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Gabriel Magalhães fez penálti contra o Bayern mas árbitro não marcou por ser demasiado infantil

O duelo entre o Arsenal e Bayern ficou marcado por um lance caricato. Num pontapé de baliza o guarda-redes Raya repôs a bola em jogo e passou para a Gabriel, que agarrou novamente, quando a partida já tinha sido retomada. Ora, os jogadores do Bayern pediram logo penálti, mas o árbitro não acedeu, sendo que depois da partida Tuchel referiu que o árbitro admitiu que viu o lance, mas que não ia marcar um penálti tão infantil nos quartos-de-final da Champions.

https://twitter.com/vitorsergio/status/1777839995811709163

50 Comentários

  • anjos
    Posted Abril 10, 2024 at 1:16 pm

    Há uns anos, ouve um arbitro que estragou uma meia final (creio eu) da liga dos campeoes ao expulsar o RVP por este ter xutado a bola depois de apitar. Um preciosismo gigante do arbitro que acabou por desvirtuar por completo a partida.

    O mesmo RVP numa situacao semelhante na final do Campeonato do mundo contra a espanha, foi poupado por o Howard Webb ao segundo amarelo. Foi imensamente louvado.

    Defendo por completo a decisao do arbitro aqui neste lance.

    • Mantorras
      Posted Abril 10, 2024 at 3:09 pm

      Esse lance é um lance onde se pode “manter o critério” em acções de protesto excessivo para a outra equipa. E neste, como vais manter o critério? A outra equipa tem um free pass para agarrar uma bola com a mão dentro da área? Fazem “à Ronaldinho” e olham para o lado quando o fizerem, e assim parecerem distraídos? (desculpa a piadola parva, mas não resisti).
      – Jogo parado vs jogo a decorrer.
      – Penalização técnica vs penalização disciplinar.
      – Estragar o jogo por excesso de rigor vs Desde quando é que um golo estraga um jogo (a não ser contra o Benfica).
      PS: Este lance acontece uma vez, em anos bissextos, em décadas com o algarismo das dezenas par, e não mais.

    • JJayy "Non Believer"
      Posted Abril 10, 2024 at 2:14 pm

      Lembro-me bem desse lance do RVP. Tempos da Uefalona

  • Slayer666
    Posted Abril 10, 2024 at 12:58 pm

    A ser verdade que o arbitro justificou o não cumprir a lei por ser “erro de criança” só pode ser castigado…mas como já estamos habituados a quem manda nisto tudo “diferente”, ainda vai ser é elogiado por não ter marcado um penalti claro mas infantil kkkkkkk

    Mal o arbitro, regras são regras, não existe “erro de criança” para justificar o não cumprir a lei: livre direto e sendo na grande área, que é o caso, penalti…não pode haver outra interpretação, aqui não existe dúvidas.
    É o mesmo que não expulsar um jogador no inicio, e diz-se que é para “não estragar” o jogo…isso não existi, deve ser expulso seja primeiro ou no último segundo de jogo!
    SE a UEFA não se manifestar, a partir de agora posso reclamar de todos os penalti contra com “erro de criança” e culpabilizar o arbitro por não ter “bom senso”…já estou a imaginar alguém colocar a mão na bola para ela não entrar, o arbitro a marcar penalti e eu a reclamar “tenha bom senso, isso foi um erro de criança” kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • henry14
    Posted Abril 10, 2024 at 12:10 pm

    Quanto ao Tuchel…
    Chora menos e mete a equipa jogar mais à bola. Queria ver se fosse o Upamecano a fazer o mesmo…

  • henry14
    Posted Abril 10, 2024 at 12:03 pm

    O tal bom senso que deve haver.
    Já sei que para muitos rigorosos daqui do blog isto deve ser um penalty sem discussão mas felizmente para outros é só uma palhaçada.
    Obrigado árbitro. Por seres fixe e não quereres ser protagonista mesmo que te possam apontar qualquer coisinha.

  • Baresifam
    Posted Abril 10, 2024 at 11:29 am

    Situação parecida: Ronald Araújo quando agarra a bola dentro de campo que até deu uma reação digna de meme. Aqui só muda o local onde foi efetuado mas não deixa de ser infração. Regras são regras e são pagos para as saberem como acontece em qualquer atividade laboral. Não basta ter pézinhos.

  • João
    Posted Abril 10, 2024 at 11:25 am

    Vão ver que este árbitro vai ter repercussões por este lance

  • 20324AC10
    Posted Abril 10, 2024 at 11:18 am

    É como o que aconteceu naquele lance do Aursnes em Rio Maior, se ele a tivesse agarrado ainda dentro de campo era preciso falta de bom senso para se marcar penálti.

