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OFICIAL: Crystal Palace garante titular da Colômbia por 8 ME

Vai ter o mesmo impacto na Premier League? É um lateral físico, competitivo e com golo (apontou 15 na última época e meia).

O Crystal Palace anunciou a contratação de Daniel Muñoz. O lateral direito, de 27 anos e 1m81, chega do Genk a troco de 8 milhões de euros. Muñoz, que é habitual titular na seleção colombiana, estava no futebol belga desde 2020.

2 Comentários

  • Tiago Silva
    Posted Janeiro 30, 2024 at 7:04 pm

    Jogador bastante interessante, para mim era um dos melhores laterais fora as grandes ligas. Muito forte fisicamente, faz com facilidade o corredor, é versátil e é bastante viável defensivamente. Já jogou também como central e é muito maduro já. O Porto andou a brincar aos laterais e tinha aqui uma opção bastante interessante, sendo ainda para mais colombiano onde se têm dado bem.
    *
    Bem que o Crystal Palace precisava de um lateral direito, o Clyne já deu o que tinha a dar e o Ward é jogador de Championship. O Munoz é muito fiável e vai encaixar muito bem penso eu. Eles que parecem estar a querer atacar este final de mercado em força, pelos vistos também estará a chegar o Wharton médio com bastante potencial e que tem estado em destaque no Blackburn. Deverão querer garantir a manutenção o mais rápido possível ainda para mais com as subidas de forma do Luton e do Sheffield.

  • Francisco Ramos
    Posted Janeiro 30, 2024 at 12:02 pm

    Outro nome que falei várias vezes para o Porto e que acaba por dar o salto para a Premier League. Obviamente não era a nossa oportunidade, temos que ser mais reativos ao mercado e procurar antes destes saltos para a Europa, porque têm preços mais atrativos (Daniel custou 4,5M ao Genk).

    Deixo alguns exemplos da Colômbia, Jhon Arias chegou ao Fluminense por 600K, hoje vale 10M. Jhon Durán saiu por 2M, passado 12 meses foi vendido ao Aston Villa por 16M (o caminho muito utilizado, irem primeiro à MLS).

    E quem olha para a Colômbia, deve olhar para o México, Venezuela, etc. e não só Brasil e Argentina, mercados já mais inflacionados (e mesmo assim longe dos valores praticados na Europa).

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