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| E só viu amarelo |
O craque do Dortmund deve estar desejoso que termine 2014 (mais azar era impossível).
Nada corre bem a Klopp, não só voltou a perder Reus (lesionou-se com gravidade na sequência de uma entrada dura de Marvin Bakalorz, do Padeborn, no empate 2-2 entre as duas equipas, e só vai regressar em 2015, num lance em que o adversário só viu amarelo) como, com a vitória do Hamburgo frente ao Bremen, regressou aos lugares de descida (apenas 11 pontos em 12 jogos).
Sem surpresas – Paços de Ferreira (9-0 ao Riachense), Santa Maria (2-1 ao Santa Eulália), Penafiel (1-0 ao Aves), Nacional (2-0 ao Ribeirão), Chaves (2-0 no terreno do Feirense), Vizela (nos penaltis frente ao Operário) e Freamunde (1-0 frente ao Vieira) seguiram para os oitavos-de-final da Taça de Portugal.
Leões estão em 14.º – O Sporting B empatou a 0 na deslocação ao terreno do Leixões, em encontro a contar para 14.ª jornada da II liga. Nos outros jogos destaque para as vitórias de Tondela (1-0 ao Farense) e Académico de Viseu (3-0 ao Santa Clara), no regresso de Ricardo Chéu.



0 Comentários
van Basten
Realmente uma pena o que tem vindo a acontecer a Reus. Se não me engano, é a sua 4ª lesão em meio ano. Espero que recupere para voltar a ser o jogador que todos reconhecem nele, mas tenho que admitir que aquele tornozelo parece-me mais problemático do que deveria ser.
Também fiquei com alguma pena do Bakalorz. O lance é duro e escusado mas vê-se que ele não tinha qualquer intenção de fazer o que fez. Aliás este jogador estava, há não muito tempo, nas reservas do Dortmund, e como tal sentiu de forma dupla o que aconteceu. Veio inclusive dizer que ouviu logo Klopp a gritar com ele, com toda a razão, e que se sentia mais do que terrível pelo que tinha acontecido.
Jeremy Da Silva
Reus e Klopp no Arsenal, Guardiola no City, e juntamente com o Chelsea de Mourinho tínhamos a melhor Premier League de sempre
van Basten
Num dos mais intensos jogos desta jornada, o histórico Nordderby, os comandados de Zinnbauer levaram a melhor sobre um Werder Bremen onde o efeito da chicotada psicológica, versão Skrypnyk, parece ter chegado ao fim. O 2-0 aceita-se perfeitamente. A equipa da casa foi precisamente isso: mais equipa. Mais equipa e incansavelmente apoiada por um ambiente fantástico proporcionado pelos seus indefectíveis adeptos. O verdadeiro 12º jogador, hoje como sempre na Imtech Arena, em grande plano.
Foi um confronto duro, renhido, intenso, emocional, e com boas oportunidades (não muitas, diga-se) para cada lado. Ambos os técnicos surpreenderam no onze, com mais senso da parte de Zinnbauer e mais opções questionáveis de Skrypnyk. A primeira parte mostrou um jogo emotivo e interessante de se seguir, com mais futebol do Hamburgo, que avançou sempre com mais vontade de marcar. O Bremen apenas a espaços e muito timidamente tentou ameaçar Drobny.
Na segunda parte, o encontro desceu um pouco de qualidade, mas o síndrome de dentes cerrados era notório e cedo se apercebeu que o jogo não iria acabar com todos em campo, como veio a acontecer. De todo o modo, o HSV voltou a apresentar mais argumentos e mais vontade, e fez por merecer o golo. Entretanto, Zinnbauer acerta em cheio no banco, com as entradas de Rudnevs e Götz, mais um jovem dos quadros do Hamburgo. Eventualmente ambas se provaram acertadas, já que é o segundo, com um lançamento longo a colocar a bola para o avançado letão, que contando com a 'assistência' de Lukimya e o auxílio do Wolf, só tem de empurrar a bola para a baliza. A vitória, viu-se, já não fugiria. Até ao fim, Fritz ainda tem tempo para ser justamente expulso, e pouco depois, numa transição rápida conduzida por Lasogga, Arslan envia ao poste, mas a bola acaba mesmo por voltar a entrar, com Wolf, a empurrá-la lá para dentro. Os Dinossauros mereceram a felicidade, e o Bremen mostrou que os seus problemas presentes vão muito para além deste ou daquele treinador. Diga-se, no entanto, que a ausência de Di Santo foi muito sentida pela equipa.
