Boa decisão? A grande maioria das equipas defendeu que as 5 substituições estava a beneficiar os principais clubes, umas vez que possuíam plantéis mais extensos em termos de qualidade.
A Premier League vai voltar a ter apenas 3 substituições na próxima época. A FIFA permitiu às várias federações manter as 5 substituições para a temporada 2020/2021, ao invés das três habituais, mas os clubes ingleses votaram contra essa medida na reunião magna dos emblemas que compõem o principal escalão do futebol inglês.


40 Comentários
porra33
Eu tinha uma proposta mais “revolucionária” que mudaria o jogo, talvez até fosse outro jogo diferente do futebol com estas alterações. Seria como vi sugerido por um user, períodos onde se poderia fazer substituições, suponhamos 15′ 30′ Intervalo 60′ 75′ com cronómetro parado e poderia ser as alterações que o treinador quisesse à lá futsal. É muito revolucionário? Não pensei muito bem nisto mas se calhar também tem muitas desvantagens (quebras do ritmo de jogo eventualmente..) mas ver os melhores jogadores mais vezes mais “frescos” parece ser um ponto a favor..
jlgoncal
Decisão sem pés nem cabeça… uma das melhores coisas que aconteceu na pandemia foram as 5 substituições.
Os planteis tem 24-27 jogadores e quantos mais poderem ir a jogo melhor.
Agora sim, deveria-se era melhorar as regras e fazer com que esses 2 jogadores extra tivessem que ser sub-23 e ter X (50 por exemplo) jogos na formação sub-19 em Portugal, assim dando um projecção à formação em Portugal.
E estou de propósito a excluir equipas B’s e Sub-23 que essas são mais uns depósitos de jovens estrangeiros sem potencial ou com muito pouco potencial, e que só vem atrasar o desenvolvimento do jogador Português.
Esta medida iria proteger a formação nacional.
Eu além disso defendo um tecto de 75% de jogadores que tivessem feito pelo menos 25 jogos (exemplo), num escalão de formação em Portugal. Esta medida para reduzir o numero de estrangeiros que continuam a entrar nas equipas B’s e sub-23, e que não fazem sentido nenhuma.
E devo reconhecer que a nossa Liga tem dado passos, no sentido de defender a competição, que tenho apreciado bastante.
A limitação de 1 empréstimo a cada equipa, foi muito boa!
A imposão dos 3 meses mínimos de contrato ou coisa assim, antes de o jogador poder ser negociado, também foi muito boa!
Agora ainda banirem as clausulas anti-rivais, que é um atentado à liberdade individual dos atletas e dos clubes vendedores.
E que todos os contratos de partilha de passes, tenha que passar pelo conselho jurídico da Liga, para não haver clausulas “estranhas” e que seja tudo claro como água. Aliás, até preferia que fosse a Liga a efectuar uma minuta contratual, para esses tipo de situações, e não um contrato aberto entre as partes, como é efectuado hoje em dia.
E não me entendam mal… a partilha de passes é algo excelente, exactamente porque antes era empréstimos e os clubes receptores, nunca beneficiavam financeiramente de terem feito crescer um jogador.
Diogo Moura
Querem equilíbrio no futebol? Metam “salary cap”, é fácil. Acabam-se logo as super equipas à moda de PSG e os contractos pornograficos.
GroovyTony
Li no Reddit e a achei uma opção interessante: as duas substituições extras poderiam ser exclusivas para jogadores sub-21 da formação. Talvez assim houvesse um pouco de equilíbrio e a qualidade da formação poderia aumentar. Seria especialmente relevante para a liga portuguesa.
Kacal
Os suplentes dessas equipas são inferiores aos suplentes dos grandes assim como os titulares são inferiores, é o mesmo. Não acho que seja um argumento válido, além de que os clubes pequenos têm muito dinheiro também para investir, mas pronto, eles lá sabem.
vascoosb
Não concordo. Existe uma diferença colossal entre clubes em termos de plantel. Tal como AbreLatas disse, City faz 5 substituições e mantém o nível de jogo (Bernardo, Foden, Rodri, Jesus, Cancelo) – fácil… 5 substituições, tal como a maioria defende, só viria reforçar esta desigualdade. Aceito que hajam medidas a tomar mais importantes, mas que foi uma decisão certa, foi.
