
Disse presente de 2 em 2 anos, e logo com grandes golos, mas ao nível de clubes, principalmente de topo, devia ter tido mais impacto.
Xherdan Shaqiri anunciou a sua retirada do futebol internacional. O extremo, de 32 anos, abandona a seleção suíça como o 2.º mais internacional de sempre (125 jogos) e o 4.º maior goleador (32 golos). Atualmente ao serviço do Chicago Fire, Shaqiri esteve presente no Euro’2024 e marcou frente à Escócia, tornando-se no único jogador a marcar em 3 europeus e em 3 mundiais de forma consecutiva.


15 Comentários
Valentes Transmontanos
Para mim, se esteve naquele mítico 4-0 (e ainda por cima a contribuir com uma assistência), tem lugar no Olimpo. Obrigado, Shaqiri!
Duarte Vader
Não era dos melhores da sua geração mas era dos mais únicos, e parecia talhado para as fases finais. Apreciava bastante o Shaqiri na selecção.
João
Tenho pena , gostava muito deste jogador , acho que podia ter jogado em clubes de 1 linha
Neville Longbottom
Bom dia João,
Espero que se encontre bem. O jogador em questão jogou em clubes de 1a linha.
Ora essa.
Bem haja,
Valentes Transmontanos
Nem todos cabem no Benfica. É pena, mas é a vida.
whatyouth
Ele jogou no Liverpool, Bayern, Inter ahaha…. não são de 1.ª linha? E ainda no Lyon, Stoke e Basileia que são clubes históricos.
Fireball
Grande Shaqiri. Aquele bis ao United e o cruzamento teleguiado para a cabeça do Wijnaldum nunca serão esquecidos! Despede-se da seleção com aquele que para mim foi o melhor golo do Euro. Gesto técnico incrível e uma demonstração de visão de jogo e inteligência raras no futebol mundial.
whatyouth
O melhor jugoslavo que vi jogar.
Antonio Clismo
A Suiça foi dos países que melhor soube aproveitar a diáspora do conflito dos kosovares nos anos 90… Os frutos vieram 10 ou 20 anos mais tarde. Behrami, Djimsiti, Veseli, irmãos Xhaka, Ajeti, Dzemaili, Mehmeti….
Até a Inglaterra conseguiu uma Dua Lipa à pala disso.
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É tempo de começar a envolver e a integrar melhor e mais rapidamente os cidadãos estrangeiros que procuram Portugal para chamarem de casa, porque os frutos virão, embora apenas 10 ou 20 anos mais tarde.
Neville Longbottom
Apenas um dos irmãos Xhaka, certo?
lipe
Eu preferia ver os países de origem dessas comunidades a florescer e prosperar, mas assim não podíamos “aproveitar” nada e não íamos “sacar” jogadores de futebol ou estrelas pop.
Neville Longbottom
Sendo que o futebol é a menor das consequências.
Jeco Baleiro
Grande craque. Um tarreco de metro e meio, bombado e com um pé esquerdo espectacular (o golo à Escócia é de gajo que pensa o jogo antes dos outros todos).
Estará agora a jogar o jogo pelo jogo na MLS mas teve uma grande carreira. De figura num Basel de Champions a campeão europeu no Bayern e Liverpool. É certo que não como primeira figura (com Robben, Ribery, Muller, Salah, Mané ou Firmino era muito difícil) mas jogando muitas vezes e sendo, a espaços, importante. Nunca percebi bem a sua saída do Inter (meia época que acabou por não correr bem) para o Stoke, mas acabou por ser figura no Brittania e dar o salto para Anfield.
Aliou a isso ser sempre a grande estrela de uma sempre competente Suíça em Europeus e Mundiais.
Antonio Clismo
A Suiça era uma equipa bastante frágil e apenas era conhecida por ter bons GR e o Chapuisat lá na frente.
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Ora, à boleia da revolução que houve no futebol alemão depois de 2004, a Suiça começou a centrar-se mais na formação de jogadores e a abraçar melhor a multiculturalidade. Entre 2005 e 2010 foi uma das seleções que melhor investiu e melhores resultados tiveram a nível de formação.
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A primeira grande fornada a aparecer com a fornada de 1991 em que este Shakiri era o maior nome, mas havia outros como Zuber, Memedi, Lang ou o Thaulant Xhaka (irmão de Granit Xhaka, embora tenha assumido a seleção da Albânia, posteriormente).
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Depois a geração seguinte, de 1992 ainda era melhor (Meias Finais do Europeu sub17 e Campeões Mundiais sub17) com grandes jogadores como Ben Khalifa, Granit Xhaka, Seferovic, Ricardo Rodriguez ou Kasami.
VaideMota
Chapuisat e… o grande Adrian Knup