Umdos factos amplamente debatidos durante a temporada tem sido o dos
empréstimos de jogadores. Como é sabido, os grandes do futebol português
costumam abastecer emblemas da principal liga nacional, cedendo excedentários ou jovens que precisem de tempo de jogo. Os clubes com
menos posses agradecem, pois de outra maneira dificilmente teriam acesso
a jogadores de certo nível, e é normal boa parte do “planeamento” de
cada temporada passar por esperar pelos restos desses mesmos grandes. O
problema decorrente é a do uso desses jogadores em partidas que oponham o
clube que realiza o empréstimo e o que recebe o jogador. No passado,
era possível colocar cláusulas que proibissem o jogador de actuar contra
o clube que o emprestou, mas essa situação é claramente lesiva de uma
competição em que deveria existir o mínimo de igualdade. O total de
jogadores que os maiores clubes conseguem emprestar é tão grande, que
cada um poderia distribuir as suas peças em número suficiente para
limitar as opções de um número considerável de adversários. Talvez esse
tenha sido o factor que levou a Liga à legislação actual, que proíbe
esse tipo de cláusulas, permitindo que o clube A defronte todos os
adversários em prova nas mesmas circunstâncias. Naturalmente, esta seria
a melhor opção, do ponto de vista da verdade desportiva, mas a prática
mostra que a teoria ainda tem muito de penar a alcançar. Desde maleitas
súbitas a amarelos convenientes, desde opções técnicas a avaliações
psicológicas, muitas têm sido as razões que esta época impediram
diversos jogadores de enfrentar os clubes aos quais efectivamente
pertencem. Para lá das possíveis trapaças, difíceis de provar, o que devia
preocupar as instâncias que organizam a prova (e os clubes que nela
competem) é o clima de suspeição que recai sobre esta. Não obstante este
tipo de casos repetir-se semanalmente, alguns com maior ou menor eco na
comunicação social e nos adeptos, ninguém parece muito preocupado em
esclarecer o assunto, e muito menos em resolvê-lo. Não vale a pena vir
com moralidades ou sacar a ética do bolso, ninguém de direito quer
realmente saber disso, ou o fair-play não fosse uma treta, e quando as
decisões apertam, é cada um por si e os fins justificam os meios. Mais
que atacar o vizinho ou relembrar passados, convém precaver o futuro, de
modo a que o próximo campeonato seja um pouquinho mais limpo. Uma
solução poderia passar por impedir empréstimos a clubes do mesmo
escalão. O anterior presidente da Liga, Mário Figueiredo, tentou essa
estratégia, mas os clubes vetaram essa possibilidade. De qualquer modo,
já havia quem estivesse disposto a realizar umas vendas por valores
simbólicos com opção de recompra, o que na prática iria camuflar uma
situação de empréstimo. A outra solução é impedir (mais do que dar essa
opção, pura e simplesmente proibir) os jogadores de actuarem contra os
clubes-mãe. Pode não ser a melhor solução, mas é a mais clara e que não
deixa margem para “interpretações”. No entanto, esta medida teria de ser
implementada juntamente com outras duas: cada clube não poderia colocar
em cada clube mais que um certo número de elementos (por exemplo,
dois), e na totalidade um certo máximo (por exemplo, oito). Ainda, cada
clube só poderia receber por empréstimo até um determinado número de
jogadores (três). Este modelo, para lá de clarificar a questão dos
empréstimos, iria permitir que nenhum clube ficasse demasiado dependente
de um outro emblema, e portanto, o defrontasse em condições mais
favoráveis para aquele relativamente a todos os restantes participantes
na Liga. De qualquer modo, seria conveniente que, primeiro, Liga e
clubes assumissem que existe um problema; e segundo, que apresentassem
uma solução à prova de estratagemas obscuros e que defenda os interesses
de uma prova que se quer competitiva e atractiva.
Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar com o VM aqui!): Nuno Ranito


0 Comentários
Rui Sá
Num outro post, também relacionado com esta matéria, deixei umas possíveis alterações nas ligas europeias, para evitar estas situações ridículas. Vou deixar novamente a minha opinião:
1º Limitar o número de extra-comunitários por clube (7/8 era o ideal);
2º Ao nível de comunitários, não existe limite em nenhum plantel (visto que vários têm equipas B);
3º Cada clube pode emprestar apenas 1 extra-comunitário (ao nível de comunitários, não existe limite de empréstimos);
4º Cada clube pode apenas emprestar 1 jogador a outro clube;
5º O jogador emprestado deve ser autorizado a defrontar o seu clube de origem;
6º O jogador extra-comunitário, após uma época de empréstimo, deve ser incorporado na equipa-mãe, tal não aconteça, não pode voltar a ser emprestado a qualquer outro clube, logo, deve ser vendido;
7º Os jogadores comunitários, com idade inferior a 23 anos, podem ser emprestados mais do que uma época, até atingirem essa idade, assim que atingirem essa idade, devem ser integrados na equipa-mãe ou vendidos;
8º Caso o jogador seja vendido, e de forma a evitar a jogada da venda com hipótese de recompra, esse mesmo jogador só pode voltar a ser contratado pelo clube vendedor, 4 épocas após sair desse mesmo clube.