  • AdeptoImparcial
    Posted Abril 10, 2024 at 11:16 am

    Vamos por partes que isto é interessante:

    Muitos já falaram na regra que não está escrita mas devia: a lei do bom senso. Não concordo nada com marcar um penalty destes. Seria absolutamente ridículo. É uma situação que acontece bem mais vezes do que a malta pensa, só que como isto foi num jogo de Champions com muitos olhos em cima causa outro alarido. Agora, o tal bom senso funciona para os dois lados. Não só o árbitro deve analisar estes lances com essa mentalidade, mas os próprios jogadores não devem abusar disso. Por exemplo, imagine-se que os jogadores continuavam a fazer isto de forma ou a perder tempo ou a enganar os adversários. Nesse caso, acho que o árbitro deve, pelo menos, avisar para não repetirem a façanha, caso contrário aí sim, seriam prejudicados.

    Eis um segredo que aposto que a vasta maioria dos adeptos do desporto não faz a mínima ideia – e isto faz parte até de conversas entre árbitros e GRs. Antes desta regra de se poder passar a bola para colegas dentro da grande área, os guardiões faziam frequentemente isto: recebiam a bola do apanha-bolas, atiravam para a pequena área e, no cenário de passe simples para um colega perto da grande área onde a equipa adversária nem está a pressionar, os GRs faziam isso mesmo SEM A BOLA PARAR TOTALMENTE. Isto acontecia em praticamente todos os jogos em qualquer liga – o Patrício fazia isto TODOS os jogos. Porque, lá está, é um pormenor irrelevante, sem impacto no jogo e seria de um rigor absurdo o árbitro apitar sempre que a bola ainda está a mexer um cadinho de nada. Recordo-me inclusive de conversas com árbitros ainda na distrital onde até eles sabiam disto e deixavam seguir, como é natural. Para quê ser mesquinho e interromper o jogo por algo tão superficial?

    Agora, lá está: bom senso funciona para os dois lados. O caso que falo acima é em situações onde o adversário não está a pressionar e em que a bola realmente estava praticamente parada. Se o GR abusa – como eu próprio abusei algumas vezes, umas assinaladas, outras não – e bater a bola com ela *claramente* ainda em pleno andamento e, se for preciso, nem a rolar no chão estava, o árbitro deve mandar repetir e avisar o GR para não abusar.

    Finalmente, acho muitissimo engraçado ver tanto comentário de “bom senso” neste lance. Não tenho dúvidas *nenhumas* que se isto fosse no nosso campeonato num jogo de ‘grande’ contra ‘pequena’ – ou entre ‘grandes’ – e o resultado final não favorecesse a equipa favorita…. uiui, o que viria aí…

    • Stromp1906
      Posted Abril 10, 2024 at 12:38 pm

      Percebo perfeitamente o teu comentário, na teoria até concordo com muitas coisas que dizes, mas… O que é o bom senso? Como se mede o bom senso? O bom senso num jogo que não nos diz nada a nível afectivo é igual a um jogo com o nosso clube? Resumindo, só existe uma forma de eliminar tudo o que não é mensurável, com regras! E, na minha humilde opinião, as regras são para cumprir. Mais facilmente se alteram regras (o Rugby fá-lo constantemente, seja pela integridade física, pelo benefício a quem ataca, etc) de forma a eliminar aspectos menos atractivos ou ilógicos , do que se coloca a responsabilidade do tal bom senso em alguém que pode ter uma forma completamente diferente de pensar que eu, o Manel ou o Joaquim
      Um abraço

      • AdeptoImparcial
        Posted Abril 10, 2024 at 8:47 pm

        Entendo perfeitamente, mas há regras e regras. Segundo as tais regras, os GRs não podem estar mais do que 6 segundos com a bola na mão. Ainda não se alterou esta regra estapafúrdia, logo faz-se o quê? Começa-se a assinalar todas as vezes que os GRs ultrapassam este tempo? Não pode, não tem sentido e é aqui que entra o tal bom senso. Há regras que, por alguma razão, ainda não foram ajustadas apesar de serem completamente estúpidas. Logo, os árbitros têm que ter o tal bom senso, tal como os jogadores – volto a enfatizar o meu comentário de que o bom senso tem de ser dos dois lados. Aqui, concordo em absoluto contigo: deve-se ter regras o mais claras possíveis para não haverem dúvidas e, lá está, obrigarem à tal subjetividade do bom senso.

