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Dortmund (que voltou a perder Reus) regressa aos lugares de descida; Sporting B empata em Leixões; Paços esmaga o Riachense, Nacional, Chaves, Penafiel, Freamunde e Vizela também seguem em frente

E só viu amarelo
O craque do Dortmund deve estar desejoso que termine 2014 (mais azar era impossível).
Nada corre bem a Klopp, não só voltou a perder Reus (lesionou-se com gravidade na sequência de uma entrada dura de Marvin Bakalorz, do Padeborn, no empate 2-2 entre as duas equipas, e só vai regressar em 2015, num lance em que o adversário só viu amarelo) como, com a vitória do Hamburgo frente ao Bremen, regressou aos lugares de descida (apenas 11 pontos em 12 jogos).
Sem surpresas – Paços de Ferreira (9-0 ao Riachense), Santa Maria (2-1 ao Santa Eulália), Penafiel (1-0 ao Aves),  Nacional (2-0 ao Ribeirão), Chaves (2-0 no terreno do Feirense), Vizela (nos penaltis frente ao Operário) e Freamunde (1-0 frente ao Vieira) seguiram para os oitavos-de-final da Taça de Portugal.

Leões estão em 14.º – O Sporting B empatou a 0 na deslocação ao terreno do Leixões, em encontro a contar para 14.ª jornada da II liga. Nos outros jogos destaque para as vitórias de Tondela (1-0 ao Farense) e Académico de Viseu (3-0 ao Santa Clara), no regresso de Ricardo Chéu.

0 Comentários

  • Rodolfo Trindade
    Posted Novembro 23, 2014 at 5:20 pm

    Reus teve mesmo um ano infeliz! Está na hora de sair de Dortmund para ver se a sorte muda!

    Fred e João Rodrigues mais sorte para a próxima, bateram-se como puderam, mas o Paços está forte este ano!
    Isto é apenas o ínicio, força rapaziada!

  • Diogo
    Posted Novembro 23, 2014 at 5:28 pm

    Alguém sabe qual é que foi o 11 do Sporting?

    • Gustavo Gomes
      Posted Novembro 23, 2014 at 5:37 pm

      A equipa B do Sporting precisa de uma limpeza urgente. Tem jogadores a mais e metade deles não estão a render.. Está-me a parecer que o Ruben Semedo vai ter companhia no Reus em Janeiro na 2ªB de Espanha.
      Seria importante reactivar a parceria com o Cercle Brugge da 1ª Liga Belga para colocar um ou dois jogadores num patamar competitivo muito interessante. Já jogadores como Esgaio e Medeiros devem ser emprestados a clubes da Liga Portuguesa porque têm valor para pegarem de estaca.

    • Mega Badjeras
      Posted Novembro 23, 2014 at 8:41 pm

      11 inicial: Luis Ribeiro, Riquicho, Tobias, Sambinha, Mica, Fokobo, Iuri Medeiros, Wallyson, Dramé, Enoh, Gelson.

      Entraram ainda: Francisco Geraldes, Salim Cissé, Sacko.

    • Joe Johnson
      Posted Novembro 23, 2014 at 11:46 pm

      Enoh e Cissé não são jogadores para o Sporting

    • Tiago Ferreira da Costa
      Posted Novembro 24, 2014 at 8:25 pm

      Vi o resumo alargado do jogo e mais uma vez tratou-se de um jogo horrível, miserável, sem chama, sem qualidade, sem garra por parte da equipa do Sporting. Mais uma vez podíamos ter perdido o jogo por uns 2-0 ou 3-0. Muito mau mesmo.

      Em termos defensivos:
      Sambinha: comete erros atrás de erros, que dão em oportunidades claras para o adversário
      Tobias: continua com as suas fintas defensivas e ainda não percebi o que vêm no rapaz (possivelmente demasiado FM) porque não é um fora-de-série.
      Rabia (não jogou): é ainda pior que Maurício, pelo menos nos 3 jogos em que já jogou demonstrou isso mesmo (incluindo o 5-0 do Atlético, onde os 5 golos são culpa directa ou indirecta do Rabia).
      Mica e Riquicho: são competentes (assim como Luís Ribeiro, este na baliza), embora não veja capacidade para chegarem ao nível de Cédric, André Almeida, Raphael Guerreiro, e outros jovens portugueses que estão a dar nas vistas na posição de lateral esquerdo e/ou direito.