Exemplo: O Chelsea contrata Alex Sandro ao Porto, mas não conta com ele na primeira época e, sendo ele extra-comunitário, empresta-o ao Everton. Passada uma época, deve decidir se o incorpora no plantel ou se o vende. Opta por vender, pois sente que afinal não é o jogador que procuravam para o lado esquerdo da defesa, onde Filipe Luís e Azpilicueta dão conta do recado. Transfere-o para o Tottenham, onde Alex Sandro faz uma época monstruosa e é considerado o melhor jogador da liga inglesa e jogador com mais assistências da Premier League. O Chelsea percebe que errou ao vendê-lo, mas tem que esperar 4 épocas até poder fazê-lo. Caso durante essas 4 épocas desportivas, Alex Sandro se transferir para o Arsenal, mesmo assim, o Chelsea terá sempre que esperar essas mesmas 4 épocas para poder voltar a negociar o jogador!
Com isto, não se evita as constipações e outros que mais "problemas inesperados" antes de defrontarem as respectivas equipas-mãe, mas evita-se que os jogadores andem de empréstimo em empréstimo ao longo da carreira, impede que os clubes contratem tudo o que mexe, evita que equipas fiquem com mais do que um jogador "limitado" quando defrontam uma equipa de nível superior, visto que jogadores de clubes grandes, tendem a se afirmarem com facilidade nos clubes a que são emprestados, etc.
Joao
Concordo inteiramente com o Post! É necessario que se crie algum tipo de regras para defender os jogadores e os clubes, mas acima de tudo, defender a verdade desportiva.
Sinceramente, acho o modelo ingles o ideal:
– Cada clube so pode emprestar um numero maximo de jogadores a clubes da mesma divisao (penso que sao 10).
– Cada clube so pode receber um numero maximo de jogadores a clubes da mesma divisao (penso que sao 6).
– Cada clube so pode emprestar ou receber um maximo de 2 jogadores de outro clube da mesma divisao.
Estas limitaçoes impediriam que clubes como o Benfica e o Porto tenham todas as epocas mais de uma duzia de jogadores cedidos a outros clubes da primeira divisao (embora este numero tenha caido um pouco com o ressurgimento das equipas B)… Tambem impediriam que Benfica e Porto comprassem uma dezena de jogadores todos os anos, so para andarem a rodar por outros clubes… Tambem impediria que Benfica e Porto tivessem quase uma centena de jogadores com contracto porfissional (segundo dados dos respectivos relatorios e contas, entre jogadores do plantel principal, equipa B, alguns juniores e jogadores emprestados)… Tambem impediria que algumas equipas vivessem dos emprestados (ainda numa epoca recente, o Olhanense tinha 13 jogadores emprestados dos 3 grandes)…
Ainda assim, nao ha sistemas perfeitos, mesmo o sistema ingles que a meu ver é o melhor, pode ser contornado como faz o Chelsea que tem equipas em outros campeonatos (como o Vitesse na Holanda) onde coloca a rodar meia duzia de jovens todos os anos…
enfim ...
Já que estamos nas percentagens do passe para inventar desculpas para o M.Rosa, o Porto também tinha e tem percentagem do passe do S.Oliveira, Seri, Tozé etc e jogaram.
Problema pior é os jogadores que "compram" nos dias anteriores aos jogos ou no jogo como o Goicochea ou Marafona… entre outros.
Jaime M.
Proibir um jogador emprestado de defrontar o seu clube de origem não é uma situação lesiva da competição porque vejamos, se esse jogador joga mal e até marca um auto-golo é logo atacado por todos, acusam-no de ser mau profissional, de querer ajudar o seu verdadeiro clube e muitas outras coisas. Se por outro lado esse jogador até faz uma boa exibição, marca um golo, etc é acusado de prejudicar o seu clube original, até pode perder o seu espaço nessa equipa, etc. Também existe o caso de um treinador não colocar em campo um jogador emprestado frente ao seu clube original, para proteger o jogador destas situações. Aqui será o treinador atacado porque está a beneficiar o adversário, não foi profissional, etc. Conforme sopra o vento as opiniões mudam.
Daí que para haver mais clareza e simplificar a questão, seria bom adoptar restrições no número de emprestados, por exemplo as enunciadas neste post, sobretudo o limite de 2 emprestados (ou 3) ao mesmo clube e por outro lado todos os jogadores emprestados estariam proibidos de jogar contra o seu clube original (nas competições nacionais obviamente).
Regras simples e iguais para todos.
Schmeichel
Esta é uma questão importante e que não é ultrapassável porque não há interesse da maioria dos clubes em ultrapassá-la, uns porque beneficiam do enfraquecimento dos adversários e outros porque beneficiam nas restantes jornadas desses jogadores emprestados.
Mas se é possível jogadores que já não possuem qualquer relação contratual com o adversário serem impedidos de jogar, será que há leis que se possam fazer e que resistam?
O problema radica sempre na falta de cultura desportiva dos nossos principais clubes e dos seus adeptos.
scp_fan
Isto é tão fácil de resolver que não entendo a confusão.
