Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Jon Moxley é o novo campeão do Mundo da AEW!

Quem será o primeiro a desafiar o ex-Shield?

Decorreu esta noite o sexto PPV da AEW, o Revolution e foi na Wintrust Arena, em Chicago, que assistimos a mais um evento repleto de bons momentos de wrestling e storytelling que culminaram com a coroação de um novo campeão Mundial.

Resultados:

Pré-Show: Os Dark Order, Evil Uno e Stu Grayson, derrotaram os SoCal Uncensored,Frankie Kazarian e Scorpio Sky. Ainda antes da campainha soar já os SCU, Kazarian e Sky, tinham acorrido para o o ringue de forma a atacar todos os DO lá presentes, já que os participantes do combate se fizeram acompanhar dos seus colegas de stable, Alex Reynolds e John Silver. Após um ímpeto incrível de Karazarian, que atacou toda a gente com pontapés e springboard legdrops, ao tentar um dive para fora do ringue, foi apanhado e, assim, travado. Uno e Grayson foram entretanto assistidos pelos seus seguidores mascarados no lado de fora do ringue e logo se deu o início oficial do combate. Num típico combate de duplas com os habituais hot tags pelo meio, foi após um momento em que os quatro participantes oficiais do combate se encontravam que ringue que se deu o final do combate: Kazarian – após alguma investida – foi puxado para fora do ringue por Uno e, enquanto isso, o seu parceiro, Sky, usou um roll-up pin para uma contagem até dois interrompida por Uno, que entretanto regressara ao ringue, aplicando um lariat na parte de trás da cabeça de Sky que permitiu a Grayson o pin até três. Após os combate, todos os membros dos Dark Order continuaram a atacar os SoCal Uncensored até que o surpreendente mais recente membro do plantel da AEW, o conhecido Colt Cabana, correu para o ringue para os tentar salvar, mas sem sucesso já que continuava a ser uma batalha de números desigual. De seguida surge uma figura encapuçada no palco, que todos os presentes acharam ser por fim a revelação dos líderes dos DO (história que tem ocupado grande parte os programas semanais da AEW), mas que afinal era Christopher Daniels. Este correu rapidamente e, em conjunto com os restantes faces, limparam o ringue.
Jake Hager derrotou Dustin Rhodes. Naquele que foi o primeiro combate do espetáculo propriamente dito – que entretanto abrira com a cantora Dezirae Shalice a cantar o hino Norte-Americano e com a chegada dos comentadores Jim Ross e Tony Schiavone à mesa dos comentadores – tivemos também a desilusão da noite, já que o combate decorreu a um ritmo muito lento. Exactamente o oposto do esperado para a abertura de um evento da AEW! Ao chegar às imediações do ringue, Hager trocou beijos com uma das espectadoras, que se assumiu tratar-se da sua mulher, mas que os comentadores nunca se importaram em explicar, algo que teria sido importante já que… no decorrer do combate – que entretanto abriu com veterano Rhodes, que chegou ao ringue com uma tshirt que apelidava Hager de “Jericho’s b*tch”, a tentar atacar o oponente logo após a campainha soar e que deu lugar a uma típica rixa entre os dois, daquelas que até pelo público passa – Hager se voltou a dirigir à mesma mulher para pedir orientação, tendo sido interrompido por Rhodes que o puxou para trás e, à força, beijou a mulher (um spot, no mínimo, perigoso de se fazer em 2020)! Já o final deu-se quando a árbitra Aubrey Edwards, após ter sido vítima de um empurrão de Hager, que também havia sido empurrado por Rhodes quando este tentava escapar ao seu método de submissão, estava a recuperar e não viu o low blow que o, ainda, lutador do Bellator MMA aplicou no ex Goldust, ao qual se seguiu um sleeper até que este desmaiasse, perdendo assim o combate.
Darby Allin derrotou Sammy Guevara. Em mais um combate envolvendo um dos membro do “Inner Circle” de Chris Jericho, assistimos a excelentes momentos de wrestling. Este sim, devia ter aberto o espetáculo! Começou a grande ritmo mesmo antes de se ouvir a campainha e assim continuou até ao final. Terminou quando Guevara expôs um dos cantos do ringue, deixando apenas o ferro à vista, mas em que acabou por ser ele a embater após um monkey flip de Allin, a que se seguiram um stunner e um Coffin Drop para a vitória por pin. Depois do combate ainda tivemos um momento em que Allin ameaçou bater com um skate em Guevara, no entanto este foi salvo pelo companheiro Jack Hager.
