Ibrahimovic, Gareth Bale, Aaron Ramsey, Lewandowski, Szczesny, Konoplyanka, Garmash, Chiriches, Torje, Sigurdsson, Alaba, Hamsik, Cech, Ivanovic, Eriksen, Jovetic, Handanovic, Nastasic, Agger, Matic… estes são apenas alguns dos nomes grandes do futebol mundial que não irão estar presentes no próximo Mundial de futebol. Tal como muitos outros nomes grandes ao longo da história. Alguns, por ventura, nunca disputarão um Mundial de futebol. Ora por azar, ora por falta de competências diversas. Factores, que levem a tal, não faltarão.
Mas… e se, tal como no Mundial de Basquetebol, também a FIFA, atribuísse wild-cards a determinadas selecções que falharam a qualificação?
O Mundial FIBA, onde estarão presentes 24 equipas, a ser disputado – também – no próximo Verão, fechou a qualificação com o Europeu em Setembro passado. Assim, 20 das 24 selecções que irão estar presentes em Espanha, ficaram decididas. As 4 que faltavam, iriam, então, resultar da atribuição de wild-cards. Como? As federações interessadas deveriam enviar a sua candidatura para a FIBA justificando a sua mais-valia para a competição. Não mais de 3 selecções por zona/confederação seriam seleccionadas. Mas… e onde se basearia, a FIBA, na atribuição desses wild-cards? Três aspectos: desportivo-promocionais (popularidade do basquetebol no país, qualidade e resultados desportivos das selecções nacionais do país, organização ou candidatura à organização de eventos FIBA no passado, impacto na popularidade e desenvolvimento do desporto resultante da participação na competição, comprometimento dos melhores jogadores do país em participar na competição), económicos (envolvimento dos media locais nas competições nacionais e internacionais, importância do mercado para os parceiros económicos da FIBA, a importância do país em relação ao organizador do evento) e governativo-administrativos (complacência com a regulamentação FIBA, qualidade do trabalho da federação nacional, apoio governamental à federação nacional, participação nas actividades FIBA/Confederações FIBA).
Para o Espanha 2014 a FIBA atribuiu ao Brasil, à Finlândia, à Grécia e à Turquia os quatro wild-cards disponíveis. E a FIFA? A quem poderia atribuir wild-cards? Seria esta uma boa medida e a forma de ter estrelas como Bale ou Ibrahimovic no Mundial, aumentando-lhe, assim, o nível?
Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar no VM aqui!): João Pedro Cordeiro
Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar no VM aqui!): João Pedro Cordeiro



0 Comentários
Sérgio
Todos os anos existem jogadores criticados por se estarem a marimbar em jogos pelas selecções, com este will card essa situação só iria piorar.
O que seria também das selecções, que começaram ou começam agora a fazer projectos de desenvolvmento de futebol no seu país, ao verem ainda mais reduzidas as hipoteses de chegar a uma fase adiantada da prova e perderem a hipotese de ganhar 5 ou 10 milhoes extra?
Para além que prefiro pagar bilhete para ver uma Bélgica a jogar bom futebol, do que um País de Gales a filtrar o jogo todo para um só jogador que até se pode lesionar no 1º jogo e não jogar o resto da prova.
Eduardobrg
Na minha opinião não deveria acontecer isto, por mais que tenha pena de grandes jogadores não estarem presentes é porque a selecção não tem qualidade para la estar e o mundial é para as melhores equipas, por mais que o Ibra seja um excelente jogador o resto da equipa não o acompanha e estas equipas seriam massacradas.
