Boas opções? Os insulares continuam a apostar no mercado brasileiro, sendo que Gustavo García já fez vários jogos pela equipa principal do Palmeiras. Já Penha nunca contou no Atlético, mas apresentou números interessantes no futebol asiático.
O Nacional oficializou as contratações de Gustavo García, lateral direito de 22 anos, que chega do Palmeiras por empréstimo; e de Daniel Penha, médio de 25 anos, proveniente do Atlético Mineiro, igualmente a título de empréstimo. O lateral brasileiro somou 5 jogos este ano, depois de 11 na época passada pelo Verdão, enquanto o centrocampista de 1m70 alinhou no Western United em 2023/24, onde fez 23 jogos e apontou 7 golos e 4 assistências. Por outro lado, o conjunto madeirense anunciou a renovação de Ulisses Rocha por quatro temporadas.


29 Comentários
Jasomp
Nacional a ser Nacional.
Mantorras
LA estao eles a desafiar o Clismo xD
Jasomp
Mas ele tem razão. Isto é ridículo.
Joga_Bonito
Ridículo porquê? Acaso o Nacional é os sub-21 de Portugal e ninguém avisou? O clube contrata quem quer e lhe apetece…quem tem obrigação de desenvolver jovens jogadores são as selecções jovens…Nao existe um mar de talento em Portugal como tantas vezes se quer impingir. Nem os grandes conseguiriam ser competitivos só com a formação. A queda de Lage no Benfica mostrou bem isso…Muito menos os pequenos conseguem desencantar por ano 10 ou 11 talentos vindos da formação que entrem na equipa e sejam competitivos…
O Nacional vai fazer o quê? Virar uma equipa sem qualidade só para acomodar quem nao tem nível, só porque tem passaporte luso? Se houver um jogador de qualidade por ano para subir numa equipa é já muito, a maioria dos jogadores da formação não têm talento e não terão carreiras, o resto é conversa politicamente correcta…
Jasomp
Se achas que estes são melhores que os que cá estão…boa sorte nisso.
Joga_Bonito
Miúdos que ainda nada provaram são melhores que jogadores já com provas dadas, calejados e com experiência? 2+2 é 5? A resposta é fácil…
Jasomp
E no entanto andam-se há anos a queixar da qualidade do campeonato mesmo sendo uma das 3 ligas do mundo com maior percentagem de jogadores estrangeiros. Algo não bate a bota com a perdigota.
Contrata-se tanto jogador mau e sem critério que é impossível um gajo não olhar para isto e dizer “se é para isto, mais valia ter miúdos da formação”. Se um clube nao serve para dar oportunidades aos jovens locais, serve para quê mesmo? Para a futebolite? Para o resultadismo?
Joga_Bonito
O objectivo dos clubes é ganhar. Os jogadores locais e nacionais terão sempre chances consoante o talento que mostrarem. Agora jogarem por decreto, só porque sim, porque têm passaporte nacional é absurdo. Há sempre jogadores locais e nacionais com qualidade, o que não existem é carradas como os fanáticos da formação imaginam e por isso cada vez que se compra alguém vêm sempre com o paleio dos “muitos jovens com talento que tadinhos ficarão tapados”…só que o mar de talento jovem não existe, quando muito um clube forma 1 ou 2 se tanto jogadores por ano com potencial de primeira equipa. Portanto qual o mal de contratar fora?
Jasomp
O objetivo dos clubes não é só ganhar. Falso. Isso é discurso de adepto básico que tem a mentalidade de ver a bola entrar na baliza e festejar e assobiar e protestar se ela vai ao poste e sai. Um clube é ADN, é mística, é muito mais que resultados e não é um jogo de futebol ao domingo de 15 em 15 dias em que se reúnem 9 brasileiros e 2 portugueses num 11.
E não, os jovens da terra não terão oportunidades mesmo que tenham talento porque são tapados por dirigentes como o presidente do Nacional que contratam camiões de brasileiros.
