Elenco com muito potencial e que promete… principalmente para 2026, já que foi o mais novo a qualificar-se para o Mundial, com uma média no 11 de apenas 23,82 anos.
Reggie Cannon, do Boavista, integra a convocatória dos EUA para os amigáveis contra o Japão e Arábia Saudita, os últimos antes do Mundial do Qatar. Já Zack Steffen, Antonee Robinson, Cristian Roldan e Tim Weah são baixas por lesão, enquanto Jordan Siebatcheu, Haji Wright, Brandon Vázquez e James Sands ficaram de fora por opção.
Os 26 convocados de Gregg Berhalter:
Guarda-redes (3): Ethan Horvath (Luton Town), Sean Johnson (New York City FC), Matt Turner (Arsenal);
Defesas: (9): Reggie Cannon (Boavista), Cameron Carter-Vickers (Celtic), Sergiño Dest (AC Milan), Aaron Long (New York Red Bulls), Chris Richards (Crystal Palace), Joe Scally (Borussia Mönchengladbach), Sam Vines (Royal Antwerp), DeAndre Yedlin (Inter Miami), Walker Zimmerman (Nashville SC);
Médios: (6): Kellyn Acosta (LAFC), Tyler Adams (Leeds United), Luca de la Torre (Celta Vigo), Weston McKennie (Juventus), Yunus Musah (Valencia), Malik Tillman (Rangers);
Avançados (8): Brenden Aaronson (Leeds United), Paul Arriola (FC Dallas), Jesús Ferreira (FC Dallas), Jordan Morris (Seattle Sounders), Ricardo Pepi (Groningen), Christian Pulisic (Chelsea), Gio Reyna (Borussia Dortmund), Josh Sargent (Norwich City)


9 Comentários
batalha34
tem potencial para fazer 2 pontos na fase de grupos e ir de vela
cards
O m elhor futebol das Américas é do Brasil e depois a Argentina, daqui a 50 anos as coisas estarão… iguais, daqui a 100 anos… idem
Antonio Clismo
Em 2010 os EUA tinham apenas 34 equipas profissionais (apenas 16 na MLS e as restantes noutros sistemas de ligas como a USL, etc).
Ora hoje em dia existem cerca de 100 equipas profissionais (28 na MLS; 27 na USLC – que funciona como uma espécie de segunda divisão; e as restantes divididas por outras ligas que foram surgindo como a USL League One; MLS Next Pro (uma espécie de liga de desenvolvimento) e a NISA, um conjunto de clubes geridos por uma associação independente).
Ora, tudo isto é demasiado complicado para ser organizado, mas é já expectável que a MLS irá mais tarde ou mais cedo incorporar o modelo de subida/descida de divisão e estas ligas irão servir de base a toda esta pirâmide.
Não deixa de ser notável o crescimento e o interesse que está a haver nos EUA em relação a futebol. É neste momento o desporto mais praticado por jovens com menos de 15 anos no país inteiro.
Não há muitos países que se possam gabar de ter mais de 4 milhões de praticantes de futebolistas e mais de 9000 clubes espalhados pelo país.
O objectivo da Federação Norte-Americana é que até 2030 consigam ter pelo menos 200 clubes profissionais.
Não conheço nenhum país que tenha 200 clubes de futebol profissionais…
cards
Conheces um país chamado Brasil?
dizem que existem lá cerda de 350 clubes profissionais…
Lumago
Nunca na vida os donos dos clubes da MLS iam aceitar subida/descida de divisão. Mais depressa incorporavam umas quantas equipas de mercados internos que lhe interessassem.
Em relação aos valores dos clubes, o EUA é gigante e a quantidade de imigrantes latinos que adoravam futebol explica muito desses valores.
Antonio Clismo
A seleção dos Estados Unidos já está num nível em que pode surpreender já este ano. Mas agora que o desenvolvimento de atletas vindos da base já está bem estruturado (todos os anos aparecem novos talentos e muitos conseguem vir para a Europa). Praticamente todos os clubes da MLS já têm excelentes estructuras de captação e desenvolvimento de atletas.
Em 1994 metade da equipa que levaram ao Mundial (em casa) nem sequer tinha clube, treinavam na federação americana de futebol. A MLS era uma piada nesta altura. Mesmo assim passaram a fase de grupos.
Em 2002 a equipa já estava mais profissional (que o diga Portugal) e jovens jogadores já davam nas vistas como Beasley, O’brien, Cherundolo e claro, Landon Donovan (viria a tornar-se o melhor jogador norte americano de sempre). A MLS começava a dar os primeiros passos rumo a uma maior profissionalização apesar do futebol continuar a ser o parente pobre do desporto norte-americano.
2006 e 2010 – Seleção extremamente competente e difícil de bater. Sempre construída á volta de Landon Donovan, com outros talentos como Altidore, Bocanegra, Dempsey, Howard, Beasley, Bradley, etc. Até este ponto quase todos os bons jogadores norte-americanos jogavam na Europa. É a partir daqui que a MLS começa a subir o nível e a expandir o franchising para mais cidades, bem como trazer melhores jogadores e melhores treinadores.
2014 – Klinsmann é o treinador e os laços com a federação germânica ficam mais estreitos. Muito útil para o desenvolvimento de jogadores, era raro o jovem jogador que não fosse parar á Bundesliga para completar o seu desenvolvimento. O nível da MLS já tinha subido imenso quando comparado com 2010 o que levou a mais jogadores da seleção americana já não precisarem de vir para a Europa para jogarem em divisões secundárias tendo o mesmo nível perto de casa.
2018- Qualificação com vários problemas que resultaram no despedimento do Klinsmann e depois o Bruce Arena não conseguiu inverter a situação. Uma derrota contra Trinidad e Tobago ditou o afastamento e a não qualificação para o Mundial da Rússia.
2022- Greg Berhalter no comando (entrou depois do descalabro em 2018) e depois disso conseguiu reformular a equipa com jogadores novos (Pulisic à cabeça).
A MLS continua a evoluir enormidades (o valor médio de um franchising – clube da MLS em 2010 era de 37 milhões de euros e neste momento o valor médio é quase 600 milhões de euros, isto diz bem do interesse que a MLS tem gerado junto da população que acabam por gerar estes valores). Trata-se da sétima liga Mundial mais seguida do Mundo inteiro. No meu entender só precisam de apostar mais na formação de técnicos.
Tirando o Jesse Marsch não conheço mais nenhum treinador norte-americano que tenha saído da MLS para ligas competitivas na Europa.
JJoker
A MLS só te e a sua primeira época em 1996.
Antonio Clismo
Sim, mas o verdadeiro investimento só veio muito depois.
Dario Nunes
Sinceramente não me parece um plantel nada de especial, o do México continua a ser bem melhor, apesar de nos últimos tempos a distância entre os dois países ter diminuído.