elevados a next best thing e valem dezenas de milhões. Depois chegam lá e falham e todos questionam o porquê.

    Esta obsessão com a formação, está a lançar de forma artificial jogadores banais em catadupa (não estou a dizer que é o caso do Tino mas ele não pode ser mantido no 11 à conta de afastar Samaris e qualquer concorrência), elevando-os a um nível que não têm depois vendo-se isso na taxa de fracasso de tantos jogadores lusos lá fora.
    Hoje, tem-se a ideia que aparte aqueles que são tão maus que não dá mesmo para esconder nem pegar em qualquer coisinha para criar a ilusão de talento, casos de Mesaque Dju, Thierry. Yuri Ribeiro, Miguel Luís ou Varela, qualquer jogador banal é facilmente erigido a um talento através de uma política de mediocridade instalada na imprensa e nos clubes, onde através de uma política de zero exigência, de afastamento da concorrência nos planteis, da criação de vagas artificias para a formação através de se parar de comprar (com a treta de não tapar o lugar a ninguém), qualquer jogador banal consegue afirma-se num clube grande.
    Muitos dos flops estrangeiros também se afirmavam assim, se tivessem um lugar por decreto, mesmo quando não jogam nada e são protegidos com a cassete de que “são jovens e erram naturalmente” ou “errar é humano”.

    Jogadores que nos anos 90, tempos em que nos grandes pontificavam craques como JVP ou Balakov ou Doriva, não calçavam nem no banco, hoje são titulares porque nada se lhes exige. Os que observam com uma lupa os erros de qualquer comprado, aturam erros básicos que revelam falta de talento (e não de experiência) de jogadores formados.

    Quando muito se fala da falta de qualidade do campeonato luso como factor que cria falsos craques que lá fora se espetam, a questão é: nos anos 90 tínhamos sem dúvida melhores jogadores, quer nos grandes ou nos pequenos, devido ao futebol de rua que dava mais talentos em Portugal e ao facto de que o Brasileirão da altura tinha milhares de bons jogadores que para cá vinham.
    Mas mesmo assim, víamos autocarros plantados, equipas que estouravam no início da segunda parte e pequenos que só jogavam para levar por pucos dos grandes. De modos que podendo existir melhores jogadores, nem sempre isso se traduziu em melhores jogos.
    Assim, quando se compara aos talentos que produzimos nos anos 90 e aos que hoje produzimos, a questão está em que estamos é a produzir jogadores de qualidade duvidosa ou banais e colocamo-los facilmente no pedestal de talentos e lá fora é o que se vê. Este sistema como o que vemos no Benfica, está a baixar a qualidade do plantel, a lançar artificialmente jogadores da formação sem critério, 90% dos quais nos anos 90 estavam em empréstimos e tinham de dar o litro para sonharem sequer com os grandes. Hoje, bastava terem a felicidade de surgirem numa das formações em destaque, que mostrando pouco ou nada, são titulares por decreto, sem provas dadas, sem qualquer critério que justifique a sua chamada.

    Craque que é craque mostra isso em qualquer parte e joga por si. Alguém entendia se um jogador da formação que fosse um craque autêntico ficasse no banco por conta de um jogador sem qualidade ser titular?
    Mas quando é ao contrário já se entende? Agora os jogadores da formação jogam quando são os melhores, jogam quando são os piores, jogam sempre não importa?
    Até que ponto o fracasso de muitos jogadores lá fora não se deverá a que quando vão lá para fora, deixam de ser formados para serem os comprados lá do sítio. Deixam de ter exigência zero e passam a ter um tratamento normal, tendo de lutar diariamente pela titularidade. Aí, vem ao de cima a sua falta de qualidade ou falta de talento acima da média, que só existia na imprensa em Portugal.
    Figo, Rui Costa, Ricardo Carvalho, Simão, Maniche, Jorge Andrade, quantos jogadores nasceram num futebol de autocarros, sem condições algumas, sem salários chorudos como os que hoje se praticam na formação, sem as condições de top que hoje as formações dão e explodiram lá fora?
    Até que ponto pura e simplesmente os jogadores actuais não têm qualidade e isso não se deve aos erros do sistema de formação português e não aos estrangeiros ou à falta de qualidade da liga que não desenvolve os talentos?
    Figo, Rui Costa, apesar de serem craques mundiais, tiveram de jogar em planteis fracos, isso impediu-os de brilharem lá fora? Figo teve de ganhar o seu espaço num Sporting com grandes craques e talvez por isso mesmo, pelo sistema na altura premiar os grandes jogadores, os que saiam eram quase sempre craques pela certa.