Joga_Bonito
O objectivo dos clubes sim é ganhar, o resto é conversa inventada para impingir o discurso dos meninos da formação. Ainda me dá horrores lembrar o Ferro a enterrar uma equipa que tinha 7 pontos de avanço porque era preciso dar-lhe uma carreira, mesmo que se às custas da equipa…
Antonio Clismo
Um gajo que vem da poderosa liga australiana é considerado calejado??
Joga_Bonito
De certeza que tem mais experiência e traquejo que putos que nem se estrearam, porque a liga australiana é profissional e além disso, antes dela os jogadores competiram no Brasil. Já os meninos da formação que queres sempre impingir e ainda nem jogaram em lado algum têm que referências? Que experiência? É por isso que muitos parecem máquinas na formação chegam ao futebol a sério e nada dão…nem na liga australiana a maioria jogará…comparar o incomparável…
Jasomp
Para ti o que importa é ganhar? Identidade, sustentabilidade, vamos mandar isso tudo à fava porque o que importa é a bola entrar na baliza. Resultadismo em barda. Adeptos das vitórias todos felizes. É o que importa.
Fala no Ferro à vontade. Eu falo-te em muitos outros que vieram do estrangeiro e não valiam um charuto. Como não valiam um charuto, signfica que o melhor é apostar na formação, pela tua lógica.
Joga_Bonito
Ganhar é perfeitamente compatível com sustentabilidade. O que não é compatível com sustentabilidade é um clube deixar de querer competir e ganhar só para acomodar jogadores sem a mínima valia só porque têm passaporte nacional. Quantos milhões se perdem com títulos a que nunca se chega ou por não apostar em jogadores de fora com qualidade para apostar em nulidades como Ferro? E quem diz Ferro, diz Tomás Tavares, Bruno Varela (que custou um penta) e n de outros, que tendo lá outros jogadores de qualidade que rendessem em campo e financeiramente davam sustentabilidade na mesma. Ainda nos rimos dos posts do Clismo a dizer que deveria jogar o Embaló nos quartos contra o Liverpool, porque íamos valorizar um jogador da formação. O Darwin é que não tinha valor de mercado, fez aí o jogo da vida dele e rendeu dezenas de milhões. O Embaló por este caminho vai ser um Zé Gomes2.0, mas pela lógica do Clismo deveríamos ter sentado o Darwin que se percebia logo que valeria muito dinheiro (é fisicamente um dos jogadores mais poderosos do mundo) para dar lugar a uma nulidade como o Embaló que até já na ponta final da formação nem se destacava…isso é que é sustentável…
Esse paleio da sustentabilidade é assenta na formação só treta para impingir jogadores nacionais, pode-se ser sustentável e comprar jogadores estrangeiros de qualidade que rendam imenso em campo e financeiramente. Nenhum clube gera 10 ou 11 jogadores top por ano, comprar lá fora é inevitável para ganhar e ser rentável…mas tu pareces ser como o Clismo, uma cassete riscada com o tópico da formação, tchau e bom dia…
GR24
Volto a repetir. Principal candidato (e com larga margem) a descer de divisão.
Antonio Clismo
Lá está o Rui Alves todo contente com um sorriso de orelha a orelha pois com o Nacional na Primeira Liga (depois de ter subido com um dos planteis com mais atletas portugueses dos últimos 20 anos e com grande união e espírito de grupo) ou seja já pode começar a abrir as asas e fazer as negociatas do costume e usar o clube como HELIPORTO para todos e quaisquer jogadores que estejam nas carteiras de ativos dos agentes amigos que lhe possam oferecer favores no futuro. Isto é usar o clube como o seu brinquedo pessoal, para lhe abrir as portas a outros negócios seja na construção civil, seja no imobiliário ou investimentos… O Rui Alves sempre fez isso, o Pinho faz isso no Arouca, o Vitor Magalhães faz isso no Moreirense, o Paulo Lopo faz isso no Estrela da Amadora e o Salvador sempre fez isso com o Braga (hoje tem mais poder do que o próprio presidente da Câmara de Braga)…
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Já nem falo nos investidores que chegam aqui e compram percentagens maioritárias de clubes para os usarem em benefício dos seus interesses como acontece com o Gang do malogrado Juan Figer no Portimonense com as testas de ferro Rodiney e Theodoro, o Marinakis que comprou o Rio Ave para trazer a máfia grega para Portugal, Os investidores do Boavista que são do pior que existe, não se importam de estarem 6 meses sem pagar um cêntimo a funcionários desde que a máquina de lavar continue a funcionar, os investidores espanhóis do Vizela que acham que podem colocar qualquer treinador espanhol amigo com experiência a treinar benjamins como treinadores principais ou dos sub23… Já nem falo das cobaias do Jorge Mendes, como o Famalicão, por exemplo…
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O Nacional da Madeira pelo menos conta no seu plantel para este ano com 2 talentos formados no clube e naturais do Funchal como o Francisco Gonçalves (central muito promissor) e o Watts. E isso é notícia porque é uma raridade. Como é possível uma ilha rica e tão densamente povoada como a Madeira, não consiga produzir futebolistas co qualidade suficiente para serem sequer aposta nestas equipas?
