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O despertar de um gigante ao som de Heavy Metal

Com a derrota em Roma por 4-2, mas beneficiando da vitória caseira (5-2) perante os romanos (agregado 7-6), o Liverpool FC atingiu a sua oitava final da prova de clubes mais prestigiada do mundo, a final da Liga dos Campeões. Presença esta que, no início da corrente época, seria utópica de imaginar. A verdade é que nos últimos anos, uma das caraterísticas intrínsecas desta equipa são as constantes oscilações de forma que apresenta em campo: numa semana “atropela” o oponente em campo, na semana seguinte torna o seu jogo um jogo sem ideias e previsível. E isto provocou uma enorme falta de esperança em conquistar troféus.

Por essa razão, esta presença na final faz com que seja ainda mais saborosa para os adeptos. E se há mérito que se tem que dar, é ao timoneiro da equipa de Liverpool, Jürgen Klopp. O técnico alemão propõe um estilo de jogo arrojado, muitas vezes mais condenável ao insucesso do que ao sucesso, mas a sua “sede” por um futebol atrativo, de um só sentido, provocou o caos em vários relvados de Inglaterra e Europa, encantando adeptos pelo mundo fora.

Quando Klopp chegou a Liverpool, o clube não vivia tempos fáceis. Os Reds haviam perdido, duas épocas antes, o campeonato em casa, num lance que perdurará na memória de todos, com uma escorregadela de Steven Gerrard. Para além dessa perda, dentro do clube perdiam-se outros elementos, pois não havia a capacidade de manter as suas principais estrelas nos quadros do plantel, tendo Luis Suárez e Raheem Sterling feito as malas para clubes com maiores ambições. Com todas estas “peripécias” ocorridas, Brendan Rodgers deixou Anfield Road e o clube precisava de um abanão. E esse veio diretamente da Alemanha, ao estilo heavy metal.

Jürgen Klopp com a sua ideia de jogo, prontamente incutiu-a no seio do clube. Por linhas gerais, futebol de transições, com pressão ofegante ao portador da bola e linhas subidas no terreno. Assim escrito, simples e, à primeira vista, eficaz. Mas os problemas defensivos dos Reds foram o calcanhar de Aquiles nas expectativas e objetivos propostos no início das temporadas (a mais notória, uma final europeia perdida para o Sevilla). Demasiados erros causaram diversos problemas e, por mais golos que a frente de ataque marcasse, o setor recuado comprometia demasiadas vezes. E com este cenário de demasiadas expectativas não cumpridas, chegou a presente temporada.

Para além da novela em torno de Philippe Coutinho, que acabaria por repetir os passos de Suárez e Sterling, saindo de Anfield para um clube com outros objetivos, veio com ela o inevitável Mohamed Salah (os adeptos mal imaginariam que este seria o instrumento final para que o heavy metal soasse perfeitamente). Juntando o egípcio ao senegalês Sadio Mané e ao brasileiro Roberto Firmino, Klopp criou a frente de ataque mais temível da época. Salah logo nas primeiras partidas oficiais pelo clube, demonstrou que os 42M pagos à Roma seriam bem compensados. Ao longo da época, a sua inteligência de movimentos conseguiu colocar em campo a verticalidade e objetividade que Klopp pretende dos seus jogadores demonstrando depois, em frente à baliza adversária, uma frieza enorme mostrando uma das melhores veias goleadoras da Europa; Sadio Mané, responsável pela outra ala da equipa, é dos 3 da frente o que tem tido a época menos fulgurosa, mas o seu poder de explosão aliado à excelente técnica, é juntamente com Salah, dos jogadores mais fascinantes do continente Africano; por fim o número 9, Firmino. O brasileiro está a realizar uma época brutal. Ele que não era avançado, apresenta uma veia goleadora incrível, que juntando à sua visão de jogo, passa pelos pés do brasileiro todo o processo ofensivo e o primeiro momento defensivo da equipa, saindo sempre em pressão ao portador da bola da equipa contrária. E os factos, não mentem. Dos 124 golos oficiais marcados pelos Reds esta temporada, 87 têm assinatura de um elemento do trio atacante.