1. Qualquer jogador que esteja emprestado não pode defrontar a equipa que o emprestou.
2. Um clube só pode receber dois jogador por empréstimo de um determinado clube.
3. Um clube só pode emprestar 10 jogadores a clubes da mesma Liga.
Isto é o suficiente para que as confusões acabem de vez!
Jaime M.
Exato. Bastam 3 simples regras para acabar com a questão.
Apenas acho um pouco exagerado um clube poder emprestar 10 jogadores a clubes da mesma liga. Nem acho que atualmente algum clube tenha assim tantos jogadores emprestados. Um máximo de 6 seria razoável.
João Gonçalves
Chamem me radicalista se quiserem mas quando deparados com uma infracção se procuram formas de fazer com que esta não o seja em vez de procurar formas de castigar o infractor mostra bem o estado do nosso futebol.. como acabar com as constipações? Podiam os adeptos começar por condenar este tipo de atitudes por parte dos seus clubes em vez de argumentar que outros fazem o mesmo..
Nuno Nunes
Sendo eu um liberal, a proibição é algo que me dá comichão.
Proibir empréstimos de jogadores a clubes do mesmo escalão não é solução. Limitar o número desses empréstimos já me parece algo razoável. O empréstimo de jogadores é fundamental para clubes mais pequenos e com menor possibilidades financeiras.
Defendo também que o jogador não defronte o seu clube "mãe", ainda que isso possa ocorrer sem problemas como já aconteceu no passado várias vezes.
Para mim o problema de fundo do futebol português não é se o jogador emprestado pode jogar contra o clube "mãe", mas sim o porquê da enorme dependência dos jogadores emprestados por parte dos clubes mais pequenos. Isto acontece porque os clubes de futebol não são geridos por empresários sérios, pelo contrário, são geridos por gente com passado "duvidoso" que na maioria dos casos não tem interesse em dinamizar e em fazer crescer o clube. Basta olhar para clubes como a Académica e o Estoril, exemplos paradigmáticos. O primeiro é um clube dirigido por um senhor que já teve implicações com a justiça (já foi condenado a 15 meses de prisão com pena suspensa…). A Académica nos últimos seis anos não conseguiu crescer como clube, tem andado pelo meio e na segunda metade da tabela.
Olhemos agora para o Estoril,que é dirigido por um empresário brasileiro ligado a um fundo de jogadores (Traffic), fundo esse que adquiriu o clube após a sua quase falência. Depois de umas épocas conturbadas, contratam Marco Silva como treinador e o resto toda a gente conhece, o clube subiu de divisão e chegou pela primeira vez na sua história às competições europeias. O clube tem sido gerido de forma séria, curiosamente com o apoio de um fundo de jogadores (fundos esses amados por uns, odiados por outros).
Diogo Palma
Eu não percebo este alarido todos sobre o tema em questão, a haver um tempo é apenas ético e isso é algo que escasseia no futebol em geral e no português em particular.
Eu apenas condeno estas "constipações" por serem mentiras descaradas, nunca fui contra a clausula que existia nos contratos de empréstimo que proibiam o jogador emprestado de defrontar o clube-mãe e acho que essa mesma clausula devia voltar a ser legal.
Agora não existe a clausula mas existe um acordo de cavalheiros entre os clubes que tem o mesmo efeito do que a clausula e se o clube que recebe o empréstimo concorda com essa condição então não vejo porque não deva ser legal.
Nuno R
Diogo, a questão é que o acordo de cavalheiros vai contra a lei. Por isso mesmo não está escrito, mas apalavrado. E no fim, quem cumpre a LEI ainda é apelidado de tanso.
Visto que a ética não joga neste totobola, mais vale legislar de modo a "legalizar" estas baixas médicas.
Por mim, jogavam todos contra todos. Mas visto que tal não acontece, venha o mal menor.
Anónimo
É estúpido estar a criar uma nova lei, só porque os clubes nao conseguiram ter morar e desportivismo de respeitar a anterior.
Jorge
Mike Portugal
Concordo a 100% com este post.
Teria também que se criar algum tipo de regras sobre as "vendas a preço modesto com possibilidade de recompra", que seriam a mesma coisa que um empréstimo, logo, mais uma possibilidade dos clubes darem a volta à situação.
Guilherme Loureiro
A partir do momento em que dois jogadores que já nem sequer tinha contrato com um clube, foram impedidos de jogar, eu acho que mais do que legislar, devia haver consequências! Isto não é só fazer regras porque há sempre maneira de as contornar. Quando neste país começar a haver castigos para quem contraria as regras, elas começam a ser cumpridas na sua totalidade. Gastroentrites, gripes etc… São coisas fáceis de se verificarem como verdadeiras. Então nestes casos acho que a liga de devia predispôr a verificar por ela própria a veracidade destes factos. Essa deveria ser a primeira coisa a fazer. Segundo, deve ser deixado bem claro. Ou sim ou sopas. Ou pode jogar ou não pode. E na minha opinião não é justo que não possa jogar contra o clube mãe. Aparentemente até sou dos poucos com esta opinião, mas eu penso assim. Se um jogador é emprestado a um clube e sendo celebrado um contrato sem qualquer tipo de clásulas já que elas são proibidas, então esse contrato deve ser cumprido. Além disso é adulterar a verdade desportiva. Alguns destes jogadores são o abono dos clubes mais pequenos e sem eles, as equipas perdem muita qualidade. Agora, jogas contra todas as equipas menos contra nós. Estão quase que a combinar um resultado, sendo que para o Porto será mais fácil o jogo com o Arouca ou com o Nacional. E para o Benfica o Belenenses é como tirar um chupa-chupa a um bebé!
