A União Europeia não deixa, mas há sempre maneiras de contornar o sistema, e estas duas regras: obrigar os clubes a utilizar jogadores vindos das camadas jovens, e seguir o exemplo da Premier League na questão dos vistos; podiam ser perfeitamente implementadas em Portugal.
O fracasso de algumas selecções no Mundial 2014 tem proporcionado muitos debates – menos em Portugal, apesar de o VM já alertar para esta situação desde o início deste projecto. A maior parte das equipas mudou de seleccionador, mas parece evidente que apenas uma alteração nas equipas técnicas, apesar de ajudar, não resolve totalmente o problema. As Federações estão a começar a perceber que só obrigando os clubes a utilizar jogadores nacionais podem continuar a ter selecções fortes e competitivas. Neste sentido, a Rússia quer condicionar de maneira radical as pretensões dos seus clubes, impondo uma regra que só autoriza a inscrição de 6 estrangeiros. E em Itália também vão ser implementadas medidas para aumentar a qualidade da selecção, no entanto, condicionadas às regras da União Europeia. «O requisito de ter pelo menos quatro jogadores italianos dentro de campo é difícil de implementar. Os 28 países da União Europeia aplicam a livre circulação de trabalhadores, mas poderemos obrigar os clubes a utilizar jogadores vindos das camadas jovens, de forma a encorajar a utilização de italianos. Quanto a jogadores vindos de fora da Europa, iremos analisar a questão dos vistos, tal como se faz em Inglaterra. Iremos pedir a intervenção do Governo e pedir um instrumento legal para assegurar que eles tenham de cumprir um certo critério para poderem jogar em Itália», afirmou Tavecchio, presidente da Federação Italiana de Futebol



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Pyros
1) No actual enquadramento legal supranacional (UE) não é possível os clubes/federações efectuarem discriminação entre cidadãos comunitários (base na nacionalidade). Mas nada impede de obrigar que um certo número de jogadores tenha de ser formado no clube ou no país. É igualmente possível discriminar entre comunitários e extra comunitários.
2) Dentro do que é possível, pode-se optar por manter tudo na mesma (sem limites), forçar a obrigação de jogadores formados (clube/país) e/ou limitar extra-comunitários.
3) Opção de tudo na mesma: temos noção que Portugal não está a aproveitar os potenciais bons jogadores que surgem. A maioria dos jogadores da primeira liga não são portugueses. Dois dos principais clubes nacionais jogam com um a dois nacionais e a aposta na formação tem sido um mau modelo competitivo. Mas temos tido algum sucesso a nível dos clubes na Europa. Porquê mudar? Já que o sucesso na Europa e o medo de "estragar" o status quo poderá levar a que a liga nacional desça a pique?
Na minha opinião deveremos mudar, nem que seja pela insustentabilidade do modelo em causa: O modelo actual arrancou "definitivamente" com a chegada de Jorge Jesus ao Benfica e avultados investimentos em "pazadas" de jogadores estrangeiros, alguns destes de muito boa qualidade (e preços bem mais elevados que o habitual). E que geraram enormes receitas de venda. O FCP e o SLB souberam aproveitar este modelo, com planteis de grande qualidade e competitividade europeia. A "aventura" do SCP no modelo foi mal realizada (amadora?) e ia acabando com o clube.
Até aqui "tudo bem" – não fosse o simples facto de os clubes (todos) estarem cada vez mais falidos. Este modelo alicerçado em falta de transparência e negócios muitas vezes obscuros – malgrado as supostas obrigações de informação de sociedades cotadas – beneficia essencialmente agentes, fundos e entidades intermediárias. E dirigentes "comissionistas". É muito mais rentável para estas partes comprar e vender do que desenvolver.
Os principais clubes nacionais dependem da realização de mais valias para equilibrarem as contas. E apesar das vendas recorde, mesmo assim, estão financeiramente cada vez pior. E correm imensos riscos.
Outra questão associada é que os agentes (que deixaram de ser representantes dos jogadores e passaram a investidores e "accionistas"), através da sua influência nos clubes (colocação de jogadores e, suspeita-se, importantes comissões em negócios menos claros pagos a dirigentes), fazem chegar a sua influência à própria selecção ("Selecção Mendes").
Isto nada tem a ver com desporto e, na minha opinião, é uma violação das regras da FIFA (e da famosa "verdade desportiva"). E não é sustentável, sendo os clubes os principais prejudicados a prazo. Os adeptos, desde que haja "sucesso", não querem saber, mesmo que o clube alegremente trilhe caminhos perigosos.
Estando no ponto em que estamos, é natural que em breve os clubes nacionais tenham que arrepiar caminho. Ou seja – a nossa competitividade na Europa foi passageira, pois baseou-se num endividamento crescente e em negócios extraordinários, que podem não se repetir, nomeadamente porque o clima lá fora (Fair play financeiro, mínimos de formados locais,…) vai apertar.
RiefSilva
Já por mais que uma vez referi a minha opinião, e mais uma vez reafirmo, sou a favor da implantação de leis que visem melhorar a seleção nacional, mas nunca na obrigatoriedade em usar uma quota de jogadores no onze titular, seja qual for o critério, pois na minha opinião, iria retirar competitividade ao plantel.
Na minha opinião, as medias passariam por limitar o numero de inscritos, limitar o numero de atletas profissionais ligados contratualmente, e impor a obrigação de inscrição de formados no clube e localmente.
Estas medidas teriam de ser implementadas gradualmente, por exemplo, na próxima época, os clubes teriam de inscrever obrigatoriamente 1 jogador formado no clube, e 2 formados em portugal, na época seguinte estes valores seriam dobrados, até que chegassem a valores entre os 5/10- 6/12 (Formados no clube/ formados localmente)
Teriam se ser impostas medidas mais rigorosas às equipas B, onde grande percentagem teria de ser formado no próprio clube, e a grande maioria teria de ser formada em Portugal.
Na 2ª liga estas medidas teriam de ser ampliadas, e no CNS os planteis teriam de ser constituídos quase exclusivamente formados por jogadores formados localmente.
Estas medidas seriam sustentáveis, e não discriminatórias.
Se os principais clubes portugueses, conseguissem por época que um novo jogador saído da sua formação /equipa B fosse aposta continua na equipa principal, só por si, a curto prazo iria criar várias soluções para a selecção portuguesa.
João Correia
Estou totalmente de acordo…
Sancho
Não sei até que ponto é que não se pode contornar legalmente esta situação… parece-me uma zona cinzenta.
Ao obrigar a utilização de 4 jogadores nacionais, não se está a proibir a livre circulação de jogadores na UE. As equipas podem continuar a contratar estrangeiros, a pagar-lhes salários etc. A questão é que indirectamente há menos estrangeiros a ter probabilidade de jogar, mas é tudo subjectivo.
MosqueteiroSLB
quando num texto, se fala de melhorar a seleçao e se menciona a russia e a inglaterra, logo a partida o resto esta condenado.
russia ma seleçao, equipas fracas, que, se nao fosse os estrangeiros, nem na fase de grupos na champions conseguia ir a europa.
inglaterra, otimas equipas, pessima seleçao. e tambem nao tem poucos estrangeiros…
se adoptarem estas medidas so vao estar a desculpabilizar o paulo bento. ele nao precisa de mais desculpas, precisa de ir para a rua.
para que jogar com portugueses, quando o melhor dos portugueses em portugal nao e convocado para o mundial, e nem num particular joga? acho que todos sabem de quem falo
CRF
acho que se devia impor uma medida deste género em toda a união europeia! 4 jogadores nacionais a titulares por clube nas respetivas ligas, seria benéfico para todos os países e manteria a livre circulação de jogadores. Além do mais é ridiculo falar em livre circulação de jogadores face às disparidades económicas dos diferentes países, um jogador de topo inglês ou alemão nunca jogará em Portugal, já tudo o que seja um jogador de topo português, polaco, checo chegará num ápice a esses países devido ao poderio económico dos mesmos..