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Quando os talentos jovens apenas aparecem por geraçao espontânea, é sinal que não existe o minimo planeamento ou investimento estruturado na formação… Uma vergonha de gestão…
manel-ferreira
E no entanto, quase todos os clubes que listaste no primeiro parágrafo são clubes de sucesso. E mesmo no segundo parágrafo, ainda vamos ver como vai ser o Rio Ave, sendo que se fizerem o mesmo que fez o Famalicão será também bastante bom para eles.
Aliás, com tantos clubes que enumeraste como os demónios do futebol português, fica a a vontade de perguntar quais são os exemplos positivos para ti. Já deu para ver que é o Estoril, que andou os últimos dois anos a lutar pela permanência, mesmo sendo elogiado em todo o lado pelo fantástico plantel e com previsões de Europa em todos as antevisões de início de época.
Ser contra investidores faz zero sentido em 2024. Se não são os investidores, os clubes morrem. E têm que ser estrangeiros porque os portugueses estão-se nas tintas (também têm mais em que pensar), a menos que sejam projetos de vida como o Arouca.
Jasomp
O que é sucesso? Conseguir meter a bola na baliza ou criar um ADN e um modelo sustentável dentro de um clube? O conceito de sucesso é relativo.
manel-ferreira
Braga, Arouca e Moreirense (pelo menos estes) não têm sido modelos sustentáveis? Então os últimos dois que são clubes de vilas e conseguem fazer muito melhor que clubes de cidades enormes? Sim, não são histórias de sucesso, claro que não. Então o Arouca, que em dez anos sobe dos Distritais às competições europeias, facílimo, vê-se em todo o lado.
É claro que são sustentáveis. Vocês não gostam é da maneira como foram construídos porque acham que só há uma maneira de construir um modelo sustentável que é com portugueses e da formação. Essa é uma das maneiras mas não a única.
Antonio Clismo
Sucesso? Só se for nas lavagens. Melhor do que Persil
manel-ferreira
Eu nao duvido que essas lavagens existam, mas achas que só existem com jogadores estrangeiros? Com portugueses já não?
Portanto, uma venda de jogador português = dinheiro que vai para o clube, crescimento sustentável, passarinhos a chilrear, donzelas a cantar.
Venda de jogador estrangeiro = lavagem, dinheiro que o dono mete no bolso, clube não vê nada disso, inferno pior que o Mad Max.
Genial, mesmo. Não sei como a London School of Economics ainda não escreveu artigos sobre isto.
Vocês podem dar as voltas todas mas não conseguem sair da questão da nacionalidade como único critério para aposta e crescimento de um clube. E isso não faz sentido nenhum atualmente.
Jasomp
Não é a nacionalidade, ora bolas. É a identidade, a valorização do jovem local. Clube: Nacional da Madeira. Se é nacional DA MADEIRA, não devia ser um espaço onde fosse realista um jovem madeirense jogar?
Acham que isto agrada ao adepto racional virem aqui com camiões de brasileiros sabe-se lá a mando de que empresário enquanto que um jovem atleta não tem espaço para evoluir? Como achas que se sentem os pais dos jovens da formação do Nacional?
