Vale mais? Central alto, esquerdino, forte na bola aérea, e que vem de uma boa época, inclusive com muitos jogos a lateral, o que demonstra a sua polivalência.
De acordo com Fabrizio Romano, o Portimonense prepara-se para vender Filipe Relvas neste Verão e não faltam interessados no central de 23 anos e 1m92. A publicação acrescenta mesmo que o conjunto algarvio já recusou uma proposta de 8 milhões de euros do Wolfsburg pelo defesa.
Portimonense are prepared to sell Filipe Relvas in the summer. Centre back now attracting strong interest after the deal collapsed last January. 🇵🇹 #transfers
Wolfsburg offered €8m to sign Relvas, Portimonense rejected the proposal. pic.twitter.com/johSxBqvst
— Fabrizio Romano (@FabrizioRomano) May 24, 2023


67 Comentários
deus_Ex_machina
Vejo aqui uma possível aquisição para o Porto, ainda por cima tendo em conta o histórico de negócios entre os 2 clubes.
Bruno Cunha
Lembro me do primeiro jogo que vi dele o achar um excelente central, apesar de estar a jogar numa defesa de 3.
Mas 8M? É um excelente sinal quando equipas do campeonato PT estao a rejeitar esse tipo de propostas.
Neville Longbottom
Boa tarde,
Gostava de fazer uma pergunta que advém desse “apesar de”, que é: jogar numa defesa a 3 (ou a 5) desmerece os jogadores que compõe essa defesa? Pergunto isto porque genuinamente não entendo e é algo muito falado neste espaço.
Das a entender que o jogador é jeitoso mesmo que (ou “apesar de”) jogar numa defesa a 3. Mas porque? É mais fácil?
Eu nunca vi ninguém desmerecer ou elogiar um avançado por jogar sozinho ou em dupla com outro, por exemplo. E no caso dos médios, há médios talhados para jogar a 2 e outros para jogar a 3, sem que isso implique que tenham mais ou menos qualidade.
Isto é totalmente genuíno, gostava de perceber esse lado. Porque para mim esse “apesar de” está aí a mais. Está tão mal empregue como estaria um “e ainda por cima joga a 3” (passando a imagem de que é mais difícil).
Obrigado
Bruno Cunha
Bom dia Neville (ainda é cedo para tarde homem)
Nao quer dizer que o central seja melhor ou pior pois um bom central joga quer numa defesa a 3 quer numa a 2.
É tal ,como tu deste no teu exemplo de meio campo, mais fácil porque basicamente há mais gente, corres menos exposicao ao erro e nao tens que ser tao forte defensivamente.
Outro exemplo é os laterais, em que alguns sao muito melhores numa defesa a 5 que numa a 4.
Numa defesa a 5 os centrais das laterais podem muitas vezes ser “trincos” ou laterais adaptados (o central do meio nao esse normalmente tem de ser o melhor ou mais experiente), pois o conhecimento necessário em termos de timings de saída na pressao, contencao nao é tao exigente nesse tipo de defesa.
No entanto apesar de achar mais fácil para os defesas, uma defesa a 5 ,na minha opiniao, é muito mais dificil de trabalhar para um treinador.
Cumprimentos
Alexandre Frota
Na minha opinião, e enquanto treinador amador, um jogador numa defesa com três centrais tem uma ocupação de espaços diferente, além de estar mais salvaguardado pois a cobertura é dada por dois jogadores (central do meio e da direita) e não apenas pelo outro central caso jogue em dupla. Além disso, conseguem destacar-se mais se forem fortes no passe pois jogam, tendencialmente, mais descaídos para a ala, o que faz com que tenham um raio de ação maior e mais linhas de passes próximas, além de ser mais fácil jogar entrelinhas por ocuparem esse mesmo espaço (é mais fácil jogar entrelinhas de fora para dentro do que de dentro para fora). Como não têm a responsabilidade de fazer o corredor em momento ofensivo, conseguem destacar-se mais facilmente neste aspeto.
Mas, por exemplo, se jogar numa dupla de centrais e construírem a três (com um dos médios a baixar), esse médio, até a bola entrar na próxima linha do adversário, terá que se comportar como um central, mas imaginando que a bola depois entra lá, ele sobe e a equipa perde, automaticamente será mais difícil para os centrais que joguem em dupla recuperar na transição defensiva pois terão um raio maior de ação para ocupar e tentar estancar a jogada o quanto antes.
Isto é a minha visão, não estou certo nem errado. É apenas como tento interpretar estes sistemas.
henry14
Excelente comentário.
João Ribeiro
Brilhante comentário Alexandre.
Aproveitando para pegar no exemplo do Inácio, já que vi o user Neville várias vezes a ironizar e a dizer que não entende porque as pessoas duvidam dele para jogar me dupla de centrais, é precisamente no facto de achar que tem dificuldades em ocupar um raio de ação maior em transição que residem as minhas dúvidas de que seja um jogador que apresente um nível idêntico ao que apresenta numa linha de 3 (ou 5).