Pedro Ramos
Os meus 23 (tendo em conta os que vão falhar o Mundial por as respectivas seleções não se terem qualificado) seria:
Guarda-Redes:
– Cech (Rep. Checa)
– Handanovic (Eslovénia)
– Szczesny (Polónia)
Defesas:
– Ivanovic (Sérvia)
– Subotic (Sérvia)
– Vidic (Sérvia)
– Benatia (Marrocos)
– Alaba (Áustria)
– Piszczek (Polónia)
– Coleman (Irlanda)
Médios:
– Hamsik (Eslováquia)
– Bale (País de Gales)
– Matic (Sérvia)
– Eriksen (Dinamarca)
– Salah (Egipto)
– Ramsey (País de Gales)
– Mkhitaryan (Arménia)
– Farfán (Perú)
– Arda Turan (Turquia)
Avançados:
– Ibrahimovic (Suécia)
– Lewandowski (Polónia)
– Pierre-Emerick Aubameyang (Gabão)
– Jovetic (Montenegro)
Entre outros grandes nomes, como: Konoplyanka (Ucrânia); Cardozo (Paraguai); Markovic (Sérvia); Kolarov (Sérvia); Nastasic (Sérvia); Kuba (Polónia); Wanyama (Quénia); Belhanda (Marrocos); Skrtel (Eslováquia); Daniel Agger (Dinamarca); Nuri Sahin (Turquia); Burak Yilmaz (Turquia); Sigurdsson (Islândia); Youssef Msakni (Tunísia); Adebayor (Togo); Berbatov (Bulgária).
Uma equipa que dava, certamente, para lutar pela vitória final no Mundial.
pedro
para mim é simples jogam, ganham qualificam-se. não ganham ficam em casa a ver o mundial é simples.
Rúben Cardoso
Se é para fazer alguma coisa deste género, partiam as qualificações, a partir dos rankings. Por exemplo:
Primeiros 30 do ranking: 5 grupos de 6, e passavam os 2 primeiros de cada grupo, sendo que os 4 melhores terceiros disputavam 2 lugares, num play-off.
Restantes equipas do ranking: divididas em grupos (não sei de quantos, mas fica só a ideia), para se apurarem as restantes 20 vagas.
Isto faria uma espécie de qualificação à escala mundial. Sei que para algumas selecções seria, em termos de viagens/recursos, algo complicado, e os calendários podiam ser apertados, mas é só um pensamento. Assim, haveria mais hipóteses para essas selecções menos cotadas garantirem um lugar no Mundial.
Bruno Lopes
Wild cards para
Taiti – por ser da Confederação da Oceania
Índia – para dinamizar mais o mercado do futebol (ainda nem sequer é a modalidade número 1 no país, sendo que o hóquei em campo e o críquete são mais populares) e tem mais de 1 bilião de pessoas.
Vaticano – Como representante da 2ª religião mais relevante do Mundo a seguir à religião do futebol.
Kacal l
Bom post João Pedro Cordeiro. :-)
Acho que seria uma ideia interessante, mas algo impossível de acontecer, o mais provável era a FIFA escolher as Selecções que lhes desse jeito e não as mais fortes, inclusive numa situação em que uma Selecção de topo não se qualificasse, era logo escolhida para ir ao Mundial, só traria mais teorias da conspiração e mais pensamentos em corrupções e interesses.
Eu defendo que as Selecções devem merecer por estar no Mundial, joguem e lutem no seu grupo de qualificação, tentem o 1º lugar, tentem o Play-off, mas devem chegar ao Mundial porque venceram o seu grupo ou porque foram dos melhores 2º´s e "ultrapassaram" o seu adversário no Play-off, assim é que se vê quem merece ou não estar no Mundial.
É verdade que pessoas que nascem em certos Países, mesmo que tenham um enorme talento, dificilmente estarão presentes em competições deste calibre com regularidade e é quase impossível que vençam, mas têm que lidar com isso e aceitar, é uma pena, mas a vida é assim, é preferível uma naturalização que estes WC´s, recusam-se ir á sua Selecção e quando estiverem a jogar numa liga de topo, ao fim de uns anos naturalizam-se, é jogar "sujo", mas pelo menos vão a estas competições e têm grande hipóteses de ganha-las, está dentro da lei e cada sabe de si, eu cá preferia não ir ás competições, não ganhar nenhuma, mas representar o meu País, é o mais lógico e racional, mas cada um sabe de si.
Samuel Leite
Ainda a pouco tempo defendi que deveria haver uma selecao Resto do Mundo e chamaram-me tolo. Acho que tem mais logica do que isto. 23 jogadores nao podendo ter mais do que 2 da mesma nacionalidade e claro de nações sem passaporte para o mundial. Seria interessante ver uma equipa com Ibra, Bale, Lewandowki e etc.
F.L.
