Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Holanda à beira do descalabro; República Checa garante apuramento; Gales ainda não; Noruega ultrapassa Croácia

Do terceiro lugar no Mundial a ter de esperar por deslizes alheios para se apurar para um Europeu em formato alargado em pouco mais de um ano. Incrível a situação Holandesa, que já não tem qualquer hipótese de qualificação directa e terá de rezar para que a Turquia perca pontos para chegar ao Playoff. República Checa já está em França, sendo que o Pais de Gales desperdiçou o primeiro “match point”mas também está quase no Euro. Já a Croácia, ao perder com a Noruega, corre o risco de ir ao Playoff.

Continua o pesadelo Holandês na fase de qualificação para o Europeu de França. A Laranja, depois da derrota frente à Islândia em Amsterdão, não podia ser derrotada no duelo contra a Turquia, sob pena de perder o terceiro lugar que dá acesso ao Playoff, mas a verdade é que a equipa de Danny Blind foi vergada por 3-0. O jogo começou praticamente com o golo dos homens da casa, quando, aos 8 minutos, Arda aproveita a descompensação Holandesa para isolar Ozyakup, que finalizou com classe para abrir o marcador. Os visitantes tentaram reagir (Narsingh teve uma bela oportunidade mas desperdiçou na cara do golo) mas a circulação, como em quase todo o jogo, era lenta, previsível e com pouca criatividade, sendo mesmo os homens de Terim a alargar a vantagem aos 26′, quando Arda rouba a bola a Blind à entrada da área e remata, com Cillessen a ser mal batido. A Holanda foi forçando e metendo homens perto da área, mas sem nunca criar muito perigo (Depay pouco fez), sendo mesmo a Turquia que voltou a marcar, com Burak Yilmaz a estabelecer o resultado final num remate dentro da área. Com este resultado, a Holanda terá de esperar que os Turcos percam 3 pontos nos próximos 2 jogos (e ganhar as suas partidas), já que, apesar de estar somente a 2 pontos do seu rival de hoje, uma igualdade pontual beneficia a Turquia. No outro jogo do grupo A, a República Checa foi a Riga bater a Letónia e selar a qualificação para o Europeu. Aos 13 minutos, Limbersky, num forte remate, abriu o marcador, com Darida a aumentar a vantagem aos 25′ (um golaço). Na segunda parte, aos 73′, Zjuzins reduziu para os locais e fixou o 2-1 final. No grupo H, a Noruega bateu a Croácia por 2-0 e assumiu a liderança provisória do grupo (falta jogar Itália), relegando os Croatas para o terceiro lugar. Após uma primeira parte sem golos, Berget, após um bom trabalho, inaugurou o marcador aos 51′, tendo o mesmo jogador bisado aos 69′. Já Malta e Azerbaijão empataram a 2. Finalmente, no grupo B, o País de Gales só precisava de vencer em casa Israel para carimbar o apuramento, mas a equipa de Bale não foi além do nulo.

0 Comentários

  • Anónimo
    Posted Setembro 6, 2015 at 7:51 pm

    Algum destes turcos joga no galatasaray? tirando o Yilmaz que sei que sim.
    Joao

  • Tomé Brito
    Posted Setembro 6, 2015 at 7:01 pm

    Só vi a primeira parte do Turquia-Holanda, por isso só vou comentar essa parte… Até ao 1º golo a Turquia estava pro cima do jogo, depois do primeiro golo fechou-se um pouco atrás, e a Holanda tomou as rédeas do jogo, mas sem resultados práticos sem criar oportunidades, a Turquia chegou ao 2º golo e fechou-se ainda mais. Os jogadores Turcos começaram naquela de perder tempo, a atirar-se para o chão e tal, e a Holanda mesmo com mais bola, não demonstrou ter qualquer ideia, sem conseguir criar oportunidades…

    Grande destaque para ps adeptos!!!! É impressionante o apoio que dão à seleção Turca! Deve ser extremamente difícil jogar lá!!!!!

  • Makelele
    Posted Setembro 6, 2015 at 6:27 pm

    Lá se vai a nossa única hipótese de ganhar a uma equipa boa numa grande competição. Só se jogarmos contra a Inglaterra e ganharmos nos penaltys, mas sem o Ricardo parece-me difícil.