Kenny Omega & Hangman Page derrotaram os Young Bucks, Matt e Nick Jackson, para manter os títulos Mundiais de duplas da AEW. Ainda antes da AEW existir, já estes quatro haviam combatido lado-a-lado ou uns contra os outros um pouco por todo o Mundo. O Combate prometia e não desiludiu. Provavelmente foi mesmo o melhor da noite. Começou por ser uma demonstração de Wrestling tradicional, mas tudo mudou quando o “Cowboy” Hangman Page cuspiu na cara de Matt Jackson e o embate virou uma autêntica batalha! Cada momento parecia que ia ser o último tal era a intensidade do que se via no ringue, no entanto o final só chegou quando, ao tentar aplicar o seu One-Winged Angel em Matt Jackson, Omega sucumbiu a uma lesão no ombro contraída durante o combate, dando lugar a Page que acabou por aplicar o move do seu companheiro para uma contagem até dois após interferência de Nick. Page contra-atacou aplicando um Buckshot em Nick no lado de fora do ringue e outro em Matt já dentro do mesmo para a contagem até três e respectiva vitória. Após o combate os Bucks – que ao longo do combate foram gradualmente aplicando táticas de heels – quiseram apertar as mãos aos vencedores, algo aceite relutantemente por Omega, mas não por Page, que ainda ameaçou, apesar de não concretizar, aplicar o seu finisher no próprio parceiro por ter acedido às pretensões amistosas dos irmãos. Isto não ficou por aqui…
Nyla Rose derrotou Kris Statlander, para manter o título Mundial de Mulheres da AEW. Se há algo que não tem corrido bem à AEW, é o wrestling feminino. O combate não foi mau, mas após o espectacular embate que o antecedeu, estas duas estavam num lugar nada complicado. Com spots perigosos, ainda que apelativos, a vitória deu-se quando Statlander tentou um frankensteiner que foi bloqueado por Rose, que acabou por lhe aplicou um Beast Bomb a partir da corda de cima para a contagem até três.
MJF derrotou Cody (acompanhado por Arn Anderson, Dustin Rhodes, Stephen Amell e a sua mulher Brandi). Começou a um ritmo lento, com MJF a aproveitar cada oportunidade para visitar o lado de fora do ringue, estratégia que acabou por lhe dar o controlo de grande parte do combate. Houve inclusive um spot em que mordeu o dedo partido de Cody, mas este não se deixou ficar. No combate da rivalidade mais pessoal da AEW do momento, após um abraço, seguido de uma cuspidela de MJF, Cody aplicou dois Cross Rhodes e, quando o filho do lendário Dusty Rhodes ia partir para um terceiro que lhe garantiria a vitória, eis que MJF consegue bloquear e contra-atacar! Com o Diamond Ring posto não mão direita após o ter tirados dos calções, acerta um soco em Cody e consegue a vitória por pin.
PAC derrotou Orange Cassidy. Para o penúltimo combate da noite os Best Friends, equipa da qual Cassidy faz parte, haviam prometido uma coisa: esforço. Mas o início não o revelou já que tivemos os já tradicionais moves de Orange com as mãos nos bolsos que o público adorou! Seguiu-se a ofensiva de PAC, o ex-campeão de pesos-leves da WWE, que não parecia estar com disposição para grandes brincadeiras. Esta ofensiva e respectivo controlo do combate só foram contrariados quando Cassidy “tirou da cartola” um Tope Suicida e um Tornando DDT, sorrindo para demonstrar que estava realmente a esforçar-se. Ainda assim PAC escapou-se à contagem de um. Seguiu-se uma tentativa do Michinoku Driver de lá de cima, que Cassidy bloqueou, e PAC tentou sair do ringue, apenas para ser empurrado por Trent, um dos três membros dos Best Friends. Cassidy quase conseguiu a vitória após um Air Raid Crash, mas entretanto apareceram os Lucha Brothers para atacar Chuck Taylor e Trent, algo que distraiu Cassidy e permitiu a PAC aplicar o Brutalizer para a vitória por submissão.
Jon Moxley derrotou Chris Jericho (acompanhado do seu Inner Circle), para ganhar o título Mundial da AEW. Num momento bonito antes do Main-Event, tivemos Meredith Bell, que há umas semanas surgiu num video viral a cantar a música de entrada de Jericho, Judas, a cantar em conjunto com com coro de gospel a mesma música. Já o combate propriamente dito abriu com uma rixa por entre o público, passando por spots brutais como aquele que em vimos Moxley a morder os pontos que há uns dias obrigou Jericho a levar ou aquele em que o vocalista dos Fozzy mandou o ex-Shield por entre uma mesa com um Powerbomb. O combate chegou ao fim quando Jericho começou a atacar o olho bom de Moxley, que se apresentou com uma pala num olho que supostamente seria devido ao mesmo estar cego, e tentou acertar-lhe um Judas Effect, ao qual Moxley se escapou e contra-atacou com o seu Double-Arm DDT. A seguir tirou a pala do olho, revelando estar tudo bem com o mesmo, aplicou um Paradigm Shift e, via pin, conquistou o titulo de campeão Mundial da AEW. Seguiram-se as celebrações com uma promo de Moxley – que já envergava uma tshirt nova alusiva a ser o novo campeão – em que disse que foi o culminar de um longo ano, na qual agradeceu aos fãs que estão com ele desde o início e que terminou dizendo que estava na hora da cerveja. Entretanto começou a tocar a sua música, mas Moxley ainda não tinha acabado. Prometeu não se esconder atrás do titulo, mas referiu que, para já, era hora do whiskey.