Também gostaria dessa solução. Ou então, porque não, selecções vencedoras do grupo de qualificação poderem convidar um ou dois jogadores das selecções eliminadas do mesmo grupo. Seria a solução ideal mas não me parece exequível. Seria preciso uma nova aragem na FIFA e haveria ainda o problema dos hinos (com os quais não concordo). Contudo, o futebol hoje em dia é negócio, e só negócio, e esta solução seria a ideal para a promoção do negócio.
André Cruz
De acordo com os critérios acima mencionados, penso que faria mais sentido usar os wildcards para chamar países com elevado potencial económico mas que não conseguem quase nunca qualificação para o mundial, e que não fossem sérios candidatos à vitória, como por exemplo a China, a Índia. E porque não premiar algumas selecções fracas que por estarem em grupos de apuramento fortes jamais conseguirão a qualificação (como por exemplo o País de Gales, Escócia, Canadá). Ainda assim penso que os wildcards poderiam ser dados "a-priori". A qualificação para o Mundial de Futebol já faz parte do Mundial de Futebol, e oferecer wildcards a selecções após estas serem eliminadas levantaria bastante celeuma com os não escolhidos. Imaginem que a França era eliminada e depois selecionada através de wildcard, quantos de nós não acharíamos injusto?
João Lains
Senão pudessem ser atribuídos mais de 3 wild cards as seleções do mesmo continente, então a minha primeira alternativa seria a seleção de Marrocos.
Tem um dos campeonatos mais competitivos de África (por norma as equipas do Magrebe são as que alcançam melhores prestações nas competições continentais), é o actual organizador do mundial de clubes (o Raja Casablanca, que até foi convidado, acabou por ser um dos finalistas), será o organizador da próxima edição da CAN em 2015 e têm uma quantidade incrível de bons jogadores à sua disposição: Bono (suplente de Courtois no Atlético de Madrid), Benatia (melhor central do futebol europeu ao longo desta época), Obbadi (até há bem pouco tempo atrás, um dos indiscutíveis para Claudio Ranieri), Chrétien, Taarabt, Belhanda, Boussoufa, El Arabi, Labyad, Amrabat, Assaidi, Barrada, El Kaddouri, entre outros.
João Lains
Não estou a par do campeonato marroquino, mas o facto do Raja Casablanca, que era a equipa convidada, ter marcado presença na final do mundial de clubes, é por si só um selo de qualidade. Além disso e como fiz questão de referir os clubes do Magrebe (Marrocos, Egipto, Tunísia e Argélia) são as principais forças do futebol africano e repartem a grande maioria dos títulos na liga dos campeões africanos. A qualidade dos jogadores também abunda nestes países (nomeadamente na posição de médio ofensivo. Para além destes que eu mencionei, vale a pena seguir com atenção o Darragi, Msakni, Aboutrika, em final de carreira, entre outros, o que contrasta bastante com os países da África Negra, que carecem de médios criativos (ainda ontem os Camarões, que só conseguem juntar a meio campo, jogadores musculados como Song, Enoh, Makoun ou Mbia) e por isso é cada vez mais fácil estar atento, pois muitos deles chegam mais cedo aos campeonatos europeus (Ligue 1 e Eredivisie, à cabeça).
Paulo Pereira
Bom comentário. Os teus comentários surpreendem-me sempre pelo conhecimento super-aprofundado que demonstras ter. Até do campeonato de Marrocos estás a par.
Zé
Esta "selecção" do VM era campeã do mundo! Só trocava o Sahin pelo Mkhitaryan!
Shevchenko
Desde já, os parabéns pelo artigo. Foca um tema extremamente interessante de ser discutido e bastante pertinente nos dias de hoje.
O Futebol de hoje é um negócio. O desporto em si, uma base para o negócio.
Evoluir a partir do que se faz noutras modalidades (negócios) deve ser um fator tido em conta.
O que a FIBA faz é, a meu ver, excelente para o Mundial de Basquetebol. Se é o melhor para desporto em si? Talvez não. Se escolhe aqueles que pagam mais comissões? Sem dúvida. Mas também leva ao Mundial estrelas e seleções fortes que ficaram de fora.