      Relativamente ao meio-campo:
      Fokobo: promete muito, joga pouco. Sempre muito trapalhão, salva-lhe a sua estampa física, mas comete demasiados erros. Pode ser que melhore com o tempo tal como aconteceu com William Carvalho.
      Slachev (não jogou): ainda não deu para ver nada, entra nervoso, sai desesperado.
      Gauld (não jogou): dotes de craque, um ou outro rasgo técnico por jogo, mas produtividade muito reduzida, não parece ser um mini-Messi, por enquanto. Dou-lhe o benefício da dúvida pois o momento da equipa também influencia a qualidade do jogador em termos individuais.
      Wallyson: o melhor jogador desta equipa, já desde o ano passado. Seguro, esforçado, com técnica, remata bem, passa bem, promete muito e é uma questão de tempo e trabalho até chegar ao plantel sénior.
      Iuri e Esgaio: O que falta a Esgaio na qualidade técnica, compensa na dedicação. O que falta a Iuri na dedicação, compensa com a sua qualidade técnica. Não há muito mais a dizer. Dois talentos para o futuro, embora tenham a necessidade de dar o salto em termos produtivos nas próximas 2 épocas ou não passarão de Pereirinhas e Djalós.
      Ataque:
      Cissé: Horrível. Trapalhão. Mediano. Lento. Falta de eficácia. Não tem a mínima qualidade para o Sporting… B.
      Sacko: rápido, explosivo, remate promissor, um talento que pode vir a ser interessante para o futuro.
      Dramé: à semelhança de Sacko, tem qualidade física, embora tecnicamente ainda precise de evoluir.
      Enoh: não me parece ter muito futuro. Um pouco melhor que Cissé, mas nada de mais.

      Sei que não fiz a análise de todos os jogadores, mas são estes que tenho acompanhado mais e por isso penso que posso falar sobre os mesmos de forma construtiva.

      O Sporting B está a pecar muito: muitos jogadores, falta de empenho, falta de amor à camisola, falta de qualidade. Todos estes problemas estão a afectar a qualidade daqueles que ainda podem vir a ser muito bons jogadores e por isso mesmo creio que este ano o Sporting B não está a ter um único efeito positivo para o Sporting Clube de Portugal, visto que nem os jogadores menos utilizados da equipa A (Marcelo, Rossel, André Martins, Mané, Héldon e Tanaka) jogam na equipa B, algo que no ano passado era diferente. Problemas para serem resolvidos urgentemente já em Janeiro, esperemos…

      Saudações Leoninas e Desportistas,
      Tiago

  • Anónimo
    Posted Novembro 23, 2014 at 5:28 pm

    Réus: estará a caminho de um grande de Espanha ou o seu destino esta nas Terras de Sua Majestade?
    Marco Faria

    • Tiago
      Posted Novembro 23, 2014 at 5:36 pm

      Bayern

    • João Lains
      Posted Novembro 23, 2014 at 5:39 pm

      Robben, Götze, Müller, Ribéry, Shaqiri… não acredito.

    • Anónimo
      Posted Novembro 23, 2014 at 5:46 pm

      Também não acredito. Acho muito mais provável um Barça, Madrid, Chelsea, Man Utd, City…
      Marco Faria

    • Anónimo
      Posted Novembro 23, 2014 at 5:47 pm

      Shaqiri vai sair.

      Ass: Carlos Dores

    • Anónimo
      Posted Novembro 23, 2014 at 7:05 pm

      Sinceramente, adoraria vê-lo no Chelsea, penso que o Mourinho conseguia colocá-lo no ponto de rebuçado ideal, não que ele não seja dos melhores, mas considero que o JM elevaria o seu nível para competir com os melhores do Mundo, ao nível de Hazard, Bale, Goetze, Neymar, Pogba….

      Dá para imaginar um tridente com Hazard, Reus e Diego Costa? Acho que seria dos melhores do mundo e todas as defesas tremiam perante esses 3 jogadores.

      alexsilva3

  • Pedro Barata
    Posted Novembro 23, 2014 at 6:46 pm

    Sem palavras. Reus, um craque, perde um Mundial no qual seria figura, recupera, e agora mais uma lesão…Que tenha força e recupere. As lesões são a face negra da vida de um jogador, e se estas não o respeitam (nem os colegas, neste caso) pouco há a fazer…

  • van Basten
    Posted Novembro 23, 2014 at 10:21 pm

    Num dos mais intensos jogos desta jornada, o histórico Nordderby, os comandados de Zinnbauer levaram a melhor sobre um Werder Bremen onde o efeito da chicotada psicológica, versão Skrypnyk, parece ter chegado ao fim. O 2-0 aceita-se perfeitamente. A equipa da casa foi precisamente isso: mais equipa. Mais equipa e incansavelmente apoiada por um ambiente fantástico proporcionado pelos seus indefectíveis adeptos. O verdadeiro 12º jogador, hoje como sempre na Imtech Arena, em grande plano.