Alexandre Costa
Esta questão é cada vez mais pertinente e não há como fugir, não se pode obrigar os clubes a jogar só com portugueses, não, não se pode. Agora pode-se é proteger os nossos jogadores. A lei que estipula um limite máximo de extra-comunitários como acontece em Espanha (3 senão me engano) por exemplo é perfeitamente aplicável e não vai contra nenhuma lei portuguesa ou nenhuma lei europeia, mas nem digo que precisa necessariamente de ser 3 esse número, pode ser 5 por exemplo.
Tendo em conta a aposta que os clubes portugueses fazem no mercado sul-americano acima de qualquer outro, se esta lei fosse imposta, isto poderia por si só significar que o espaço do jogador português se poderia abrir pois contratar dentro do mercado europeu tem custos muito mais elevados e tendo em conta o poderio económico do nosso país, não há dinheiro para gastar quantias elevadas em jogadores (apesar de se ter verificado precisamente o contrário neste mesmo mercado de Verão).
No mercado europeu ao invés do sul-americano (que se diga está cada vez mais sobrevalorizado) não é fácil contratar barato e vender caro, pelo menos não contratar barato e com o mínimo de qualidade, se bem que o que se verifica na nossa Primeira Liga em alguns casos são sul-americanos baratos e com qualidade ao nível de Segunda Liga ou pior. Jogadores como Jackson's, Gaitan's, Brahimi's, Salvio's que vêm acrescentar qualidade inegável a nossa Liga tudo bem, penso eu que serão sempre bem-vindos por qualquer adepto de qualquer clube.
Agora aqueles sem a mínima qualidade que apenas vêm ocupar o espaço que pode ser de afirmação dos jogadores portugueses, já chega, é demais. Outra questão é o porque de não se dar a oportunidade primeiro ao jogador português de provar o seu valor antes de ir buscar um jogador estrangeiro quando esse jogador que vem de fora até tem a mesma idade?
Para acabar o meu raciocínio penso que sobretudo há que deixar de se fazer contratações sem sentido e achar que tudo o que vem de fora vem acrescentar qualidade e é melhor dos que os nossos jogadores. Jogadores de qualidade inegável claro que sim porque ajudam até a dar maior visibilidade a nossa Liga mas para 2 linhas e para reservas será que nem ai há lugar para os nossos jogadores? Já para não falar nas equipas de juniores e equipas B, nas quais é lamentável haver tantos estrangeiros.
Isto tem que mudar, a grande responsabilidade disto e quem tem a obrigação de fazer alguma coisa é a FPF e a Liga de Clubes mas na minha opinião e apesar de os clubes não estarem a fazer nada de mal, também deveria haver bom senso por parte de todos os clubes, sejam eles da Primeira Liga, Segunda Liga ou Campeonato Nacional de Seniores. Tem que haver renovação e reformulação e não é só no departamento médico, o que fizeram no departamento médico, tem que se fazer nos departamentos todos e a todos os níveis do futebol português.
Pedro
Na minha opinião este tipo de limitações não fazem sentido nenhum, ainda para mais num país pequeno como o nosso e que tem um número imenso de emigrantes.
Os clubes são empresas e como tal tem todo o direito de procurar a mão de obra, que consideram mais adequada.
Acho completamente ridículo este nacionalismo "bacoco", o jogador português tem todas as condições de se impor, ainda para mais com a criação das equipa B, que permitem a transição para o futebol senior.
Esta medida só iria enfraquecer o futebol português, na medida em que os melhores jogadores portugueses continuariam a ir para o estrangeiro. Com estas limitações os clubes tinham acesso a menos qualidade, logo seriam menos competitivos e teriam menos receitas, logo a possibilidade de pagar bons salários seria cada vez menor.
Isto traria um efeito "bola de neve" em que os poucos jogadores de qualidade sairiam cada vez mais cedo, e seria premiada a "mediocridade".
Mateus
O argumento do Kafka é um argumento inútil, pois essas protecções só se aplicam na União Europeia e espaço Schengen.
Verificando os plantéis dos 3 grandes:
Porto: 28
Europeus (UE + Espaço Schengen): 12 (42,9%)
Extra-Comunitários: 7 (25%)
De Países com Língua Portuguesa: 9 (32,1%)
Benfica: 28
Europeus (UE + Espaço Schengen): 12 (42,9%) ( A Suiça faz parte do Espaço Schengen)
Extra-Comunitários: 8 (28,6%) (A Sérvia conta como extra-comunitária)
De Países com língua Portuguesa: 8 (28,6%)
Sporting: 28
Europeus (UE + Espaço Schengen): 17 (60,7%) (a Bulgária ainda não faz parte do espaço Schengen, mas faz parte da UE)
Extra-Comunitários: 7 (25%)
De Países com língua Portuguesa: 4 (14,3%)
Conclusões: se os países da CPLP também estivessem sujeitos a regras como se pretender implementar para os extra-comunitários a maior parte dos plantéis provavelmente não cumpririam estas regras, pois esta soma é superior a 50% destes mesmos, um quarto ou mais dos plantéis são formados por extra-comunitários.
Como tal uma medida que limitasse os estrangeiros não europeus (que são a maior parte nestes plantéis) podia ser implementada e faria com que houvesse mudanças concretas na actual formação dos plantéis.
Utilizem os planteis descritos no ZeroZero.
Mateus
Diogo
Mateus
Penso que foi isso que o Kafka disse só se pode proibir os extra-comunitarios, os que fazem parte da UE( espanhois, frances, italianos, holandeses, etc) não.
Não podes proibir um clube apostar em 11 holandeses, mas podes proibir um clube apostar em 11 chineses ou brasileiros.
João Gonçalves
Esta regra poderia funcionar, mas considerando o scouting agressivo feito nas camadas infantis e juvenis (onde ainda não existem contratos profissionais) pelos clubes com melhores formações, acabaria por ser algo injusto de qualquer forma para os clubes pequenos! Se o Olhanense tiver um miúdo jeitoso de 14/15 anos e vier um FCP/SLB/SCP ou até um Braga ou Vitória acenar provavelmente ficam sem ele! Temos 10 M de pessoas, por isso a matéria prima é pouca de qualquer forma!
Talvez estejamos a entrar num vazio no que toca a seleção novamente mas penso que isso é relativamente normal! Até 2000 irmos às competições já era um feito! Aliás o único país que não tem pelo menos 4 vezes a nossa população e se mantém consistentemente entre as melhores do mundo é a Holanda e mesmo eles falharam o mundial em 2002 e têm por vezes prestações menos conseguidas (euro 2012 por exemplo)..
Diogo Palma
Na minha opinião a FPF e a Liga de Clubes deviam criar umas regras para proteger os jogadores portugueses como:
-Estipular um limite de jogadores extra-comunitários em cada plantel (por exemplo 5 jogadores no máximo);
-Cada equipa ter um máximo por exemplo 3 jogadores extra-comunitários a jogar em simultâneo;
-Definir um limite de aquisições por parte de cada clube em cada período de transferências (por exemplo 10 contratações no máximo);
-Inclusão obrigatória de jogadores portugueses em cada convocatória (por exemplo 5 jogadores);
-Obrigatoriedade de estar sempre em campo pelo menos 3 jogadores portugueses em cada equipa;
-Deviria ser também obrigatório a inclusão de pelo menos um jogador da formação em cada convocatória;
São algumas ideias, não sei se são todas exequíveis mas caso fossem iriam obrigar os clubes a apostar mais no jogador nacional e nas camadas jovens.
TF
Acho uma piada enorme, quando dizem que o Sporting aposta na formação por necessidade e não como um dos melhores formadores mundiais!!
Só quem não quer ver as coisas… Todos os anos desde que eu me lembro de ver o Sporting aparecem 1/2 jogadores vindos da formação na equipa principal independentemente do orçcamento. Agora como é obvio não aparecem Ronaldos todos os dias.
Flávio Trindade
É uma evidência indesmentível, que exceptuando os países onde é já tradição apostar na prata da casa, por motivos culturais e identitários (Holanda, França ou Espanha por exemplo), nos restantes países se caminhará para legislar em favor da protecção ao jogador nacional.