        Dito isto, este lance é obviamente um lance super caricato que, na minha opinião, entendo a não marcação. E como adepto de futebol, preferi assim e iria aceitar se fosse contra o meu clube. Entendo a frustração de quem pede penalty, mas no fim, o bom senso decidiu assim para o bem e para o mal.

        • Mantorras
          Posted Abril 11, 2024 at 8:34 am

          No entanto, este caso acontece uma vez por década, enquanto a regra da bola na mão acontece uma vez a cada 2min. Claramente, não é tão praticável sancionar, além de que, a penalização não é de igual importância. Com a questão da bola nas mãos dos GRs, crias um problema se começares a marcar com rigor (algo que, com os tempos de desconto também acontecia e agora já não, às vezes o segredo é experimentar, e todos ajustam…), enquanto que neste caso, é ao contrário, crias um problema ao não marcares. Se disseres “isto será sempre marcado e ponto”, acabou o problema. Para sempre.

      • 2DedosDeTesta_
        Posted Abril 10, 2024 at 6:38 pm

        100% de acordo! As regras são para cumprir, até por uma questão de integridade. Também podem e devem ser alvo de mudanças, tentando ser o mais fiel á ideia original, mas adaptando onde necessário (usando factos e lógica).

      • Mantorras
        Posted Abril 10, 2024 at 2:41 pm

        Concordo, principalmente com a parte de evitar a subjectividade, nem que seja por alteração das regras. Acrescento que, só me parece aceitável utilizar o bom senso em coisas recorrentes dentro do mesmo jogo, porque se forem coisas raras estarão a criar um problema que não existia. Se disserem que “foi um erro do árbitro”, então o erro será este e não haverá mais nenhum no futuro. No entanto, se disserem que “o árbitro esteve bem e imperou o bom senso”, garantidamente este caso vai ser invocado mais vezes para que se questionem outros. Criam-se mais casos em vez de os eliminar.

    • Mike-UK
      Posted Abril 10, 2024 at 12:35 pm

      O exemplo que deste (reposição de bola com o esférico a rolar), sendo bom, tem correlação perfeita com o que se passou ontem.
      Não tenho a certeza absoluta, mas em 2001 quando o Boavista foi campeão, creio que o golo do 1-0 ao Porto no Bessa é marcado na sequência de uma falta com a bola ainda a rodar. E valeu.
      Vale dentro da área quando o guarda redes repõe, e vale em qualquer outra parte.
      O árbitro ser selectivo (e há casos muito mais gritantes como as faltas marcadas a meio campo que o não são dentro da área) é absolutamente inaceitável. E ontem foi um erro que não se aceita.
      Digo isto como adepto fervoroso do Arsenal, diga-se.

      • AdeptoImparcial
        Posted Abril 10, 2024 at 8:43 pm

        Daí o dizer que tem de haver bom senso para os dois lados. Os jogadores abusaram e não foi pouco desta situação, não deveria ter acontecido. Mas acho algo perfeitamente compreensível tendo em conta que se está num estádio cheio e o central podia estar a falar com o GR quando surgiu o tal apito. Acontece. É daqueles lances caricatos que seria debatido mesmo tendo sido assinalado penalty.

  • Citizen_Erased
    Posted Abril 10, 2024 at 10:23 am

    Há 20 anos o Deportovo teve um jogador expulso devido a uma “brincadeira” entre dois ex colegas. Aí já não houve bom senso, o que potencialmente prejudicou uma das equipas.
    O problema da interpretação é que eu posso interpretar uma coisa e outra pessoa outra. Se com regras já é difícil..
    Imagine-se então que aquele lance contra o Gana tinha resultado em golo, e o árbitro anularia porque teria o bom senso de perceber que o Costa estava desatento e o ganês apareceu ali do nada. Haveria esta suposta tranquilidade também?

  • Bruno Cunha
    Posted Abril 10, 2024 at 9:54 am

    Quem acha que isto deveria ser marcado não gosta de futebol. Bem o árbitro a ler a situação e a fazer imperar o que em Portugal se apelida como Lei 18 “a lei do Bom Senso”.

    Há muitos exemplos de “obrigações teóricas” que não fazem sentido na prática, por serem irrelevantes na verdade do jogo.
    Os lançamentos que trocam de portador, os empurrões na grande área, o local onde as faltas ou os lançamentos laterais são marcados, o tempo dos GR com a bola na mão.
    Se tudo isto fosse seguido a regra seria a antítese do que se espera do futebol.