Nesse aspeto vejo muito de Ferro nele.
Velho do Restelo
Porque é que achas que o Inácio teria dificuldades em ocupar um raio de acção maior em transição? Achas que o jogador é lento?
Pergunto sinceramente.
João Ribeiro
Não o acho lento em velocidade de ponta, mas acho-o pouco ágil e com pouco poder de aceleração, o que numa defesa a 2, e numa situação de transição rápida com a bola a ser colocada nas suas costas, essas duas caraterísticas físicas menos boas facilmente o fazem perder 3-4 metros contra avançados rápidos e ágeis.
Já vi várias situações dessas em jogos do Sporting só que, por norma, atendendo ao seu posicionamento normal, os avançados ou recebem a bola numa zona demasiado aberta ou o atacante acaba por ter um dos seus parceiros de setor em cima.
Mas isto não invalida que o ache um belo central. Mas numa defesa a 4, via-o mais a impor-se a jogar na posição de defesa esquerdo, com um papel algo híbrido como, por exemplo, tem o Penetra em Famalicão ou o Dan Burn no Newcastle (dois jogadores que considero idênticos ao Inácio em termos de caraterísticas).
Neville Longbottom
Se o Inácio não se impõe numa defesa a 4 a central (sendo ele central) então não é, de maneira nenhuma, um belo jogador. Eu
Veridis Quo
Sou do Sporting e o Inácio tem claramente dificuldades de locomoção em espaços grandes. Comparado com o Ferro é rapidíssimo, mas isso não diz muito. Ainda assim, o maior problema do Inácio é sobretudo a falta de presença, contundência e agressividade. É mole nos duelos e qualquer avançado minimamente possante faz o que quer dele. Seja em duelos pelo chão ou pelo ar. Faz lembrar mais é o Lindelof, que o Mourinho dizia que qualquer ponta fazia bullying com ele na Premier.
O maior entrave ao Inácio fazer uma carreira de topo está na cabeça dele, no entanto. Não tem aquela personalidade de central, de se impor, de ser agressivo. Aquilo que dizemos que um Pepe (em excesso) ou um Rúben Dias tem. O Ricardo Carvalho também não era assim, mas a diferença de agressividade para com o Inácio era gigante.
Neville Longbottom
Ja que se está a falar do Inácio, concordo em absoluto com este comentário.
Neville Longbottom
Quando o tema é defesa a 5, o Inácio vem sempre à baila.
João Ribeiro
Neste caso fui eu que o trouxe, expliquei porque é que o trouxe à baila e tentei dar o meu ponto de vista… Mas preferes ignorar tudo e manter a ladainha de que o jogador é perseguido.
Neville Longbottom
As ideas dos outros são sempre “ladainhas” quando não gostamos.
Mas tem piada, eu acho que o Inácio não deve ir a seleção. Aliás, acho isto desde sempre mas vocês não sabem ver quando se ataca o argumento (dos 3 centrais que é absurdo) em vez da conclusão. O Inácio ainda não tem qualidade para ir a seleção. Qualidade!
Mas vocês preferiram todos um subterfúgio, essa “ladainha” dos 3 centrais e outras justificações patéticas. Assumam que ele não tem qualidade ponto.
João Ribeiro
Já aqui foi exposto por várias pessoas as diferenças de jogar numa linha de 3 ou de 2 e foi até abordado que há jogadores que se encaixam de forma diferente nessas linhas. Não sei qual é a comichão de se poder achar o Inácio com qualidade para o sistema de jogo de 3 centrais (o atual na seleção) e de não ter para o sistema de 2 centrais.
Engraçado que as “nossas” justificações são “patéticas”, quando as mesmas são dadas segundo o ponto de vista sobre o jogo e as qualidades do jogador…Mas tu limitaste a fazer uma pergunta no teu estilo falso sonso e não engoles as justificações. Sim, porque quem acompanha os teus comentários no blog sabem bem qual o intuito dessa tua “pergunta genuina” (que até originou uma conversa interessante) e sabe bem que o teu ponto era tentar mostrar que essa conversa dos 3 centrais em relação ao Inácio era infundada.
Neville Longbottom
Ja aqui foi exposto. Eu simplesmente discordo. Eu nem queria falar do Inácio aqui, foste tu que o chamaste para a co versa. E sim foi genuíno, acho que é justo dizer que não me conheces de lado nenhum para me chamares sonso.
Neville Longbottom
Peço desculpa li mal. Falso sonso significa que na verdade não sou sonso. Desculpa. Obrigado!
Abraço
henry14
Bem eu nunca joguei futebol profissional e pode ser um disparate o que eu vou dizer, mas acredito que para um central deva ser muito mais seguro e confortável jogar com 2 centrais ao lado do que só com 1 na medida em que vai estar mais protegido e menos exposto ao erro. Claro que isto depois até pode variar de jogador para jogador e provavelmente há muitos que preferem jogar numa defesa a 2.
Porque a verdade é que numa tática com 3 centrais, independentemente das nuances táticas, é uma tática na maior parte das vezes com 5 defesas no momento defensivo.