Portugal para variar, continua e continuará atrasado nesta matéria, e nem mesmo a urgência mais que evidente de proceder a uma renovação na Selecção, despertou ainda os espíritos dos responsáveis federativos.
Estes por sua vez, como qualquer Pilatos, lavarão as mãos trocando Paulo Bento por outro qualquer para fazer a vontade à opinião pública, continuando a ignorar o essencial.
Seja com Paulo Bento ou até José Mourinho, não existem neste momento mais que uma dúzia de jogadores com capacidade de jogar na Selecção com minutos nas pernas em campeonatos competitivos, e todas estas fornadas de jovens talentosos oriundos da formação terão a breve prazo o seu espaço limitado às equipas B.
A Itália já o percebeu, a Inglaterra também (e não é por falta de capacidade financeira que o irão fazer) e qualquer país com o mínimo de influência poderá deitar por terra a deliberação da UE sobre o livre trânsito de trabalhadores que se aplica fortemente após o acordão Bosman, mas que não é de aplicação universal.
scp_fan
Simples:
2015/2016 – Por cada ficha de jogo, 2 jogadores formados no clube e 4 jogadores formados no país.
2016/2017 – Por cada ficha de jogo, 3 jogadores formados no clube e 5 jogadores formados no país.
2017/2018 – Por cada ficha de jogo, 4 jogadores formados no clube e 6 jogadores formados no país.
Formados no clube » 3 anos inscrito no clube (até aos 21 anos)
Formados no país » 3 anos inscrito num clube do país (até aos 21 anos).
Não vamos contra nenhuma regra, só aplicamos as regras de inscrição da UEFA Champions League nas nossas fichas de jogo. Promovemos a troca interna de jogadores (os formados no país manter-se-ão por cá) e passará a ser comum, vários clubes trocarem jogadores entre si.
Só nos 3 grandes, teremos uma base de 18 jogadores formados em Portugal (mesmo que não sejam Portugueses, terão dupla nacionalidade ou estarão perto disso) a serem regularmente convocados.
SL!
Zé Carlos Beterraba
Bom comentário… Dos primeiros que aqui vejo com real conteúdo e bem fundamentado. Concordo a 100% apesar da minha preferencia clubista ser outra (por norma não tão dada a formações)
Anónimo
Eu penso que o melhor era mesmo um sistema como a UEFA usa nas competições europeias, um limite de inscrições por equipa e nesse número uma percentagem tinha que ser formada localmente. Não faz tanto sentido obrigar que 3 ou 4 do 11 inicial seja português
Pedro
Anónimo
Se em Portugal os clubes fossem obrigados a jogar com 4 jogadores da formação, o Benfica e o Porto andavam sempre na corda bamba… para descer!
Luis Lopes
Anónimo
Isto nunca será aprovado em Portugal…
mas se fosse, a regra teria que passar por algo deste género:
– Limitar a inscrição de jogadores com idades superiores a 21 anos na liga para 20 no máximo,
sendo que os jogadores formados localmente com idades inferiores (por questões relacionadas com equipas B) não deveriam ser contabilizados…
creio que nada disto infringe regras comunitárias, pois já é aplicado nas provas da UEFA (liga dos campeões)
Outro dado que é importante referir, é que mais de 60% dos estrangeiros em Portugal são jogadores não-comunitários, as regras da União Europeia são em relação a Europeus, não são em relação a Sul-Americanos ou Chineses, portanto era necessário criar uma regra de no máximo se inscrever 3 extra-comunitários numa lista de 20, tal como acontece em Espanha… (os Portistas e Benfiquistas nunca iriam aprovar esta ideia)
Na minha opinião só com estas medidas, abria-se uma excelente oportunidade para os clubes ficarem mais equilibrados, apostarem na formação e também contratarem "melhor", isto é… contratarem menos pela quantidade, e mais pela qualidade, uma vez que só poderiam ter X de jogadores não comunitários, estes teriam um grau de qualidade mais elevado…
Brutos
Anónimo
Não irá ser implementado porque os clubes (a maioria) não querem… simples
quanto tens presidentes de clubes que são corruptos, quanto tens políticos que são corruptos
e quando o futebol é utilizado como uma maquina de fazer dinheiro para os bolsos de alguns (menos para quem interessa… clubes) então é lógico que estas perante uma MAFIA que está pouco preocupada com o sucesso ou prosperidade da modalidade e apenas preocupada em preservar o seu monopólio
isto é o futebol Português… um monopólio do qual alguns gozam de poder a mais , essas mesmas pessoas farão tudo, absolutamente tudo para preservar o seu monopólio, e se o seu monopólio se baseia em importar estrangeiros, vender e comprar jogadores, controlar arbitragens e a competição em geral… é óbvio que tudo o que sejam regras que limitem este poder, vão ser rejeitadas…
Não é por acaso que ninguém quis aceitar as propostas que o Sporting sugeriu… ninguém está interessado em melhorar o futebol Português, tens um presidente da federação que não é mais do que um fantoche de uma facção que é liderada por alguns presidentes de clubes, por uma grande empresa que controla os investimentos nos clubes e por um empresário que é uma espécie de Midas cá do burgo que até já consegue meter o seu "entulho" na selecção brasileira…
como é que tu queres alterar isto? pelo caminho da seriedade? não estás a lidar com pessoas sérias, nem estas pessoas estão preocupadas com os problemas que te afectam…
só resolves o problema quando os conseguires afastar… que é o mesmo que dizer (quando falecerem ou falirem)
Brutos
João Dias
Porque é que em Portugal nunca haverá estas leis?
Que eu saiba Portugal e Itália são os dois da UE e como tal regem-se pelas mesmas leis de acervo comunitário.
Só a FPF pode por cobro a esta pouca vergonha…
João Dias
Porque é que nunca haverá estas leis em Portugal?
Que eu saiba Portugal e Itália são as duas da UE como tal têm as mesmas leis de acervo comunitário.
Só a FPF pode por cobro a esta pouca vergonha…
João Dias
Regra n 1ª – criar um máximo de 5 jogaodres extra- comunitários no plantel. A Inglaterra e a Espanha já faz isto e são da UE. Ninguem impede a FPF de fazer o mesmo. Só não fazem se não quiserem.
Regra nº 2 – impor aos clubes um mínimo de 7 jogadadores canteranos que constam em cada convocatória para jogos oficiais e de pré-época.
Regra nº 3 – desses jogadores canteranos 4 têm de ser titulares.
Não é exigir muito . Proponho regras justas e que não violam seja o que for.
A FPF só não as implementa se não quiser.
Fariam muito pela seleção se as implementassem. E mesmo para os próprios clubes também porque poupavam dinheiro e não entravam nos habituais devaneios irracionais.
Rúben Cardoso
Em Inglaterra existem é maiores restrições à entrada de jogadores extra-comunitários, por causa das licenças laborais.
Anónimo
1- Limitar um máximo de 5 jogadores extra-comunitários? A Inglaterra não tem nada disso e na Espanha são 3. O Porto contratava mais espanhóis, o Benfica mais sérvios, os brasileiros e argentinos eram prejudicados, os portugueses mantinham-se na mesma falta de aposta, mas os clubes tinham uma redução de qualidade.
2- Impossível, mentaliza-te que só podes exigir ''canteranos'' no plantel, não na convocatória.
3 – Mais do mesmo…
Luis Freitas
Pedro Santos
O caminho será limitar a entrada de jogadores extra-comunitários, sim porque a maioria de estrangeiros em Portugal são Brasileiros ou Argentinos. Essa é a única forma de o jogador Português ser um pouco mais valorizado.
A limitação de jogadores extra-comunitários com a obrigação de jogar com um numero mínimo de jogadores formados localmente podia sem duvida contribuir para a valorização do jogador português.
Paulo Miguel
É a Inglaterra que por ter estas leis, que quando vai a uma fase final de um Europeu ou Mundial, faz exibições de encher o olho e sempre ou quase sempre vão à final? Isto da formação é um assunto mais que debatido e se houver QUALIDADE GRITANTE sou a favor de dar oportunidade aos miudos, como tem acontecido com R.Neves, agora jogar com jogadores da formação só porque sim, tenham lá calma..