    • Kafka I
      Posted Setembro 6, 2015 at 9:11 pm

      DiogoF

      Em jogo jogado não ganhámos, empatamos esse jogo. Só vencemos nos penaltys, em jogo jogado o Makelele tem razão desde 2004 que estamos a secar

    • Diogo F
      Posted Setembro 6, 2015 at 8:44 pm

      Ganhámos à Inglaterra no mundial 2006…

    • Makelele
      Posted Setembro 6, 2015 at 8:10 pm

      Amigáveis conta zero. Quando interessa perdemos constantemente…

    • João Dias
      Posted Setembro 6, 2015 at 8:04 pm

      Se não contarmos os amigáveis contra a Espanha, Itália ou Argentina…

      E sim, temos de fazer mais contra essas equipas…

    • Makelele
      Posted Setembro 6, 2015 at 7:49 pm

      Se retirarmos a Holanda, a nossa seleção não ganha a uma grande equipa num jogo oficial desde o jogo com a Espanha no Euro 2004.

      Ou mudamos esta estatística ou nunca faremos nada em lado nenhum.

    • João Dias
      Posted Setembro 6, 2015 at 7:37 pm

      Nós contra Holandas e Inglaterras é limpinho…

      Agora quando são Franças e Alemanhas…

  • Ruben
    Posted Setembro 6, 2015 at 6:22 pm

    Gosto muito da selecção turca. Têm potencial para fazer um bom europeu. Çalhanoglu, Turan, Inan, Topal, Erkin, Gonul … todos bons jogadores

  • Anónimo
    Posted Setembro 6, 2015 at 6:09 pm

    A ver se culpam o Martins Indi desta derrota também Todos devem ter ficado incomodados, e com razão, com o erro do jogador, mas treinador e equipa lançarem o jogador às feras publicamente daquela maneira? Inaceitavel, portanto, fico algo contente com o descalabro.

    Excelente resultado para a Turquia.

    Cumprimentos,
    HR

  • João Dias
    Posted Setembro 6, 2015 at 6:08 pm

    Esta Turquia é fortíssima em casa. Que poderio, meu Deus!

    Quanto à Holanda, jogo desastroso. Nada correu bem. Foi o descalabro total. Maus passes, sem fio de jogo…

    É certo que esta Holanda está longe de ser uma super seleção mas esperava-se mais…

    Se eles conseguiram o apuramento será a a maior injustiça de sempre em futebol de apuramento de seleções.

    Pior ainda que Portugal naqueles tempos do Queiroz e do Bento…

    • Pedro
      Posted Setembro 6, 2015 at 7:20 pm

      Oedro Silva, não percebi! Acabas por lhe dar razão. Se Queiroz foi ao mundial 2010 e o Bento às meias do Euro 2012, o não apuramento da Holanda é pior ainda, já para não falar do futebol praticado!

    • Anónimo
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:48 pm

      Quieroz foi ao Mundial 2010 e Bento às Meias Finais do Euro 2012.
      Esse ultimo parágrafo é patético.

      Oedro Silva

  • Francisco Couto
    Posted Setembro 6, 2015 at 6:08 pm

    Muito bom jogo da equipa turca, soube aproveitar os deslizes clamorosos e a instabilidade que reina na defesa holandesa e defendeu o resultado com muito mérito, de uma forma aguerrida apesar de nem sempre bonita. De destacar a (imensa) qualidade em quantidade que reina naquele meio campo e que podia perfeitamente possuir nomes de outro calibre como Khedira que salvo erro nasceu na Turquia ou tem ascendência turca. Isto leva-me a questionar sobre o Arda, até poder ingressar no Barcelona, onde vai jogar o turco?

  • Rúben Gomes
    Posted Setembro 6, 2015 at 6:00 pm

    Só queria destacar a qualidade dos médios turcos. Çalhanoglu, Turan, Inan, Tufan, etc. Das melhores escolas de médios. Ainda não esquecer que Gundogan, Ozil e Khedira são turcos de nascença.

    • Zé Diogo
      Posted Setembro 6, 2015 at 7:33 pm

      Desculpa contrariar, mas não são. O Ozil e o Gundogan nasceram em gelsenkirschen. O khedira em Estugarda.

    • Rúben Gomes
      Posted Setembro 6, 2015 at 7:25 pm

      Eu na verdade falei de cabeça, sabia que eles tinham descendencia turca ou algo do genero…

      Mas acho que perceberam a parte mais importante do meu comentario. Realçar a escola dos medios turcos.

    • Nelson Mohr
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:53 pm

      É assim, tanto o Ozil como o Gundogan nasceram na Alemanha, são no máximo descendentes de turcos, mas a verdade é que eles são alemães e eles próprios não gostam desse termo de serem turcos ou seja o que for, são alemães e ponto. Já o Khedira também nasceu na Alemanha e é de descendência tunisina.

      Mas concordo plenamente contigo Rúben, grande escola de médios que a Turquia tem. Lembro-me muito bem do Emre Belezoglu no seu melhor. Belissimo médio!