Borsalino
É mais confortável sim. Não se pode dissociar o fato do rendimento do Coates ter subido exponencialmente, ao fato de jogar numa defesa a 3.
Veridis Quo
O Coates teve ótimo rendimento em 15/16, 17/18 e até 18/19 a jogar a 2. Este ano jogou a 3 e foi pior que esses. Não acho que seja exclusivamente por isso, mas sim por ter uma defesa mais organizada e, sobretudo, num bloco mais baixo. Em 20/21 deve ter sido a equipa do Sporting que mais consistentemente jogou num bloco baixo, que me recordo. E, claro, o rendimento dele dispara porque aborda os lances de frente e com poucos metros nas costas. Mesmo neste ano, os melhores jogos dele são quando o Sporting está nessa situação.
Neville Longbottom
O rendimento do Coates não subiu e muito menos de forma exponencial.
O Coates vinha de treinadores (no mínimo) amadores a defender como o Silas e Keizer. O Coates já tinha estado bem muito tempo antes do 523.
Velho do Restelo
Já aqui foi dito, mas Coates com um treinador bom (JJ) fez belíssimas épocas numa defesa a 2.
Velho do Restelo
Eu até acho que a principal diferença entre um esquema e o outro (a este nível) tem mais que ver com a saída de bola, é pedido um envolvimento maior aos defesas numa defesa a 3 do que a 2 (parece-me).
Mantorras
Para tentar acrescentar algo ao que disseram abaixo, que esta bastante bem explicado.
E apenas diferente, em varios aspectos, potenciam-se algumas caracteristicas, num caso, e exigem-se outras, no outro. Exactamente o mesmo, como referes, no caso de alguns medios, tipo Weigl, que a 2 sofrem muito, e a 3 podem mostrar o que tem de melhor sem expor as debilidades.
No geral, se o defesa for bastante completo, por exemplo o Diomande (para mim), joga em ambos os sistemas com igual eficacia, outros sao medianos em qualquer um deles e nao beneficiam nem perdem nada.
O facto de haver mais equipas a jogar com duplas do que triplas (nao sei se isto, ao dia de hoje, sera realmente verdade), faz com que quem so jogou em tripla tenha essa duvida em cima, e tenha que ser experimentado, e ao mesmo tempo, tenha menos mercado.
Artur Trindade
Neville, é uma questão relevante, e que os treinadores como Amorim dão importância, não no sentido de desmerecer alguém, mas contratar alguém com certas características.
Alguém que seja completo como o Diomandé, facilmente joga a 2 ou 3, porque junta velocidade, imponência, a facilidade com a bola nos pés (incrível como joga igualmente com o pé esquerdo).
A pior coisa que o Inácio tem, é a displicência/deficiência com que faz passes simples, que dão turnovers, pois de resto tem todas as condições para jogar nos 2 sistemas.
Um central esquerdino, é muito procurado jogando a 3, pela necessidade de ter pelo menos 1.
Mas tens toda a razão, quando tento puxar o tema para os 2/3 médios, valorizando jogadores que jogam a 2 (como Ugarte e MN), e considerando que jogadores como Bernardo (e até Enzo), tem menor valia, pela menor capacidade de ocupação de espaços (com e sem bola), deparo-me com imensos obstáculos.
Este pré-conceito só é considerado na questão dos centrais.
Relvas é uma excelente opção, tipo Feddal de excelente memória, em caso de saída de Inácio, mas continuo a considerar um grande erro do Sporting, ignorar Alcantar, que pode ser uma perda semelhante ao Demiral.
Mantorras
Mas nem Enzo nem Bernardo tem menos capacidade de ocupacao de espacos do que Ugarte ou Matheus. As dificuldades que encontras deve ser por isso nao ser verdade.
Veridis Quo
O Enzo claramente que tem menos que o Ugarte e o Matheus. O que não é uma crítica, porque poucos médios cobrem tanto espaço em tão pouco tempo como esses dois. O Enzo sofre claramente. Ainda este ano num golo em Dortmund, tenho muitas dificuldades a imaginar o Matheus e o Ugarte a permitir isso. São médios diferentes, mas o Enzo sem bola, está longe de cobrir espaços como os outros 3 que mencionas. É bem menos ativo na pressão que um Bernardo e tem bem menos atributos físicos que os outros dois.
Mantorras
Nao reduziria a ocupacao dos espacos apenas ao momento defensivo. A chegada a frente do Enzo e superior a qualquer um dos outros 2. Demonstra-o sempre que progride.Como referencia ofensiva, sem bola, Enzo e um jogador com capaz de ler e se posicionar muito bem, sempre a dar linhas de passe e a dar conforto aos colegas, disponivel para dar fluidez ao jogo.Nao sei ao certo o que o Artur quer dizer com “menor capacidade de ocupacao de espacos com bola”.
