Triunfo muito difícil para a turma de Amorim. O Vitória teve oportunidades para abrir o marcador e discutiu o resultado até ao fim, mas a maior qualidade dos minhotos prevaleceu. Neste sentido, é preciso destacar o papel de Ricardo Horta, que uma vez mais desbloqueou a partida com o seu 18.º golo na temporada.
O SC Braga venceu, em casa, o Vitória de Setúbal por 3-1. Após a derrota na Liga Europa ante o Rangers, a turma de Rúben Amorim regressou aos triunfos, respondendo à vitória do Sporting para se manter na 3.ª posição, um ponto por cima dos leões. O 1.º tempo não foi nada fácil para os locais, que viram Matheus tirar o golo a Ghilas e o ex-FC Porto ver um golo ser-lhe anulado pelo VAR. Sequeira, lesionado, teve de sair, entrando para o seu lugar o jovem Amador, em estreia na I Liga. Na 2.ª parte, tudo foi diferente para os minhotos. Aos 63′, Ricardo Horta, assistido por Galeno, abriu o activo, tendo Bruno Wilson confirmado o 2-0 final após canto de Novais aos 75′. Até final, Ghilas ainda reduziu e, no último lance da partida, o Vitória arriscou tudo, com Makaridze a subir à área rival num canto. O SC Braga tirou o perigo e, sem guardião na baliza sadina, Trincão aproveitou para fazer o 3-1 final.
Liga NOS (22ªJ): Resumo Flash SC Braga 3-1 Vitória FC #LigaNOS #SCBVFC
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XI do SC Braga: Matheus; Wilson, Bruno Viana, Carmo; Diogo Viana, André Horta, João Novais, Sequeira; Galeno, Ricardo Horta, Rui Fonte.
XI do Vitória: Makaridze; Sílvio, Artur Jorge, Jubal, Nuno Pinto; Semedo, Montiel, Carlinhos; Berto, Mansilla, Ghilas.


11 Comentários
Capitao Nascimento
Neste momento, tanto o D.Carmo como o B.wilson oferecem mais garantias que o B.Viana, sente-se a falta de confiança dele neste momento, esconde-se muito do jogo. Até gostava de saber as pontuação dos 3, para ter valores comparativos.
Antonio Clismo
Segundo o site whoscored.com David Carmo teve 6.9, Bruno Viana 6.4 e o Bruno Wilson teve 8.2 por causa do golo que marcou, mas sim, o Bruno Viana, em termos estatísticos foi o pior dos 3.
De notar que o Ruben Amorim já tinha mais uma nova opção no banco vindo da equipa B, o Anthony Correia.
Antonio Clismo
Num país onde faltam os laterais esquerdos este jovem Pedro Amador para quem entrou a frio mostrou muita personalidade e qualidade.
Miguel Lopes
Este foi um dos dispensados do Sporting da era Bruno de Carvalho.
Naquele ano foi uma razia na formação e houve muita falta de acompanhamento de uma equipa campeã de Iniciados.
Goncalo Silva
Muitas alterações, muitos miúdos na convocatória (incluindo a estreia de Pedro Amador), e ainda assim ganham. A primeira parte foi um domínio avassalador dos minhotos, com o Vitória a equilibrar na segunda.
Só hoje é que consegui ver um jogo do Braga em organização ofensiva, e pareço eu no FIFA a jogar com o Wolves XD.
Jogo ao primeiro toque, a sair de trás com critério e de forma muito rápida. Muito poucos toques até chegar à baliza adversária, gosto muito deste 3-4-3 e desta forma de jogar do Braga de Rúben Amorim. Mas quero ver quando chegar a fase negativa quando os adversários conhecerem a sua maneira de jogar.
Antonio Clismo
Sem dúvida, o Ruben Amorim conhece muito bem estes jovens e deposita neles muita confiança.
Depois do Trincão acho que o próximo grande talento a sair da formação do Braga será o Schurrle e depois dele o Bernardo Couto.
Tiago Silva
Algumas desorganizações de uma equipa praticamente nova, mas este Vitória surpreende, está uma equipa muito mais organizada do que a que tinham com o Sandro, uma equipa que pareceu querer ter bola e jogou com as suas armas.
MM
Vitoria dificil mas justa, ganha pelo RA quando tira o lateral direito e coloca la o Galeno.
De realcar que jogamps sem 8 titulares…
Estivela
Muitas alterações relativamente ao normal onze inicial. Pensei que o tiro fosse sair pela culatra. Felizmente as coisas correram bem. Bom ver Bruno Wilson de volta a dizer para contar com ele para as contas.
Lobo
O onze que jogou, com R. Horta, A. Horta, Galeno, etc., chega e sobra para a Liga Portuguesa. De resto, o Braga não podia jogar com os mesmos depois do ritmo frenético de Glasgow (em piso muito pesado). As mudanças foram mais do que necessárias e o plantel permite-o.
Na 1.ª parte, a equipa esteve menos agressiva do que seria desejável, mas na etapa complementar, e sobretudo com a entrada do Trincão e “recuo” do Galeno (digo “recuo” entre aspas, porque continuou a projectar-se como extremo — é uma coisa que o Braga faz muito bem com Amorim: colocar praticamente uma linha de 5 na frente quando em posse ofensiva), penso que a superioridade se evidenciou aí com naturalidade.
Muito bom jogo do Vitória na 1.ª parte também, há que dizê-lo. A vitória do Braga por 1 golo de diferença seria mais justa.
Estivela
De acordo. Apenas falei do tiro pela culatra porque de experiência do que tenho visto, quando há assim muitas alterações, as coisas raramente correm bem. Não foi o caso e ainda bem.