Mas a equipa de Klopp não vive só dos 3 homens da frente. O pulmão da equipa (bem como de qualquer outra) reside no meio campo. À sua disposição, Klopp tem um leque de centro campistas capazes de reproduzir as ideias do técnico alemão em campo, tendo elementos com uma excelente capacidade física (tanto no processo defensivo com a sua pressão exercida, bem como no momento ofensivo, com presença na área adversária). Henderson, Emre Can, Milner, Oxlade-Chamberlain e Wijnaldum tornaram-se peças fulcrais no jogo dos Reds, vivendo mesmo, alguns, os seus melhores momentos de forma dos últimos tempos (Milner, Henderson e, previamente à lesão, Oxlade-Chamberlain). Recuando mais no terreno, apresenta-se o setor mais vulnerável do Liverpool. Neste setor, apareceu uma das revelações da temporada. A jogar no lado direito da defesa, Trent Alexander-Arnold evoluiu a olhos vistos e tornou-se um imprescindível de Klopp. E com a saída de Coutinho, veio a contratação do internacional holandês Virgil van Dijk (já tentado no verão). Com ele, chegou uma maior estabilidade e segurança defensiva (predominantemente nas bolas paradas) e a verdade é que com a chegada do holandês e a saída do brasileiro, o Liverpool viveu os seus melhores momentos da época, com exibições atrás de exibições de encher o olho, cativantes, energéticas, perante qualquer tipo de adversário, culminando estas exibições numa presença em Kiev.

Jürgen Klopp demorou, mas como qualquer projeto necessita de tempo, depois de 2 épocas e meia a liderar o conjunto de Liverpool, o germânico tem nas suas mãos aquilo que pretendia desde o seu primeiro dia em Anfield Road. O caminho não foi fácil, demasiadas foram as vezes em que as expectativas em torno da equipa estavam altas e esta não as conseguiu correspondeu.

Mas agora, já só falta uma partida. Partida esta que separa o reencontro da glória europeia com um gigante que está há demasiado tempo adormecido. Jürgen Klopp fez devolver a alegria a Anfield Road, que há 4 anos foi agressivamente retirada. E é com o técnico alemão que todos os adeptos do Liverpool pretendem ser felizes e querem sonhar. É com ele que os adeptos querem fazer ressuscitar a velha glória europeia. É com ele que os adeptos querem ser campeões europeus pela 6aª vez na sua história.

E no final de contas, quem diria que em terra de Beatles heavy metal iria soar tão bem.

Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar no VM aqui!): Tiago Sousa (TheGolden)

VM
Author: VM

32 Comentários

  • Tiago Silva
    Posted Maio 4, 2018 at 7:59 am

    Excelente texto e de facto este Liverpool é como o heavy metal: perigoso, acutilante, agressivo… é uma maravilha vê-los jogar!

  • Flavio Trindade
    Posted Maio 3, 2018 at 10:02 pm

    Excelente texto Tiago, com o qual não poderia estar mais de acordo.

    Ainda bem que há equipas como o Liverpool para provar que pode-se jogar bom futebol e obter resultados sem ser com o unanimismo do chamado futebol de posse.

    Existe este conceito pré concebido e com cada vez mais seguidores fundamentalistas, que bom futebol tem que ser futebol de posse.

    Nem todos podem ser Guardiolas, e há muitos discípulos seus que sem jogadores para tal acham que só o modelo e a filosofia são suficientes. Nada mais errado.

    O futebol vertigem e de transições de Klopp é delicioso, como já o era o do Real de Mourinho.

    O catennacio de italiano dos anos 80 era delicioso.
    O futebol arte do Brasil de Zico, Sócrates e Falcão era fantástico.

    O futebol imaturo, fantasista e fisico dos países africanos é um prazer de se ver.