Quanto aquilo onde ele e inferior, falamos em transicao defensiva. Em momentos em que a equipa nao esta curta e o espaco entre linhas e grande… e a equipa perde a bola. Isso nao resume “ocupacao de espaco”. Isso e ser mais rapido e correr mais, talvez seja eu que esteja a ser picuinhas, mas quando penso em “ocupar o espaco” nao penso nisso.
Ele ate prepara bem a transicao defensiva, le bem o jogo, e demonstrou-o esta epoca, em PT e na champions, num meio campo a 2, jogando quer a 8, quer 6, no mundial, e ja no Chelsea, na melhor liga de sempre, tambem jogou a 6 e a 8… num meio campo a 2.
Salta bem na pressao e antecipa/le bem a saida do adversario no momento da transicao, ou seja, para mim, ocupa bem o espaco, mas passando essa linha, se a equipa nao esta curta, entao sofre, claro.
Os outros 2 sao inequivocamente superiores fisicamente, mais rapidos e contundentes. Sao capazes de cobrir mais espaco, mas chamaria a isso cobrir mais espaco e nao ocupar mais ou melhor o espaco.
E um pouco como falar-se em jogadores intensos e pensar na intensidade como correr muito e nunca parar. So que nao e nada disso. E possivel ser-se muito intenso sem percorrer grandes distancias, estando perto da zona da bola, sendo rapido a reagir, agressivo, caindo logo em cima, e decidindo rapido e bem com bola, dando velocidade ao jogo… tudo isso se reflecte em intensidade.
Gostava de ver os outros na mesma situacao em Dortmund para ver se nao seriam “comidos” na mesma, mas tinham mais probabilidades de sucesso, sim.
Veridis Quo
Então é uma discussão de conceitos basicamente.
Eu não estou a dizer que o Enzo é incapaz ou que é fraco nisso. Ele é super inteligente e posiciona-se bem, tanto a atacar como a defender, até de forma a impedir que as suas deficiências sejam notadas. Isso é marca de alguém que obviamente sabe onde estar e quando estar.
A questão para mim é dizer que o Enzo “não tem menos capacidade de ocupação de espaços”. Para mim, tem. E tem porque fisicamente não tem os atributos dos outros. O Bernardo, não sendo um cavalo, tem uma deslocação rápida e uma resistência mais prolongada para se continuar a movimentar que o Enzo. O Enzo tem o raio de ação menor, tem menos capacidade de encurtar distâncias e tem menos velocidade a fechar espaços sem bola que Ugarte e Matheus. Logo, para mim, tem menos capacidade de ocupação de espaços. Isto, falando num plano defensivo. Não quer dizer que seja atroz (não é um Gabriel, evidentemente), mas os outros são verdadeiramente de topo e tem características invulgares para o fazer.
Mantorras
Parece-me que sim, que e uma discussao de conceitos. Estamos de acordo, diria ate totalmente de acordo.
Capacidade de ocupacao de espacos, para mim, inclui todas as outras coisas que referi, porque, na minha leitura, ser “mais capaz a fazer qualquer coisa”, e “ser melhor a faze-lo”, e neste caso, “ser melhor a ocupar espacos” engloba a capacidade de cobrir mais espaco, mas nao se resume a isso, pois incluo ai outras vertentes relacionadas com ocupacao de espacos.
Chamar-lhe-ia mais depressa “maior amplitude de movimento”, por exemplo, e nao restaria duvida que nao se esta a considerar outras coisas.
Por isso e que digo que “nao tem menos capacidade de ocupar espacos”, porque sendo inferior numas coisas, e superior noutras, mas tem menos capacidade de deslocacao/movimento ou menor amplitude de movimento (e capacidade fisica no geral, como forca e explosao).
Artur Trindade
Não é um desprimor para o Enzo, que tem características físicas decentes, mas comparar a monstruosa capacidade física do Ugarte, de aceleração, de força, que ainda contra o Benfica tem um lance que cavalga 50 metros, derrubando/fintando adversários até chegar à cara do redes? Ou do MN que é um cavalo de corrida? O Veridis no comentário abaixo fala de um lance em que o Enzo revelou as dificuldades que tem, numa transição defensiva, em que perde em velocidade e deixa o adversário marcar.
Foi um pouco constragedor.
Achar que Bernardo poderia jogar num duplo pivot de cavalos, também não funciona.
Já jogadores adaptados e indicados a jogar como interiores, num sistema de 3 médios.
O Neville fala num preconceito que existe em relação aos centrais “e ainda por cima joga a 3”, que claramente não existe com os médios.
Mantorras
O Ugarte fez uma jogadaca, mas deu me a impressao que lhe abriram uma autoestrada. Mas conta na mesma.
