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FC Porto: 40 ME da venda de Fábio Silva só geraram uma mais-valia de 25 ME; Alex Telles saiu por 11,2 ME

Este montante por Fábio Silva continua a ser um super-negócio. Já Telles, apesar das dificuldades que está a ter para se impor no Man Utd (é claramente inferior a Shaw), saiu por um valor muito inferior ao que tinha na altura.

O FC Porto revelou que a transferência de Fábio Silva para o Wolverhampton por 40 milhões de euros “gerou uma mais-valia de 25.057.457 Euros, após a dedução do valor global de 14.942.543 Euros relativo a: (i) custos com serviços de intermediação (ii) valor líquido contabilístico do passe à data da alienação (iii) efeito de atualização financeira das contas a receber a médio prazo originadas por esta transação”; Já a saída de Alex Telles para o Manchester United “gerou uma mais-valia de 11.199.820 Euros, após a dedução do valor global de 3.800.180 Euros relativo a: (i) valor líquido contabilístico do passe à data da alienação; (ii) responsabilidades com o mecanismo de solidariedade; (iii) proporção do valor de venda do passe detidas por terceiros em vendas futuras”.

29 Comentários

  • Malloy
    Posted Fevereiro 13, 2021 at 12:44 pm

    Ainda me lembro dos que diziam que o Mendes andava a roubar o Benfica porque cobrava 10%

  • DICAS
    Posted Fevereiro 13, 2021 at 3:53 am

    55% parece estranho

  • Sombra76
    Posted Fevereiro 13, 2021 at 1:54 am

    Super negócio quando diziam que era melhor que o Félix??

  • Nuno Red Devil
    Posted Fevereiro 12, 2021 at 10:06 pm

    Estranho é dizer pouco.. Mesmo no Benfica as comissões foram e são sempre 10% no máximo… Uma comissão de quase 40% não cabe na cabeça de ninguém, nem sequer percebo como isso é possível.
    Quer dizer, até percebo mas nem vou dizer que parecia mal

    • Jota Neves
      Posted Fevereiro 12, 2021 at 11:19 pm

      Vai aí uma grande confusão. Comissão de 40%?

      Ainda que eu ache que os clubes de futebol, em geral, e o Sporting e o F-C. Porto em particular fazem imensa maquilhagem nos Relatórios e Contas, neste caso, essa interpretação está errada.
      O que o clube contabiliza como mais valia é a diferença entre o valor da transferência deduzida dos custos com comissões, mais o valor contabilístico do passe do jogador, ou seja, do ativo que consta no balanço de um clube.

      Exemplo: O Benfica comprou o passe do Weigl por 20 milhões com um contrato de 4 anos. Isso quer dizer que o valor do passe dele está no banlanço do Benfica por 15 milhões (20 Milhões (da compra) – 5 Milhões (correspondente à amortização do ativo por já ter decorrido um ano de contrato). Assim se o vender o passe no fim da época por 25 Milhões e se pagar uma comissão de 10%, a mais valia que vai realizar é somente de 7,5 Milhões = 25 – (2,5M comissão + 15 M do valor contabilistico).

      Espero ter sido claro.

      • Nuno Red Devil
        Posted Fevereiro 13, 2021 at 3:30 pm

        Jota Neves parece me que estarás a fazer alguma confusão, pois o Fábio Silva sendo da formação não tem valorização em termos de contabilização de ativos.

        Além disso, o desconto é de serviços de intermediação, nem tem a ver com maquilhagens que todos farão. Aliás, normalmente aqueles que me parecem mais transparentes são os leoninos que costumam informar quanto pagaram de comissões em todos os negócios.

        Por exemplo, o Benfica na venda de Félix informou que a comissão foi de 12,6M, 10% do valor total da transferência. E informou que recebeu exatamente 126 – 12,6, ou seja 113,4. Lfv afirmou várias vezes que os 10% estão tabelados com JM.

        Passar de 40M para 24M é para mim incompreensível, ainda mais para um jogador da formação.