Kacal
Então e uma equipa pequena que defendo o jogo todo e a 30 minutos do fim troca peças para refrescar a equipa e continuar a estratégia não lucra com isso também? Para mim depende do ponto de vista. 5 substituições são 5 substituições, seja para que equipa for. Além disso nem todos os colossos têm o plantel do City. O Liverpool tem Minamino e Origi como alternativas a Salah e Mané, por exemplo. Mas pronto, cada clube vota conforme aquilo que acha, claro.
AbreLatas
Eu nem concordo com o argumento mas acho que não é essa questão. Acho que o problema era a capacidade em mexer com o jogo. Imagina o City, as coisas não estão a correr bem, mudam os três da frente para ver como corre, mantém a qualidade, aumentam a frescura e ainda têm mais duas substituições.
No entanto, discordo com esta visão deles. Acho que a equipa pequena até fica a ganhar porque o desgaste de quem defende é muito maior. Têm é de começar a treinar a mentalidade e a concentração de um jogador suplente (não há muitas substituições da defesa, principalmente porque concentração é mais importante que frescura. E na verdade é mas é possível treinar a concentração de um recém entrado.
Kacal
Sim, desse prisma faz algum sentido mas também nenhuma equipa tem alternativas tão fortes no banco como no XI, talvez o City no ataque sim mas os outros não. E se formos por aí há várias questões que podemos levantar. Mas lá está, até acho que podia beneficiar os pequenos porque se defendessem o jogo todo com tudo que isso desgasta e tivessem as 3 substituições gastas poderiam colocar mais 2 jogadores frescos na estratégia, há várias variantes. Mas pronto.
LevonAronian
A manter 5 substituições na próxima época, só faz sentido se se alterar a regra definitivamente (com o qual até concordaria), agora manter 5 subs nesta época para voltar a só ter 3 na seguinte, quando esta já vai decorrer mais normalmente não acho que faça sentido
Sombras
Num campeonato onde o “último” recebe muitos milhões do market pool + direitos televisivos, e metade dos clubes são detidos por magnatas, isto é só um absurdo. Têm plantéis com pouca qualidade? Invistam com critério, em vez de em jogadores Ingleses overpriced. 5 substituições tem tudo para melhorar a qualidade do jogo.
bong0
Discute corretamente os argumentos, não disseram que os plantéis são fracos em relação a outras ligas, disseram que as equipas grandes ficam em vantagem com 5 substituições porque os plantéis têm mais qualidade.
Outsider
Nesta questão, as receitas do último (ou das equipas pequenas) não é relevante, o importante é a discrepância entre os orçamentos dos grandes para os pequenos (não interessa se o ultimo tem um orçamento de 10 ou de 10M, só interessa que o 1.º tem um orçamento 20x maior). E, sendo certo que em Inglaterra existe uma divisão das receitas mais equilibrada, esse fosso continua a existir
Estivela
Uma decisão a valorizar os pequenos e não os grandes. Portugal? Ah não, Inglaterra claro… ?
Miguel Lopes
Contrariamente, e vendo o futebol mais à portuguesa, as equipas “pequenas” a jogar em contra-ataque, poderiam jogar com 3 Avançados/Extremos rápidos e que façam pressão a defender e ao intervalo colocavam outros 3 e ainda mantinham 2 substituições para refrescar outros sectores (ainda nem sei como é que o Simeone não se lembrou disto :). Teriam que mudar a composição do plantel para ter mais Avançados/Extremos. Eu até acho que as equipas grandes tiveram mais dificuldades devido às 5 substituições na parte final do campeonato.
Chico
Aliás, o teu clube cá em Portugal é o que sai mais beneficiado porque é o que tem as segundas linhas com qualidade mais próxima das primeiras.
Meu nome é Toni Sylva
Se as decisões da Liga não favorecem os pequenos que são a grande maioria dos membros da Liga, a culpa é só dos próprios.