Eu estava a falar em ocupacao de espacos, nao “apenas” em correr. Ja respondi acima, e continuo na minha. Correr mais nao e ocupar melhor os espacos. Se escreveres que o Ugarte e o Matheus correm mais que o Bernardo e o Enzo eu assino por baixo.Eu nao “acho” que o Bernardo possa jogar num duplo pivot, tenho a certeza porque ja o vi fazer no City, na tal melhor liga de sempre (algo que Ugarte nao fez), e na seleccao tambem (nao me perguntes os jogos que nao me lembro).Tao pouco e a sua posicao de origem, mas cumpre. Tem rotacao e intensidade. E dos jogadores mais inteligentes do mundo – diz o mestre Pep, e nao, nao esta a mentir quando o diz – e isso conta na ocupacao de espacos ou noutra coisa qualquer (nao na corrida, embora importa no “quando e para onde correr”).Agora quanto a ultima parte do teu comentario, e o dito preconceito:
A posicao de central nao era tao sofisticada, no passado, e agora passou a ser. Nao existe preconceito nenhum.Sempre existiram medios que so jogam em tripla e nao rendem em dupla. Weigl? Qualquer numero 10 puro? Ve la que o “preconceito” era tao grande que… a posicao desapareceu.O que nao desapareceu foram os jogadores que a faziam, mas devido ao “preconceito” foram adaptados a outras posicoes, como SA, MO (em tripla) e extremo/AV ou falso extremo.Nos PLs e parecido. Ha PLs que podem jogar sozinhos e outros nao. Recordas-te do Jonas? E mais para a frente os PLs jogarao como extremos e vice versa, e cada vez mais normal isso. O ataque “movel” a isso levara.
Se optares por rotular os medios todos como MC, como fazemos com os centrais, que sao todos DC, tens o mesmo problema, entao passou-se a denominar os medios como medio ofensivo, defensivo, centro e interior esquerdo ou direito.
Eventualmente vai acontecer o mesmo a posicao de DC. Cada vez ha mais especificidades em cada uma das diferentes posicoes, na dupla ou tripla. A partir dai o Inacio nao vivera com preconceito, porque deixara de ser DC (ao dia de hoje), e passar a ser “Defesa interior Central”, a falta de melhor exemplo, para lhe chamar algo analogo aos medios interiores, que corresponde a posicao “mais dinamica e lateralizada” da tripla (curiosamente, quer no caso dos medios, quer no caso dos centrais ;)).
Hoje, quando uma equipa quer um medio, procura um perfil. Um interior, ou um 10 desiquilibrado (tipo Bruno Fernandes), ou um trinco, etc. Ninguem diz que isto e preconceito, pois nao?
No futuro poderao vir a procurar um DC ou um DIC (esquerdo ou direito). Ai ja nao sera preconceito, sera apenas natural procurar o perfil certo para a posicao especifica.
PS: depois disto sinto me como o JJ “claiming” que inventa “cenas”.
Artur Trindade
Queria deitar-me cedo hoje, e não vou ter tempo para te responder, mas é um prazer falar de futebol, com alguém que é bastante conhecedor como tu és, por isso vou deixar algumas ideias.
Claro que depende dos conceitos, e o meu por vezes é um pouco fechado, tenho consciência disso.
O futebol mudou como dizes, e já o disse aqui sobre o Bernardo há muito tempo que era um 10, mas o futebol acabou com essa posição, começou por jogar a extremo, falta-lhe a velocidade, e fixou-se na posição mais parecida, interior, a 3 médios, tal como vejo o Enzo.
Se me disseres que a ocupação de espaços é independente da capacidade física intrínseca do jogador, digo-te que o Bernardo joga no City, que é um conceito de novo riquismo.
No mundo normal, a capacidade de choque, velocidade e transporte de bola é bastante importante, e o Ugarte tem-nas.
Se jogares num mau colectivo, o Ugarte pode sempre fazer cair os adversários e transportar a bola, jogar sozinho, e o Enzo menos, tal como o Bernardo.
Claro que são jogadores muito inteligentes, técnicos e sempre sobressaírão, mas dependem dos colectivos onde jogam.
Andamos tempos a relativizar a presença de Palhinha na seleção.é inferior ao Weigl, podemos jogar com um meio campo móvel, onde todos defendem, mas no final, mesmo num meio campo a 3, lá entra o tanque Palhinha como paradoxal.
Mantorras
Obrigado pelas palavras, mas na verdade eu nao percebo nada disto! Gosto de trocar ideias, mesmo que discordando, e tentar falar um bocadinho sobre o jogo, e ja aprendi bastante assim. As vezes basta tentar ver a perspectiva do outro e acaba-se a dar valor a outras coisas. Acontceu-me isso com o Darwin, no benfica, ao falar aqui contigo e outros, sobre ele.
Concordo com o que referes, acerca do Ugarte, sobre a capacidade de encaixar em mais modelos, de equipa maior ou menor, de um futebol mais de toque ou de vertigem. Rende em mais contextos e isso requer uma capacidade especial para ser capaz de se entregar ao que a equipa precisa e ter as virtudes para o fazer bem.
Factualista
Sou do tempo em que por aqui se dizia que o sistema de 3 centrais era mais difícil de ser implementado e que requeria uma maior inteligência dos jogadores. Era o tempo onde “lá fora” meia dúzia de equipas gostavam desse sistema. Falamos há vontade de 8 ou 9 anos atrás.