    • luis bcn
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:45 pm

      Ruben,

      Gelsenkirchen…foi lá que o Porto ganhou uma champions…e menos importante, é o local de nascimento de Ozil e Gundogan. Sami Khedira nasceu em estugarda.

    • Luis Rosalino
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:20 pm

      Curiosamente tmb os medios Calhanoglu, o Altintop, o Olcay Sahan, o Mehmet Ekici, o Gokhan Töre, nasceram todos na Alemanha e ainda o Oguzhan Ozyakup nasceu na Holanda…Verdadeiras colonias xD

    • Luis Rosalino
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:16 pm

      Atençao que
      O Ozil nasceu na Alemannha,
      O Khedira nasceu na Alemanha,
      O Gundogan nasceu na Alemanha.
      O Ozil é descendente de Turcos,
      O Khedira é descendente de Tunisinos (pai)
      O Gundogan é descendente de Turcos.

      Acrescentaria aí Nuri Sahin embora os melhores tempos dele parecem ja ter passado, ele que tambem nasceu na Alemanha e é descendente de turcos.
      Abraços

    • Kafka I
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:15 pm

      Rúben

      Se me permites a rectificação, o Gundoghan é Alemão de nascença (nasceu e viveu em Gelsenkirchen) os Pais é que são Turcos, tal como o OZil, também nasceu e viveu em Gelsenkirchen e os Pais é que são Turcos

      Quanto ao Kedhira nasceu em Estugarda e o Pai é que é Tunisino, mas a mãe é Alemã

    • Rúben Gomes
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:10 pm

      Tens razão, o seu pai é de origem tunisiana. Erro meu.

    • Julio
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:07 pm

      É verdade. O futebol turco tem grande potencial. Há dinheiro, infraestruturas, paixão pelo jogo, mas….falta algo.

      Quanto aos nomes, salvo erro Khedira é de descendência tunisina.

  • Awesome_Mark
    Posted Setembro 6, 2015 at 5:56 pm

    Há pessoas que pensam, erroneamente, que "já houve melhores gerações" é sinónimo de "esta geração é fraca". Se as coisas assim permanecerem, vai ser bonito, ou talvez não, ver as pessoas a lamentarem-se do facto de no Europeu das Oportunidades (com quase metade dos países do continente a garantirem um lugar) nomes como Cilessen, Krul, De Vrij, Janmaat, Van der Wiel, Willems, Blind, Clasie, De Jong, Wijnaldum, Sneijder, Depay, Lens, Robben, Van Persie, Huntelaar (e co) não possam pisar território gaulês, ao menos que decidam por lá passar as (antecipadas) férias.

    Está na cara que o foco da questão não pode estar nos jogadores mas antes na incapacidade de oferecer estabilidade à (uma vez) Laranja Mecânica. Vejamos: Calham no grupo da morte em 2008 mas são logo a seguir superados de forma clara por uma teoricamente inferior Rússia; Chegam ao Mundial 2010 e mantêm-se invictos até à final perdida para a Espanha; Voltam a calhar no grupo da morte no Euro 2012 mas desta vez nem sequer chegam a conquistar qualquer ponto; Vão ao Brasil no Mundial 2014 e repetem o pódio. Desta vez, tudo ganha proporções ainda mais gritantes caso a chegada à grande competição não se concretize. Os próprios treinadores tão facilmente conquistam grandes resultados e impressionam pelo futebol praticado, como desiludem completamente, os erros defensivos voltam a vir ao de cima e o virtuosismo capaz de desbloquear a organização defensiva adversária é inexistente.

    Neste que está a ser um fim-de-semana cinzento no mundo do futebol, como de resto é qualquer um que não meta clubes no decorrer das provas regulares, a deceção Holanda acaba por ser mesmo o maior dos focos (até porque as restantes grandes seleções estão a passos cada vez menos largos de ganharem o bilhete para a França) nos últimos quatro dias e não fizeram muito por tornar o cenário mais colorido. No entanto, nem tudo está perdido, embora os derradeiros 12 pontos (seus e os da Turquia) sejam uma incógnita. Se é verdade que o calendário dos comandados de Blind parece mais acessível, não é menos realidade a ciscunstância dos turcos apanharem os líderes já com a qualificação selada, e a feijões, por muito que se diga que não, o panorama muda por completo. Vamos a ver o que se sucede. Um Europeu, ou nestas circunstâncias, um playoff sem Çalhanoğlu e Turan também não seria a mesma coisa, verdade seja dita, e já só nos resta apreciar aquilo que Islândia (Sigurðsson, o maior dos atrativos a nível individual) e República Checa (Čech) vêm-nos oferecendo.