Quanto a destaques individuais no Hamburgo, há vários. Mas o maior, hoje, vai para Lasogga. Lutador incansável, esteve em quase todos os lances ofensivos da equipa, mereceu o golo que tanto procurou, e foi dele a acção que matou o jogo. Drobny teve muito pouco trabalho, mas o que fez, fez na perfeição. Jogo de raça de Westermann (personificou tudo aquilo que é este derby), que hoje formou uma dupla muito sólida com Djourou. Holtby esteve bem até à sua substituição, e van der Vaart mostrou pormenores interessantes. A entrada para o onze de Gouaida, poucos dias depois de ter sido chamado para trabalhar com a equipa principal, foi uma jogada arrojada por parte de Zinnbauer, mas percebeu-se a ideia do técnico: face às exibições menos positivas das últimas jornadas, a mensagem clara era de que ninguém tem lugar cativo nesta equipa se não trabalhar para tal. Além disso, o jovem francês não acusou a estreia e esteve mesmo perto de marcar.
Do lado do Bremen, várias opções questionáveis. Não se percebe a entrada na equipa de Lukimya. Não se percebe Caldirola no banco. E não se percebe o porquê, com Di Santo de fora, a aposta em Petersen, que pouco deu ao jogo, em detrimento de Selke, que apenas jogou os últimos 20', mas que ainda foi a tempo de colocar a defesa da casa em sentido. Junuzović é o melhor médio do clube e foi o jogador mais desta equipa ofensivamente. García esteve muito esforçado na defesa e foi dos que menos mereceu este desfecho.
Os adeptos do HSV têm razões para sorrir, agora que o ciclo infernal chegou ao fim. Afinal, nos últimos sete jogos oficiais, a equipa defrontou Dortmund, Bayern, Hoffenheim, Leverkusen, Wolfsburgo e o eterno rival, com resultados francamente positivos – a derrota expressiva frente ao Hertha é a única pedra no sapato no meio desses encontros. Cada vez mais parece difícil imaginar esta equipa a não conseguir a manutenção. E agora, já estão mesmo à frente do Dortmund.
Pedro Barata
Sem palavras. Reus, um craque, perde um Mundial no qual seria figura, recupera, e agora mais uma lesão…Que tenha força e recupere. As lesões são a face negra da vida de um jogador, e se estas não o respeitam (nem os colegas, neste caso) pouco há a fazer…
Anónimo
Réus: estará a caminho de um grande de Espanha ou o seu destino esta nas Terras de Sua Majestade?
Marco Faria
Anónimo
Sinceramente, adoraria vê-lo no Chelsea, penso que o Mourinho conseguia colocá-lo no ponto de rebuçado ideal, não que ele não seja dos melhores, mas considero que o JM elevaria o seu nível para competir com os melhores do Mundo, ao nível de Hazard, Bale, Goetze, Neymar, Pogba….
Dá para imaginar um tridente com Hazard, Reus e Diego Costa? Acho que seria dos melhores do mundo e todas as defesas tremiam perante esses 3 jogadores.
alexsilva3
Anónimo
Shaqiri vai sair.
Ass: Carlos Dores
Anónimo
Também não acredito. Acho muito mais provável um Barça, Madrid, Chelsea, Man Utd, City…
Marco Faria
João Lains
Robben, Götze, Müller, Ribéry, Shaqiri… não acredito.
Tiago
Bayern
Diogo
Alguém sabe qual é que foi o 11 do Sporting?
Tiago Ferreira da Costa
Vi o resumo alargado do jogo e mais uma vez tratou-se de um jogo horrível, miserável, sem chama, sem qualidade, sem garra por parte da equipa do Sporting. Mais uma vez podíamos ter perdido o jogo por uns 2-0 ou 3-0. Muito mau mesmo.
Em termos defensivos:
Sambinha: comete erros atrás de erros, que dão em oportunidades claras para o adversário
Tobias: continua com as suas fintas defensivas e ainda não percebi o que vêm no rapaz (possivelmente demasiado FM) porque não é um fora-de-série.