    E podia ir por aí fora…

    Este Liverpool cuja tendência futura e com um mercado capaz será de crescimento ainda maior. (Vai ganhar fantasia e rotação com Naby Keita na próxima época)

    Venha de lá esse bom futebol!

  • MasterOfPuppets
    Posted Maio 3, 2018 at 7:56 pm

    Rumo ao destino do Liverpool. Um Clube a altura da historia do real e pronto para a luta.
    Heavy metal pq é musica que o Klop adora e não hip hop. Esta na faixa étaria correta e não um adolescente.
    Heavy por ser duro como a pedra e o Metal para ser forte.
    Todo ele transpira Heavy Metal
    Iron Maide, Metallica, Korn, Rage against the machine, sex pistols, the clash… o som dos 80 ao rubro numa equipa musical de rock and roll, não fosse a terra da primeira banda mundialmente conhecida.

  • TheHunter
    Posted Maio 3, 2018 at 6:15 pm

    Texto excelente, Klopp é realmente fantástico e se este Liverpool consegue a tão desejada estabilidade defensiva cuidado com eles. Decerto que na final da champs vão proporcionar um bom espectáculo.

  • Daniel Rosa
    Posted Maio 3, 2018 at 5:50 pm

    Obviamente a torcer pelo Liverpool. Gostava imenso que obtivessem um bom resultado (vencer e convencer) para mudar a mentalidade aos jogadores (que querem sair e que podem entrar) e ao próprio clube para o obrigar a investir. O 11 não é mau, com uns retoques pode ser de topo mas ainda assim a profundidade do plantel é uma tristeza. Quando as segundas escolhas são Danny Ings, Alberto Moreno, Klavan é de chorar.

  • miguelvc
    Posted Maio 3, 2018 at 4:35 pm

    Concordo com tudo, estão a fazer uma época fantástica, e espero que continuem com esta qualidade, que não sejam uns one season wonders. Mesmo sendo adepto do Arsenal gostava de ver os históricos ingleses a reerguerem-se para incomodarem o domínio espanhol.
    Único ponto que discordo neste artigo, e no que se tem falado na opinião geral é: Porquê heavy metal??? Hip-hop é um estilo musical muito melhor, e isso sim seria um elogio ao Klopp e a esta grande equipa.

    • bb
      Posted Maio 3, 2018 at 8:08 pm

      Do tempo em que ele comentou ” o Arsenal é uma orquestra, eu prefiro heavy metal” em 2013, antes de um embate Arsenal Dortmund.

    • goodwrench
      Posted Maio 3, 2018 at 6:10 pm

      Como disse o Turiacus, comparar com Heavy metal tem a ver com a velocidade e pressão do futebol do Liverpool, tal e qual o Metal. O hip-hop ser muito melhor é discutível, sem dúvida que actualmente é mais popular do que qualquer variação de Rock.

    • Consuela
      Posted Maio 3, 2018 at 5:07 pm

      Ver o Klopp a curtir um hip-hop era algo que pagaria para ver.

    • Turiacus
      Posted Maio 3, 2018 at 5:05 pm

      Isso do estilo musical já é relativo, eu cá prefiro o heavy metal mas o nome adequa-se ao futebol do Liverpool. A velocidade e a verticalidade do trio de ataque, a pressão asfixiante por parte dos médios em comparação com o peso do metal, dos riffs de guitarra, do pedal duplo da bateria, etc. Acho que é um bocado por aí que lhe chamam Heavy Metal ahah