Chico
Essa treta não faz sentido. Os suplentes de um Southampton vão ser piores que os do Liverpool, mas os titulares também.
Antonio Teixeira
Por essa lógica nem se devia poder fazer substituições para nivelar o jogo por baixo…
O futebol não deveria ter limite de substituições mas sim limite de paragens para as fazer, quanto mais poder o treinador tiver para poder intervir no jogo mais interessante se torna para os adeptos.
Querem criar mais igualdade entre grande e pequenos? Dividam as receitas de forma mais justa, limitem o nnúmero de jogadores que cada clube pode ter sob contrato (os empréstimos para mim eram erradicados), proibam qualquer tipo de controlo de um clube sobre um jogador de outro clube (clausulas de recompra, anti rivais, percentagens nos passes etc tudo banido)
Seria um futebol mais justo, mais interessante e com mais substituições. :)
Outsider
Todas essas medidas são interessantes e ousadas e, tendo enorme impacto na indústria como a conhecemos, são muito difíceis de implementar. Sei que todas elas têm um bom propósito, mas é preciso pensar em todas as consequências e efeitos secundários que elas teriam, antes de as por em prática.
Poderia divagar agora acerca de cada uma delas, mas isso daria para um pequeno livro. Fica o tema para reflexão :)
RomeuPaulo
Uma vez que há limitação ao número de paragens para substituições, gostava que esta medida se mantivesse não só na próxima época mas também nas seguintes, tenho pena pela decisão tomada na Premier League.
Sou da opinião que seria benéfico para todos, não só para as equipas de topo (embora estas últimas tenham normalmente mais soluções), pois uma equipa que esteja constantemente a defender e a ser posta à prova, desgasta-se mais rapidamente, os jogadores em fadiga vão estar mais propensos ao erro e por isso as equipas mais modestas vão ficar mais perto de sofrer golos (por alguma razão um dos períodos onde há mais golos no jogo é entre os 75min e os 90min).
Com mais soluções para o jogo seria mais vantajoso para todos, seria melhor para a execução da estratégia da equipa, seria melhor para a rotatividade dos jogadores e criaria um ambiente mais propício para o lançamento de jovens atletas.
PS: Tenho um amigo que uma vez questionou porque não fazer substituições volantes como se faz no futsal e nos escalões mais baixos do futebol de formação (sem qualquer paragem), não que eu seja a favor dessa medida, mas é certo que contribuiria para um aumento da intensidade do jogo e acabaria com as substituições para queimar tempo e quebrar o ritmo.
Antonio Clismo
Compreendo esta decisão por parte da Premier League mas acho que para um campeonato ”secundário e exportador” como é a Primeira Liga portuguesa, se deve manter a regra das 5 substituições até à FIFA permitir uma vez que assim é mais fácil englobar os jovens talentos nas equipas principais e pouco a pouco eles vão ganhando o seu espaço.
O FC Porto beneficiou imenso desta regra das 5 substituições uma vez que sem ela muito dificilmente teriam todos os talentos vindos da formação ao mesmo tempo a evoluírem na equipa principal e aparentemente vão retirar imensos dividendos dessa aposta já no mercado de transferências.
Preparam-se para colocar o Diogo Leite no Valência por 15 milhões e parece que o Tomás Esteves também seguirá para lá por uma quantia idêntica. Também se fala na saída do Fábio Silva por 45 milhões. Claro que é o Jorge Mendes a puxar os cordelinhos todos, mas isso não aconteceria se não tivessem apostado nos miúdos e agora não conseguiriam fazer estes encaixes.
E ainda ficam no plantel como o Diogo Costa (não me impressionaria se assumisse a titularidade na próxima época), Diogo Queirós, Romário Baró, Vitor Ferreira e Fábio Vieira que revelaram ser jogadores com muita qualidade e com capacidade para ajudar o clube a curto-prazo.