    • Carlos Duarte
      Posted Setembro 6, 2015 at 10:13 pm

      Obrigado Kafka, também leio e aprecio muito os teus posts. É um grande elogio ouvir isso, sabendo que o futebol é propicio em criar discussões acesas entre as pessoas. Peço desculpa pela maneira como escrevo, mas é mesmo para tentar justificar, em bom "tom" uma opinião para não aparentar ser superficial e brusco. Mas fica registado :) grande abraço!

    • André Gomes
      Posted Setembro 6, 2015 at 8:55 pm

      Pedro, neste caso, "uma vez" não está relacionada à quantidade. Minha interpretação foi esta.

    • Awesome_Mark
      Posted Setembro 6, 2015 at 8:36 pm

      Sim Carlos Duarte, mas o facto de se estar numa renovação não significa que não se possa obter êxitos, havendo a qualidade. Pegando no teu exemplo da Inglaterra por exemplo, são a melhor das seleções desta qualificação e a introdução de novos valores acaba por não servir de entrave para isso.

      Pedro Rep, conheço razoavelmente a história da Holanda e o porquê da denominação Laranja Mecânica. Assumo que o meu parêntesis possa ter sido mal compreendido. Quando digo "uma vez" não quero dizer que aconteceu por apenas um período na história, mas sim que aconteceu no passado (n vezes) mas atualmente não se sucede. Tanto é que no meu texto quando falo da instabilidade da sua seleção refiro às fases positivas que de resto viveu recentemente.

    • Pedro Rep
      Posted Setembro 6, 2015 at 8:14 pm

      Desculpa lá que te diga Mark, mas dizeres que a Laranja só foi Mecânica uma vez mostra um desconhecimento quase total da história do jogo.
      O futebol da Holanda é muito mais do que uma vitória num Europeu.

    • Kafka I
      Posted Setembro 6, 2015 at 8:03 pm

      Carlos Duarte

      Gosto de ler os teus comments, até pela forma como argumentas justificas as tuas ideias, no entanto não leves a mal, mas se puderes usar mais parágrafos com espaços, facilitaria bastante a leitura :)

    • Carlos Duarte
      Posted Setembro 6, 2015 at 7:21 pm

      Desculpa, com a minha lenga lenga acabei por ignorar um bocado o que disseste, apesar de ter percebido o que falaste da instabilidade, ou de dizerem que a geração não é tão boa como as outras. Acabei por dizer que acho esta geração inferior, mas não é por ser má, mas está verde e está naquele limbo em que está a ser renovada mas mantém ainda alguns jogadores antigos que eram referencias e ameaças mas que neste momento estão em declinio enquanto que o resto está a procurar afirmar-se. Quanto á estabilidade e ao esperar para ver, creio que é um cenário que nós vivemos muito em Portugal, vai do 8 ao 80…ou seja, superada a adversidade o cenário fica mais colorido, caso contrário, é o cinzento. Se conseguirem, o que é possivel mas dificil, as coisas mudam um bocado. Pode ser que consigam até ao fim, mas como disse acho que vai ser complicado.

    • Carlos Duarte
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:59 pm

      Eu não vi o jogo infelizmente, e nem tenho acompanhado a Holanda que até é uma seleção que costumo apreciar bastante dado aos jogadores que costumam trazer para o panorama mundial do futebol. Mas olhando para a equipa que jogou, a primeira coisa que noto é a falta do Robben, e a segunda é que a Holanda está num processo de renovação como tantas outras seleções, e não me parece que as referencias de momento sejam ameaçadoras. Naturalmente, como disse, a Holanda costuma ter uma fornada de jogadores interessantes em constante formação, e é conhecida a capacidade de formarem novos bons jogadores, como a França ou a Alemanha, ou a Espanha (estas duas ultimas com muito mais facilidade de renovar uma futura seleção) mas parece-me verde, e um pouco á imagem do Brasil por exemplo (que até penso ser superior) com poucas referencias para ser uma equipa coesa e dificil. Itália também vive tempos dificeis, e até nós Portugueses também vamos precisar de uma renovação depois deste Europeu apesar de teoricamente termos soluções interessantes. A Inglaterra por exemplo acho que tem um lote de jogadores novos muito bons e a Bélgica já não é novidade mas também se tornou numa seleção muito poderosa. È um fator interessante do passar dos anos…que em perspetiva não deixa de ser chato para os Holandeses, que até ao Mundial talvez consigam compensar. O Euro está dificil.

    • António Vilares
      Posted Setembro 6, 2015 at 6:50 pm

      Brilhante análise! A referência que fazes à instabilidade organizacional da seleção holandesa vai ao encontro daquilo que eu identifico como o principal problema para este falhanço, inacreditável, da Holanda.

Deixa um comentário