  • AngeloGJ
    Posted Maio 3, 2018 at 4:04 pm

    O Liverpool ate esta a fazer uma grande temporada a nivel europeu, MAS ainda assim acho que nao encontraram as equipas mais fortes nas champions muito pelo contrario, gostaria de ve-los marcar tantos golos a uma defesa organizada como a da Juventus ou desmontar a organizacao de um Bayern, e em segundo para podermos elevar este Liverpool falta ainda vermos consistencia e isso so veremos na proxima epoca, o jogo com o Real Madrid dira muita coisa em relacao a este Liverpool, a Roma a meu ver é uma equipa “fraca” e caso tivessem sido mais inteligentes (pareceu faltar crenca muitas vezes no jogadores da Roma) poderiam perfeitamente ter eleminado o Liverpool, por isso é esperar para ver, o Dortmund de Klopp tambem varreu tudo e todos com goleadas e tal mas quando chegou a final com o Real Madrid tremeu ate as bases e nunca mais fez uma champions como aquela, portanto ha que ter calma e esperar para ver o que o Liverpool vai fazer a proxima epoca para dizermos se verdadeiramente é o despertar de um gigante adormecido, o Liverpool de Benitez era muito mais entusiasmante que este de Klopp por exemplo e ainda nao estou a ver este Liverpool a jogar ao mesmo nivel daquele.

    • gilmachado5
      Posted Maio 3, 2018 at 9:51 pm

      O Dortmund do Klopp foi a final com o Bayern. Se não me engano até acho que eliminou o Real Madrid nas meias nessa edição

  • SenyorPuyol
    Posted Maio 3, 2018 at 4:01 pm

    Excelente artigo, parabéns.

    Quanto ao Liverpool, é muito bom vê-los chegar longe, as equipas de Klopp apaixonam, têm identidade, agarram-se ao seu estilo, e aí está a beleza do jogo, pessoalmente acho que não vão ganhar esta final, têm do outro lado uma equipa já muito mais experiente nestas andanças e que tem sabido sofrer e aproveitar cada meia oportunidade, mas é motivador ver uma equipa como o Liverpool chegar tão longe, o futebol é que ganha!!

  • Eder26
    Posted Maio 3, 2018 at 4:01 pm

    O Zeljko Buvac sairá do Liverpool, deixando o Jurgen Klopp órfão de um adjunto. Foram 15 anos juntos. Mainz-B.Dortmund-Liverpool.

  • JoaoMiguel96
    Posted Maio 3, 2018 at 3:50 pm

    Belo artigo, TheGolden.

    Queria só deixar aqui uma opinião minha (do qual podes não concordar, obviamente) que é sobre a saída de Coutinho: foi fulcral para este final de época, especialmente na Champs, do Liverpool.

    Acho que a saída do brasileiro permitiu a Klopp equilibrar muito mais o meio campo dos reds. Agora joga com dois 8’s dominantes em toda a linha, tem muita mais capacidade defensiva e uma pressão ainda mais esmagadora. Coutinho tem uns pés deliciosos, sem dúvida que sim, mas nunca foi um jogador que sem bola cumprisse os requisitos deste futebol.

    O meio campo com Chamberlain, Milner, Wijnaldum, Henderson e Can não tem tanta magia, mas protege muito mais a equipa. Aquele duplo pivot com Chamberlain (jogador que adoro ver a 8) e Milner ou Wijnaldum com Henderson atrás tem tudo para mudar o paradigma dos Reds no ano que vem.

    Até os golos sofridos provam isso. 19 depois de sair Coutinho e cerca de 26 antes da saída de Coutinho. Pode não querer dizer nada, até porque a diferença não é por aí além, mas é engraçado.

    • Turiacus
      Posted Maio 3, 2018 at 5:48 pm

      Concordo plenamente!

    • TheGolden
      Posted Maio 3, 2018 at 4:12 pm

      Sim, os factos não mentem. E dá para ver claramente que após a saída do brasileiro, o meio campo tem uma ainda maior presença física que Klopp tanto pede.

      Mas o revés é não ter o “abre latas” para jogos mais fechados (como se viu por exemplo contra o WBA e Stoke), e aí ressente-se muito a ausência de Coutinho. Há Lallana, mas as lesões não o ajudam em nada.

      Concluindo, sim, concordo contigo. Tivesse o brasileiro ficado mais esta meia época, e talvez o Liverpool não tivesse chegado tão longe.