    Recentemente, na final do mundial quando Messi faz o 3-2 a seleção argentina tinha pelo menos um elemento a mais em campo (o suplente que estava junto ao banco técnico).
    Em tese, quando acontecem situações de superioridade numérica por parte de quem marca, a letra da lei pune essa equipa com pontapé-livre direto, anulando o golo.
    Mas essa sanção foi pensada para penalizar uma presença deliberada/estratégica, não acidental ou inócua.
    Ela foi pensada para impedir que uma equipa beneficie do facto de ter elementos a mais ou para prevenir que quem sofreu fosse prejudicado por esse facto.

    O jogador suplente entrou momentaneamente em campo pela vontade de festejar e de celebrar um golo certo. Não teve malícia, não agiu deliberadamente, não obteve vantagem, não prejudicou ninguém.
    Foi um instinto num momento difícil de controlar, num jogo que definia… o Campeão do Mundo!
    O espírito da lei não é punir casos destes.

    PS: Devido à polémica que este lance gerou o IFAB decidiu passar para o texto da lei aquilo que, na prática, sempre quis dizer: os golos marcados com pessoas a mais no terreno de jogo só devem ser anulados se houver “interferência” de alguma delas. Ou seja, a mera presença em campo (para festejar um golo antecipadamente, por exemplo) não deve ser sancionada se não impactar com os jogadores ou no decurso da partida.

    • Mantorras
      Posted Abril 10, 2024 at 2:29 pm

      Parabéns pelo comentário, muito bem explicado.
      —-
      É sem dúvida um lance inesperado para o árbitro, mas:
      – Marcar a falta mais à frente ou atrás resulta em “repetir a marcação no sítio certo”.
      – Lançar mais à frente ou mais atrás, resulta em lançamento ao contrário (salvo erro).
      Ora, em qualquer destes lances faz sentido “não marcar”. São irrelevantes para o resultado, ocorrem imensas vezes por jogo, não representam vantagem para nenhuma equipa, já que ambas o fazem todos os jogos e não representam falta de “fair play”. Ser mais rigoroso nada tráz ao jogo.
      —-
      Já a regra dos 6s para os GRs teria uma maior penalização mas ainda assim não é um penalty. Comparo-a com o tempo de descontos, que anteriormente era quase sempre escasso, e estava tudo bem, mas bastou uma “directiva” para se ser “mais rigoroso” e passou a fazer mais sentido ser rigoroso.
      Porque apenas uma das equipas beneficiava do pouco rigor(!), havia vantagem para alguém, e de alguma forma representava falta de fair play.
      —-
      Do ponto de vista do atleta, tratou-se duma distracção, o equivalente a “estar a dormir e baterem uma falta rápido” e dar golo. E normalmente, não se desculpa essa distracção com bom senso!
      —-
      Já do ponto de vista do árbitro, talvez pudesse ser comparável aos agarrões em livres/cantos dentro da área. Ambos resultariam na mesma penalização, penalty, no entanto, a diferença é muito grande quanto à quantidade de ocorrências. Quando são coisas muito recorrentes, não há outra opção que não seja esta, e mesmo nos agarrões/cantos, agora com VAR, por cada lance marcado encontras 3 ou 4, no mesmíssimo jogo, iguais ou semelhantes, que não foram marcados. É isso “justo”? Eu acho que o árbitro não marcou para se proteger, da mesma forma que marca falta ofensiva em disputas com o mínimo toque no defesa caso o avançado fique isolado a seguir. É mais fácil para o árbitro. Ali, tendo que decidir rápido, penso que foi esse o instinto do árbitro.
      —-
      O ponto é que é difícil aplicar o bom senso em lances capitais. E se não acontecerem repetidamente não faz muito sentido ser subjectivo. Fica tudo mais claro. Chamem-lhe azar ou azelhice, sendo raro, por mim não teria direito a excepção. Quem regula terá que se pronunciar, e a partir daí, isto será lembrado, e se disserem que fez bem em deixar passar muitas outras distracções vão invocar o mesmo.
      —-
      PS: Curiosamente, o bom senso é usado para despenalizar e não ao contrário. Faltas batidas rapidamente não se pedem que não contem. São distracções à mesma. Ninguém diz que o castigo do Taynan teria que ser outro, a tecnicalidade impera, mesmo que a minha estimativa de bom senso diga que se deveria ser mais rigoroso. E se o Aursnes estivesse dentro do campo, como muitos aqui choraram, ninguém diria “coitado, pensou que estava fora, impera o bom senso e no pasa nada”. Tal como o bom senso não colocou a Irlanda no mundial.