    Porque se tu ganhas o teu lugar num Sporting com trutas como as que o clube tinha na altura, é porque és craque, ninguém foi afastar ninguém para abrir um lugar para Figo, como hoje se faz no Benfica e se fez com P. Bento no Sporting, Figo ganhou o seu lugar porque era craque. Ou quando o Rui Costa teve se subir num Fafe, que craques tinha para o ajudar “a crescer como jogador”. E que tal percebermos que os jogadores têm de ter talento e quem não o tem não deve jogar numa equipa de topo e pronto? Quando um sistema premeia o talento e sabe expurgar a mediocridade, através de pura e simplesmente fazer algo tão simples mas que parece esquecido que é pôr a jogar os melhores, esse sistema faz subir os melhores e acaba a afastar, numa triagem, os sem talento do sistema. Hoje qualquer um joga numa equipa grande, quando dantes crescemos a ouvir dizer que só jogavam os craques nos grandes clubes.
    Até que ponto o sistema actual não foi viciado para se criar a ideia que os jogadores formados chegavam à equipa principal de forma automática, como se os clubes lhes tivessem prometido isso quando assinaram, quando dantes se via a formação como o que ela é: uma parte do recrutamento que procura achar os talentos de nível para os clubes e não um sistema de criar contratos a jogadores medíocres. Ninguém garantia que se subisse à equipa principal, só os predestinados lá chegavam.
    Hoje, com este sistema viciado à partida, inunda-se a Liga com pseudo-talentos que quando vão lá para fora e perdem o escudo de protecção de serem formados, têm os seus defeitos escrutinados ao milímetro, e o que se pensaria serem grandes craques parecem depois jogadores banais.
    Os talentos são escassos, nem o Barça criou no mesmo ano 5 ou 6 jogadores de top, ia ser em Portugal que isso iria acontecer?

    Criou-se uma divisão fictícia entre jogadores comprados e formados, como se os últimos fossem como que os jogadores naturais do clube, quando os formados são tão comprados como os primeiros. Qual a diferença entre comprar Jonas aos 30 ou apostar milhares de euros num miúdo de 10 anos para ver se dará um craque? Tudo isso são formas de recrutar, porque é que se quer diferenciar aquilo que não é distinto?
    Os formados são jogadores como todos os outros e têm de ser julgados como todos os jogadores, não têm de ter privilégios, nem têm de ter via aberta nos clubes, através de limpar a concorrência. Até que ponto não é por isso que eles falham tanto lá fora? Porque em muitos casos o que tinham de excepcional não era o talento mas a felicidade de terem passaporte português (um dos passaportes que mas hype dá no mundo), a felicidade de terem nascido nas formações de clubes históricos com prestígio e no qual surfaram, tendo feito pouco ou nada e sido plantados em grandes clubes sem nada terem mostrado de relevante?
    Os mesmos jogadores que tendo nascido com outra nacionalidade tinham de dar o litro e mostrar muito. Veja-se o caso incompreensível do Zyech, que não parece despertar interesse dos tubarões, apesar de estar barato e ser um craque? Que diferença faz ser luso, francês, espanhol ou brasileiro…

  • BENFICA36
    Posted Novembro 30, 2019 at 12:29 pm

    O Caio ser convocado em detrimento do Zivkovic é algo que me transcende .

    Samaris e Fejsa não estarem convocados para ir o Taarabt que na vertente defensiva não oferece o mesmo que os outros 2 …

    Quem reaproveita Taarabt também consegue reaproveitar Zivkovic.

    Fejsa a lesão deitou-o abaixo mesmo, mas Samaris não se percebe porque é que nem no banco está.

    • Xefe
      Posted Novembro 30, 2019 at 1:05 pm

      Convocavas o Samaris ou o Fejsa em vez do Taarabt?

      O Taarabt foi dos melhores contra o Leipzig, até devia ser titular hoje em vez do Gabriel ou do Cervi.

  • Tiago Silva
    Posted Novembro 30, 2019 at 11:59 am

    Odysseas, Tomás Tavares, Rúben Dias, Ferro, Grimaldo, Florentino, Taarabt, Pizzi, Jota, Chiquinho e Vinicius.

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