  • Fernando neves _36
    Posted Maio 3, 2018 at 3:45 pm

    Vamos Liverpool!
    Vão ganhar a final!

  • Kacal
    Posted Maio 3, 2018 at 3:28 pm

    Excelente post, Tiago Torre!

    É tudo verdade o que está no post, mas a realidade é que o Liverpool podia ter ficado pelo caminho. Tivesse a Roma sido mais eficaz e talvez a história fosse outra. A nível de transição ofensiva o Liverpool é uma equipa fantástica e entusiasmante, sem duvida. Agora também sofre muitos golos, demasiados. E depois os resultados são 8 ou 80 e é uma equipa muito inconstante, capaz do pior e do melhor. Basta ver que empatou agora dois jogos com candidatos à descida. Quem quer ser campeão terá que ser consistente nessa maratona e vencer os jogos pequenos é FUNDAMENTAL. Se o Liverpool não contratar um GR de topo e reforçar a defesa com 1 ou 2 jogadores de candidato ao titulo, além do Klopp focar-se um pouco mais na transição defensiva também. O Liverpool vai continuar a ser aquela equipa entusiasmante e bonita de ver, mas a ganhar BOLA. E isto é muito bonito para nós, amantes deste desporto. Mas para os adeptos do Liverpool pode ser frustrante por vezes e de certeza que também o é para os jogadores. Por isso, concordo com o post e há muito mérito em Klopp e seus pupilos por chegar à final, estão de Parabéns já mas é preciso vence-la e sobretudo é preciso certas mudanças cá para trás na próxima época e na mentalidade e atitude com que atacam certos jogos. Mas sem duvida que ver o trio Salah-Mané-Firmino com jogadores como Chamberlain e Wijnaldum nesta transição ofensiva do Klopp é qualquer coisa de delicioso e este sim, com todo o respeito pelo Guardiola que o merece, é o meu futebol preferido, mas são gostos. E o Klopp potenciou jogadores ofensivos e nesse requisito é dos melhores.

    • TheGolden
      Posted Maio 3, 2018 at 4:19 pm

      Nota-se claramente uma falta de estaleca nesta equipa, nos momentos mais apertados, a equipa cede. É por isso que esta conquista seja fundamental para o futuro desta equipa. Porque se não, tal como tu dizes, foi a equipa que jogou muito e ganhou zero.

      Com a aquisição de Keita, no próximo mercado o Liverpool “só” tem que atacar jogadores do setor defensivo. Prioritário será certamente um GR (Leno continuará a ser sempre a minha aposta), um DE (Hector do Colónia tornou-se difícil, tentaria Ghoulam do Nápoles), um DC para acompanhar Van Dijk ou Matip (por exemplo, Stefan de Vrij da Lazio) e não tão prioritário, mas certamente seria bem vindo um MdF (gostava de ver N’Zonzi). E creio que com a conquista da Champions, seja mais fácil atrair jogadores para Anfield.

      • Turiacus
        Posted Maio 3, 2018 at 5:51 pm

        Não será também necessário um ou dois jogadores de ataque para servirem como alternativa e rotação ao trio da frente? Verificou-se, por exemplo, na 1ª mão contra a Roma que o Klopp queria fazer alguma gestão (ainda estava em 5-0 creio) e tirou o Salha para meter o Ings… Pode sempre usar o Chamberlain mas já vimos que ele rende bem mais como médio interior ou usar a polivalência do Lallana mas é um jogador que está demasiadas vezes lesionado. Existe também o Solanke mas também me parece algo curto para o nível de exigência do Liverpool.

        • Kacal
          Posted Maio 3, 2018 at 7:35 pm

          Talvez entre um extremo e regresse o Origi também. Mahrez seria sempre um excelente reforço, é o óbvio para qualquer “grande” de Inglaterra.