        • Jota Neves
          Posted Fevereiro 13, 2021 at 5:35 pm

          Quando escrevi que estou convicto que o Relatório e Contas do Sporting e do F.C. Porto, tem muita maquilhagem e contabilidade criativa, não me estava a referir às comissões de transferencias mas a coisa bem maiores que isso.
          É sabido que ambos os clubes tem capitais próprios negativos e uma situação financeira muito má. Quando a sobrevivência de um clube (ou de uma empresa) depende da garantia e continuidade do financiamento bancário regra geral tendem a ocultar, através do uso de critérios contabilisticos “estranhos” e pouco usuais, a verdadeira situação patrimonial. Como? Há várias formas, mas a mais habitual é um empolamento do valor contabilistico dos ativos intangíveis com amortizações a longo prazo. Exemplo: Marcas, edificios, passes de jogadores. etc.. Outra forma é não constituirem provisões para contigências ou fazê-lo de forma muito conservadora.
          Era a isto que eu me estava a referir. Do que conheço dos relatórios e contas desses clubes é tudo muito opaco.

        • Jota Neves
          Posted Fevereiro 13, 2021 at 5:24 pm

          Mantenho o que escrevi.
          É verdade que os jogadores oriundos da formação têm um tratamento contabilístico diferente dos jogadores comprados, porque são ativos gerados internamente pelo clube.
          Regra geral, o valor dos jogadores da formação que são reconhecidos como ativos intangíveis deverá ser igual ao respectivo custo de produção, ou seja, o montante de todas as despesas incorridas desde a data em que é reconhecido no balanço, algo que é subjetivo.
          Se o clube fez uma reavaliação dos activo com base em criterios de preço de mercado, pode muito bem ter valorizado o passe do jogador, mesmo que formado no clube por um valor que seja superior aos custos com a sua formação.
          Isto acontece algumas vezes com os balanços das empresas que decidem revalaziar atctivos intagngíveis, como oor exemplo, o valor de uma marca comercial.

      • R. T-Bag
        Posted Fevereiro 13, 2021 at 11:56 am

        Se me puderes tirar uma dúvida eu agradecia. Percebo esse ponto em relação ao weigl mas tinha a ideia que um jogador da formação não era contabilizado como ativo. O que faz com que isso não se aplique ao Fábio Silva. Mas posso estar a fazer confusão

        • Jota Neves
          Posted Fevereiro 13, 2021 at 3:40 pm

          Todos os passes (direitos económicos) dos jogadores sob contrato são ativos, isto é, património do clube e como tal tem um valor contabilistico atribuído no balanço. Independentemente de terem sido contratados ou terem sido formados no clube. O clube pode contabilizar todos os custos que teve com a formação do jogador e levá-los a investimento. É o mesmo que as empresas fazem quando desenvolvem produtos novos e inovadores, essas despesas são investimento e não custos operacionais.

      • TOPPOGIGGIO
        Posted Fevereiro 13, 2021 at 11:27 am

        Bem, para um leigo como eu o que parece é que nessas contas o Benfica descontaria os 15M duas vezes… Não percebi.

        • Jota Neves
          Posted Fevereiro 13, 2021 at 3:37 pm

          Aceito que a explicação possa ser um pouco confusa. Reescrevo:

          Quando um clube adquire o passe de um jogador, o valor contrtado não é contabilizado como um custo, mas sim como um investimento. Ou seja o património do clube não se alterou quando o Benfica contratou o Weigl por 20 Milhões. Trocou um ativo (cash disponivel) por um ativo intangível (passe do jogador) pelo mesmo valor. Assim não ficou nem mais pobre nem mais rico. O que é um custo é a amortização desse ativo, Ou seja o custo do uso desse ativo, Se pagou 20 M por um contrato de 4 anos, o custo mensal é igual a 20M/4 anos= 10 M /ano.
          Quer dizer que o valor patrimonial do passe desse jogador se vai reduzindo ao longo do contrato desse jogador. Caso o venda a meio do contrato, o valor patrimonial, contabilizado no balanço do clube seria de 10M. Assim caso o vendesse pelo mesmo valor que o adquiriu (20M) realizaria uma mais valia de 10 M = Valor da venda – Valor contabilistico.
          Espero ter esclarecido melhor.

  • DNowitzki
    Posted Fevereiro 12, 2021 at 9:31 pm

    O negócio do Ederson é um daqueles que mostra como, para Vieira, o sumo interesse é o Benfica.

    • Kuiper
      Posted Fevereiro 12, 2021 at 10:41 pm

      Claro, vamos tentar aqui desviar atenções para uma venda de um rival a ver se não parece tão vergonhoso. Mas ah, espera! O Benfica só tinha metade do passe do Ederson. E o Porto, não formou o Fábio? Se calhar formou mas nem era jogador do Porto. Foi um ato de caridade!