Agora o sistema passou a ser mais fácil para os jogadores porque há mais cobertura. O que mudou em Portugal para esta mudança de opiniões? Não sei, deve ser sinais do tempo.
Neville Longbottom
Obrigado a todos (aproveitei a este para responder). E o comentário com o qual mais me identifico e gostei do sarcasmo.
Muitos treinadores até usam este esquema para melhor atacar, e não defender.
O que os jogadores “ganham” (duvidoso mas enfim) em serem 3 a defender, perdem em muitos aspetos ofensivos.
Wey
Em Julho esta no Porto por 4M transferidos para uma conta qualquer menos a do Portimonense.
André Pires
Já temos Marcano, Carmo e Leite para o lugar dele
Diogo Cunha Ribeiro
Era um jogador a pensar para o Sporting caso o Inácio seja vendido. Mas por este preço não me parece que seja possivel chegar a Alvalade.
Francisco Ramos
Diogo,
Tal como o Sporting espera vender por 40 ou 50M para fora, estes clubes de pequena/média dimensão também aprenderam a vender o seu peixe da melhor forma. Contudo o preço é semelhante ao Diamondé e saindo Inácio acredito que fosse proveitoso investir em alguém com as mesmas características por 1/4 ou 1/5 do valor, pelo que acredito que não seria esse o entrave mas outro.
Diogo Cunha Ribeiro
O Diomande até foi mais caro e por isso mesmo caso o Inácio seja transferido, não penso ser possível ao Sporting gastar 8M€ em um jogador quando já tem o Coates, Diomande e St. Juste e sem LC.
Francisco Ramos
Diogo,
Concordo que sem Liga dos Campeões seja mais complicado o investimento mas o Sporting tem 45M a entrar no final da época com a venda de Porro (é como se fosse a Liga dos Campeões). Depois haverá mais vendas, entre Ugarte e Pote, um sairá de certeza e se acrescentarmos Inácio, além do “refugo” estamos a falar de valores sempre acima de 100M (acontecendo ambas as vendas), pelo que facilmente conseguem usar 30 a 50% desse valor.
E assumindo a saída de Inácio, os defesas que referes jogam todos por dentro ou à direita, ficando a ala esquerda apenas com Matheus Reis que é um jogador adaptado à posição, pelo que se fosse eu a gerir investiria um bom valor no seu substituto com garantia de qualidade. Para pirar, o joelho de Coates já não é o mesmo e St. Juste tem tido várias lesões musculares, logo o centro da defesa seria prioritário (juntamente com o centro do meio campo que apenas teve 2 elementos a época toda).
É a minha ótica sobre a defesa do Sporting.
Tiago Silva
Concordo, se o Inácio saisse, acho que o Relvas seria um excelente sucessor!
João Ribeiro
É muito difícil avaliar quanto vale um jogador do Portimonense porque lá os negócios fazem-se muitas vezes colocando de parte a questão desportiva. Já tiveram jogadores bem interessantes a sair por uma bagatela (ou dados até) como já tiveram jogadores que nem deslumbraram por aí além a sair por valores relativamente elevados.
Em relação ao Relvas e desta eventual proposta de 8M, diria que se encontra num meio-meio em relação ao que falei em cima. O Relvas é um bom jogador, é imponente e tem caraterísticas interessantes e muito procuradas atualmente na Bundesliga (nomeadamente a altura e imponência física), mas não me parece que tenha mostrado o suficiente para valer 8M, vindo do Portimonense.
Posso estar a ser parcial (admito isso) mas considero o André Amaro melhor jogador, e mais novo, e tenho quase a certeza que não vale 8M no mercado atual, quando se impôs no atual 5º classificado do campeonato.
Antonio Clismo
André Amaro é melhor central na sua relação com a bola e na construção do jogo a partir de trás. Filipe Relvas é mais imponente no jogo áreo e mais forte nos duelos físicos.
Sinceramente não me surpreenderia se o Filipe Relvas fosse parar ao FC Porto por menos do que esses 8 milhões. Não sei é o que o Portimonense irá fazer pois já são raros os jogadores formados localmente inscritos no seu plantel que fica difícil conseguirem inscrever pelo menos 8 jogadores formados localmente num plantel de 27 jogadores… (a FPF deveria aumentar este número para 10 no mínimo – mas a Liga de Clubes está mais interessada em manter o status quo e os poderes bem equilibrados do que em reformar o que quer que seja para o bem e a sustentabilidade do futebol português.
Quero com isto dizer que este Filipe Relvas é uma anomalia no futebol português quando deveria ser a regra. (Apenas conseguiu que lhe dessem atenção porque apostaram nele na Liga Revelação e com trabalho lá conseguiu chegar à Primeira Liga e mostrar que tinha mais qualidade e potencial do que as dezenas e dezenas de estrangeiros que chegam a Portimão todos os anos…)
João Ribeiro
Tenho dúvidas que o Relvas seja superior nos duelos físicos. Quem se lembra dos duelos contra o Hajduk lembra-se das enormes dificuldades que um bicho como o Livaja teve contra o Amaro, tendo inclusivamente de começar a fugir para as alas de forma a ter bola.