    • Messi BeauCoupe
      Posted Abril 10, 2024 at 11:25 am

      Até ler o teu comentário tinha a opinião totalmente contrária. Por isso é bom estar aberto às opiniões de outros, principalmente os mais bem informados como tu caro Bruno Cunha.

  • Daniel Castanheira
    Posted Abril 10, 2024 at 9:35 am

    Queria ver como seria visto se este lance tivesse acontecido em Portugal

    • Hirok "The Truth"
      Posted Abril 10, 2024 at 1:06 pm

      O árbitro iria para a Arábia Saudita, após o presidente do clube grande em questão o rasgasse de alto a baixo

  • filipe19
    Posted Abril 10, 2024 at 9:17 am

    E será que seria mesmo pênalti? Não seria livre indireto?

    • Slayer666
      Posted Abril 10, 2024 at 12:43 pm

      what?
      um jogador (exceto o GR DENTRO da grande área ) agarrar a bola com a mão é livre direto, logo se agarrou a bola com a mão dentro da área é penalti.

    • offtopicguy93
      Posted Abril 10, 2024 at 10:33 am

      Mão na bola livre direto, que dentro da área se chama penalti

    • Anomalias
      Posted Abril 10, 2024 at 10:21 am

      Como livre indireto? Tecnicamente, esquecendo toda a lógica e pensamento associativo à intenção do jogador, os factos são:

      A bola é colocada em jogo pelo GR -> Defesa toca com a mão na bola.

      Portanto, mão na área e penalti.

      Segundo apenas e só as leis do jogo, o que aconteceu não foi uma segunda reposição, foi uma mão na bola dentro da área.

      Imperou o bom senso do árbitro, e diria que bem, na minha opinião.

      Ainda assim, a ser penalti, não era criticável, são os factos.

      Aconteceu por cá um assim exatamente, este ano, na Liga 2.

    • maZe
      Posted Abril 10, 2024 at 9:30 am

      O que tem esta mão de especial para dar livre indirecto?? É uma mão como as outras centenas de mãos que deram em penalty ao longo da história

  • plt120
    Posted Abril 10, 2024 at 9:15 am

    A lei mais importante das leis do jogo é uma que nao está escrita: a lei do bom senso
    Neste caso, foi distração completa do defesa, nem foi o caso de se aproveitar por estar a ser pressionado ou a perder tempo, para mim o árbitro esteve bem

    • Slayer666
      Posted Abril 10, 2024 at 12:46 pm

      sendo assim nunca deveria haver faltas, penaltis, cartões e por ai fora…era fácil justificar isso tudo com “distração completa do defesa (trocar para jogador para abranger todos).

      • Niall joaQuinn
        Posted Abril 11, 2024 at 2:19 pm

        Fácil não fica, mas fica possível, o que é ainda pior, porque fica exclusivamente ao critério do árbitro, abrindo a porta a todo o tipo de parcialidades.

    • Niall joaQuinn
      Posted Abril 10, 2024 at 10:00 am

      Espero não estar vivo no dia em que “distraçâo completa” (ainda por cima de alguém que faz do futebol profissão) for motivo para não se apitarem faltas ou no dia em que o “bom senso” do árbitro servir de critério para julgar os lances.

      É que sensos há muitos (bons e maus) e se regras foram escritas num papel foi por alguma razão.

      Então, se o guarda-redes agarrar a bola fora da área “por distração”, segue jogo? Se, um jogador agarra a bola com as mãos na sua área porque pensa que o jogo acabou, não é penalty? Se o guarda-redes passa a bola a um jogador da equipa contrária “por distração”, para-se o jogo? O que é distração? O que é bom senso?

      Para mim, o bom senso mandaria marcar penalty.

      • Valentes Transmontanos
        Posted Abril 10, 2024 at 11:24 am

        Tendo a concordar, embora não me choque não ter sido assinalado. Ainda há uns tempos vi aqui muitos comentários a dizerem que o Aursnes tinha cometido penalty por ter agarrado a bola ainda dentro das 4 linhas (o que não aconteceu, mas podia ter acontecido). Ora, de acordo com o bom senso ele não teve ganhos nenhuns com aquela atitude. A bola ia sempre sair e pertencer ao adversário, por isso mesmo que se confirmasse que estava dentro de campo mandava o bom senso não se marcar penalty, certo? Errado. Era penalty. Os jogadores também são “avaliados” pela sua concentração, e o Aursnes e o Gabriel não estavam concentrados. Também se fazem faltas sem querer ao tentar disputar a bola; paciência, acertaste no adversário e não na bola, é falta.