Rabia (não jogou): é ainda pior que Maurício, pelo menos nos 3 jogos em que já jogou demonstrou isso mesmo (incluindo o 5-0 do Atlético, onde os 5 golos são culpa directa ou indirecta do Rabia).
Mica e Riquicho: são competentes (assim como Luís Ribeiro, este na baliza), embora não veja capacidade para chegarem ao nível de Cédric, André Almeida, Raphael Guerreiro, e outros jovens portugueses que estão a dar nas vistas na posição de lateral esquerdo e/ou direito.
Relativamente ao meio-campo:
Fokobo: promete muito, joga pouco. Sempre muito trapalhão, salva-lhe a sua estampa física, mas comete demasiados erros. Pode ser que melhore com o tempo tal como aconteceu com William Carvalho.
Slachev (não jogou): ainda não deu para ver nada, entra nervoso, sai desesperado.
Gauld (não jogou): dotes de craque, um ou outro rasgo técnico por jogo, mas produtividade muito reduzida, não parece ser um mini-Messi, por enquanto. Dou-lhe o benefício da dúvida pois o momento da equipa também influencia a qualidade do jogador em termos individuais.
Wallyson: o melhor jogador desta equipa, já desde o ano passado. Seguro, esforçado, com técnica, remata bem, passa bem, promete muito e é uma questão de tempo e trabalho até chegar ao plantel sénior.
Iuri e Esgaio: O que falta a Esgaio na qualidade técnica, compensa na dedicação. O que falta a Iuri na dedicação, compensa com a sua qualidade técnica. Não há muito mais a dizer. Dois talentos para o futuro, embora tenham a necessidade de dar o salto em termos produtivos nas próximas 2 épocas ou não passarão de Pereirinhas e Djalós.
Ataque:
Cissé: Horrível. Trapalhão. Mediano. Lento. Falta de eficácia. Não tem a mínima qualidade para o Sporting… B.
Sacko: rápido, explosivo, remate promissor, um talento que pode vir a ser interessante para o futuro.
Dramé: à semelhança de Sacko, tem qualidade física, embora tecnicamente ainda precise de evoluir.
Enoh: não me parece ter muito futuro. Um pouco melhor que Cissé, mas nada de mais.
Sei que não fiz a análise de todos os jogadores, mas são estes que tenho acompanhado mais e por isso penso que posso falar sobre os mesmos de forma construtiva.
O Sporting B está a pecar muito: muitos jogadores, falta de empenho, falta de amor à camisola, falta de qualidade. Todos estes problemas estão a afectar a qualidade daqueles que ainda podem vir a ser muito bons jogadores e por isso mesmo creio que este ano o Sporting B não está a ter um único efeito positivo para o Sporting Clube de Portugal, visto que nem os jogadores menos utilizados da equipa A (Marcelo, Rossel, André Martins, Mané, Héldon e Tanaka) jogam na equipa B, algo que no ano passado era diferente. Problemas para serem resolvidos urgentemente já em Janeiro, esperemos…
Saudações Leoninas e Desportistas,
Tiago
Joe Johnson
Enoh e Cissé não são jogadores para o Sporting
Mega Badjeras
11 inicial: Luis Ribeiro, Riquicho, Tobias, Sambinha, Mica, Fokobo, Iuri Medeiros, Wallyson, Dramé, Enoh, Gelson.
Entraram ainda: Francisco Geraldes, Salim Cissé, Sacko.
Gustavo Gomes
A equipa B do Sporting precisa de uma limpeza urgente. Tem jogadores a mais e metade deles não estão a render.. Está-me a parecer que o Ruben Semedo vai ter companhia no Reus em Janeiro na 2ªB de Espanha.
Seria importante reactivar a parceria com o Cercle Brugge da 1ª Liga Belga para colocar um ou dois jogadores num patamar competitivo muito interessante. Já jogadores como Esgaio e Medeiros devem ser emprestados a clubes da Liga Portuguesa porque têm valor para pegarem de estaca.
Rodolfo Trindade
Reus teve mesmo um ano infeliz! Está na hora de sair de Dortmund para ver se a sorte muda!
Fred e João Rodrigues mais sorte para a próxima, bateram-se como puderam, mas o Paços está forte este ano!
Isto é apenas o ínicio, força rapaziada!