Os clubes holandeses como Ajax, PSV e Feyenoord lançam jogadores titularissimos em qualquer grande português, mas o que fazem eles nas competições Europeias? 0 BOLA.
João Dias
Se a Itália já começa a fazer isto, então só se a FPF for composta por atrasados é que não segue o mesmo caminho.
Aquele argumento do Kafka I de que não se pode implementar regras de limitação de estrangeiros cai por terra porque a Itália é da UE…
Não há outro caminho. Era evidente que a Itália era uma seleção em declínio. O que faz a Federação deles? O que qualquer uma fazia no lugar deles.
Porque é que a nossa é diferente? Porque é que não se implementa seja o que for???? Porque Portugal é da UE?? E a Itália é de onde??? Da MERCOSUL?? DA ASIENS?
É esta a dúvida que me assola.
Toca a criar regras de limitação de estrangeiros nas equipas em Portugal com efeitos imediatos e vitalícios.
A seleção voltará a ser aquilo a que nos habituou nos útimos 20 anos. A ser de TOP.
Kafka I
João Dias,
És mentiroso, isso é ponto acente, mas gostava que me mostrasses um comentário meu onde eu digo que não há forma de contornar a lei com jogadores da formação
este foi o post onde se abordou o assunto, e como mentiroso que és diz-me onde está um comentário a dizer isso?
https://visaodemercado.blogspot.pt/2014/09/russia-so-quer-planteis-com-6.html
Kafka I
João Dias,
És mentiroso, porque se lesses tudo o que eu disse aqui no Blogue, eu já disse que é possível contornar a lei, inclusive neste mesmo post idigo isso, e digo que a única forma de contornar a lei é de facto obrigar a jogar com jogadores da formação, mas lá está, jogadores da formação em momento algum obriga a que sejam portugueses, como eu disse no meu comentário em cima (que tu não leste ou se leste estás a ser mentiroso)
Estas a ser mentiroso e isso é lamentável da tua parte, mas tu lá sabes…o parvo aqui sou mesmo eu em te estar a dar conversa
Luís bcn
Joao dias,
O Kelvin conta como formado em Portugal…e é brasileiro. Jogar com a formaçao nao significa jogar com jogadores nacionais…
João Dias
Li o artigo todo, sim senhora.
O Kafka I diz que não se pode criar restrições seja do que for a não ser de extra-comunitários.
Prova-se que tal não é verdade pois ninguem nos impede de criar leis que obrigam os clubes a jogar com x jogaodores da formação.
É crucial que a FPF faça alguma coisa para bem da equipa de todos nós: a nossa seleção nacional!
Anónimo
Boas,
Sem querer fazer juizos de valor, ate porque ideologicamente concordo em grande parte com o protecionismo aos jogador portugues .. tens de melhorar um bocadinho a tua leitura activa ..
qual é a parte de "implementar medidas para aumentar a qualidade da seleccao, no entanto, condicionadas as regras da uniao europeia" que nao percebes?
É obvio que as medidas nao vao ser aplicadas a jogadores comunitarios ..
Carlos.
Yeah!
Nao tens razao ao contestar o kafka e se achas que isso e o que iria acontecer, pensa melhor.
Iamos perder na seleçao e nos clubes. Que sao os que se esforçam para fazer um trabalho competente e evoluir.
A federaçao que aposte mais e melhor nas camadas jovens.
Luís bcn
Os italianos nao vao conseguir implementar nada disto…alem disso a unica coisa que podiam fazer era obrigar a usarem jogadores da formaçao mas mesmo aí não seria obrigatório serem italianos…
Noticia para acalmar adeptos…irrealista
Se querem jogadores portugueses entao falem com os presidentes dos vossos clubes (FCP e SLB à cabeça). O Athletic só joga com jogadores bascos por limitaçao propria, o que nao é ilegal. Se o Athletic quiser por um portugues no proximo jogo pode pôr mas nao o vai fazer…isso já se pode fazer mas depende sempre das diretrizes dos clubes.
Ou seja,
A unica soluçao é os clubes terem iniciativas proprias de colocar mais jogadores da das suas formaçoes (senda na pratica a maioria de nacionalidade portuguesa)..mas ninguem os pode obrigar
Anónimo
Oh Joao Dias mas voce leu o que o Presidente da Federação Italiana disse? Ele disse que obrigar a ter jogadores italianos era dificil por causa da UE. Que o que podem fazer é obrigar a ter jogadores formados localmente que podem obviamente ser de qualquer nacionalidade.
Luis
Kafka I
João Dias,
Outra coisa, onde é que está escrito que a Federação Itália já implementou essas mesmas medidas?
Mas eu nem sei porque te estou a dar conversa, tu comentas sem sequer leres as noticias e sem sequer saberes as leis do País onde vives, o parvo sou eu, eu sei…
Yeah!
Nao tens razao ao contestar o kafka e se achas que isso e o que iria acontecer, pensa melhor.
Iamos perder na seleçao e nos clubes. Que sao os que se esforçam para fazer um trabalho competente e evoluir.
A federaçao que aposte mais e melhor nas camadas jovens.
Kafka I
João Dias,
Mas tu ao menos lês-te a noticia toda? Lê como deve ser antes de falares…diz-me lá em que parte da entrevista do presidente da federação itália ele diz que se vai implementar a obrigação de jogadores italianos?
Se lesses o comentário todo do Tavecchio, vias que ele me dá razão, porque ele diz objectivamente "que não é possível obrigar os clubes a jogar com jogadores italianos"
Mas tu preferes não ler e falares sem saber
Yeah!
La esta…parece.me tambem, como os comentarios mostram, que tal nao vai ser a melhor soluçao.
Se por acaso estas medidas entrassem, iamos lutar para entrar na liga europa. Sim, porque moutinhos, ronaldos e assim, nao iam ficar ca na mesma.
Yeah!
Claramente! E a verdade, temos excelentes jogadores, mas a maioria sao banais. É a verdade.
Estariamos a destruir o trabalho de decadas dos clubes portugueses (em especial, concordemos, um) para serem competitivos e rigorosos no seu trabalho – ao contrario de paulo bento e o resto da malta dele – e elevarem o nome de Portugal.
Anónimo
Não iam ficar e iam sair a preço de saldo. Numa liga mais fraca aonde não tens possibilidades de fazer as mais valias incriveis que fazemos, os melhores saiem a preço de saldo. O preço desce drásticamente. O Jackson, W. Carvalho ou o Gaitan sairiam por 10 ou 15M como acontece na liga holandesa ou belga.
Joel
João
Sempre que quiserem apoiar medidas deste género, lembrem-se que a Itália é um país com 60M de habitantes, uma Liga relativamente competitiva e tradição no futebol Mundial, nós somos 10M, temos uma Liga miserável e economicamente estamos muito atrás da generalidade dos países da UE, o que vai influenciar decisivamente a nossa capacidade de ter infra-estruturas competitivas com as deles.
A menos que achem que somos geneticamente predispostos para jogar futebol e os italianos, alemães, ingleses, franceses, espanhóis, polacos, sérvios, etc.. uns autênticos matraquilhos, mantenham presente que estamos onde estamos nos rankings europeus à custa de duas equipas – Benfica e Porto – e da sua capacidade de observar, captar, potenciar e revender jovens jogadores de outras paragens.
Depois não se queixem.
João
Exacto F.L. esta mentalidade é uma espécie de "de vitória em vitória até à derrota final", neste caso rumo à periferização da Liga. Quando tivermos uma Selecção igualmente medíocre porque os clubes não são minimamente competitivos ao mais alto nível e uma Liga significativamente mais miserável, quando andarmos a festejar entradas na Liga Europa depois não esperem conseguir reverter o processo.
F.L.
Exactamente João. E no dia em que Benfica e Porto deixarem de poder competir com as equipas estrangeiras, forçados a ter jogadores medíocres (mas portugueses) nesse dia o futebol em Portugal morre porque se há futebol em Portugal é devido à paixão dos adeptos pelos seus clubes. E sem qualidade morre a paixão e sem paixão não há futebol.