Clubes com este poderio, que defrontam grandes equipas na liga dos campeões, não conseguem ganhar ao Nacional porque lá estar o Tiago Rodrigues ou ao Belenenses por lá estar o Miguel Rosa (este nunca jogou no benfica, mas acho que nunca vai jogar contra também, é uma risada).
Eu sou da opinião que se é para emprestar, então o clube que detém o jogador no seu plantel decide o que fazer com ele. É o mais justo. Há é que saber lidar com isso quem empresta. Se vêm qualidade nele, mantenham-no no plantel.
Sigurd
Na altura em que se proibiram os empréstimos, os clubes vetaram essa hipótese porque, supostamente, iria 'prejudicar o jogador português'. Então, juntando às sugestões do Nuno Ranito e com as quais concordo na sua génese (limitaria ainda mais os números permitidos), eu excluiria também a possibilidade de emprestar jogadores estrangeiros ou jogadores já feitos. Assim sendo, permitiria apenas que se emprestassem jogadores portugueses sub-23 ou estrangeiros sub-21 formados localmente.
Anónimo
Eu ca defendo outra coisa. Para mim é sinples. Posso emprestar jogadores. Mas decidam-se. Eu empresto e tenho que continuar a pagar ordenados e depois ter um jogador pago por mim a derrotar a equipa que lhe dá o sustento? Ou o clube que recebe o jogador ebcarrega-se de pagar o ordenado? Se for a segunda, pode jogar sempre. Agora não peçam que concorde que jogadores pagos por.mim derrotem o meu clube.
Nuno
Jose Seabra
E é importante pensar no clima de suspeição que se cria em volta de um jogador emprestado que jogue contra o seu clube, imaginemos que marca um auto-golo, ou que falha um golo escandaloso, ou até que falha uma grande penalidade, ou que seja expulso, vai sempre criar-se um clima de suspeição sobre esse jogador, como tal, os jogadores têm que ser protegidos. O problema é que os regulamentos actuais não servem para nada, proíbem acordos entre clubes para que os jogadores não joguem, e portanto inventam-se as constipações, as gastroenterites, e é impossível de provar que as lesões são forjadas.
Criem-se os regulamentos certos para estas situações, proibindo a utilização destes jogadores contra os seus clubes de origem, limitando o número de empréstimos a cada clube da primeira liga, e limitando o número de empréstimos total a clubes da mesma divisão.
Nuno R
E se o clube pagar metade do salário? Fazem meio jogo?
Isto é muito bonito, da salvaguarda dos interesses individuais, mas em alguma altura os interesses colectivos sobrepõem-se aos individuais (lá vem este gajo com a conversa de socialismo!!). E o interesse colectivo é um campeonato competitivo, e credível. Ou se calhar não…
Guilherme Loureiro
Eu sou da opinião que deveriam jogar sempre mas levantaste uma questão que eu não tinha pensado. E é verdade que os empréstimos com a carga de salários a ficar no clube mãe são complicados nesta situação, mas mesmo assim acho que se estão a adulterar as regras do jogo. Não se concorda com as condições do empréstimo, siga para outro lado.
Sombras
Partilho esta visão. E os dirigentes de Benfica e Porto também. Não é desportivamente correcto, mas é salvaguardar os interesses. Aliás, no FM meto sempre essa cláusula nos contratos que não envolvem 100% do ordenado pago ahah
João Lains
Concordo.
Anónimo
Na minha opinião os jogadores na condição de "emprestados" não deveriam jogar contra as equipas que os "emprestaram", desta forma seria possível proteger os interesses dos jogadores. Veja-se por exemplo o caso do Tozé: o que seria dito do rapaz, se ele tivesse falhado a grande penalidade contra o Porto?!
( Demonstrou grande profissionalismo sobre tremenda pressão)
Agora, casos como o de Deyverson e Miguel Rosa deveriam ser investigados, e até mesmo punidos pela Liga, uma vez que estes dois jogadores já não pertenciam aos quadros do Benfica.
Utilizei estes casos porque a meu ver são os mais sonantes, não querendo ser tendencioso.
Cumprimentos, Oleko !
Anónimo
Antes de virem defender que os jogadores emprestados não deviam poder defrontar o clube-mãe, gostava que o resto dos leitores pensasse no seguinte: isso não irá abrir um precedente grave? Não vão querer a seguir proibir os jogadores de defrontar os ex-clubes? Já aconteceu este ano, jogadores pertencentes a um clube X não puderem defrontar o antigo emblema.