Sombras
Fábio Silva, 45 MILHÕES??? Milhões de quê, quanzas? Até entendo os 15M€ pelo Diogo Leite (até acho que pode ser curto) agora 45M por um jovem que até agora não provou mais que um Postiga qualquer…ele nem sequer atingiu o nível do André Silva antes de sair.
Antonio Clismo
Concordo que ainda está muito verde e nunca na vida vale esse dinheiro neste momento, mas tem sido veinculado na imprensa ultimamente
RomeuPaulo
Antes de mais concordo contigo, o Fábio Silva ainda não vale 45 milhões de euros, aliás temos de parar de colocar esses rótulos nos jovens jogadores, só lhes coloca mais pressão em cima sem qualquer necessidade.
Mas atenção que o Fábio Silva é um miúdo com bastante potencial, esta época que passou era júnior e na próxima época júnior será, na teoria só deveria entrar numa equipa sénior em 2021/2022.
Depois tem o contra de jogar numa posição bastante exigente, diria que juntamente com os guarda-redes é uma das posições mais difíceis para lançar jovens jogadores (talvez incluísse também os defesas-centrais) onde a margem de erro é muito baixa.
O Postiga estreou-se no Porto (na Liga) com 19 anos e o André com 20 anos, curiosamente ambos contra o Sporting, o Fábio Silva tem agora 18 anos e já leva 12 jogos na Liga (184 min) e 1 golo marcado. Para mim faria sentido treinar com a equipa A e jogar com regularidade na equipa B porque acredito que o miúdo vai ser craque, mas é preciso dar-lhe tempo para crescer.
Sombras
12 jogos, 1 golo para um ponta de lança é um nível quase Dyego Souzico. Nem sequer vejo o potencial por aí além (não vejo nada no Fábio Silva que pareça poder vir a ser de elite, ao contrário do André Silva, por exemplo, ou do Diogo Dalot que se via a kms). Tem os registos nos escalões jovens, sim, sem dúvida, mas isso também o Zé Gomes tinha e não deu em nada. Nem sequer tem um título de selecções ou uma prova de destaque por seleções para inflacionar o preço.
Francisco Ramos
Olhando para essas mesmas estatísticas.
Fábio Silva (Júnior 1º ano).
21 jogos, 531 minutos (média de 25 minutos por jogo), 3 golos e 2 assistências
Dyego Sousa (11 épocas de sénior):
13 jogos, 294 minutos (média de 23 minutos por jogo), 0 golos e 0 assistências.
Se quisermos avaliar o valor do jogador para saber quanto pode valer, comparemos com 1 que custou 20 milhões ao seu clube.
Raúl de Tomás (5 épocas de sénior):
17 jogos, 1042 minutos (61 minutos por jogo), 3 golos e 1 assistência.
Se as selecções fossem motivo de destaque, Messi não valeria o prémio de melhor do mundo. Vale o que vale.
Sombras
Sim, então Gonçalo Ramos, 1 jogo, 3 minutos (3 minutos por jogo) 2 golos, 0 assistências vale 1 Bilião?
RomeuPaulo
A sério que estás a comparar o registo goleador de um atleta sub-18 (júnior de 1º ano) com um atleta de 30 anos?
Como já disse, o Fábio Silva tem apenas 18 anos, estreou-se na Liga, foi titular e marcou o 1º golo tudo isso com 17 anos, sendo o mais jovem a marcar um golo na Liga de sempre.
Sem querer menosprezar os outros jogadores, mas, com a idade do Fábio, o André e o Diogo jogavam nos juniores (o Diogo ainda fez 3 jogos pela equipa B).
Quanto aos títulos, com idade de juvenil (sub17), o Fábio foi campeão nacional de juniores (melhor marcador) e venceu a Youth Champions League.