Aqueles que bramam contra os estrangeiros, por causa das selecção portuguesa, acho que não sabem em que país estão realmente. Portugal só tem nome no futebol por causa dos Enzos ou dos Jacksons. Jogadores que NÂO HÁ em Portugal. E não é por obrigarem os clubes a utilizar na maioria jogadores portugueses que passam a haver.
Para quem está preocupado com as selecções a solução não é proibir ou limitar nada. É, pelo contrário apoiar os clubes formadores, é reactivar a selecção B formada por jogadores da 2ª Liga, é promover internacionalmente uma Liga Europeia para as equipas B (tal como já se faz com os Juniores). Estas entre outras medidas que se poderiam tomar
Isso sim seria promover o jogador português e dar-lhe condições de aceder à equipa principal e daí para a selecção. Não há alternativas a isto.
Zé Povinho
Num mundo onde os nossos vizinhos aplicam restrições à entrada de jogadores estrangeiros, o leque de jogadores estrangeiros de qualidade que podem jogar em Portugal é mais alargado. Além do mais, estas restrições a serem aplicadas, vão dificultar a venda de jogadores estrangeiros por equipas portuguesas, sendo que apesar da perda monetária, significa que mais qualidade fica no país.
Quem sofre é claro a seleção: os jogadores portugueses das camadas jovens têm mais dificuldade em se afirmar em Portugal e, por outro lado, os portugueses de topo que vêm a sua entrada noutras ligas mais competitivas restringida, dificultando assim o desenvolvimento do seu potencial.
Na minha opinião a introdução de medidas ditas protecionistas acaba no final por retirar valor ao futebol. A outra questão é a de saber como reagir quando outros países as aplicam. Aí vem o trade-off: seleção vs clubes.
Anónimo
Meus amigos, limitando os jogadores estrangeiros, como e que os jogadores portugueses poderiam evoluir? Precisamos de estrangeiros de qualidade para elevar a qualidade das equipas. Sem estrangeiros, nao pontuamos nas competicoes europeias e passado 4 ou 5 anos passavamos a ter so 1 equipa na liga dos campeoes!
Pedro azevedo
pedroazevedo1
Tive de vir responder a alguns comentarios acima escritos. Realmente os argumentos do sotor fizeram-me pensar duas vezes quanto ao que disse, provavelmente nao terei tanta razao quanto julgava. Mas os comentarios dai para baixo realmente desnecessarios e inflamatorios, realmente deixam-me com vergonha alheia! Portugal neste momento esta em 4o lugar no ranking the clubes da uefa, com os tais estrangeiros que voces tao detestam. Porto, Benfica e Braga, com maioria de estrangeiros conquistaram esses pontos. Estamos a frente da Holanda, que tem imensos jogadores holandeses no seu campeonato e uma seleccao incrivel e escaloes de base lendarios. Vejam como estamos a frente deles… Posso dizer o mesmo de Italia e Franca. O Brasil, Argentina e Uruguai tem a maioria dos jogadores no estrangeiro, e acham que os tem impedido de ter uma grande seleccao. Meus amigos, por favor, aprendam a deixar de ser cinicos. Ha 50 anos eramos contra os estrangeiros, mas o nosso melhor jogador de sempre nasceu em Mocambique. Teria sido melhor se tivesse ficado la? Saimos da ditadura, entramos na UE, abriram-se as fronteiras. Querem que o Salazar volte ao poder? Cumprimentos cordiais de Pedro Azevedo, cidadao portugues que pela falta de trabalho em Portugal, teve de emigrar para a Inglaterra. Vao-me atacar por ter abandonado a patria?
Maiqueke
Comentário retrógrado de adepto claramento de um de dois clubes.
Portanto um jogador brasileiro/espanhol/paraguaio/argentino/chinês de 17 anos de uma equipa duvidosa é superior ao português que tem 5,6,7,8 anos de formação no clube, onde o clube investiu bastante na sua formação para dar frutos no futuro?(não fica barato não).
Precisamos de estrangeiros de qualidade para elevar a qualidade das equipas?
Isso obriga-te a que não o faças? Agora a questão é, precisas de 95% de estrangeiros para elevar a qualidade das equipas?
Não há um ou dois portugueses com qualidade para o 11 inicial? Não há um aspirante a Moutinho, R.Carvalho, Nani, Rui Costa, Figo, etc na formação?
Os portugueses não têm qualidade? São uns aleijados? Só os estrangeiros é que são bons?
Mentalidades dessas não nos levam a lado nenhum, isso nem devia ser chamado comentário de português, devia ser chamado comentário de fanático.
É por causa da aposta de jogadores sul americanos maioritariamente que a nossa selecção está como está.
O Porto é forte com estrangeiros? É. O Benfica é forte com estrangeiros? É. O Sporting é forte com estrangeiros? Nem por isso.
Agora o Porto ganhou a champions praticamente só com portugueses. "ah mas construíu equipas muito superiores com estrangeiros". E? Ganhou outra champions com o Porto depois disso? Só aos olhos do nosso povo é que não temos qualidade e o que vier de fora é que tem de ser bom, porque os da formação não trazem prestígio ..
Agora explique-me como é que uma equipa em Portugal que se denomina "grande do futebol português" se orgulha em jogar com 0 jogadores nacionais.
Sim, eu sou do Sporting, mas eu tive orgulho do Porto a orgulhar o nosso país com um plantel fantástico quando ganhou a champions e VERGONHA do Benfica por ir à final da Liga Europa e o adversário ter os mesmos ou mais portugueses no 11 que o Benfica. E NEM ASSIM GANHARAM.. DUAS VEZES! Ganhavam com mais portugueses? Quem sabe, mas se não se apostar neles nunca saberemos.
Na nossa selecção, se tirarmos os jogadores formados no Sporting sobra quem? Pepe, Coentrão e B.Alves? Ah, André Gomes é verdade, o Adrien não tem qualidade para jogar no meio campo da selecção pelos vistos também.
Enfim, não mudem de mentalidade não, qualquer dia em vez de estar no top10 de selecções fazem companhia à Albânia .. Isto se ela não nos ultrapassar primeiro claro .
Anónimo
Qual qualidade? actualmente não estas a importar qualidade nenhuma… mas sim quantidade
a maioria dos estrangeiros em Portugal são jogadores sem qualidade se qualquer estatuto no futebol Mundial, mesmo os grandes jogadores estrangeiros que tu tens actuar no Benfica e Porto estão apesar de bons jogadores de alguns estatuto internacional, estão longe de serem super estrelas…
no Porto tens o Jackson, Brahimi, Herrera, no Benfica o Enzo o Gaitan e o Salvio…
e o resto dos estrangeiros? São assim tão de qualidade? a maioria é o chamado entulho…
e no resto do campeonato nem se fala, a maioria dos estrangeiros é de uma qualidade bastante duvidosa, para não dizer outra coisa…
sendo que estamos a falar de uma esmagadora maioria de jogadores não comunitários…
Os jovens Portugueses precisam de estrangeiros para aprender? sim, precisam… mas precisam mais ainda, é de jogar com regularidade, e de jogar nas primeiras equipas, não é nas equipas B, em estádios semi-vazios e com um futebol pouco fluido, os jovens precisam de serem confrontados com maiores desafios para poderem crescer… sem alta-competição eles não elevam o seu patamar…
Os grandes jogadores que a selecção nacional actualmente tem, só o são, porque lhes foi permitido jogar desde os 17 anos nas respectivas equipas, e quase todos eles foram formados no mesmo clube, porque só esse clube é que tem a ousadia de lançar jovens na primeira equipa nessas idades
Essa conversa de necessitar-mos de estrangeiros para pontuar nas provas Europeias é ridícula, os clubes Portugueses precisam é de bons treinadores, Mourinho com uma equipa de Portugueses ganhou tudo, Taça Uefa e Champions, a ideia não é ficar sem estrangeiros, mas ter menos estrangeiros de mais qualidade…
Imagina, em vez de teres 10 Sul Americanos a ganharem 1 milhão de Euros cada dos quais a sua qualidade pode ser boa, mas não é transcendente, poderias muito bem passar a ter só 5, mas de um patamar superior, que ganhassem o dobro, o investimento era igual, e ao mesmo tempo abrias espaço para que os jovens entrassem na equipa, fossem como suplentes ou apostas a espaços…
e ainda poderias permitir aos jovens evoluir ainda mais porque passarias a contar com 5 jogadores de um grau de qualidade superior ao normal…
isto em teoria… porque o grande problema actual está na forma de como os "dirigentes" dos clubes enriquecem com as transferências, há dirigentes que querem muitas transferências para poderem encher os bolsos com os orçamentos de época, portanto qualquer regra que limite um dos seus métodos de enriquecimento no futebol nunca será aprovado… poderia até ser bom para os clubes, mas há dirigentes por aí que se estão nas tintas para os clubes, só estão no futebol para engordar a sua conta bancaria…
Brutos
sotôr
Caro Pedro,
Exactamente pelo seu argumento é que é necessário restringir o número de estrangeiros. Com um número restrito de estrangeiros, os clubes são obrigados a pensar duas vezes antes de contratar estrangeiros que nada acrescentam ao meu plantel. Se eu só puder contratar 6 estrangeiros, é evidente que não vou contratar 6 estrangeiros que nada acrescentam ao meu plantel. Evidentemente vou ter de reforçar o meu scouting nos escalões inferiores.