    Foi um confronto duro, renhido, intenso, emocional, e com boas oportunidades (não muitas, diga-se) para cada lado. Ambos os técnicos surpreenderam no onze, com mais senso da parte de Zinnbauer e mais opções questionáveis de Skrypnyk. A primeira parte mostrou um jogo emotivo e interessante de se seguir, com mais futebol do Hamburgo, que avançou sempre com mais vontade de marcar. O Bremen apenas a espaços e muito timidamente tentou ameaçar Drobny.

    Na segunda parte, o encontro desceu um pouco de qualidade, mas o síndrome de dentes cerrados era notório e cedo se apercebeu que o jogo não iria acabar com todos em campo, como veio a acontecer. De todo o modo, o HSV voltou a apresentar mais argumentos e mais vontade, e fez por merecer o golo. Entretanto, Zinnbauer acerta em cheio no banco, com as entradas de Rudnevs e Götz, mais um jovem dos quadros do Hamburgo. Eventualmente ambas se provaram acertadas, já que é o segundo, com um lançamento longo a colocar a bola para o avançado letão, que contando com a 'assistência' de Lukimya e o auxílio do Wolf, só tem de empurrar a bola para a baliza. A vitória, viu-se, já não fugiria. Até ao fim, Fritz ainda tem tempo para ser justamente expulso, e pouco depois, numa transição rápida conduzida por Lasogga, Arslan envia ao poste, mas a bola acaba mesmo por voltar a entrar, com Wolf, a empurrá-la lá para dentro. Os Dinossauros mereceram a felicidade, e o Bremen mostrou que os seus problemas presentes vão muito para além deste ou daquele treinador. Diga-se, no entanto, que a ausência de Di Santo foi muito sentida pela equipa.

    Quanto a destaques individuais no Hamburgo, há vários. Mas o maior, hoje, vai para Lasogga. Lutador incansável, esteve em quase todos os lances ofensivos da equipa, mereceu o golo que tanto procurou, e foi dele a acção que matou o jogo. Drobny teve muito pouco trabalho, mas o que fez, fez na perfeição. Jogo de raça de Westermann (personificou tudo aquilo que é este derby), que hoje formou uma dupla muito sólida com Djourou. Holtby esteve bem até à sua substituição, e van der Vaart mostrou pormenores interessantes. A entrada para o onze de Gouaida, poucos dias depois de ter sido chamado para trabalhar com a equipa principal, foi uma jogada arrojada por parte de Zinnbauer, mas percebeu-se a ideia do técnico: face às exibições menos positivas das últimas jornadas, a mensagem clara era de que ninguém tem lugar cativo nesta equipa se não trabalhar para tal. Além disso, o jovem francês não acusou a estreia e esteve mesmo perto de marcar.

    Do lado do Bremen, várias opções questionáveis. Não se percebe a entrada na equipa de Lukimya. Não se percebe Caldirola no banco. E não se percebe o porquê, com Di Santo de fora, a aposta em Petersen, que pouco deu ao jogo, em detrimento de Selke, que apenas jogou os últimos 20', mas que ainda foi a tempo de colocar a defesa da casa em sentido. Junuzović é o melhor médio do clube e foi o jogador mais desta equipa ofensivamente. García esteve muito esforçado na defesa e foi dos que menos mereceu este desfecho.

    Os adeptos do HSV têm razões para sorrir, agora que o ciclo infernal chegou ao fim. Afinal, nos últimos sete jogos oficiais, a equipa defrontou Dortmund, Bayern, Hoffenheim, Leverkusen, Wolfsburgo e o eterno rival, com resultados francamente positivos – a derrota expressiva frente ao Hertha é a única pedra no sapato no meio desses encontros. Cada vez mais parece difícil imaginar esta equipa a não conseguir a manutenção. E agora, já estão mesmo à frente do Dortmund.

  • Jeremy Da Silva
    Posted Novembro 23, 2014 at 10:48 pm

    Reus e Klopp no Arsenal, Guardiola no City, e juntamente com o Chelsea de Mourinho tínhamos a melhor Premier League de sempre

  • van Basten
    Posted Novembro 23, 2014 at 11:19 pm

    Realmente uma pena o que tem vindo a acontecer a Reus. Se não me engano, é a sua 4ª lesão em meio ano. Espero que recupere para voltar a ser o jogador que todos reconhecem nele, mas tenho que admitir que aquele tornozelo parece-me mais problemático do que deveria ser.

    Também fiquei com alguma pena do Bakalorz. O lance é duro e escusado mas vê-se que ele não tinha qualquer intenção de fazer o que fez. Aliás este jogador estava, há não muito tempo, nas reservas do Dortmund, e como tal sentiu de forma dupla o que aconteceu. Veio inclusive dizer que ouviu logo Klopp a gritar com ele, com toda a razão, e que se sentia mais do que terrível pelo que tinha acontecido.

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