        • Hirok "The Truth"
          Posted Abril 10, 2024 at 1:04 pm

          Tendo a concordar com o teu comentário mas este é um lance diferente, o do Aursnes a bola estava jogável, aqui foi um pontapé de baliza que para o Gabriel era para ele marcar e agarrou com toda a naturalidade, acho que o árbitro esteve bem, se não houver bom senso, então sempre que um jogador pede cartão ou grita com o árbitro é logo amarelo e temos 10 ou mais amarelos por jogo mais umas quantas expulsões.. o bom senso dos árbitros é do mais importante para manter o jogo fluido

          • Niall joaQuinn
            Posted Abril 11, 2024 at 2:16 pm

            O problema é que aqui a bola também estava jogável.

            Estava jogável, mas com o pé.

            E, estando jogável com o pé, foi jogada com a mão.

            Não é à toa que o Tuchel criticou (e bem) o árbitro neste lance. É que na cabeça de um alemão estas coisas não entram. Ou há profissionalismo ou há amadores. A este nível, os erros pagam-se, sejam infantis ou não.

        • Meu nome é Toni Sylva
          Posted Abril 10, 2024 at 12:56 pm

          O conceito de falta exige sempre o elemento de prejuízo do adversário.

          • Niall joaQuinn
            Posted Abril 11, 2024 at 2:10 pm

            Podia dar aqui mil exemplos de como isso não é verdade. Basta pensar em todos os casos de agressões a árbitros, a assistentes, a pessoas do público ou até entre jogadores da própria equipa.

            Mas acho que nem é preciso dar exemplos porque, como é evidente, um jogador “de campo” agarrar uma bola com as mãos na sua grande área traz sempre prejuízo para o adversário.

            Depois das teorias arbitrárias do bom senso ou das distração infantil, só faltava mesmo vir a di prejuízo para o adversário.

            É precisamente para não haver teorias destas que as leis estão escritas…

        • Niall joaQuinn
          Posted Abril 10, 2024 at 11:58 am

          Nem me lembrei desse exemplo.

          Se o VAR conseguisse demonstrar que o Aursnes agarrou a bola dentro do campo (obviamente, pensando que estaria fora) tinha que ser penalty. Não podia ser de outra forma.
          Defender o contrário, é defender o mais completo arbítrio (para não falar na infatilização de pessoas que, mais do que jogar um jogo, estão a exercer uma profissão).

          Se nem a aplicação de regras escritas gera consenso, não quero imaginar o que seria se o bom senso passasse a ser critério. Então em Portugal, seria a loucura completa.

          • DNowitzki
            Posted Abril 10, 2024 at 8:06 pm

            Exato!

          • Meu nome é Toni Sylva
            Posted Abril 10, 2024 at 12:58 pm

            O bom senso informa 90% do Direito. É a falta dele que normalmente traz problemas.

            • Niall joaQuinn
              Posted Abril 11, 2024 at 2:02 pm

              Não é verdade.
              O bom senso pode servir para muita coisa (como por exemplo graduação das penas), mas nunca para definir o que viola ou não a lei, sob pena de arbítrio, parcialidade e imprevisibilidade.
              Acho que é fácil de entender.

  • LevonAronian
    Posted Abril 10, 2024 at 9:03 am

    Como simples adepto sem qualquer ligação à nenhum dos clubes fico feliz de não ser dado um penalty assim.
    Se fosse adepto do bayern provavelmente ficaria fulo no momento, mas acabaria por aceitar.
    Se fosse adepto do arsenal ficaria completamente passado da cabeça com o Gabriel mesmo não sendo assinalado nada.

  • Goncalo Silva
    Posted Abril 10, 2024 at 8:35 am

    Total desatenção do Gabriel neste lance. Não é por ser infantil que não se deve marcar o penalti, neste tipo de lances em que não há qualquer tipo de subjetividade não pode haver este tipo de erros que podem ter impacto na eliminatória.

  • Hirok "The Truth"
    Posted Abril 10, 2024 at 8:30 am

    Muito bem o árbitro a ter bom senso, muitas vezes os GR passam a bola ao defesa para bater os pontapés de baliza, este foi um pouco “evidente” digamos assim, mas acho que um árbitro tem de ter bom senso e não andar sempre com o livro das regras na mão..

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