Isto não é o FM, em que craques só há no Brasil e os jogadores dos escalões secundários nunca despontam!!
Kafka I
A Federação Italiana pode querer muita coisa, mas mentalizem-se de uma vez por todas que as Leis Civis estão acima das Leis do Futebol e como tal o Futebol tem de cumprir as Leis estatais e os acordos assinados pelo estado onde estão…
carlosalex36
existem maneiras de contornar isso. Por exemplo "obrigar" o clube a usar 5 jogadores da formação no 11 inicial pode de certa forma meter mais jogadores PT a titulares num clube (só com muito azar é que iam arranjar 5 não portugueses na formação)
outra maneira era limitar o plantel para digamos 25 ou 23 jogadores e 8-10 ter que serem da formação
nao o digo que possa ser feito já hoje mas se forem implementado gradualmente acho que nao iria abaixar a qualidade dos clubes
sobre os extra-comunitários ai sim podemos mesmos limitar a 5 por plantel (podia ser que assim o meu clube parasse de mandar vir resmas de jogadores de qualidade duvidosa )
João Gonçalves
Se ganhasses um euro por cada vez que já tentaste explicar isso…
Anónimo
Concordo com esta medida, podiam implementar em Portugal, ou 4 titulares portugueses obrigatórios ou por exemplo 6 convocados com 2 deles da formação do clube, agora no caso da Rússia já acho excessivo, pode levar a perda de competetividade das equipas Russas
Tiago Silva
Anónimo
Desculpem lá a minha questão, mas se os clubes que forem aos tribunais civis derivado a casos do futebol são punidos pela UEFA e pela Liga, qual a dificuldade da Liga e UEFA definir multas a quem não o fizer? Afinal são as regras de um jogo onde só participa quem quer!!!
ass. tiago
Anónimo
Esta questão nao tem qualquer tipo de discussão, nao se compreende toda a conversa a volta… Tal como já foi dito 100000000000x, os jogadores comunitarios tem tanto direito como os portugueses. E se a fpf quisesse criar uma lei neste género, os comunitarios ficariam em pé de igualdade com os portugueses, em detrimento de extra comunitarios (africa, América do sul etc). Ponto assente. Nao se pode, de forma alguma, impor uma lei que obrigue um plantel a ter 4,5 ou 11 portugueses a jogar no onze titular!!!!!! Pode-se fazer algo parecido, mas com comunitarios. Exemplo: o dier, se houvesse esta lei, estava em pé de igualdade com o adrien ou com o ruben amorim, etc etc… Se nao estou em erro, se pudermos falar de futuro temos o Victor lindelof em pé de igualdade com o bernardo silva neste caso. Se falarmos de jogadores dos escaloes de formação, ai ja nao importa a nacionalidade, comunitarios ou nao… E e por isso que existem as listas b para a Champions, pq a uefa tem leis qt a isso. Estou a explicar atabalhoadamente, mas creio que c a devida pesquisa confirmam o q disse.
cumps.
joao domingos
RiefSilva
Não li este lote de comentários na totalidade, mas falo do que sei, é o que dar seguir clubes mais pequenos.
Desde a época passada, passou a ser obrigatório que os clubes,que disputem competições profissionais em Portugal, a ser empresas, sejam eles "SAD's" ou "SDUQ's". Eu sei disto, pois na época passada, quando a actual direção do Penafiel tomou posse, na 1ª assembleia geral, foi discutido qual seria a melhor solução para o clube (deixar o futebol profissional / formar uma SDUQ (medida que veio a ser implementada) / formar uma SAD (Solução para a qual não havia dinheiro).
Por isso, em conclusão, basta uma pesquisa de 1 minuto, para ter a certeza que os clubes profissionais de futebol em Portugal são de facto empresas.
Rui Miguel Ribeiro
Kafka: gabo-lhe a paciência. Eu sou professor e já teria trepado as paredes com tanta ignorância misturada com estupidez e apimentada com clubite.
João
Pois é, Maiqueke, mas não é o Benfica nem o Porto que têm as receitas de vendas penhoradas. É a sustentabilidade desse fantástico modelo de negócio. Isto para não falar na vertente desportiva. Admita, o seu comentário visava criticar o clubismo dos adeptos dos outros clubes mas não se conteve, e enquanto se apoiam nas leias, nos resultados, enfim.. nos factos (a lembrar, estamos a admitir obrigar os clubes a adoptarem um sistema mais próximo que pior está de saúde e de palmarés, é obra), os adeptos sportinguistas só se apoiam numa pretensa valorização da Selecção, que muito provavelmente nem sequer aconteceria, passando a Liga Portuguesa de 4ª ou 5ª melhor da Europa para uma periférica ao nível das piores de Leste.
Realmente, é preciso tirar as palas clubistas.
Kafka I
Continuas no teu hino ao disparate, diz-me lá onde é que eu disse que era a favor ou contra 11 estrangeiros no 11? eu limitei-me a informar como é a lei, coisa que pelos vistos a maioria (incluindo) não sabe as leis do País onde vive…
E sim tu e o João Rato, continuam no reino do disparate ao dizer que é possível obrigar um clube dentro da União Europeia a jogar com um mínimo de Portugueses, mas quando não se sabe as leis (como tu e o João Rato não sabem) cai-se no disparate…mas continuem, pelo menos fazem rir
Maiqueke
Kafka, se leres bem a opção que eu dei não teve a haver com as leis civis, conseguias o que eu disse sem passar por cima de nenhum tratado.
E se achas que o que eu disse é mentira, do facto desta polêmica ser alimentada mais por benfiquistas e porristas então "não sais muito de casa". Felizmente ainda vejo alguns(mais portistas até) defender que é uma pouca vergonha 11's iniciais com zero ou mesmo um português apenas, mas se achas bem os clubes portugueses cada vez mais perderem a identidade relacionada com o seu pais natal, são opiniões e têm de ser respeitadas… Repito que a sugestão não vai contra tratado nenhum, podem muito bem colocar jogadores estrangeiros da formação, mas sempre há mais probabilidade que um português se evidencie se fizessem algo do género.
Cumprimentos
Maiqueke
João, falidos estão os 3 grandes, aliás, o maior passivo é o do Benfica, o Sporting é que se apercebeu que não é o tempo das vacas gordas para andar a contratar à doida.
A formação do Sporting não é a única mais valia do clube, ele se precisar de comprar compra, agora a formação é sim a identidade do clube de Alvalade, desde sempre! Todinhos e afins tentaram copiar o modelo de porto e Benfica e viu-se o resultado, quae que acabavam com o clube com tanta incompetência. Se o Sporting estivesse mais folgado como o Porto contratava mais estrangeiros? Talvez, mas de certeza que continuava a apostar na academia e pinha pelo menos dois ou três titulares no 11 sem grande dificuldade.