  • For Dummies
    Posted Fevereiro 12, 2021 at 9:11 pm

    Curioso que um jogador da formação, cuja mais-valia deveria andar inicialmente próximo dos 100% com as atenuantes (negociatas internas) representa 62,5% do valor de venda, como mais-valia (os tais 14-15M€)
    Já Alex Telles gera quase tanta mais-valia do que Fábio Silva (11M€). Ou seja, que fatia (%) representará do valor bruto que custou?
    “Curioso”.

  • Miguel SADSC
    Posted Fevereiro 12, 2021 at 8:38 pm

    Uma das mais díspares que me lembro foi talvez a de Ederson. Lembro-me de ver na altura que tinha gerado apenas 15M ou menos. Mas são casos relativamente normais, o futebol não é FIFA ou FM e o dinheiro não entra todo nem de uma vez.

    • Mantorras
      Posted Fevereiro 12, 2021 at 10:08 pm

      O Benfica tinha 50% do passe… estranho foi nao ter comprado os 50% que lhe faltavam por 2M 2 meses antes…

      Quer dizer, foi “estranho”.

    • Bruno Cunha
      Posted Fevereiro 12, 2021 at 8:54 pm

      O Benfica só tinha metade do passe do Ederson e ele saiu por 40M.

      • TOPPOGIGGIO
        Posted Fevereiro 12, 2021 at 10:01 pm

        Mas isso o Miguel não se lembra, tem muito boa memória mas não dá para tudo :) Da mesma form que não se lembra de um rapaz chamado Marcos cuja transferência deve ser a única o futebol mundial em que o clube que o vendeu veio a pagar mais que o que recebeu…

        • Miguel SADSC
          Posted Fevereiro 12, 2021 at 11:12 pm

          Era para inumerar todos os casos? Não foi um ataque ao Benfica simplesmente lembrei-me de ver na altura que tinjam recebido pouco em relação ao que tinha custado ao City. Nem me lembro porquê, se era pelo passe, pelo agente etc. Foi só literalmente lembrar me desse caso a propósito desse. Isto é algo comum e no meu clube deve haver casos ainda mais flagrantes.

          • TOPPOGIGGIO
            Posted Fevereiro 12, 2021 at 11:33 pm

            Pronto estás desculpado :P Apanhaste-me mais sensível e de facto interpretei como uma provocação. Não sendo o caso faço mea culpa. Até porque, no negócio do Ederson – e aí tens razão – não percebi bem também o porquê de não se ter comprado os outros 50% do passe…

            • Rui Carvalho
              Posted Fevereiro 13, 2021 at 1:29 pm

              porque o detentor da restante percentagem não é tolo.

              • TOPPOGIGGIO
                Posted Fevereiro 13, 2021 at 3:01 pm

                Não se trata de ser tolo, o que acontece nestes casos, na maioria até é o clube com mais poder económico salvaguardar cmpr futura por um determinado valor e depois, quando sabe que vai faer um grande negócio, compra a parte restante antes de vender…. Quase sempe foi assim. Se o s mais pequenos fizerem finca pé até acabam por ir buscar quantias muito superiores. Por outro lado, se negócio cai por terra arrepender-se-ão de não ter vendido a parcela na sua pose É sempre uma faca de dois legumes à lá Pacheco :P

        • TOPPOGIGGIO
          Posted Fevereiro 12, 2021 at 10:59 pm

          *Marcos Rojo

    • JoaoMiguel96
      Posted Fevereiro 12, 2021 at 8:51 pm

      No fm também não acontece. Podes pagar às parcelas ou ter só uma % do passe.

      • Bruno Cunha
        Posted Fevereiro 12, 2021 at 9:24 pm

        Quem já treinou o Sporting e vendeu o Tabata apercebeu-se dessa realidade.

        • JoaoMiguel96
          Posted Fevereiro 12, 2021 at 10:41 pm

          E o pior é que nem há hipótese de comprar mais do passe.

          • Carlos A Serpente
            Posted Fevereiro 12, 2021 at 11:29 pm

            Mesmo. Atrasei a venda dele por causa disso, depois lá foi por 20M, encarei como caridade para com o Portimao que estava a passar dificuldades

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