Ambos se equivalem muito nesse aspeto do jogo, sendo o Amaro superior com bola e o Relvas superior pelo ar.
Boneco21
Não pretendo tirar mérito, mas o Livaja não é “bicho” nenhum…
João Ribeiro
Para mim, alguém com a compleição física do Livaja é um bicho. É neste aspeto que me refiro a ele nesses termos. E aposto que o Cassano concorda…
Francisco Ramos
Uma anomalia do futebol português é um discurso riscado quando temos nos mais utilizados abaixo de 23/24 anos, em alguns clubes, jogadores como:
E por aí a fora. O que há cada vez mais é equipas a apostar com regularidade em jogadores portugueses. Mas o importante é também apostar em jogador de qualidade, como o caso do Arouca, que isso é que no final do dia torna o clube sustentável.
E o modelo português é igual a outro qualquer. É raro cada fornada dar directamente às equipas principais quando andam nos principais campeonatos mais que 2 a 3 jogadores por época pelo que é necessário aproveitar também outros recurso.
Basta perceber que o Inter que está na final da Liga dos Campeões tem 1 produto da sua fornada (Bastoni), o City tem apenas Foden nos mais utilizados. Não é caso virgem o que acontece cá e essas ideologias deviam acabar após a Lei Bosman.
Esta é a minha opinião, bem contrária à sua!
Antonio Clismo
Não se trata de ideologia coisíssima nenhuma. É uma questão de eficiência e sustentabilidade financeira e desportiva.
Prova disso é que sou totalmente contra o sistema de quotas, que até são ilegais no panorama comunitário.
Mas uma coisa é não haver quotas (concordo) e outra é não haver regras para obrigar os clubes a fazerem uma gestão equilibrada, a médio-longo prazo e sustentável dos seus (parcos) recursos.
Na inscrição de um plantel de 27 jogadores, sou da opinião que no mínimo 14 têm que ser obrigatoriamente formados em Portugal. Tenham eles 18, 25 ou 34 anos. E quando digo 14, até estou a ser simpático, mas para mim seria o mínimo dos mínimos. Ora a regra que a FPF e a Liga instituem é de apenas 8 formados localmente, o que vai de encontro à regra que existe para as competições europeias.. Ora até se entende nas competições europeias haver uma regra assim, mas numa competição nacional não faz sentido nenhum e permite aos clubes serem usados e assaltados por agentes que colocam (a palavra correta é despejam) dezenas e dezenas de atletas vindos de todo o Mundo todos os Verões na expectativa que pelo menos algum deles valorize para os poderem colocar logo rapidamente noutro clube superior e ir buscar a comissão.
Ora, a Liga portuguesa é um paraíso para os agentes pois como não há leis específicas, os clubes não são obrigados (nem sequer têm qualquer incentivo) em fazer uma gestão cuidadosa, ponderada e sustentavelmente responsável e basta oferecer uns favores aos membros das direções dos clubes et voilá, dão logo carta branca para poderem utilizar esse clube como barriga de aluguer durante uma época.
Francisco Ramos
Um clube sustentável financeiramente e desportivamente não precisa de ter jogadores nacionais, precisa de ter bons jogadores, ponto. Veja-se os clubes que estão abaixo do Braga e com projectos tão diferentes e ambos conseguiram o apuramento para as competições europeias.
Sobre os clubes serem assaltados, isso não acontece só quando se compra fora, veja-se o Porto. Se alguém me explicar como compramos cá Bruno Costa, Carraça, Nanu, Loum, Manafá, Fernando Andrade, Vaná entre muitos outros sem ser para pagar comissões, ganha um prémio.
As comissões tanto existem cá como fora e os clubes portugueses pelo seu perfil serão sempre incubadoras para outros voos. Taremi entrou no Rio Ave a querer chegar mais longe, Enzo entrou no Benfica com a mesma expectativa, Militão idem aspas aspas. Depende do que pretende com os jogadores que incuba e no que isso representa desportivamente e para a saúde financeira.
Sobre as regras de formados localmente tenho uma opinião contraditória mas aí consigo aceitar a sua, sendo apenas maneiras diferentes de ver o processo jovem, cá ou lá fora.
FMSM
vou ser chato xD mas o Arouca ainda pode acabar em 5° lugar a frente do Guimarães
MR
O que dizes aplica-se a uma SAD de futebol. Não a um clube de futebol.
O que faz a cidade apoiar um clube? Ter jogadores locais, estar presente na cidade. Se tens uma equipa de desconhecidos, eu como residente que ligação tenho ao clube? Não deveriamos ter crianças a almejar jogar pelo clube? Não deveriamos ter o clube a ter impacto social?
Agora só se olham a resultados, mas um clube tem de ser mais que isso.
E sim, 90% das transferencias são para commissões, não hajam duvidas. O dinheiro dos clubes é como o publico, gasta-se à vontade e se ainda vier parar algum à conta de um dirigente ainda melhor.
Francisco Ramos
Peço desculpa mas não concordo.