Proibições não irão resolver tudo, pois acho que ainda irá criar mais problemas e incentivar os grandes a emprestar mais, com o propósito de fortalecer adversários dos seus adversários, enfraquecidos quando defrontarem quem emprestou tais jogadores…
António Miguel
Nuno R
Ainda me lembro quando o Leça funcionava quase como um satélite do Porto. Um certo jogo, entre emprestados (na altura podiam ser impedidos de jogar) e lesionados, nem o banco conseguiram preencher. É isto que não pode acontecer.
O caso do Rosa e Deyverson é diferente, pois não existe uma ligação contratual. Qualquer acordo terá sido feito aquando da transferência, e lá está, mesmo sendo ilegal (não tenho dúvida que "impedir" um jogador de actuar seja ilegal… e aliás, é estranho o silêncio do sindicato quanto a este caso), é impossível de provar. Só mesmo ligando os intervenientes a um polígrafo.
scp_fan
Kafka I, isso vai acontecer parcialmente com o final dos fundos! Se quiseres mesmo acabar com as % partilhadas entre vários clubes, então aí, teria de ser feita uma mudança radical!
SL!
Kafka I
Rafael
Sendo assim erro meu, tinha mesmo ideia de já ter lido algures que o Benfica tinha uma percentagem do passe, mas admito estar enganado
Anónimo
Kafka, acho que o benfica não tinha parte do passe de deyverson e Miguel rosa mas sim direito de preferência numa eventual compra.
Rafael
Anónimo
Isso de proibir só iria ainda beneficiar mais os infratores. Imaginemos então que o Benfica emprestava o Jonathan Rodriguez, o Rui Fonte, o César, o Guedes, o Benito, etc… a apenas dois clubes fa primeira liga (ex. Belenenses e Gil Vicente), estas terceiras linhas do Benfica formariam um plantel que podia facilmente era candidato à liga Europa, e poderiam muito bem roubar pontos aos rivais, E depois quando o Benfica fosse jogar contra estas equipas, estes jogadores não podiam jogar e assim o Benfica iria jogar contra os reservas e juniores dos mesmos. Final da historia, 12 pontos garantidos para o Benfica e possibilidade aumentada de os rivais perderem pontos. Disse o Benfica como poderia ter dito o Porto, com Carlos Eduardo, Ricardo, Kleber, Toze, Sami, Josue, Opare, etc…
Isto só iria beneficiar o Porto e o Benfica e iria prejudicar todas as outras equipas que não fossem as eleitas dos mesmos para receber os jogadores em questão.
Peter Griffin
Kafka I
Não é de todo como estas a dizer, porque mesmo sendo ex-atletas do Benfica, o Benfica ainda detém uma parte do passe desses jogadores, daí eu defender o modelo Alemão que obriga a que os clubes detenham 100% do passe de um jogador, para se acabar de vez com esta palhaçada
Kafka I
Concordo em traços gerais contigo Nuno R
Outras hipóteses, na minha hipotese, seria a limitação do número de jogadores com contrato (mas aí devia ser uma medida da FIFA para englobar todos os clubes no Mundo)…aliada à proibição de empréstimos entre clubes..
Outra hipotese ainda seria a obrigatoriedade dos clubes terem um passe a 100% (esta medida já esta em vigor na Alemanha onde os clubes têm de deter 100% do passe) para evitar casos em que o jogador não sendo emprestado, acaba de certa forma por ser, porque o outro clube também tem uma percentagem do passe
Pedro, o Polvo
Concordo totalmente com este comentário. E digo mais: essas duas medidas iriam melhorar o futebol a 1000%! Tornava as contratações muito mais criteriosas, o que é um dos grandes cancros do futebol moderno.
Luis Freitas Lobo
Só não percebo, que se isto é proibido, e se toda a gente sabe o que se passa, porque razão não se castigam os prevaricadores?
Para a semana lá vai o Estoril ao Dragão, e quero ver qual vai ser a doença do Kleber desta vez…
Kacal I
JS,
Estás certo mas enganado ao mesmo tempo, o Kléber é titular indiscutível do Estoril e só não jogou contra o Penafiel porque viu o 5º amarelo contra o Belenenses e esteve suspenso como acontece em qualquer caso, no entanto já está disponível e fisicamente está a apto e a 100%, daí o meu comentário.
Subscrevo Sombras
Rabensandratana,
Eu não desejo que ele marque mas como gosto bastante do jogador, se jogasse e fizesse uma boa exibição e marcasse não ficaria zangado como não fiquei com o Tozé, é o meu ponto de vista, agora claro que quero que o Porto vença e de preferência com uma excelente exibição e uma goleada, sem duvida.
Rabensandratana I
Desculpa lá Kacal, eu gosto de vários jogadores emprestados pelo FCPORTO mas nunca desejarei que os "tais emprestados" façam golos ao FCPORTO" nunca.
Qual Kléber, qual carapuça!!!
Sombras
Chegamos ao ridículo de o Kléber se poder verdadeiramente lesionar no decorrer da semana e "ter" de jogar lesionado para não parecerem esquemas. Claro que isto é culpa do Porto (no caso, noutros será do Benfica e dos outros clubes, evidentemente, para mim são todos iguais). Irónico, um pouco como a história do Pedro e do Lobo
Anónimo
Partiu um cabelo! Não critiquem o homem nessas circunstâncias não da para jogar!!