Kafka I
Maiqueke,
O teu comentário é um verdadeiro hino ao disparate, com que então constatar leis civis, é clubite, pelo amor de Deus…vê-se mesmo que há muita criancice por aqui, nem as Leis pelo qual o País se rege…nem me vou repetir mais
Anónimo
Lá está João, você vence a discussão. O seu clube provavelmente está no pote 1 da Champions. Maiqueke não deixa de ter razão, na minha opinião
João Rato
Anónimo
Continuo sem concordar que os portugueses ficassem com mais direitos. Até porque uma Sociedade pode escrever nos estatutos que x% dos seus trabalhadores têm de ser Portugueses.
De resto, dizer que Sociedade e Empresa são sinónimos é de ir às lágrimas. Empresas por si só não têm personalidade jurídica, ao passo que as Sociedades têm. O que acontece é que a uma Sociedade está inerente uma Empresa em todos os casos.
Por fim, o senhor Kafka pensa que ganha qualquer discussão pelo simples facto de o seu clube ganhar títulos. Peço desde já desculpa, porque para o ano os meus argumentos ficarão ainda mais inválidos (se é que é possível), se o SCP não vencer o campeonato.
João Rato
João
Gostei da linha de raciocínio Maiqueke, se o teu clube falido aposta na sua única mais valia competitiva, é porque vai tornar a selecção mais competitiva.
Se o teu clube está dois potes acima na Champions e 10 ou 15 campeonatos a mais com outro modelo de negócio, está-se contra a medida por clubismo.
Era para rir?
Maiqueke
E curiosamente acho que já mandas-te esta discussão noutra notícia, dando exactamente os mesmos argumentos, falando do abençoado tratado como se fosses estrangeiro e dando exactamente os mesmos exemplos (suecos no arouca, gregos, …).
Isto resume-se a uma coisa, como a todas as coisas relacionadas com o futebol em Portugal:
Clube.
Se o teu clube aposta na formação, achas muito bem que haja uma lei assim porque vai tornar a selecção mais competitiva.
Se o teu clube aposta em 95% do plantel em estrangeiros, estás contra esta medida, porque vai contra o teu objectivo de aquisições do clube e vais ter de ser obrigado a apostar no "Zé Povinho" da formação que não dá tantas garantias um puto português de 18 anos como um marroquino ou paraguaio de 17 vindo da China (sim, ironia).
Basicamente é isso, puro e duro.
Eu sou a favor de haver algo deste género mas não em tão grande escala. Colocar 2 jogadores nacionais no 11 (ou 3 da formação) acho que não é assim tão complicado e que as equipas não vão perder tanto o seu nível competitivo assim .. Quer dizer .. Fartos de cuspir na cara do povo estão os clubes … Dando um exemplo sem querer atingir nenhum clube específico porque a maioria se identifica neste tipo de política : Achar que o Talisca é superior ao Bernardo Silva e mandar o miúdo português embora para um clube onde não vai jogar … Só um exemplo, o nosso futebol está recheado deles ..
Se não querem apostar na formação/jogador nacional então a vossa moral para criticar a selecção é zero, pois quem fornece os jogadores à selecção são os clubes, que os formam, para eles evoluirem têm de jogar, agora é triste ver os nossos jovem chegar à idade de senior e ter de emigrar para o brasil, espanha, frança, china para terem uma possibilidade de serem opção num clube ..
Kafka I
Tiago,
?? Desculpa?? jogos da Champions?? eu sinceramente, acho que às vezes ando a falar para miúdos…
Diz-me lá tu nas regras das Champions, onde é que esta uma regra que seja que obrigue a utilização de jogadores de uma determinada nacionalidade em detrimento de outra…
Já expliquei imensas vezes isso aqui, vocês insistem em confundir jogadores formados localmente ou no clube, com jogadores de determinada nacionalidade…
Pela milésima vez eu explico…tu até podes por uma regra que obriga a utilização de apenas jogadores formados no próprio clube ou localmente, mas em momento algum podes dizer que esses jogadores têm de ser de determinada nacionalidade, é assim tão difícil de perceberem??
Tu podes dizer que o Arouca é obrigado a jogar com 11 jogadores formados localmente, e o Arouca agarra em 11 Suecos e forma-os cá e joga com 11 Suecos…em momento algum podes é dizer que dentro do espaço comunitário 1 Português têm mais direito ao trabalho que 1 Sueco…é assim tão dificil de perceberem isso?? por favor
Tiago
Então e esta questão nao se levanta nos jogos da champions porquê?
Kafka I
João Malaquias
Obrigado, eu não responderia melhor ao João Rato
João Rato,
A resposta já foi dada pelo João Malaquias, quando tiveres um argumento válido e contemple as regras e leis, continuaremos esta discussão
Kafka I
João Malaquias
Obrigado, eu não responderia melhor ao João Rato
João Rato,
A resposta já foi dada pelo João Malaquias, quando tiveres um argumento válido e contemple as regras e leis, continuaremos esta discussão
João Carvalho
Sociedades e empresas são sinónimos! O Kafka tem toda a razão!
O que têm os objectivos particulares das empresas a ver com as leis?
Anónimo
Sr. João Rato, o Kafka não precisa certamente de advogado de defesa, mas concerteza não irá levar a mal esta minha intromissão na discussão.
Se o Arouca tiver de aparecer com 4 portugueses em campo, OBVIAMENTE que os Portugueses têm mais direitos: Têm de competir por 11 vagas, enquanto que os estrangeiros por 7. Está a perceber?
Depois, não entendo o seu conceito de empresa/sociedade. Mas também não interessa, porque nenhuma Organização se por sobrepor às leis civis.
Por fim, não entendi onde a questão Benfica vs Sporting vs títulos se enquadra no tema. Pareceu-me apenas uma tentativa desesperada de lançar qualquer coisa "parecida" com um argumento, de quem não tem mais nenhum.
João Malaquias
Anónimo
Kafka, tudo muito bonito, mas o Mário falou verdade! O Arouca compra 50 gregos (eles circularam livremente para Portugal, ninguém impede isso). Podem todos jogar, ninguém impede isso. Recebem o seu salário, ninguém impede isso. No onze têm de aparecer 4 portugueses! Onde é que os Portugueses têm mais direitos? Já agora, aconselho-te a leres a definição de empresa (Objectivo é ter lucro!). O objectivo do Sporting ou do Marítimo é ter lucro? Pois..Uma coisa são empresas, outras são Sociedades! Não és tu que te vanglorias do Grande Benfica e troças de todos os sportinguistas por não ganharmos há 12 anos?
João Rato
Kafka I
Zé Roberto
Não é uma empresa? Oh meu deus…desde quando é que não é uma empresa? um clube de futebol é uma empresa como outra qualquer e sujeita às regras estatais e civis…
Nenhuma empresa ou Instituição está acima das regras civis, NENHUMAAAA
Zé Roberto
Que eu saiba uma equipa de futebol não é uma empresa pois não?
Kafka I
Mário Gonçalves
Tu não podes obrigar uma EMpresa em Portugal a ter um trabalhador Português, desde que ela queira ter um trabalhador Grego (Comunitário), percebe isto de uma vez por todas…
Tu em Portugal não podes dizer que um cidadão português tem mais direito ao trabalho que um cidadão grego ou sueco (e vice versa nesses Países)…
O Arouca se quiser jogar com 11 Suecos, jogar e ponto, NINGUÈM neste País (com as Leis e tratados assinados) tem autoridade para poribir o Arouca de só ter trabalhadores Suecos se o Arouca assim o entender…
O máximo que podes fazer é dizer que o Arouca é obrigado a jogar com 4 jogadores formados localmente, mas lá está, tu com isso não estas a descriminar nenhum cidadão comunitário, e o Arouca pode continuar a jogar com 11 Suecos na mesma, apenas tem é de formar 4 Suecos localmente e comprar os restantes 7..
Anónimo
Descupa lá, mas onde é que obrigar uma equipa portuguesa a jogar com 4 portugueses de base viola o tratado de Schengen?
Pode ser feito, dado que, se o clube quiser contratar 20 estangeiros poderá faze-lo a mesma.