Quanto à FIFA e ao Mundial de Futebol, assumindo que este é um negócio de milhões, que gera também muitas teorias da conspiração, de muitos interesses envolvidos, eu propunha um acesso do mesmo tipo que a FIBA encarou: Seleções tinham acesso através do mérito desportivo (o que indiretamente envolve, muitas vezes, o poder financeiro) e a outras acesso através de um "wild card".
Se é o mais correto? Até pode não ser. Mas eu nunca deixaria de fora de um Mundial equipas como a China e os Estados Unidos. São países com poder na economia mundial. São países competitivos em todas as modalidades que entram. São países com muita disciplina ao nível do desporto e, onde estão, fazem tudo para a evolução do próprio desporto. Acrescentam valor ao desporto. Se são fracos no Futebol? A China é. Os EUA têm evoluído bastante. Dar-lhes acesso a estas competições, mesmo que não o consigam por via do mérito, só faz o futebol evoluir.
Outro aspeto: o das Estrelas. Se o Ronaldo é o melhor do Mundo, a sua seleção fica de fora, então através do "wild card" deveria ser "obrigatório" repescar a seleção Portuguesa. É bom para o desporto, para o negócio.
Não acham que jogadores como George Weah mereciam ter disputados pelo menos um Mundial? Sendo Bola de Ouro e reconhecido mundialmente, deveria ter-lhe sido dada essa oportunidade, até porque uma competição dessas promove a prática desse desporto no próprio país.
Sou claramente a favor desta medida do "wild card".
Quertd
é uma forma de premiar a incompetência
Vila Verde
Suécia, Dinamarca,Sérvia, 3 seleções com história em mundiais e europeus, concordo. Agora o País de Gales, só por ter o Bale, não tinha qualquer lógica. Uma equipa que nunca foi a uma grande competição, não teria qualquer sentido estar presente no mundial, só por ter um grande jogador.
João Lains
A ideia é interessante, mas não acho que faça muito sentido. Se tivesse de atribuir estes 4 wild-cards, provavelmente as seleções da Sérvia, Turquia, Ucrânia e Suécia seriam as beneficiadas.
Anónimo
Penso que apenas iria aumentar a corrupção no futebol, e se o problema é a ausência de alguns dos craques de seleções que não conseguiram o apuramento, que tal essas 4 vagas serem preenchidas com equipas all-stars de cada continente (Europa, América, Africa e Asia + Oceânia), cuja respetiva seleção não tivesse conseguido o apuramento?
Afohlag
Anónimo
Como disse anteriormente, representariam o continente, e não um país especifico. e dessa forma poderia existir uma seleção composta pelos jogadores indicados no post e que até seria uma das candidatas á vitória.
Afohlag
Shevchenko
Equipas All-Star? Então mas jogam porque país? Não vamos confundir alhos com bugalhos.
Nuno Viana
Embora não concordasse com tal aberração pois o mérito demonstra-se em campo e no futebol de hoje em dia o que iria acontecer era que os seleccionados seriam os países com mais "influências" na FIFA (federação muito dada a estas coisas) os meus escolhidos seriam principalmente:
Sérvia – pela qualidade emergente dos seus executantes
Turquis – pela paixão intensa do povo para com o futebol.
João Lains
Tendo em conta a o talento individual ao dispor dos seus selecionadores, terão sido as seleções que ficaram mais aquém das expectativas na última fase de apuramento.
Tartaruga
Não gosto desta ideia dos Wildcards de Selecções para o futebol, acho que com o actual nível de corrupção presente na FIFA, não seria possível garantir que a atribuição de Wildcards seria feita de uma forma transparente e justa.
Apesar de tudo, acharia interessante algumas medidas que permitissem jogadores como Gareth Bale jogar um mundial (que provavelmente nunca participará num mundial). Preferia antes uma das seguintes medidas:
1. Esta já tinha proposto num post anterior. A seria permitir jogadores candidatarem-se como Wildcards, e haver uma espécie de draft em que equipas apuradas pudessem seleccionar 1 jogador desta pool. Naturalmente as equipas mais fracas teriam direito a escolher primeiro (equipas com pior ranking); ou seja provavelmente jogadores como Ibra, Lewandowski e Bale ajudariam os "underdogs" a lutar pelo título de campões mundiais.
