A jovem promessa, que se estreou pela selecção principal da Bélgica com apenas 17 anos, termina contrato no final da época.
Já tinha acontecido o mesmo no Verão (na altura o negócio por 2 milhões de euros parecia estar certo) e depois não se concretizou, mas a imprensa belga garante que Zakaria Bakkali, jovem extremo do PSV, é reforço do Atlético de Madrid. No entanto, a ideia do campeão espanhol é emprestar o belga, de 18 anos e 1m64, que nos últimos tempos tem acumulado alguns casos de indisciplina, ao Lille, até final da época.
O
Kairat Almaty e o Dina Moscovo já estão na final 4 – O Sporting goleou o
Pro Varna por 8-2 mas mesmo assim ficou com um registo de golos
inferior ao Inter Movistar, que bateu o Charleroi por 4-0. Sendo assim, o
clube leonino, no próximo domingo, vai ter de derrotar o conjunto de
Ricardinho e Cardinal para chegar à próxima fase da UEFA Futsal Cup.
Já tinha acontecido o mesmo no Verão (na altura o negócio por 2 milhões de euros parecia estar certo) e depois não se concretizou, mas a imprensa belga garante que Zakaria Bakkali, jovem extremo do PSV, é reforço do Atlético de Madrid. No entanto, a ideia do campeão espanhol é emprestar o belga, de 18 anos e 1m64, que nos últimos tempos tem acumulado alguns casos de indisciplina, ao Lille, até final da época.
O
Kairat Almaty e o Dina Moscovo já estão na final 4 – O Sporting goleou o
Pro Varna por 8-2 mas mesmo assim ficou com um registo de golos
inferior ao Inter Movistar, que bateu o Charleroi por 4-0. Sendo assim, o
clube leonino, no próximo domingo, vai ter de derrotar o conjunto de
Ricardinho e Cardinal para chegar à próxima fase da UEFA Futsal Cup.
Hélder
alinhou com Bruno Varela; Pedro Rebocho, Marcos Valente, Victor
Lindelof, Nelson Semedo; João Teixeira, Victor Santos, Ruben Pinto e
Gonçalo Guedes; Rui Fonte e Hélder Costa. Jogaram ainda: Renato Sanches,
Nuno Santos e Diogo Rocha – A equipa B do Sport Lisboa e Benfica
perdeu, esta sexta-feira (3-1), frente ao Manchester City, na segunda
partida da Premier League International Cup. João Teixeira apontou o
golo das águias. Uma derrota que chega depois da vitória sobre o Schalke
na ronda inaugural.
alinhou com Bruno Varela; Pedro Rebocho, Marcos Valente, Victor
Lindelof, Nelson Semedo; João Teixeira, Victor Santos, Ruben Pinto e
Gonçalo Guedes; Rui Fonte e Hélder Costa. Jogaram ainda: Renato Sanches,
Nuno Santos e Diogo Rocha – A equipa B do Sport Lisboa e Benfica
perdeu, esta sexta-feira (3-1), frente ao Manchester City, na segunda
partida da Premier League International Cup. João Teixeira apontou o
golo das águias. Uma derrota que chega depois da vitória sobre o Schalke
na ronda inaugural.
Mais
dois pontos que o Marselha – Campeão desperdiçou vantagem de 2-0 mas
derrotou fora o Metz por 3-2, no jogo inaugural da 14.ª jornada da liga
francesa, resultado que permite ao PSG ascender à condição ao primeiro
lugar. Javier Pastore, aos 9 minutos, e um auto-golo de Busseman, aos
16, colocaram os parisienses em vantagem, Maiga, com um bis, ainda
empatou, mas Lavezzi a 7 minutos do fim fez o resultado final.
dois pontos que o Marselha – Campeão desperdiçou vantagem de 2-0 mas
derrotou fora o Metz por 3-2, no jogo inaugural da 14.ª jornada da liga
francesa, resultado que permite ao PSG ascender à condição ao primeiro
lugar. Javier Pastore, aos 9 minutos, e um auto-golo de Busseman, aos
16, colocaram os parisienses em vantagem, Maiga, com um bis, ainda
empatou, mas Lavezzi a 7 minutos do fim fez o resultado final.