          • Turiacus
            Posted Maio 3, 2018 at 7:56 pm

            O Origi tem jogado no Wolfsburgo? Por acaso não me lembrava dele, mas seria uma boa alternativa caso realmente tenha evoluído e tido muitos minutos. Acho que ao Woodburn fazia bem um empréstimo, quiçá acompanhe o Gerrard para o Rangers, era bem jogado.
            O Mahrez de facto seria um belo reforço e já não deve ser tão caro como seria há 2 anos atrás.

            • Kacal
              Posted Maio 4, 2018 at 1:02 pm

              Não vi jogos do Wolfsburgo e portanto não acompanhei o Origi, mas sei que fez cerca de 22 jogos completos na época e marcou 5 golos e fez 2 assistências no campeonato. Não é brilhante, mas também não é mau e é um jogador jovem e com potencial. Chegou a dar boas indicações com o Klopp no Liverpool quando teve oportunidades, talvez possa ter nova oportunidade num Liverpool mais estável e começar a render. Seria uma alternativa barata por já ser do clube e válida, a meu ver.

              Quanto ao Wooburn, seria perfeito para todas as partes ir emprestado para o Rangers e acredito que se concretize, dada a história entre Gerrard e o Liverpool. Sai ele e entra o Origi que já rodou, parece-me bem.

              Sobre o Mahrez, deve estar mais barato um pouco e de facto seria um belo reforço, mas seria para qualquer um dos “grandes” de Inglaterra, está na hora dele rumar a um clube com outros intervenientes, outras ambições e outro futebol!

              • Turiacus
                Posted Maio 5, 2018 at 12:27 pm

                De facto não é propriamente brilhante, estava à espera de mais jogos e de mais golos mas lá está, é uma aposta barata e nas mãos do Klopp aumenta sempre a probabilidade de melhorar e render mais. Gostava também de ver um bom central para o lugar do Lovren, será o Manolas possível? De resto, talvez mais um médio defensivo e com 4/5 reforços cirúrgicos que seria possível lutar a sério pelo título.

        • TheGolden
          Posted Maio 3, 2018 at 6:33 pm

          Ainda há Woodburn, mas está muito verde.

          Um extremo também era bem vindo fala-se de Mahrez.

      • Kacal
        Posted Maio 3, 2018 at 4:44 pm

        Sem duvida, caso conquistem a Champions pode ser o passo crucial que precisam para voltar ao topo do futebol inglês. Com a conquista a mentalidade surge renovada e ganha uma nova força, depois será mais fácil atrair jogadores de top como disseste e isso tudo conjugado poderá voltar a trazer o Liverpool ao topo. Eu torço pela vitória do Real por causa do CR7 e acho que é o que irá acontecer, mas caso vença o Liverpool também ficarei contente.

        Sobre os reforços, concordo totalmente com as posições a reforçar e os nomes que falaste. Embora um GR como o Oblak fosse a “cereja no topo do bolo”, mas é um reforço difícil. De resto, subscrevo!

        PS: Já agora eu disse Tiago Torre porquê era o que aparecia no post quando li e comentei, mas não sabia que eras tu, TheGolden. Logo vi que só podia ser de um verdadeiro adepto do Liverpool!

        • TheGolden
          Posted Maio 3, 2018 at 6:34 pm

          Podes usar o que tu quiseres, sem problema!

          Oblak seria certamente um sonho, mas acho-o impossível neste momento para ser honesto.

          • Kacal
            Posted Maio 3, 2018 at 7:34 pm

            Ok, ainda bem!

            Sim, também acho muito complicado mas a Premier League é sempre aliciante, dinheiro o Liverpool tem e caso conquiste a Champions poderá não ser impossível.

  • J Silver
    Posted Maio 3, 2018 at 3:24 pm

    O infame “Gerrard slip”… Por um lado gostava de ver o Madrid ganhar pelo Ronaldo. Mas por outro acho que este clube e este treinador merecem. Estou dividido mas tenho a certeza de que será um jogo electrizante.

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