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Jesé Rodríguez festeja título de campeão

Quem dera a grande parte dos jogadores, mesmo alguns de topo, terem o currículo do espanhol.

Com o título atribuído ao PSG, devido ao fim da Ligue 1, Jesé Rodríguez sagrou-se campeão francês. Antes de chegar ao Sporting, o espanhol foi utilizado um minuto por Thomas Tuchel na partida dos parisienses frente ao Metz, e esses 60 segundos chegam para o avançado fazer parte do lote de campeões, à luz do regulamento da competição. Jesé junta assim este troféu a um palmarés que conta com duas Champions, uma La Liga, uma Taça do Rei, um Mundial de Clubes, uma Taça de França, uma Taça da Liga francesa e três Supertaças de França, sendo que pela seleção espanhola também venceu o Europeu sub-19.

19 Comentários

  • Gunnerz
    Posted Maio 2, 2020 at 10:53 am

    Ainda lhe chamam de flop, foi absolutamente decisivo em França e hoje merece festejar mais um título.

  • André Dias
    Posted Maio 2, 2020 at 11:31 am

    Não há uma regra que obrigue a ter um mínimo de jogos para se poder sagrar campeão? Ganhar o título por jogar 60 segundos é ridículo, principalmente quando há pessoas como AVB, que fez a fase de grupos da CL toda e não recebeu o título conquistado pelo Chelsea.

    • Francisco Torgal
      Posted Maio 2, 2020 at 11:50 am

      Depende do campeonato, na Premier League acho que tens mínimo de minutos/jogos. Julgo que nem um jogo inteiro conta apesar das interpretações depois serem muito relativas. Já me disseram coisas do género: “Tudo bem ele jogou só 1 minuto, mas se tivesse marcado 1 golo decisivo para o título já contava?.”

      São cenários difíceis de quantificar.

      • André Dias
        Posted Maio 2, 2020 at 9:14 pm

        Porque não estipular um número mínimo de jogos mas abrir excepção caso o jogador participe num golo decisivo para o título? E quando digo participar refiro-me a qualquer acção positiva no lance. Pode até ser uma simples movimentação que arraste um defesa e abra espaço para o autor do golo.

        • Francisco Torgal
          Posted Maio 2, 2020 at 10:59 pm

          Concordo na teoria mas não achas que fica muito difícil de estabelecer com base na interpretação esse critério?
          Imagina um GR de 17 anos utilizado num jogo em que já são campeões e defende uma bola fácil que veio devagar. Se sofresse golo seria um frango monstruoso que poderia valer pontos. Se a defendeu, por mais fácil que fosse (até podia ser um passe recuado que ele dominava sem adversários ao pé) valia a acção porque simplesmente não deixou entrar a bola na baliza, por mais fácil que a situação fosse.

          • André Dias
            Posted Maio 2, 2020 at 11:13 pm

            Nesse caso em concreto não acho que o GR merecesse ser campeão. Estreou-se porque o título estava garantido e não teve influência na conquista.

    • Aurinegro
      Posted Maio 2, 2020 at 9:04 pm

      Depende de país para país. Alguns que tem uma percentagem minima de jogos.

      Não sei se será assim tão ridiculo. Como diz o Francisco, e se por acaso for um golo decisivo ?

      O Villas Boas tem o titulo da LC no ZeroZero, mas no transfermarkt já não tem. O Bernardo tem o titulo de campeão português nos dois. Isto para dizer que não sei muito bem “quem” controla oficialmente estes titulos.

      • André Dias
        Posted Maio 2, 2020 at 9:22 pm

        Para mim é ridículo alguém jogar 60 segundos e ser campeão sem ter influência no título. Respeito quem tiver uma opinião contrária mas eu penso assim.

        Oficialmente AVB não tem o título da CL.

  • Estigarribia
    Posted Maio 2, 2020 at 12:56 pm

    Ah, grande Jey M…

  • Filipe Ferreira
    Posted Maio 2, 2020 at 1:55 pm

    Haja alguém a festejar este ano em Alvalade

  • Kacal
    Posted Maio 2, 2020 at 2:12 pm

    Como já disseram, devia haver um limite de jogos para se ser campeão porque jogadores como o Jesé, que têm sido “flops” em todo o lado quase, acabam por ter um curriculo melhor que craques como “one man club” e assim.

  • Af2711
    Posted Maio 2, 2020 at 2:22 pm

    Tanto quanto o Douglas campeão da Champions pelo Barcelona.

  • Daniel Alves
    Posted Maio 2, 2020 at 3:07 pm

    Aqui está um exemplo para poder usar quando alguém usa o nº de títulos para dizer que um jogador foi bom ou não. Às vezes ganham muito por estar no plantel.

    • Kacal
      Posted Maio 2, 2020 at 4:45 pm

      Há uma diferença entre ter muitos titulos no curriculo tendo sido titularíssimo e decisivo neles todos e ter muitos titulos no curriculo desta forma. Se falamos de dois jogadores de topo, que foram tituaríssimos e decisivos nos titulos do seu curriculo, acho válido recorrer ao curriculo para diferenciar, aqui é diferente.

      • Daniel Alves
        Posted Maio 3, 2020 at 1:45 am

        Nesse caso específico, talvez. Ainda assim, acho que se deve evitar ir por aí, porque depende sempre da equipa onde estiveram, dos adversários que tinham, etc.

  • J Silver
    Posted Maio 2, 2020 at 3:33 pm

    Este deve sentir um orgulho enorme na sua pessoa quando se levanta de manhã.

  • Rui Miguel Ribeiro
    Posted Maio 2, 2020 at 8:32 pm

    Em Portugal também é assim, todos os minutos contam. Por acaso não acho mal, fez parte do plantel, jogou, porquê deixar de fora? As pessoas sabem discernir entre o Jonas e o Paulo Lopes, mas este também desempenhou o seu papel. Além do mais, não faz mal nem prejudica ninguém.

  • Stravinsky
    Posted Maio 2, 2020 at 9:41 pm

    Acho bem. Então se um jogador entrar no último minuto do último jogo do campeonato e marcar o golo que dá o campeonato? Claro que merece ser campeão.

    No entanto, Jese é fraquíssimo.

  • T. Pinto13
    Posted Maio 3, 2020 at 4:56 pm

    Tal como Bojan não está/esteve à altura das expectativas mas o currículo é extraordinário

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