Bruno Lage, que não gostou de ver o presidente do Benfica ser tratado por Rui Costa, concorda que o plantel encarnado é à sua imagem. “Tenho uma relação de anos com o presidente e se há pessoa que sabe como gosto do plantel é ele. Gosto de ter o plantel assim, 3 guarda-redes e dois em cada posição e três avançados com perfis diferentes, como nós temos. Gosto de um plantel assim. Depois, tivemos entradas de alguns jogadores e cada um deles precisa de tempo de adaptação ao país, à cultura de clube, à forma de jogar e de treinar. Essa parte cabe-me a mim, cabe-me ajudá-los a crescer. Acredito que temos capacidade para continuar a crescer e ser uma equipa competitiva. A nossa ambição é essa desde o primeiri dia. Neste momento o que temos de fazer é continuar o nosso caminho. A nossa ambição e compromisso é como que temos de fazer. Dar passos seguros. Sobre Bah, treinou e está convocado para o jogo”, afirmou.


8 Comentários
pogagnolo
Já tinha dito num post mais antigo, mas os discursos do Lage conseguem ser tão pachorrentos. Não há substância nenhuma. São só chavões para as massas. Ainda não o ouvi dizer nada de interessante sobre futebol desde que chegou.
Lopes da Silva
Por amor de deus…. Ridículo! Os problemas de Portugal começam aqui. É só doutores. Toda a gente se acha superior. Um abuso de autoridade incrível. Eu trato o CEO da minha empresa (Novo Nordisk, maior empresa europeia) por Lars.
JohnWick
Uma coisa é como tu o tratas directamente e isso pressupõe conhecimento directo da pessoa. Outra é num evento público referires o presidente da empresa por tu. Sendo que o tom foi claramente desafiador. Há informalidade e há falta de educação. Deixo-te decidir qual das situações foi esta…
DNowitzki
Parece que a bosta é adepto do Sporting, o que explica alguma coisa. A outra é acharem que somos todos iguais. Bem, o Ronaldo sempre tratou Cavaco Silva, então PR, por você.
O mundo está cheio de labregos.
Gorlami
Que banana. Ainda por cima tão forçado.
CavacoVezesTres
Ridiculo.
Antonio Clismo
Já não se pode tratar por “mano”?
DNowitzki
Contextos formais e informais. Estamos a herdar do Brasil – ou da galopante falta de educação – o uso indiscriminado da informalidade.
Neste ponto, estou com Lage: dobra a língua, labrego!