Um daqueles jogos em que a baliza não queria nada com o Liverpool. A equipa de Klopp chegou cedo à vantagem, até estava a dar a ideia que poderia golear, mas acabou por cometer 2 erros fatais (por Van Dijk e Alisson, respetivamente) e, apesar de na segunda parte ter massacrado (16-1 em remates e mais de 80% de posse), voltou a tropeçar no campeonato, e assim no máximo chega aos 99 pontos (o City de Guardiola conseguiu 100). Já o Arsenal teve a fortuna que lhe faltou nos embates diante de Tottenham e Leicester e mantém-se vivo na luta pela Liga Europa. Lacazette, com um golo e uma assistência, foi o homem do jogo.
O Arsenal recebeu e bateu o Liverpool por 2-1, impedindo a equipa de Klopp de poder passar a centena de pontos na Premier League. O campeão inglês até começou melhor, marcando por Sadio Mané aos 20 minutos (excelente triangulação entre Firmino e Robertson), mas foi perdoando o segundo, e os Gunners, em dois lances comprometedores (primeiro o atraso de Van Dijk ficou curto e depois Alisson ofereceu a bola ao adversário em zona proibida), aproveitaram para virar o jogo, com tentos de Alexandre Lacazette e Reiss Nelson. No segundo tempo, o Liverpool tentou mudar o resultado, instalou-se no meio campo do oponente, empurrou o Arsenal para a sua área e foi somando lances de perigo, mas nunca conseguiu colocar a bola no fundo das redes.
XI do Arsenal: Martínez; Holding, David Luiz, Tierney; Cédric, Torreira, Xhaka, Saka; Pépé, Lacazette, Nelson.
XI do Liverpool: Alisson; Alexander-Arnold, Gomez, Van Dijk, Robertson; Fabinho, Oxlade-Chamberlain, Wijnaldum; Salah, Mané, Firmino.
O erro de Van Dijk:


10 Comentários
T. Pinto13
Curioso que ha uns meses previ esta perca de pontos no Emirates e também a no City.
Consuela
E uma solha de pontos, também previste?
J Silver
Por acaso eu prefiro um linguado de pontos, muito sabor.
T. Pinto13
Não mas previ um comentário desse género
AndreChaves9
Fico satisfeito
P. Pereira
De facto Van Dijk não costuma cometer este tipo de erros mas acontece a todos como é óbvio. Também a finalização da equipa do Liverpool não foi eficaz hoje e com este resultado não consegue chegar à marca dos 100 pts que seria o culminar de um grande campeonato (com muitos jogos em que teve a estrelinha mas todos os campeões a têm). É caso para dizer “Liverpool you’ve been FM’d”.
Cumprimentos.
Kafka
Guardiola e o City respiram de alívio, vão continuar na história por (acredito eu) muitos e muitos anos, pois duvido que os 100 pontos caem nos porixmos largos anos
Kafka
Já agora os 198 pontos do City em 2 anos seguidos ficam também intactos com esta derrota, pois o Liverpool já só pode chegar aos 196 pontos em 2 épocas
DNowitzki
Está-lhe a faltar a estrelinha que teve em muiiiiiiiiiiiitos jogos anteriormente.
Leandro
Fica tudo bem entregue assim. O Liverpool mereceu ganhar este campeonato que apesar das muitas vitorias com alguma sorte nos últimos minutos e o claro demérito do City a partir da lesão de Laporte e também não teve Sané a época toda, mas apesar de tudo isto creio que com maior equilíbrio o Liverpool seria campeão na mesma.
Em relação aos pontos também fica bem entregue assim, o City joga outro futebol que não é para quem quer, é para quem consegue. Só Guardiola faz parecer fácil conseguir 75% de posse de bola por jogo e torna a experiência do adversário completamente frustrante durante 90 minutos. Obriga as outras equipas a jogarem “à autocarro” dia sim, dia sim senhor e nunca se queixou que o adversário joga assim e por isso não consegue marcar, porque a genialidade do treinador e executantes encontra sempre um buraco na agulha.
São estilos diferentes, cada um tem direito a gostar de um deles, mas a mim fascina-me mais o City.
Mas há que dar mérito ao Liverpool, aqueles jogadores jogam num ritmo como mais ninguém e o mais incrível é que jogam sempre os mesmos. Toda a gente ja sabe que Alisson, TAA, van Dijk e Robertson; Salah, Firmino e Mané são titulares seja com quem for, só o meio campo é que roda e o central ao lado de van Dijk joga um qualquer porque o holandês faz o outro parecer bom. Uma palavra para o departamento médico desta equipa que consegue que os mais importantes joguem sempre e nunca se lesionem, porque o fraco banco de suplentes dos reds se tivesse de ser puxado tanto para a defesa como para o ataque teriam dificuldade em ficar no top 4. Até o City que tem um plantel mais profundo teve dificuldades por essa razão este ano.