0 Comentários
João Dias
Quando dizem Diogo Rocha referem-se ao Rochinha, certo?
Alguma vez ele foi chamado para as seleções jovens de Portugal? É que na Youth League pareceu ser um jovem muito interessante.
Porque não vê-lo no Mundial sub-20?
João Dias
Costuma ser suplente utilizado na equipa B…
É que a julgar pelo que fez na Youth League parece ser bastante talentoso.
Anónimo
É o Rochinha sim. Acho que já esteve em alguns estágios de observação. No entanto, acho que também tem nacionalidade angolana. Para o Mundial, deveria ter minutos, coisa que ele não tem.
Saudações
Crow
Bruno
Foi pena o Sporting não ter aproveitado o factor casa a jogar sempre depois do rival directo e ter permitido este cenário. Agora é esperar que eles façam o jogo da vida deles e ganhar ao Inter, o que eu não acredito que aconteça.
SL!
hortalica
quando se está a ganhar por uma margem confortavel é normal haver algum relaxamento. o problema maior é contra equipas mais fortes (e nem digo mais forte que nós, mas as mais fortes das competições em que estamos) parece que de alguma forma bloqueamos na hora de rematar (em muitos casos bolas só de encostar) e a defender cometemos erros infantis.
ps: ontem tivemos acho que 69 remates e "só" marcamos 8 golos. é bom ganhar 8-2 numa competição destas, mas com este número de remates pede-se mais golos.
José Miguel Mota Pinho
O problema maior na minha opinião e mesmo a ineficácia (notável nos últimos jogos). Depois parece que a equipa relaxa quando vence por uma margem confortável. Charleroi esta ao mesmo nível do benfica.
Pinho
hortalica
o problema do SCP de Nuno Dias contra as equipas mais fortes é que existe um desperdicio enorme e alguma falta de concentração da equipa. basta ver os últimos jogos com o Benfica em que sofremos golos ridiculos (os do último jogo então, o Fábio Lima tem dois erros colossais que só há golo mesmo por nossa culpa) e desperdicamos muitos golos com baliza praticamente aberta (mandamos ao poste ou ao lado, claro que o GK também defende muitas mas há uns falhanços incriveis).
Anónimo
Também não acreditavas que ganhássemos ao El Pozo e fôssemos á final daquela vez…? :)
João
João-Pedro Cordeiro
Existem figuras, por esse Mundo Futebolístico fora, que excedem o próprio jogo. Não são reféns de paixões clubísticas. Estão alheias a qualquer tipo de rivalidade. Definiram o jogo. São mais que o próprio golo. Figuras que questionam o nosso íntimo futebolístico. Que não agredimos quando nos marca um golo. Seja a jogar, seja a liderar a equipa, a tal, que nos fere o orgulho quando nos esbofeteia com o tal golo. Sentir-se-ão assim, por Espanha, todos aqueles que na sua altura sofreram com aquele Barcelona de Ronaldo. E como jogava aquele Barcelona dele. De Ronaldo, de Figo, de Luis Enrique, de De La Peña, de Stoichkov, de… Guardiola. Ou por Portugal. Em Alvalade, ou nas Antas, conforme o período. Aquele que ia a caminho de um título nacional pelo Sporting e acabou por ir vencê-lo ao Norte. Ele, era uma destas figuras. Maiores que qualquer clube. Alheio a rivalidades. Maior que o próprio jogo. Sir. Bobby Robson.