Rafael
JS
Corrijam-me se estiver enganado, mas o Kléber não jogou o último jogo contra o Penafiel, nem se se convocado foi… Então porque é que tem que ser opção para defrontar o Porto??
Eu acho que deviam proibir (com certas regras) e pronto, assim já não chamavam esquemas ao que acontece.
Kacal I
Pois… já falei disso aqui no VM, o mais provável é ter um problema repentino de intestinos ou um dedo da mão partido… como apreciador do jogador Kléber e Portista gostava de ver um jogo justo e bem disputado com o brasileiro a fazer uma boa exibição e a marcar mas o Porto a ser superior e a vencer o jogo de forma convincente, seria o ideal, no entanto dificilmente jogará e com a suspensão contra o Penafiel e paragem para as selecções estará 1 mês sem jogar, o que é péssimo para jogar mas enfim.
Kacal I
Excelente post Nuno Ranito, uma tema pertinente.
1. Impedir empréstimos a clubes do mesmo escalão;
2. Limitar o número de empréstimos a 1 jogador ou algo do género;
3. Tornar legal e público que o jogador não defronta o seu clube "Mãe" e ter uma clausula no contrato (confesso que não sei se será possível aqui em Portugal mas seria o ideal).
Acho que estas três são as hipóteses e uma delas deve ser a medida a tomar para acabar com estes "esquemas" e situações vergonhosas e caricatas, na Premier League é público que os jogadores não defrontam os seus clubes "Mãe" e não há problemas nenhuns, aqui também pode acontecer se assim quiserem.
Guilherme Silva
Como sempre defendi aqui, acho que os emprestados não deviam poder defrontar o clube-mãe. Estão sempre sujeitos a uma pressão imensa, e se erram não faltará quem aponte que foi propositado, por exemplo. Por tudo isto, não deviam jogar na minha opinião. Contudo concordo com outra medida aqui apresentada, que é a de um clube apenas puder emprestar 2 jogadores no máximo a uma equipa. Acho que seria a melhor solução.
Anónimo
Manuel, antes de dizer asneiras, sobre o caso do Miguel Rosa e do Deyverson, lembre-se que a FIFA proibe qualquer condicionamento a jogadores de equipas rivais, por isso é também uma ilegalidade, o mesmo acontecendo para outros casos, onde a equipa tenha uma percentagem ou uma clausula de compra do jogador (procure antes de falar, e de tentar desculpar o seu clube de forma cega como se fossem uns santos). OLhe também para a sua casa, que só olhar para outros anos e não só para este também vai encontrar muitos esquemas do seu clube iguais ou piores.
Tendo dito isto, também condeno, caso seja verdade, estes impedimentos de jogadores por parte do Porto.
Cumprimentos,
Ricardo Carvalho
Manuel
O Porto bem os podia ter deixado jogar? Mas agora é o Porto que decide? Então as leis não contam para nada? Apenas prova o que eu digo, o Porto decide quem joga ou não joga contra si quando isso devia ser uma decisão exclusiva dos clubes e isso é ilegal, imoral e chama-se falsificação de resultados.
Se houve jogo na 2ª volta com o Guimarães, então os meus apontamentos pecam por defeito, o Otavio e o Ivo também não foram convocados. Então pelas minhas contas cerca de 11 jogadores foram por uma razão ou outra impedidos de jogar.
Volto a repetir, um erro ou outro não retira credibilidade nenhuma ao que eu afirmo e as palavras do miguelborges apenas confirmam e são a melhor prova disso mesmo!
Repito, o Benfica não tem caso nenhum, até que me provem o contrário, pois os casos Rosa/Deyverson não são comparáveis nem são ilegais pois não são jogadores do Benfica, foram oferecidos ao Belenenses pelo Benfica mediante determinadas condições, cláusulas de recompra (legais) e uma percentagem em venda futura, também perfeitamente legal.
O Benfica quando vende um jogador, por exemplo, quando vendeu o Rodrigo ao Valência, uma das condições era de que a partir de um certo número de jogos o Valência pagaria uma determinada quantia ao Benfica, os chamados cláusulas de objectivos. Se o Valência proibir o Rodrigo de jogar alguns jogos para não ter de pagar dinheiro ao Benfica isso é ilegal? Não estão no seu direito? Haverá alguém que diga que é anti fair-play?
Cada um sabe de si e ninguém tem nada a ver com isso desde que dentro da lei. O que não acontece com as questões que eu apontei. Quanto mais tentam arranjar desculpas mais se enterraram.
miguelborges6
Como é possível haver pessoas tão mentirosas? Manuel veja o TdD e veja os casos que o Benfica tem também, ainda assim acho isso ridiculo. Dizer que todos os jogadores que passaram por Benfica e Porto vão levar amarelos para não jogarem contra esse clube.