Agora se obrigassem a por 4 portugueses em campo pensavam duas vezes antes de comprar paletes deles. Assim, não afectava o tratado e Portugal internamente é que criava a obrigação de jogar com 4 portugueses não impedindo os clubes de contratarem a quantidade de estrangeiros que lhes apetecesse.
Mário Gonçalves
Kafka I
4 titulares portugueses obrigatórios? mas Portugal já não pertence à União Europeia? e revogou o tratado de Schengen?
Zé
Na Liga Inglesa só existem vistos para NÃO comunitários…
Como vocês escreveram não podem existir limitações à livre circulação de pessoas (neste caso trabalhadores) comunitárias entre os paises que fazem parte de UE.
A UEFA poderia era aplicar para todas as competições suas associadas as regras que usa para a Liga Europa e Liga dos Campeões, até mesmo a limitação de inscritos no plantel e respectivo farplay financeiro…
João Martins
Isto e muito bonito na teoria mas em ligas como a portuguesa apenas vao tornar os principais clubes mais fracos a curto medio prazo.
Para alem que este tipo de mudancas a meu ver devia ser avisado com uma antecedência de 2 , 3 anos e nao de uma epoca para a outra.
Vamos comecar a ver trocas internas a precos absurdos e depois na champions vamos passar a ser equipas mediocres.
Atencao , eu concordo que tem de haver a aposta no jogador portugues, mas estas coisas levam o seu tempo e nao podem ser mudadas em uma ou duas epocas. e que sejamos sinceros , sempre que o assunto da aposta na formacao vai a calha toda a gente fala do sporitng , mas se eles tivessem dinheiro para investir , apostariam na formacao ? E a formacao em termos praticos tem dado resultados para alem de vitorias morais ? O clube portugues vive do comprar barato ( cada vez menos ) e vender caro passado 1 ano ou 2 .
Se vao mesmo por estas medidas de uma epoca para a outra nao se admirem que os resultados desportivos baixem
druyda
E então? Os clubes mais fracos é melhor para a competitividade do campeonato.
João
E no entanto, os porta-estandartes do nacionalismo estão no pote 3, os desgraçados dos outros andam pelo pote 1.
Anónimo
Num país que teve 3 jogadores considerados "o melhor do mundo", na sua História… que tem frequentemente jogadores nos melhores clubes do mundo e está geralmente nas 10 melhores selecções do mundo (incluindo selecções de formação, onde contam com títulos europeus e mundiais)… dizer que incluir jogadores portugueses nas equipas vai baixar a qualidade dos planteis, é, no mínimo, especulativo. No máximo… é ridículo :)
Rui Cunha
João Carvalho
Exacto! O Luis Filipe custou 0 e já foi emprestado. E não houve qualquer prémio de assinatura, antes que alguém se lembre de inventar isso.
Rui Miguel Ribeiro
O Luís Filipe não custou 3M.
Jorge Tulipa
Como assim tornar os clubes mais fracos?? Os grandes jogadores têm espaço em qualquer lado. Apenas estamos contra a haverem Cortezes pelo nosso futebol quando poderiam haver jovens formados no clube a fazer esse lugar.
O Benfica com o Cancelo no plantel vai investir 3M no Luís Felipe para quê?
Por exemplo, a Académica tem tantos estrangeiros sem valor no seu plantel. Tirar uns 5 ou 6 desses jogadores sem valor e substituí-los por jovens da cantera, qual seria a diferença?? Talvez até levassem mais gente ao estádio porque com jovens locais, as pessoas envolvem-se mais e apoiam mais o clube da sua terra.
Tiago Gomes
sim, a maneira de contornar as regras europeias, nao passa por proibir mas sim por obrigar…ja à algum tempo que falo disso. esse é o futuro! as selecçoes de formação, portuguesas, estão de novo a dar "cartas" e há que aproveitar isso, para podermos (re)lançar o escalao senior!
Anónimo
Só para acrescentar que o Brasil (e julgo mais alguns países sul-americanos) implementaram leis que proíbem miúdos menores, de saírem para outros países, para jogar.
Mais… a própria UEFA proíbe esses negócios, impondo regras muito próprias (como é o caso de os pais dos miúdos terem que arranjar um trabalho, em nada relacionado com o clube em questão). Aliás, é por essa razão que o Barcelona foi castigado e não pode inscrever jogadores em 2015.
Os jogadores da formação, seriam de facto portugueses, na sua maior parte.
Rui Cunha
Jorge Tulipa
A liga portuguesa deve ser a única que quase não tem leis no que toca à circulação de jogadores. Os brasileiros não contam como extra-comunitários. Aliás, o facto de ser extra-comunitário nunca sequer teve muita importância no nosso futebol.
Sou totalmente de acordo em que as regras de jogadores formados localmente fiquem mais rígidas. Os actuais 4 por plantel para as competições europeias é manifestamente pouco e fácil de contornar.
Para a liga portuguesa, todos os plantéis deviam ter no mínimo 8,10 jogadores formados no clube num plantel de 25.
Mas depois abre outra questão. Quase todos os clubes exceptuando Porto, Sporting, Benfica, Braga e Guimarães têm esclaões de formaçao dignos de clubes dos distritais tamanho amadorismo que lá existe.
clubes como a Académica, com tanto potencial, visto ser o unico grande clube da zona centro, nada faz em termos de formação.
Ricardo Fernandes
Exacto, mas estamos a partir do principio que, mesmo havendo estrangeiros nas camadas jovens, os clubes sempre formarão mais jogadores a sua nacionalidade do que estrangeiros.
Mas com isso é levantada outra questão: os clubes não irão procurar cada vez mais contratar jogadores mais novo para sejam considerados formados no clube, principalmente brasileiros pois custa a querer que aqui em Portugal se implante o sistema dos vistos.
Pedro Meireles
Eu acho que esta questão é mal vista de muitas formas.
1º Basta proibir os extra comunitários; Na nossa liga, grande parte dos jogadores importados vem da América (os jogadores são baratos, têm uma qualidade razoável e ordenados muito baixos).
Se forçarmos os clubes a irem contratar jogadores europeus o cenário muda de figura, porque tirando os 3 grades e talvez o Braga em ano de Champions, não tem salários ou capacidade de transferir jogadores a preços maiores que 500 mil euros.
O que vemos todos os anos em Portugal é de facto a entrada de 20-30 sul americanos na só na primeira liga!
2º A obrigatoriedade de formação será sempre uma boa medida, basta ser exigente e dizer que se tem que ter 10 jogadores no plantel formados no país, ou 2 no 11 inicial formados no país.
Dificilmente se irá contratar um miudo de 14 anos ao brasil para o manter até ver se rende nos seniores! E nos casos em que isto acontece, muitas vezes até já podem ser convocados.
Estas medidas terão é forte oposição do Porto e Benfica que não tem jogadores suficientes para se manter nem capacidade de gerar mais valias a curto prazo para se suster COM jogadres nacionais.
Kafka I
Errado, tu não podes obrigar o Arouca a jogar com 4 Portugueses, o Arouca se quiser joga com 11 Gregos e NINGUÉM o pode proibir…lê lá com atenção o que Tavecchio diz…ele diz que não pode obrigar os clubes a jogarem com 4 jogadores italianos…
Uma coisa é tu obrigares a jogar com jogadores vindos da formação, porque isso em momento algum esta a descriminar os restantes habitantes dos Países comunitários…tu podes dizer "é obrigatório jogar com 4 jogadores vindos da Formação" e com isto o Arouca pode continuar a jogar com 11 Gregos na mesma, só tem é de formar 4 gregos e comprar os outros 7, ou seja, isto é possível e enquadra-se dentro das regras da União Europeia
Outra coisa completamente diferente é dizeres "obrigatório jogar com 4 jogadores Portugueses", porque isso vai contra a livre circulação de pessoas e bens e estas a dizer que dentro de Portugal um Português tem mais direito ao trabalho que um Grego ou um Sueco, ora isso vai contra a lei, pois um Grego tem o mesmo direito de trabalhar em Portugal que um Grego
Mentalizem-se que a única forma de contornar a lei é com a imposição de jogadores formados localmente, não há mais forma nenhuma