Não há figuras como ele. Com tal paixão. Classe. Dele dificilmente alguém dirá mal. Muitos, até, diriam ter sido por ele que ganharam o gosto pelo jogo. Alguns, porventura, dos que escrevem em sites, blogs, e demais publicações. Robson era especial. Antes desses títulos serem atribuídos a um qualquer. Não é qualquer um que é lenda em Londres. É lenda em West Bromwich. É lenda em Ipswich. É lenda em toda a Inglaterra. De onde seria Cavaleiro, fosse esse o Tempo. Herói na Holanda. Em Espanha. Em Portugal. No Mundo. Para todos aqueles que amam o Jogo Rei. Robson era isto. Tudo isto.
Falar do Fulham, de Londres Oriental, de Brentford e Craven Cottage é falar de Robson. Falar do derby, um dos, de Londres Oriental é falar de Robson. Como o daquela tarde do vigésimo sexto de Janeiro de 1954. Envolta em nevoeiro e jogado num terreno onde, hoje, poucos se atreveriam jogar. À saída do guardião do Brentford, Robson, colocou-lhe a bola por cima. Colocou-a, com ligeireza, para que beijasse as redes. Em Craven Cottage, o Fulham, venceria por 4-1. Um golo era dele. Um Fulham em grande forma. Chegava ao derby tendo perdido apenas um jogo dos últimos dez de então. Jimmy Hill, Arthur Stevens e Bedford Jezzard acompanharam-no. Jezzard. Fez 39 golos nessa época. Até hoje, um recorde do futebol pós-guerra em Inglaterra. Um recorde apenas superado pelos 43 de Bonzo Newton em 1932.
Hoje, sessenta anos depois, e também na segunda divisão, não em Craven Cottage mas, sim, em Griffin Park, o Brentford levou a melhor. Um derby que não se jogava desde 1998. Para a Liga, isto é. Andou, o Fulham, a experimentar as riquezas do topo hierárquico futebolístico Inglês. O vizinho? Pelo futebol do povo. Hoje, sob a ligeira e descontrastante névoa de uma fria e outonal noite na Velha Londres Oriental. Hoje, duas equipas em excelente forma. O Brentford, regressado da League One, não se atemorizou pela chegada ao topo da Football League – diferente daquela que, em 1962, viu Robson regressar a Craven Cottage, afinal, é agora a segunda divisão do país -. Aliás, o seu futebol, romântico, ingénuo, frenético e vertical, jogado mais com o coração que com a cabeça, por vezes, até os trai. Como hoje quase aconteceu. Depois de dominarem a primeira parte, o Brentford viu-se em desvantagem ao minuto 57. McCormack assistiu Rodallega para o golo. Quiseram, os Deuses do Futebol, premiar os da casa. Cujos adeptos encheram Griffin Park, quase doze mil e quinhentos, para receber o vizinho e rival. Uma vitória que vale mais que três pontos. Saiu do banco e falou Espanhol. Depois de Harlee Dean empatar o jogo aos 81, foi Jota quem, entrado minutos antes, arrancou imparavelmente até ao golo. Colocou a bola de fora da área, ao canto, pelo chão, não dando hipóteses a Betinelli. Vencia quem mais fez por isso. Venciam os adeptos. Vencia Brentford. Dois a um.
Anónimo
A mim só me resta agradecer ao Brentford por me ter dado 110€ ehhehe
Grande texto.
Nuno
Anónimo
Excelente texto, como já é habitual… Adoro mesmo muito os teus textos porque, para além da escrita ter muita qualidade, o conteúdo é fantástico e bastante interessante (apesar de muitos, tal como eu, serem apaixonados pelo futebol inglês, ninguém sente a mesma paixão que tu sentes, não só pela Premier League, mas também pelo Championship). Mais uma vez, muito bom!
Hugo
Rodolfo Trindade
Fantástico! Adoro estes textos!
Parabéns!
João Dias
De onde vem tanto apego pelo futebol inglês?
Awesome_Mark
A qualidade da tua escrita só não é mais fascinante que a tua paixão pelo futebol inglês,ou por outro,pelo Championship.
De resto,curioso começares o texto a falar de um homem virgem de fanatismos e acabares a falar de uma das boas rivalidades londrinas.