Não conheço ninguém que apoie um clube por ter jogadores locais. Tirando os clubes grandes, as pessoas não apoiam o clube A ou B pelo número de jogadores da terra mas por as pessoas serem ou viverem nessa terra. E podes ir à Covilhã, Leiria, Viseu, etc.
Sobre o aspecto seguinte, concordo quando os jovens devem ambicionar o clube e este ter impacto social mas isto é por mais que aposta nos jovens da terra. É pelos resultados que quero jogar ali, é por ser de ali que quero jogar ali, e os impactos sociais são por atividades na sociedade, sejam elas de que cariz forem.
No fim, um clube sem resultados não é nada e desaparece.
Tiago Silva
Acho que é um bocado difícil os clubes terem muitos jogadores de qualidade formados localmente. Não os conseguem caçar em idades mais jovens em que estão a começar, porque os grandes ou clubes como o Braga e o Vitoria conseguem caçá-los antes. E depois como há tantas equipas e competições onde os clubes podem participar, acabam por ter que compor essas equipas e vão buscar esses jogadores que poderiam estar a evoluir num patamar mais competitivo noutro clube, mas estão nos Juvenis C de outra equipa.
Mas concordo que o desenvolvimento se jogadores localmente tem que ser algo muito importante em todos os clubes. Mas isso pode não ser muitas vezes possível e os clubes têm que ter acima de tudo jogadores com qualidade.
Antonio Clismo
Formados localmente não é serem formados no clube atenção! Podem ter sido formados em qualquer clube português.
O Estoril tem feito isso muito bem, apostando em bons valores que dão nas vistas na formação ou em escalões mais baixos e aposta neles para se irem desenvolvendo na Liga Revelação e num par de anos estão a render bem na equipa principal.
Curiosamente foi isso que o Portimonense fez com o Filipe Relvas, até é ridículo não fazer isso mais vezes… mas a lavandaria tem que seguir funcionando e o dinheiro entre o eixo Japão-Médio Oriente-Europa e América do Sul não se vai lavar sozinho.
w0bbly
Despejam gajos tipo o Arruabarrena que dizias que era um frangueiro comparado ao Valido e só se revelou top-5 do nosso campeonato. Eu percebo o teu ponto, e acho que o equilíbrio deveria ser maior. Mas cada caso é um caso e tu simplesmente jogas tudo para o mesmo saco sem conhecimento de causa e depois fazes comentários descabidos e desproporcionais à realidade
Antonio Clismo
O arruabarrena foi martelado na posição, no início dava borradas em todos os jogos, até ter deixado de dar e assim cimentou a sua posição.
Mas não deixa de ser estranho terem tanto interesse em martelar um internacional sub20 uruguaio e não terem assim tanto interesse em martelar um internacional sub20 português (quando jogou na Taça jogou sempre igualmente muito bem). Se calhar a comissão caso o Arruabarrena dê certo é maior para o pessoal e no final do dia, é isso que interessa.
w0bbly
Tu vives com uma obsessão sobre comissões que não há paralelo. O Arruabarrena é melhor que o Valido. Ponto final parágrafo. Não há cá comissões nem meias comissões é somente melhor. Podia ser uruguaio, grego, iraniano ou australiano. A nacionalidade interessa 0. Tem mais qualidade, o que é normalíssimo. Em todas as profissões há pessoas melhores que outras.
Antonio Clismo
Caso tivesse sido o Valido a ser martelado neste momento estarias a dizer o contrário. Que o Valido era superior ao Arruabarrena, ponto final parágrafo.
Manel Ferreira
Tu continuas a falar dos dois jogadores como se tivessem a mesma idade e percurso. O Arruabarena é 3 anos mais velho que o Valido e antes de chegar ao Arouca, já tinha jogado Libertadores, Copa Sul Americana, e montanhas de jogos a titular na liga uruguaia, enquanto o Valido nunca tinha feito um jogo acima de Liga 3.
Mesmo admitindo que o Valido no futuro possa ser melhor, não tens dados nenhuns para dizer que já o é neste momento ou que sequer estão no mesmo patamar. A única coisa que tens é mesmo a nacionalidade, a única coisa que para ti interessa.
Tiago Abreu
O Danilo saiu para o Rijeka a meio da época. Ele é meu amigo de infância inclusive.
Antonio Clismo
E esteve muito bem na segunda metade da época no campeonato croata. Não me surpreenderia se o visse num nível de Liga Europa nos próximos anos.
Anacleto
Percebo, mas penso que o facto de ser canhoto também aumenta a cotação, na medida em que são raros. Eu pessoalmente gosto muito dos dois, mas o Amaro precisa de um bocadinho mais de trabalho físico.
FMSM
Boa noite João, tenho uma pequena pergunta. Se tivesses de comparar o Relvas com o Basso, qual deles consideras melhor defesa ?
João Ribeiro
Atualmente o João Basso, sou grande admirador dele enquanto jogador e prefiro o estilo de jogo do brasileiro. Mas o Relvas tem bastante potencial.