Opinião: Mais um PPV bem sucedido por parte AEW. Com pouco mais de um ano, a empresa vai deixando continuamente excelentes indicações. O combate pelos títulos de duplas foi o ponto alto numa noite em que – à excepção do embate entre Hager e Rhodes – praticamente tudo saiu bem à empresa. Mesmo nos combates ditos secundárias, o ritmo e os spots extravagantes fizeram questão de prender os espectadores à cadeira. Se ainda não fazem sombra à gigante WWE nos números, no Wrestling e tudo o que o compõe – de momento – não estão em nada atrás do que é apresentado pelos rivais. Os próximos meses prometem!

Afonso Carvalho Pinto

7 Comentários

  • Mike
    Posted Março 2, 2020 at 2:03 pm

    Em termos gerais, gostei do PPV. Não só pela qualidade dos combates mas também porque todo o booking foi on point. Dificilmente alteraria alguma coisa no que acabou por acontecer.

    Bom tease aquele do Daniels ser o Exalted One porque muita gente suspeitava que realmente seria ele. Acredito que a revelação aconteça no próximo Dynamite e talvez a opção recaia sobre o Matt Hardy o que não seria mau. Em relação ao Wrestling, os Dark Order não me encantam particularmente mas a gimmick é algo bem diferente quando comparada às gimmicks das outras equipas da Tag Division da AEW. Agora que o Inner Circle parece ter entrado no seu período de menor fulgor (duas derrotas neste PPV e uma delas com especial peso) e parece estar numa curva descendente, os Dark Order serão a próxima grande ameaça ao equilíbrio dentro da Elite.

    Por falar em Elite, foram os protagonistas do melhor combate da noite. Uma combinação brilhante de técnica com storytelling. Kudos para o confronto Page vs Matt Jackson. Depois daquela promo no Dynamite, fiquei convicto que o Page e o Omega iriam reter tal como veio a acontecer pois os Bucks estavam a subestimar as capacidades do Hangman que acabou por ser decisivo para a vitória. Além disso, estes ganharam os belts há um mês e eu não sou muito a favor de reinados curtos.

    O Page demonstrou neste combate que é um dos babyfaces mais over nesta altura e que numa eventual feud com o KO será muito mais fácil virar o KO Heel do que o contrário. Se mantiver esta onda de hype à volta dele, acho que acabará por ganhar o título mundial a longo prazo.