Além disso, o Sami jogou contra o Porto e já houve jogo na 2ª volta. Sérgio Oliveira teve lesionado mas por acaso jogou contra o Porto na duas voltas (inclusive), foi logo a seguir ao jogo com o Benfica, o Pedro Moreira também jogou na 1ª volta e falta saber agora na 2ª. O Andre Andre jogou na 1ª volta e so nao jogou na 2ª porque estava castigado por uma entrada durissima no jogo anterior onde ate perderam. O Andre Simoes jogou na 1ª volta e nao jogou na 2ª porque levou um 5ºamarelo.Os unicos casos que não jogaram foi o Kayembe, Quiñones e Tiago Rodrigues. Sinceramente, eram 3 jogadores que não metiam medo nenhum e o Porto bem os podia ter deixado jogar. Por outro lado, o Kayembe nem sempre é titular nem o Quiñones. Ora bem, posto isto o Benfica também deixou de fora Fábio Cardoso e Ruben Pinto, assim como Deyverson e Miguel Rosa.Vamos ver agora contra o Belem o que vai acontecer com Dalcio, Rui Fonte, Deyverson, Miguel Rosa e Pele.
Depois de ter dito isto tudo, espanta-me como pessoas que vivem no mundo da tecnologia com sites de facil consulta como a liga e o zerozero não conseguem ir consultar por 1 ou 2 minutos antes de dizer certas barbaridades. Eu em pouco tempo consultei que o Pedro Moreira, Sergio Oliveira, Andre Andre, entre outros tinham jogado todos contra o FCP. Mas vindo do Manuel ja nao se espera nada, nao sei é para que aceitam este tipo de comentarios
Manuel
Os portistas muito gostam de tomar a nuvem por Juno. Andam sempre à procura de algum pequeno erro ou falta de exactidão e agarram-se a ela como se isso provasse alguma coisa. Não prova nada nem muda o facto de andarem há anos a desrespeitar as leis que foram aprovadas (também) por eles na Liga! E sem sofrerem as correspondentes penalizações que também estão previstas na lei.
Um erro ou outro muda alguma coisa sobre o que afirmo ou sobre a ideia geral? Penso que toda a gente já percebeu, porque as pessoas não são parvas!
Ainda estou à espera que apontem jogadores do Benfica que tenham sido impedidos de jogar.
E acrescento que na minha óptica mais grave do que impedir que jogadores emprestados de jogar é o facto de haver jogadores, ex-portistas ou não, que se "auto-excluem" dos mesmos jogos. Em nome de quem e de quem é a inciativa?
É grave porque tem um nome: falsificação de resultados.
Anónimo
Mais uma correcção ao Manuel (que pelo que vi ainda ninguém apontou):
Não só o Porto já defrontou o Vitória de Guimarães depois dos 3 empréstimos, como o Sami foi titular nesse jogo no Dragão.
Além de que nunca foi dito que Kayembe estava lesionado, o próprio Pedro Emanuel deu a entender que só o quis poupar à pressão.
Daniel M.
Hugo
So falsidades do Manuel. O Diogo Viana jogou contra o Porto. O Kleber jogou no jogo seguinte porque foi 3 semanas depois…
pedro
Entao explica como é possível o Paços de Ferreira dispensar para o Penarol o Urreta!! depois de este ter visto o amarelo que o deixava de fora no jogo seguinte contra o…SLB… O Paços dispensar um Urreta, que volta ao Uruguai?!?!?
Parece o central brasileiro do Marítimo, dispensado após um celebre pénalti aos 3 minutos de jogo, sem qualquer perigo iminente para a sua baliza…
Pedro
Manuel
Onde estão as mentiras? O que diz dá razão ao que eu aponto. Não é um erro que põe em dúvida que afirmo. E lá tinha de vir com a habitual lenga lenga do Benfica.
Sérgio Oliveira não jogou, Kleber não jogou, ao contrário do que diz não estava lesionado, jogou no jogo seguinte. Assim como Kayembé jogou anteontem com o Gil Vicente e até marcou um golo e fez um passe para outro.
Quanto aos 2º amarelos são factos!!! Tengarrinha, foi júnior do Porto chegando a fazer parte do plantel senior, apanhou 2 (DOIS!) amarelos depois dos 90 minutos (91´é 92´). Extraordinário! O que interessa que tenha jogado com 14 anos no Benfica?
Muda alguma coisa quando estamos a falar de ex-jogadores do Porto?
Posso completar:
11ª Marinho (Académica) é expulso aos 95 minutos… falhando o jogo com o FCP.
13ª jornada: Miguel Pedro (Setúbal) é expulso aos 94 minutos…falhando jogo com FCP.
14ª jornada: Diogo Viana, ex-júnior do FCP é expulso aos 93 minutos… falham jogo com FCP.
19ª jornada: André Simões, ex-iniciado e adepto do FCP e melhor marcador do Moreirense, vê o 5ª amarelo aos 92 minutos em Braga, fica suspenso e não defronta o clube do seu coração.
21ª jornada: Tengarrinha, ex-junior do Porto chegando a fazer parte do plantel sénior, um dos melhores da equipa de Petit, na jornada em Coimbra viu dois cartões amarelos, ficando suspenso por um jogo. Tengarrinha viu os 2 amarelos… nos descontos aos 91´e 92´. Caramba, é muito azar!
25ª jornada: Kayembé, jogador emprestado pelo Porto não é convocado. Não está lesionado foi titular nas últimas 7 partidas. Não estava lesionado, jogou com o Gil Vicente e até marcou um golo!