2a. Em alternativa, em vez de se apurarem 32 equipas, admitiam-se 31. A 32ª seria uma equipa temporária, apenas com jogadores de selecções que não estão presentes poderiam participar. Jogadores não convocados para selecções que estão a actuar no Mundial não poderiam ser admitidos. Ou seja nada de Gaitan's e Enzo's nesta equipa, para evitar conflitos de interesse caso se defrontem com o seu país.
2b. Visto que a proposta 2a poderia ser um bocado extrema, podia-se fazer algo engraçado como por o vencedor do 3º e 4º ou o vencedor da competição a disputar um jogo com esta equipa (uma espécie de amigável).
Gosto mais da 1a.
Bruso
Completamente desacordo. O Mundial é um competição histórica que sempre consagrou as melhores seleções do Mundo. Não faz sentido desvirtuar a competição com este tipo de regras. O Mundial é disputado por seleções de países, onde devem estar os melhores de cada país.
Rui Chaves
Essa é uma questão que não faz qualquer sentido, devem estar presentes no mundial as seleções que realmente merecem lá estar e que o justifiquem na fase de apuramento e não aquelas que só por possuirem 2 ou 3 jogadores de classe mundial sejam convidadas a participar.
Uma situação dessas só iria criar polémica e "favores" … se por EXEMPLO a Espanha, Itália, Inglaterra ou Brasil não conseguissem o apuramento para o mundial, por não terem sido competentes o suficiente na fase de apuramento, deveriam ser convidadas !!! nesse caso deixa de fazer sentido que uma seleção de Top se esforce minimante na fase de apuramento, visto que tendo jogadores de classe mundial recebe um wild card para que seja possivel ver no mundial jogadores que não se esforçaram quando deviam…
Não faz sentido…
Kafka
Plenamente de acordo
Kafka
Parabéns pelo artigo, pois é um tema interessante sem dúvida, agora na minha opinião isso não faz sentido algum…as vagas conquistam-se dentro de campo a jogar à bola, e não por questões de popularidade ou porque esta ou aquela selecção têm uma grande estrela…quanto a alguns grandes jogadores com isso nunca irem a uma grande competição, ora isso por si só faz parte da vida…
Uma criança que nasça em Estocolmo ou em Oslo também terá mais oportunidades de ser alguém na vida, do que uma que nasça em Mogadixo ou em Chissinau, e infelizmente não há muito que se possa fazer quanto a isso…logo no Futebol passa-se o mesmo, um jogador que nasça no Brasil/Argentina ou Alemanha tem mais hipóteses de vir a ter uma carreira de sucesso nas Selecções que um jogador que nasça na Noruega ou na Libéria, são vicissitudes da vida, não há muito que se possa fazer quanto a isso..
Rúben Cardoso
Sim sim, apesar de ter nascido em França, iniciou a sua carreira na Argentina. ;)
João Lains
Eu lembrei me perfeitamente dele até porque era um dos meus jogadores preferidos e segundo sei até iniciou a carreira no Platense, mas obrigado pelo reparo.
Rúben Cardoso
Acrescenta Trezeguet, João.
João Lains
BRASILEIROS- Senna, Diego Costa, Cacau, Deco, Pepe, Liedson, Thiago Motta.
ARGENTINOS – Pernía, Camoranesi, Paletta e ?
Vêm todos do mesmo sítio.
Bruso
Ok o meu exemplo talvez não tenha sido o mais feliz mas penso que deu para perceber o ponto de vista.
QUem fala de brasileiros fala de argentinos, fala de italianos, franceses, alemães, ingleses etc etc.
João Lains
Por acaso, não acho. O Handanovic é um dos melhores guarda-redes do mundo. Para mim terá sido mesmo o melhor da última temporada. O Hélton não será o caso mais flagrante mas a verdade é que não faltam por aí imensos brasileiros espalhados pelo mundo fora, talvez por isso invadam as outras as seleções nacionais. Não é nenhum preconceito mas não é algo com que simpatize, ainda para mais quando roubam o lugar a outros jovens com potencial.