Mais uma vez, o Fábio tem um potencial tremendo, mas é preciso dar-lhe tempo para crescer.
stanpanan
O futebol deve ser dos únicos, senão o único, desporto colectivo com limitações em substituições. Poderia ser interessante ter mais dinâmica nas substituições, até mesmo ir ao encontro do que se faz no Andebol, Basquetebol, etc, jogadores podem entrar e reentrar na partida várias vezes, e sem limites, claro que para isso as substituições teriam de deixar de obrigar a paragens de tempo, e teriam de ser feitas em várias partes do campo devido ás dimensões do mesmo, mas poderia ser interessante e até mesmo revolucionária na forma como se abordava as partidas, revolucionando sistemas tácticos, preparações físicas, etc
salo
Neste caso haveria muito abuso da equipa que estivesse a ganhar. Para obviar isso o tempo de jogo deveria ser cronometrado, como no basquetol. Assim um jogo poderia ter 35 minutos de jogo real.
Chico
O soccer universitário nos EUA não tem limite de substituições e, de acordo com o que já fui lendo, é um desastre e um desporto completamente diferente. Os treinadores estão constantemente a meter e a tirar jogadores e acaba por ser um jogo com imensa pressão alta, onde não há tempo para pensar o jogo, com muito futebol direto e sem qualquer tipo de interesse.
André Dias
Pessoalmente agradava-me a ideia de ter 5 substituições por jogo. Permitia descansar vários elementos e o treinador, ao ter um leque mais variado em termos de opções disponíveis, podia mexer com o jogo de várias formas, o que tornava o jogo mais interessante em termos de estratégia.
Contudo, compreendo esta decisão. As equipas de topo têm opções de luxo no banco e as restantes jogam com plantéis bastante curtos e naturalmente de menor qualidade. Era importante proteger as equipas mais modestas para manter a liga minimamente competitiva dentro dos possíveis.
Pegando num exemplo da última jornada, o Man City tinha no banco jogadores como Gundogan, Mahrez, Otamendi, Fernandinho, Bernardo Silva, Stones e Zinchenko. O custo deste banco é superior ao valor de todo o plantel do Norwich que foi goleado com chapa 5 nesse jogo.
Sombras
Em 2019 o último na distribuição dos direitos televisivos (no caso o Huddersfield) recebeu 96M€. Não têm melhores plantéis porque não querem/não sabem. No exemplo que levaste, eu não discordo, contudo antes das 5 substituições o Norwich já era último e bem último.
André Dias
Concordo que os clubes ingleses podiam ter mais critério no mercado mas convém ter em conta que as receitas da Premier League também deixam os clubes vendedores conscientes que podem negociar de forma mais dura e pedir valores que não se ajustam à qualidade do jogador.
O exemplo que dei foi apenas para ilustrar a diferença de qualidade. O resultado do jogo era irrelevante mas apresentei-o para complementar.
Berto
De certa forma essa falta de competitividade era atenuada se houvesse um nº máximo de jogadores inscritos conforme se faz nos planteis inscritos para jogar a Champions e Liga Europa onde certos atletas são deixados de fora. Se quiserem mais opções, escolhem jogadores da formação conforme eles fazem com a lista B.
André Dias
Concordo. Até ia mais longe e limitava mesmo o número de atletas que podem estar contratualmente ligados a um clube.
Filipe22
Na minha opinião seria benéfico para todos, não haveriam paragens a mais por causa das 5 subs, mais jogadores a ter tempo de jogo, potencialmente menos lesões. Os clubes ditos “não principais” também poderiam ter plantéis mais extensos em termos de qualidade se soubessem como gastar dinheiro com cabeça.
Marik
Esse argumento dos clubes mais pequenos não saberem gastar o dinheiro dá cabo de mim. Algumas das principais equipas europeias andam há anos e anos a esbanjar dinheiro (Man United e Barcelona por exemplo) e têm equipas curtíssimas.
Cá em Portugal, os grandes fazem todos os anos contratações avultadas que são autênticos flops, e outras mais baratas mas que não servem para nada mas apenas para encher. E depois são as equipas mais pequenas, que têm orçamentos de 5 milhões para uma época inteira, que não sabem gerir.
Filipe22
Estou a falar da liga inglesa. É mentira que os clubes pagam exageradamente por um jogador que jogue no país (independentemente da divisão)? Se usassem esse valor para comprar noutro país, não sairia mais barato?
E sim, Barcelona e United compram mal, mas duas coisas podem ser verdade.