    O PAC teve juntamente com o Orange Cassidy o segundo combate mais animado da noite. O público esteve investido em cada ataque e contra-ataque do OC. Uma vitória sobre um hot babyface ajuda a dar seguimento à construção do PAC enquanto um dos melhores heels da empresa. Com isto, deve seguir para a main event scene para desafiar o Mox.

    O weak point da AEW é mesmo a Women Division. Quando comparada com a Women Division do NXT, a diferença é clara. Em termos de perspetivas futuras, acho que a Britt Baker começará a aparecer mais pois é talvez a mulher mais marketable que têm no roster (tem o look) apesar de ainda estar verde no que toca a técnica.

    Relativamente aos dois matches do top card, dizer que as decisões foram certeiras:

    – O MJF precisava de vencer para ganhar uma credibilidade como um dos top heels da AEW. Esta vitória poderia significar que seria o primeiro challenger do Mox mas a forma como a vitória aconteceu deixa a porta aberta para a feud continuar sendo o Double or Nothing o momento ideal para o tira-teimas. Além disso, ainda existem algumas camadas por explorar nesta feud nomeadamente o heel turn do Arn Anderson e talvez a introdução de maior carga psicológica com a entrada em cena da Brandi.

    – O Mox conquistou o World Title no momento certo. É o babyface com maior hype à sua volta, os segmentos entre ele e os Inner Circle colocaram-no ainda mais over e o reinado do Jericho já ia longo (desde Outubro). Um prémio merecido por todo o trabalho que tem feito com esta personagem. Algo bem diferente do que fez na WWE. Foi muito bom ver o Mox atrás do campeão mas agora será interessante perceber a sua dinâmica enquanto top Champion.

  • Pulga
    Posted Março 2, 2020 at 9:35 am

    Foi incrivel, do inicio ao fim, high spots, wrestling, brawls, sangue, emoção, comédia, teve tudo..

    A verdadeira definição de fazer valer o dinheiro.

    • Afonso Carvalho Pinto
      Posted Março 2, 2020 at 11:13 am

      Sem dúvida! Foi um grande PPV. Confesso que fui daqueles que duvidou do hype inicial da AEW, mas estou rendido. Se continuarem neste caminho, evitando os erros cometido pela TNA, por exemplo, acho que podemos estar perante uns legítimos competidores da WWE. Os próximos tempos prometem, especialmente o episódio especial do Dynamite anunciado para breve, o “Blood & Guts” (versão dos War Games pela AEW).

  • Sukeshin Kanamura
    Posted Março 2, 2020 at 2:17 am

    Valeu a pena ter ficado acordado para ver este PPV… O combate de tag team foi espetacular, os Bucks são na minha opinião top 3 das melhores tag teams do mundo e uma equipa composta por Omega e hangman page só pode ser uma equipa de qualidade, combate cheio de near falls e de bons spots como o piledriver em hangman na rampa de acesso ao ringue e uma powerbomb de Omega no Nick Jackson numa mesa junto ao público, muito bom gostei da decisão dos campeões reterem os títulos mas fiquei com a sensação que mais tarde ou mais cedo o Page vai fazer o heel Turn no Omega e despoletar aí uma excelente rivalidade… Orange Cassidy que personagem, muitas vezes o wrestling é isto uma boa personagem faz milagres e o Cassidy está completamente Over com o público, espetacular a forma como ele entretém mas no entanto gostei e penso que só a vitória do PAC fazia sentido para cimentar o seu lugar e quem sabe desafiar Jon Moxley pelo título… Darby Allin e Sammy são dois jovens com muito talento e com um futuro assombroso, adorei tudo no combate a forma como começou aquele 630 em cima da mesa e tenho de admitir que o coffin drop e dos meus finishers preferidos, não tanto pelo impacto mas pela beleza do move em si.. no main event a vitória do mox acaba por se ajustar pois pelos vistos o “lê Champion” vai beber “a little bit of the bubbly” com os seus colegas da banda Fozzy na digressão que vão começar.. hager vs Dustin foi bem melhor do que estava a espera, o resultado era o esperado mas o “natural” mostra que a qualidade não tem idade e continua um wrestler de tremenda qualidade… Já agora se aquela é a mulher do Hager ele acertou em cheio.. fantástica! Sobre Cody x MJF só tenho uma coisa a dizer… Uma nova estrela nasceu um heel tremendo e pensar que só tem 21 anos… Incrível.. parabéns ao Cody por não abusar do seu estatuto de vice presidente e elevar um grande jovem talento… Muito bom PPV, adorei e cada vez mais me vou tornar fã tou rendido… Parabéns pela cronica espero que seja pra continuar!!!