“Por acaso vi dois treinos do Arouca esta semana e de condicionado o Kayembe não tinha nadinha. Havia um ou outro a fazer gelo mas o Kayembé não era nenhum deles…!” João Silva
Parece que Kayembe foi visto numa discoteca na Foz a dançar até altas horas da madrugada. Tal era o impedimento!
26ª jornada, Tiago Rodrigues, melhor marcador do Nacional emprestado pelo Porto, sem estar lesionado mas com uma pretensa gastroentrite.
Quanto ao que o Benfica fez gostava que me indicasse quais os jogadores do Benfica que não jogaram. Do Porto posso indicar-lhe de repente, Atsu e o defesa do Guimarães o ano passado por 2 vezes (!) foi impedido de jogar.
Não me lembro de algum jogador impedido pelo Benfica (gostava que indicasse algum), seria uma excepção, mas muda os factos? Será que mudava o facto do Porto evitar constantemente que os jogadores emprestados joguem, não respeitando a legislação em vigor?
Anónimo
Manuel, para além das mentiras apontadas pelo José Seabra, há mais alguns factores não referidos. Quiñones vinha de uma série de jogos a ser irregular, penso até que no jogo imediatamente ao que o Penafiel defronta o Porto não tinha sido titular.
Os 3 vimaranenses não têm sido regulares, muito menos vistosos… Pelo que não me admiro que algum deles não defronte o Porto.
Incrível como diz que Sérgio Oliveira não jogou e não diz que em 2 jogos disputados pelo PF contra o FCP ele disputou 1, como titular. Já nem volto a referir a situação de Kléber porque foi bem explicada pelo José.
DS
Jose Seabra
Acho extraordinária a forma como mente descaradamente para desculpar o seu clube e acusar o FC Porto de algo que o seu clube também fez e faz ao longo dos anos.
E quando digo mente, refiro-me por exemplo, a Kleber, que saiu lesionado no jogo anterior ao jogo com o FC Porto para a Liga Europa, mas provavelmente também não jogaria diante do FC Porto, porque não sou cego. Sérgio Oliveira teve uma lesão muscular e ficou várias semanas fora dos relvados, não foi só o jogo com o FC Porto. E o Sérgio jogou na 1ª volta frente ao FC Porto.
André André não viu amarelo ao minuto 90 para não jogar contra o FC Porto, André André viu amarelo na 1ª parte desse jogo, por uma entrada dura, não seria lá muito inteligente levar amarelo ainda na 1ª parte, se o objectivo fosse esse.
Tengarrinha, foi expulso por uma falta que cometeu e para grande penalidade contra o Paços de Ferreira, não seria lá muito inteligente forçar um amarelo cometendo uma grande penalidade. Além disso, Tengarrinha também passou pelas camadas jovens do Benfica.
Manuel
As pessoas podem achar e ter a opinião o que quiserem, it´s a free country, mas existe legislação que não está a ser cumprida nem se está a investigar nem a castigar os prevaricadores. Para se perceber melhor onde isto já chegou temos estes factos:
O Benfica tem 4 jogadores emprestados a 3 clubes.
Rui Fonte (Belenenses), que ainda não jogou;
Ruben Semedo (Guimarães) jogou contra o Benfica;
Fábio Cardoso e Ruben Pinto (Paços) chegaram na mesma semana do jogo com o Benfica, não foram convocados pois não estavam entrosados nem treinados.
Os casos do Deyverson e Miguel Rosa não são abrangidos pela legislação em vigor e por isso não são comparáveis pois são jogadores do Belenenses. O facto de não terem jogado com o Benfica oi iniciativa do presidente e dono do Belenenses. Pelo que se sabe não houve qualquer infração da actual legislação.
O Porto tem 10 jogadores emprestados a 7 clubes.
Quinones (Penafiel). Não foi convocado. Não estava lesionado.
Tiago Rodrigues (Nacional). Não foi convocado. Na estava lesionado.
Kayembé (Arouca). Não foi convocado. Não estava lesionado.
Kléber (Estoril). Não foi convocado. Não estava lesionado.
Tozé (Estoril). Jogou porque pertence em 35% ao Estoril.
Sérgio Oliveira (Paços). Não jogou.
Pedro Moreira (Rio Ave). Não foi convocado.
Otávio, Ivo, Sami (Guimarães). Ainda não houve jogo.
Nos anos passados os jogadores emprestados pelo Porto que eu saiba nunca jogaram com o seu clube o que mostra uma recorrente infração dos regulamentos.
Para além disso:
Diogo Viana, André Simões, André André e Tengarrinha, todos antigos jogadores do Porto, todos levaram o 2º amarelo aos 90 + minutos para não jogarem contra o Porto (?).
As coincidências são muitas e demasiado fortes. Há um nítido e claro padrão de actuação recorrente que a Liga tem a obrigação de investigar para fazer cumprir os regulamentos e punir os prevaricadores.
Rabensandratana I
Totalmente de acordo, acabavam-se talvez as suspeições e as desculpas que A ou B não jogaram porque tiveram uma constipação ou outra doença qualquer.