Bruso
Concordo plenamente e acrescento:
As hipoteses de um jogador brasileiro ir ao mundial é quase a mesma do Pais de Gales ir ao Mundial. E digo isto porquê? Porque há uma quantidade enorme de talento no Brasil que faz com que o sonho de muitos jogadores de ir ao Mundial não passe disso, um sonho.
Vejam o exemplo do Helton, um dos melhores GR da história do Porto e um dos melhores da Europa mas nunca esteve lá. Será que não merece tanto como o Handonovic ou outro??
Filipe Santos
Excelente comentário! Quando quer, e o clubismo não lhe tolda a visão, consegue fazer comentários bastante construtivos ;)
Cumprimentos
Miguel Teixeira
Não concordo com essa medida. Premiar quem não teve mérito para alcançar uma qualificação era ridículo. Então as grandes selecções não se tinham de esforçar pois tinham lugar garantido. Uma espanha não teria de fazer qualificação praticamente podendo rodar jogadores porque como tem grandes jgoadores e o futebol é muito popular seriam escolhidos como wildcard. Não faz sentido digo eu.
Mas a imagem deu-me uma ideia que não sei sequer até que ponto é plausível até porque surgiu neste momento. Lembrei-me que poderia ser qualificada menos uma equipa para o mundial, deixando assim uma vaga. Essa vaga seria preenchida pela selecção FIFA. A FIFA teria um selecionador que poderia escolher jogadores de todos os paises não apurados. Seria uma forma de ter uma grande equipa com grandes jogadores em prova.
Miguel Teixeira
Sim, como disse foi apenas algo que me veio a cabeça por ver a imagem, mas concordo que se ganhassem não haveria um país vencedor e talvez desvirtuasse a prova.
Uma outra ideia poderia ser a criação de um segundo Mundial. Uma espécie de liga europa. Os melhores segundo nos apuramentos seriam apurados para essa prova como compensação. A prova podia decorrer em paralelo até.
César Vigário
Imagina que essa seleção ganhava? Que país ganhava o mundial? Penso que o mundial de seleções deve ser exclusivamente jogado por países. Mesmo com essa seleção "Resto do Mundo" iriam ficar de fora grandes jogadores.
Cumprimentos, César Vigário
Pavel Datsyuk
Acredito que, da maneira como o futebol (como a maioria das coisas, infelizmente) é gerido, os únicos critérios para decidir a atribuição desses wild-cards seriam puramente económicos ou de "afinidade". Basta relembrar a atribuição do Mundial ao Qatar…
No entanto não deixa de ser uma ideia "bonita" e que se posta em prática nos moldes a que, por exemplo, a FIBA se propõe, só beneficiaria o Mundial e futebol (o quanto eu gostava de ver Ibra no Brasil este ano!).
Bruso
Tendo em conta o impacto nos media que o futebol tem e o poder de certas federações no futebol estes wildcards dariam azo a mais corrupção no futebol.
Como todos sabem há muita polémica em torno da atribuição da organização do Mundial ao Qatar. Também existem critérios de seleção bastante apertados para este tipo de escolhas, no entanto o dinheiro vale mais que qualquer critério.
A opção mais viável seria a realização de um mini-torneio entre as seleções que se candidatassem, e cumprindo certos critérios (de forma a condicionar o numero de seleções, sendo um deles o numero de jogadores selecionaveis a jogar nas maiores competições do seu continente). O único problema nesta opção seria o calendário, pois exigiria mais 3 ou 4 jogos.
Anónimo
Embora a ideia na Teoria não ser má (apesar de eu não concordar), aquilo que iria acontecer era que as selecções escolhidas para o Wild-Card não seriam essas com os melhores jogadores mas sim Os Qatars, Chinas deste Mundo.
Filipe
T.Mendonça
Completamente de acordo
Bombas
Subscrevo.
Tiago Quintas
Nem mais, os tachos de blatters e amigos arruinavam logo isso
Duarte Catela
Servia, Suécia, Croácia e Turquia
Duarte Catela
Eu li, mas nao me veio à cabeça nenhuma fora da Europa (que tenham nivel para estarem presentes no mundial). Tirava talvez Turquia e metia Marrocos.
Anthuane
«Não mais de 3 selecções por zona/confederação(…)»