Eu acho isto de uma falta de projeto, de uma falta de cultura desportiva que em Espanha era impensável, por exemplo. Nenhum clube vive só de miúdos da formação, óbvio. Mas este constante camião a vir diz bem da fragilidade dos projetos em Portugal. E da falta de seriedade.
Antonio Clismo
Exatamente. Ninguém pede aos clubes para serem o Athletic de Bilbao e viverem 100% de jogadores desenvolvidos naquela zona (se bem que dá uma identidade do caraças ao clube).
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Em Portugal os clubes só fazem isso ano após ano, porque as instituições (Liga e FPF) são fracas a regulamentar
JJayy "Non Believer"
Vira o disco meu…
Aboubakar93
Para alguém que acompanha futebol Australiano (A-league), reconhecia no Daniel Penha um dos melhores jogadores do campeonato. Acho que fará a diferença!
Diogo Oliveira
Começo por dizer que nem sempre concordo com as opiniões do Clismo sobre alguns jogadores, mas, aqui, tem toda a razão.
O futebol é utilizado, atualmente, como um mercado de tráfico humano a olhos vistos, que chega a ser chocante.. Há, claramente, uma máfia radicalizada no futebol com um único fim, ganhar dinheiro por fora com as transferências dos atletas, não se preocupando de forma nenhuma com o futuro desportivos dos mesmos, nem com a saúde financeira dos clubes e o Nacional parece ser um desses casos, na minha opinião.
Devia haver mão nisto, até para o futebol ser um desporto mais saudável.
Isto acontece, a todos os niveis, inclusive no meu clube, o Porto, onde os negócios da equipa b chegaram a ser aberrantes e, ultimamente, na equipa principal… quantos jogadores calçaram no Porto sem qualidade para tal? Quando, de certeza, que na formação haveria talento igual ou melhor e com menor custo.
Não sou da opinião que só se deve fazer equipas com miudos da formação, mas quando se sabe que não se vai buscar melhor, que se aproveite o que tem em casa.
Jasomp
Isto. Muito isto.
manel-ferreira
Uma coisa é dizer que o Porto tem melhor na formação, outra coisa é dizer que o Nacional tem melhor. Vocês continuam a transpor a realidade das melhores formações do país para os outros clubes, como se fosse tudo a mesma coisa. Se as formações dos principais clubes são boas, as outras também têm que ser. Sim, é mesmo assim que funciona.
De resto, vocês continuam a malhar em jogadores que nunca viram jogar na vida, mas já sabem que “não se vai buscar melhor” do que aquilo que há na formação. Isto dito com base em quê? Em nada.
A questão do “mercado de tráfico humano” parece-me mais pertinente em termos de contratações de Distritais do que propriamente de Primeira Liga. De resto, o que não falta são dirigentes e empresários a aproveitar vendas de jogadores da formação para meter ao bolso. Ou jogadores da formação do clube que são aproveitados por empresários e colocados em situações manhosas. Isso está longe de ser uma questão de contratações estrangeiras.
Diogo Oliveira
Percebo o teu argumento sim. Mas a qualidade dos jogadores que os clubes ditos pequenos vão buscar também é comparativamente menor do que os jogadores que vão parar aos grandes e, atualmente, trabalha-se bem na formação de mts clubes, não só dos grandes, em Portugal.
Por exemplo, penso que és adepto do Boavista e no caso do Boavista, pelo menos, há uns 10 anos atrás, ainda, detinha uma belas equipas de formação. Agora, penso que sim, realmente caiu a qualidade.
Agora, no caso do Nacional, tem sido recorrente a contratação em debandada na maioria das épocas e não me parece que não haja qualidade na sua formação. Ou, então, que não haja na Liga 3 bons valores. Simplesmente, há favores e dinheiro que tem de circular.
Há aqui a parte monetária que conta muito e isso é indiscutível. Os empresários, estes acionistas veem os clubes e os jogadores como uma fonte de rendimento e não como os adeptos olham para os clubes.
Como disse, um plantel não tem de ser composto maioritariamente por jovens da casa ou da formação, mas há casos que são por demais evidentes como integram qualquer plantel em Portugal.