    • Afonso Carvalho Pinto
      Posted Março 2, 2020 at 11:08 am

      Foi mesmo um grande PPV! Eu não desgostei do Hager x Rhode, simplesmente esperava algo mais dinâmico para abrir o evento. O destaque do combate para mim estava fora do ringue (e sim, estamos em sintonia quando a isso). Seguiram-se os dois melhores combates da noite, apesar do combate de duplas estar noutro patamar (penso que talvez seja um dos melhores que já vi na minha vida). Nem comento muito aqui ou na crónica porque são daqueles que se têm de ir ver!
      O combate pelo título feminino foi o menos espetacular da noite, seja pelo que lhe antecedeu ou pela fraca qualidade no booking feminino até agora (talvez o calcanhar de Aquiles da AEW até este momento), ainda assim com nota positiva.
      Cody x MJF foi o expectável para uma rivalidade tão pessoal. Gostei particularmente da emoção de achar que estava ganho por Cody e da capacidade de resiliência de MJF. Com 21 (!) anos tem um futuro incrível e esta rivalidade com Cody tem-no ajudado imenso a estabilizar-se.
      PAC x Orange Cassidy foi muito bom! O “despreocupado” é uma lufada de ar fresco e prova que é possível juntar comédia ao wrestling sem tudo se transformar em palhaçada (a WWE podia tomar umas notas aqui neste campo).
      Moxley x Jericho foi interessante, com um desfecho previsível atendendo à prevista tour do Fozzy, mas até ao final fiquei na dúvida sobre quem iria levar a melhor. Estes dois presentearam-se com um combate que suplantou qualquer coisa que tenham feito em conjunto na WWE. Gostava de ver um rematch, mas também sei que a fila de espera para o ME da AEW é longa.

      Em suma: nota muito positiva para a AEW. Os seus grandes desafios são o elevar a categoria de wrestling feminino e, a médio/longo prazo, criar um Main Eventer sem o “selo” WWE, o que atendendo às prestações de Sammy Guevara, Darby Allin ou MJF (além dos óbvios Omega e Hangman Page) não parece que venha a ser muito complicado.

  • Louco de Lisboa
    Posted Março 1, 2020 at 11:52 pm

    Bom PPV. Melhor momento é Jim Ross a chamar Jack Swagger ao Hager.

    Combate de duplas espetacular. Os Young Bucks sao qualquer coisa e esta equipa de Hangman e Omega irá levar a um bom combate entre ambos – mas espero que a parceria ainda se prolongue.

    O fim de Le Champion por enquanto, mas certamente a feud continuara a nao ser que Jericho tire umas ferias.

    • Afonso Carvalho Pinto
      Posted Março 2, 2020 at 9:44 am

      Bem que estive para deixar umas palavras para as gaffes (é que não foi só essa, até a moves clássicos que ele praticamente batizou decidiu mudar o nome) de Jim Ross ontem, mas o respeito e nostalgia que aquela voz me é tanto que deixei passar…

      Eu acredito que sim, não tenha sido o último momento do Le Champion com Jon Moxley, mas que daqui para a frente se venha a reduzir gradualmente a sua intervenção, pelo menos física, dando lugar e espaço aos mais novos, nomeadamente os seus Inner Circle. É que isto de se re-inventar constantemente, ter combates fisicamente tão desgastantes ora no Estados Unidos, ora no Japão, ser vocalista de uma banda em tour e ainda beber “a little bit of the bubbly”, deve ser uma canseira! Brincadeiras à parte, tem de se tirar o chapéu ao que Chris Jericho tem feito no mundo do Wrestling, é que desde que saiu do controlo apertador da maior empresa do sector, parece que está ainda melhor (algo impossível de projectar tendo em conta o quão fantástico já era).

Deixa um comentário